Francis Carsac - Guerra de estrelas

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Guerra de estrelas: краткое содержание, описание и аннотация

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Homens estavam sendo convidados. Para que? O objetivo era Ella, o planeta dos seres de tez esverdeada. O objetivo era Réssa, onde se reunia a Liga das Terras Humanas. O objetivo era a Galáxia Maldita, para enfrentar os Milsliks, pois que somente os seres de sangue vermelho podiam enfrentar a irradiação mortal dos seres metálicos que apagavam a luz dos sois e das estrelas…

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— Em que pensa aquele Brissan? É doido, ou julga que está pilotando um réob? Por todos os Milsliks! Vem muito depressa, de qualquer maneira! Muito depressa! Ssiüh! O enorme engenho acabava de tocar no solo com uma velocidade ainda a mais de mil quilômetros por hora. A terra abria-se, saltava e a poeira rolava em vagas pesadas sob a luz dos projetores. Através desta bruma amarelada vimos o ksill saltar, cair, saltar de novo. Depois passou sobre a pista como uma gigantesca roda. Tocou ligeiramente no ksill n° 2 — o de Akéion —, passou entre o n° 1 e o n° 3 e esbarrou contra a astronave kaïen.

Corríamos já. Lentamente, a poeira caía. Do n° 3 acorriam os Hiss e os Sinzus.

Passamos diante do n° 1 e, sempre correndo, vi Essine na minha esquerda e Ulna, Beichit, Souilik e Assza na minha direita. A toda a velocidade acorriam os veículos kaïens com as equipes de socorro.

A astronave ardia. Contra ela, com o casco torcido, desfeito, jazia o n° 8, com três quartas partes destruídas. A portinhola esquerda de saída estava aberta, mas ninguém aparecia. Entramos no corredor, amolgado, subimos pelos tetos caídos, deslocamos alguns cadáveres de Hiss e de Sinzus e penetramos no séall. A luz brilhante perdurava e do fundo do ksill estripado subia ainda o zumbido dos motores.

Havia sete homens no séall; seis dentre eles estavam mortos. Brissan ainda vivia.

Reconheceu Souilik e Assza e murmurou: «Atenção, os Milsliks contra-atacam».

Depois expirou.

Entre a desordem das instalações demolidas e de aparelhos arrancados Souilik encontrou, numa banqueta, o livro de bordo.

Saímos de novo, deixando o lugar para a equipagem do n°3, que, metodicamente, procurou os sobreviventes. Finalmente encontraram um, uma rapariga Kren, com os quatro membros partidos. Foi imediatamente transportada ao hospital da base.

A astronave continuava a arder. Não sei que substâncias os kaïens empregam para aqueles engenhos, mas é eminentemente combustível e produz um enorme calor.

Pouco a pouco, o fogo foi extinto; voltamos pra torre de controle e reuniu-se imediatamente um conselho de guerra.

Resumidamente, eis o que nos disse a leitura do livro de bordo: o kilsim fora colocado na superfície de uma estrela morta. O ksill tinha aguardado a boa distância a explosão, que não se produziu. Brissan esperou ainda durante um espaço de tempo cinco vezes maior do que a duração normal. Nem sequer se sonhava em regressar para verificar o kilsim. No momento em que Brissan ia dar ordem para se passar para o ahun o ksill fora rodeado por Milsliks. Os raios térmicos varreram a ameaça, mas já três Hiss tinham sido gravemente atingidos.

Então Brissan, de acordo com o seu estado-maior, cometeu uma imprudência. Em vez de regressar para a base, aproximara-se do último planeta do sistema, que regurgitava de Milsliks. Pôde observar, na superfície, colunas de um tipo mais complicado do que aquelas que outrora destruíramos em Sete, de Kalvénault. O kilsim, na superfície da estrela, continuava a não funcionar e Brissan julgara que os Milsliks haviam encontrado o meio de impedir o seu funcionamento. Isso fazia supor que tinham sido advertidos dos seus efeitos, pois que os Milsliks mantinham, por meios desconhecidos, relações ultra-rápidas de sistema a sistema solar.

Brissan queria regressar. Afastou-se do planeta, a fim de passar para o ahun.

Então começaram a chover, através do Espaço, blocos de metal e Milsliks mortos, que principiaram a bater no casco do ksill, bem menos espesso que o de Ulna-ten-Sillon. Se bem que muito danificado, o ksill passou para o ahun, mas metade dos motores e da aparelhagem não funcionavam. As últimas palavras escritas no livro de bordo eram: «Base a vista. Descemos muito depressa».

Em vão aguardamos os outros ksills. Dos trezentos membros de seis tripulações, um só sobreviveu, a Kren Barassa, que, mais tarde, nos confirmou o relato do livro de bordo. Do seu lado, os kaïens tiveram oitenta e sete mortos na catástrofe.

Regressamos a Ella. Durante dois meses o Conselho dos Mundos estudou os novos dados do problema. Nós chegamos a esta conclusão (e digo «nós» porque desta vez participei da assembléia, não como Terrestre, mas como Hiss): para o futuro as expedições deviam ser efetuadas por ksills gigantes escoltados por uma multidão de pequenos ksills do tipo de Ulna-ten-Sillon, que destruiriam as colunas Milsliks nos planetas, enquanto o grande ksill largaria o kilsim sobre a estrela morta. Mas para afrontar sem grossas perdas os Milsliks os pequenos ksills deviam ser tripulados por Sinzus ou… Terrestres!

EPÍLOGO

O meu relato chega ao fim. Fiz ainda duas expedições.

A primeira visou o sistema solar onde o n° 8 tinha sido atingido. Desta vez o ksill pilotado por Souilik lançou sobre o sol morto um kilsim que funcionou porque cem pequenos ksills tinham atacado simultaneamente os planetas e destruído as colunas com explosões de bombas infra-nucleares Eu encabeçava-os, no Ulna-ten-Sillon:

No regresso da segunda expedição fui convocado pelo Conselho dos Sábios, que me fez a seguinte e estranha proposta:

Não se podia pensar em tomar contacto oficial com a Terra no estado atual de evolução da nossa civilização. Os Hiss tinham tentado, outrora, impor a paz em planetas onde a guerra ainda se travava. De cada uma dessas vezes eles próprios tinham se encontrado em guerra com esses planetas Daí ter surgido a «lei de exclusão». Assim, propunham que eu voltasse pra Terra e procurasse voluntários para emigrar para um planeta virgem de Stéfan-Théséon, a nove anos-luz de Ella. Aí poderiam crescer em quantidade até que fossem suficientemente numerosos para participar eficazmente da luta. O tempo pouco importava, porque, de qualquer forma, ela duraria milênios.

Fui com Souilik e Ulna ver esse planeta É ligeiramente maior do que a Terra, mas não o suficiente para que a gravitação seja perturbadora para nós. É povoado de animais, dos quais nenhum é perigoso nem repugnante. A vegetação é verde, como aqui, o clima agradável e há duas luas, montanhas, oceanos. Aceitei.

E foi por isso que regressei, após uma ausência de três anos.

E aqui, nesta minha casa, já não me sinto bem. Também já não me sinto Terrestre. Creio que Souilik tem razão: me tornei mais Hiss do que os Hiss.

O ksill me deixou, de noite, na clareira do Magnou, há seis meses. Parti imediatamente em viagem pelo estrangeiro e regressei dois meses mais tarde para receber Ulna, que, como eu, chegou de noite, mas que consta ter vindo da Finlândia.

Já me avistei com uma centena de pessoas em diversos países. Muitas delas aceitaram e partirão.

— Mas — disse eu — você me afirmou que tinha estado três anos ausente e, no entanto, me dissera antes que a sua partida se tinha verificado em Outubro último!

— Assim é. Eu, para os Terrestres, só estive ausente dois dias. Foi para os Sábios um terrível quebra-cabeças fazer o cálculo desta viagem de regresso quando lhes disse que para cumprir eficazmente a minha missão era necessário que eu não tivesse desaparecido da Terra mais do que alguns dias! A passagem no ahun permite, em certas condições e à custa de um consumo fantástico de energia, viajar no Tempo, em estreitos limites, de resto. Não sei como eles o conseguiram. Tudo o que sei é que vivi três anos em Ella, que tenho agora trinta e cinco anos, apesar de ter nascido apenas um mês antes de você e que você tem trinta e dois; que parti a 5 de Outubro e regressei a 8 do mesmo mês. Mas os Sábios explicarão, se você vier.

— O quê? Você está me propondo ir também?

— E porque não? Você está sozinho no mundo, presentemente. E para um físico entusiasta…

— Terei muito a aprender — exclamei amargamente.

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