Francis Carsac - Guerra de estrelas

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Guerra de estrelas: краткое содержание, описание и аннотация

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Homens estavam sendo convidados. Para que? O objetivo era Ella, o planeta dos seres de tez esverdeada. O objetivo era Réssa, onde se reunia a Liga das Terras Humanas. O objetivo era a Galáxia Maldita, para enfrentar os Milsliks, pois que somente os seres de sangue vermelho podiam enfrentar a irradiação mortal dos seres metálicos que apagavam a luz dos sois e das estrelas…

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Certo dia, quando me aquecia ao sol como um lagarto, conversando com Ulna e Assila, uma sombra interpôs-se entre nós e o astro: era o enorme ksill que víramos em construção no planeta Marte. Conduzido por Souilik, descreveu graciosas evoluções, roçou o teto da minha casa e desapareceu no horizonte. Uma meia hora depois recebia uma mensagem de Azzlem me convocando para partir imediatamente.

Aterrei na esplanada. O enorme ksill balançava suavemente, pousado nas ondas, no extremo do embarcadouro. Souilik me aguardava sozinho.

— Não trouxe Essine? — perguntei.

— Não. Não poderá haver mulheres nesta aventura. Também você não trouxe Ulna!

— Quando partimos?

— Em breve. Ande, os Sábios querem ver você.

Azzlem e Assza nos receberam imediatamente. Azzlem começou abruptamente:

— Slair, vamos lhe pedir, mais uma vez, que leve a cabo uma perigosa missão.

Como você sabe, Souilik conseguiu que fosse incluído no estado-maior do ataque.

Não recusamos, porque não havia nenhum motivo para isso, mas também não julgávamos que seria particularmente útil. Ora dá-se o caso que, provavelmente, será você indispensável, pois já conhece o essencial do projeto: num ksill especial, vocês desembarcarão na superfície solidificada de um sol morto e aí colocarão um pesado aparelho, que vai despertar reações nucleares. Na verdade, parece que ultrapassamos ligeiramente os fins fixados: queríamos reacender simplesmente os sóis. Ocasionaremos explosões, sem dúvida. Mas os planetas que gravitam em sua volta serão também destruídos, ao mesmo tempo que os Milsliks. Tanto pior!

O problema é o seguinte: sobre a superfície dos sóis vocês estarão submetidos a uma gravidade dezenas de vezes mais forte que a de Ella se o ksill não estivesse munido de um dispositivo antigravítico. Mas esse dispositivo consome uma energia fantástica e só poderá funcionar cerca de meio basike. Será necessário que tudo esteja pronto nesse período de tempo, senão é o esmagamento sobre o próprio peso Por outro lado, uma parte do detonador — parte que, por agora, não pode ser dividida nem montada adiantadamente no corpo do aparelho — pesa demasiado, apesar dos nossos esforços, para ser manipulada por um Hiss ou por um Sinzu, nas condições a que vocês estarão submetidos.

— Os autômatos — disse eu. Azzlem deu um «ssii» de irritação.

— Você bem sabe que os autômatos não funcionam nos campos anti-gravíticos Pensamos, portanto, em utilizar a sua fôrça física. Aceita?

— É difícil recusar — exclamei.

— Vamos, portanto, colocar você num intenso campo de gravitação artificial, para ver se será capaz de manipular a tal peça e até que limites. O campo anti-gravítico que a aparelhagem do ksill poderia fornecer será, em duração, inversamente proporcional ao campo do sol morto. Será necessário agir o mais rápido possível.

Venha.

Penetrei pela primeira vez no laboratório de física.· Me vestiram um escafandro especial. Era armado em hastes de metal, articuladas nos joelhos, nos cotovelos e na cintura; o interior era como as combinações de vôo «anti-g» dos nossos aviadores supersônicos. Assim equipado, fui colocado numa plataforma de metal, sob uma cúpula de cobre. No chão estava uma peça metálica complicada. Me abaixei e ergui-a sem esfôrço. Sabia que isso seria quase impossível a um Hiss.

Assza dirigiu-se para um reóstato. — Atenção! Gravidade 2!

Me senti pesado. Erguer a peça foi mais custoso. Pouco a pouco, Assza aumentava a intensidade da gravidade. Então meus braços e pernas se tornaram de chumbo, a circulação se fazia dificilmente e o sangue refluía para os pés, apesar do escafandro.

Depois veio o «véu negro», bem conhecido dos nossos aviadores. Mas, mesmo antes de ele se ter produzido, já não conseguira erguer a peça. Lentamente, Assza levou a gravidade até ao normal.

— Será mesmo difícil — disse. — E provávelmente impossível para certos sóis. É preciso encontrar a forma de tornar a operação astomática Mas poderemos ensaiar na superfície de uma pequena estrela.

No dia seguinte Souilik partiu de novo, com o grande ksill que devia ser acabado de construir na ilha Aniasz. Durante um mês não ouvi falar de mais nada. E, de repente, em certo dia, Assza passou pelo laboratório e me anunciou que tudo estava pronto e que partiríamos no dia seguinte para torpedear um sol morto da Galáxia Maldita onde eu já estivera. Nessa noite ficamos na Casa dos Estrangeiros. Ao pôr de Ialthar o grande ksill surgiu do poente e amerissou no extremo da pequena ilha.

Alguns minutos mais tarde Souilik apareceu, acompanhado por Essine, Assza, Beichit, Séfer, Akéion e Béranthon, o grande físico sinzu. Todo o estado-maior do Sswinss (este nome significa «Destruidor») estava, pois, reunido. Houve uma espécie de banquete, sem discursos. Ulna e eu nos retiramos cedo e fomos passear na praia.

Estava uma temperatura deliciosa e o mar fosforecia, em grandes ondulações lentas.

Ari e Arzi difundiam a sua luz fria, as estrelas brilhavam aos milhares. Baixo, no horizonte, Kalvénault cintilava ainda, um pouco mais vermelho. O luar argênteo das luas recortava as sombras dos bosques. Nos sentamos, fitando a vaga a se desfazer na praia em espuma.

Ali ficamos muito tempo sem falar. Que poderíamos nós dizer? O drama que se preparava ultrapassava-nos! Já não me era possível recuar, e, de resto, não era essa a minha intenção, apesar do medo que me sacudia o corpo. Ulna sabia que desta vez não podia me acompanhar. Perto do mar, do nosso lado esquerdo, surgiu um outro par. As elegantes silhuetas, um pouco franzinas, denotavam serem Hiss.

Aproximaram-se e reconhecemos Souilik e Essine. Me levantei para os chamar, mas Ulna puxou-me pela túnica, dizendo:

— Não. Também eles têm de se separar.

Fiquei calado. Passaram diante de nós sem nos ver e afastaram-se para a direita.

Pouco depois voltaram para o nosso lado. Já não estavam sós. Os seus companheiros eram ainda mais frágeis e adivinhei que se tratava de Beichit e Séfer.

Desta vez, quando passaram perante nós, chamei-os e eles vieram se sentar ao nosso lado. Tirei o cachimbo do bolso e acendi-o. Se bem que os Hiss não fumem e achem até este vício singular, existe em Ella uma planta que é melhor do que o tabaco terrestre, sem ser tão nociva como este Trouxe comigo, para aqui, algumas dessas plantas, que, no entanto, não se puderam aclimatar. Acendi, pois, o meu cachimbo e esse gesto me transportou a alguns anos atrás. Uma vez, em 1944, precisamente antes de embarcar para a costa da Provença, fumara o meu último cachimbo diante do Mediterrâneo, acompanhado por camaradas, muitos dos quais deveriam cair mortos, a meu lado, alguns dias depois. Me voltei para Souilik.

— Que probabilidades temos de regressar, na sua opinião? Me respondeu com uma locução hiss: — É a mordidela do stissnassan!

O stissnassan é um verme de Ella cuja cabeça é tão semelhante à cauda que as pessoas se enganam uma vez em duas sobre a sua posição. E prosseguiu:

— Provavelmente não há Milsliks nos sóis mortos. O perigo não reside nisso. Mas nós disporemos de muito pouco tempo para lançar o kilsim. Tudo dependerá, possivelmente, da sua fôrça. Ao contrário dos Sábios, eu talvez esperasse poder fabricar autômatos que funcionassem nos campos anti-gravíticos Mas, por outro lado, a construção dos kilsims devora uma enorme quantidade de energia, e se, no fim de contas, eles não podem servir, mais vale isso ser verificado já e utilizar essa energia para outro fim.

— Mas certamente que você conseguirá — exclamou Beichit, indignada.

— Beichit faz parte da equipe dos construtores — replicou Souilik, num tom ligeiramente sarcástico. — É natural que tenha plena confiança no seu engenho. Por minha parte, ficarei mais tranquilo quando ele estiver funcionado. Ainda não seria nada, se ele se contentasse em não funcionar. Explodirá de qualquer forma. Mas temos de triunfar… ou perecer!

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