Stanislaw Lem - Regresso das estrelas

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Hall Bregg é um homem sem mundo, um astronauta que regressa duma missão no espaço e encontra a Terra Irreconhecível. Apesar de só terem passado dez anos biológicos, na Terra já decorreram cento e vinte e sete. As cidades estão construídas com uma tecnologia que ele desconhece, os hábitos sociais estão completamente alterados; é ministrada aos seres huma| nos, na infância, uma droga que neutraliza os seus impulsos agressivos. Como conseguirá um astronautal — que representa o pioneirismo — adaptar-se a uma civilização onde não se corre o menor risco, onde as pessoas se tornam menos cultivadoras do prazer e da juventude, esquecendo-se der que significa sonhar ou ambicionar? Hall Bregg irá lutar por se adaptar e encontrar um lugar para si próprio.

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— Varia. Umas vezes vinte, outras cinco, outras nada…

— Ah! Obrigado.

— Escute, Hal!

— Estou a escutar.

— Não acabemos assim…

— Não estamos a acabar nada — respondi —, porque não começou nada, nunca. Obrigado por tudo, Nais.

Pousei o auscultador. Viver não custava nada? Isso era o que mais me interessava, de momento. Significaria que havia certas coisas, certos serviços, grátis?

De novo o telefone.

— Aqui Bregg.

— Fala da recepção, Sr. Bregg. O Omnilox mandou-lhe um calster. Vou-lho enviar para cima.

— Obrigado. Olhe…

— Diga?

— Um quarto paga-se?

— Não, senhor.

— Nada?

— Nada, senhor.

— Há um restaurante no hotel?

— Há quatro. Deseja o pequeno-almoço no seu quarto?

— Está bem… Pagam-se as refeições?

— Não, senhor. Agora tem o calster. O pequeno-almoço será servido dentro de momentos.

O robot desligou e eu não tive tempo de perguntar onde devia procurar o calster. Não fazia a mínima Ideia do seu aspecto. Levantei-me da secretária que, abandonada, imediatamente encolheu e mirrou, e vi uma espécie de mesinha sair da parede próxima da porta. Em cima dela encontrava-se um objecto achatado, embrulhado em plástico transparente e parecido com uma pequena cigarreira. Num dos lados tinha um série de pequenas janelinhas em que se viam os números 1100 1000. Ao fundo havia dois minúsculos botões com a indicação de «1» e «O». Olhei o objecto, intrigado, até compreender que a importância de 5000 ets tinha sido traduzida no sistema binário. Premi o «1» e caiu-me na mão um pequeno triângulo de plástico com o núnjero 1 gravado. Aquilo era, afinal, uma espécie de máquina de gravar ou de imprimir dinheiro até à quantia indicada nas janelinhas. O número de cima ficou diminuído numa unidade.

Estava vestido e pronto para sair quando me lembrei da Adaptação. Telefonei-lhes e disse-lhes que não conseguira encontrar o seu homem no Terminal.

— Estávamos a ficar preocupados a seu respeito — disse uma voz de mulher —. mas esta manhã soubemos que estava no Alcaron…

Sabiam onde éu estava. Porque me não tinham então encontrado na estação? Fora planeado nesse sentido, sem dúvida. Pretendia-se que eu me perdesse, a fim de me aperceber de como fora temerária a minha «rebelião» em Luna.

— A sua informação está correcta — respondi cortesmente. — Neste momento vou sair para ver a cidade. Voltarei a comunicar mais tarde.

Saí do quarto. Sucediam-se os corredores, prateados e em movimento, e a parede movia-se com eles — o que era uma novidade para mim. Tomei uma escada rolante que descia e passei por bares em andares sucessivos. Um deles era verde, como se estivesse submerso em água. Cada andar tinha a sua cor dominante, prateada ou dourada, e isso já começara a aborrecer-me. E ao fim de um único dia! Era estranho que eles gostassem. Estranhos gostos… Mas depois lembrei-me da vista do Terminal, à noite.

Precisava de adquirir roupas. Saí, com essa decisão tomada. O céu estava carregado, mas as nuvens eram brilhantes, muito altas, e ocasionalmente o Sol brilhava por entre elas. Só então vi — do bulevar por cujo centro descia uma série dupla de grandes palmeiras com folhas rosadas como línguas — um panorama da cidade. Os edifícios erguiam-se como ilhas, separados, e aqui e ali subia um pináculo para o céu, um jacto solidificado de qualquer material líquido, de uma altura incrível. Tinham sem dúvida quilómetros inteiros. Sabia — alguém mo dissera em Luna — que já ninguém os construía e que a febre de construir edifícios altos morrera de morte natural pouco depois de os existentes terem sido erguidos. Eram monumentos a determinada época arquitectónica, pois, além da sua imensidade, só ultrapassada pela esbeltez da sua forma, não tinham nada que cativasse os olhos. Pareciam tubos castanhos e dourados, brancos e pretos, com riscas transversais, ou prateados, que serviam para suportar ou encurralar as nuvens, e as almofadas de aterragem que irrompiam deles, contra o céu, e que pairavam no ar em apoios tubulares, lembravam estantes de livros.

Os novos edifícios eram muito mais atraentes e não tinham janelas para que todas as paredes pudessem ser decoradas. Toda a cidade assumia o aspecto de uma gigantesca exposição de arte, uma galeria para mestres da cor e da forma. Não posso dizer que tenha gostado de tudo quanto adornava aquelas alturas de 20 e 30 andares, mas para um tipo de 150 anos confesso que não me senti muito escandalizado. Para o meu gosto, os edifícios mais atraentes eram os divididos ao meio por jardins. Talvez não fossem casas — o facto de as estruturas serem divididas ao meio e pareceram assentar em almofadas de ar (as paredes dos jardins altos eram de vidro) dava uma impressão de leveza. Ao mesmo tempo, atravessavam os edifícios faixas de um verde ondulado, agradavelmente irregulares.

Nos bulevares, ao longo das fileiras de carnudas palmeiras, de que eu não gostava, definitivamente, fluíam dois rios de automóveis pretos. Sabia já que se chamavam gleeders. Por cima dos edifícios voavam outros veículos, que no entanto não eram helicópteros nem aviões. Pareciam lápis afiados em ambas as extremidades.

Nos passadiços viam-se algumas pessoas, mas não tantas como houvera na cidade um século antes. Verificara-se um acentuado descongestionamento do trânsito, especialmente pedestre, talvez devido à multiplicação de níveis, pois por baixo da cidade que eu vira alastravam andares subterrâneos sucessivos e mais baixos, com ruas, praças e lojas — um infor de esquina disse-me, por exemplo, que era melhor comprar no nível Sereano. Era um infor de primeira categoria, ou talvez eu tivesse aprendido a exprimir-me melhor, pois deu-me um livrinho de plástico com quatro desdobráveis e mapas do sistema de trânsito da cidade. Quando queria ir a qualquer lado, tocava no nome impresso em tom prateado — rua, nível, praça — e no mapa acendia-se imediatamente um circuito de todas as ligações necessárias. Também podia viajar por gleeder. Ou por rasí. Ou, finalmente, a pé. Portanto, quatro mapas. Mas já me apercebera de que andar a pé (mesmo com os passadiços móveis e as escadas rolantes) demorava, frequentemente, muitas horas.

O Sereano, se não estava enganado, era o terceiro nível. E mais uma vez a cidade me surpreendeu: ao sair do túnel encontrei-me não debaixo do chão, mas sim numa rua debaixo do céu e sob a intensa luz do Sol. No centro de uma praça cresciam grandes pinheiros, mais adiante pináculos às riscas assumiam uma tonalidade azul e, na outra direcção, atrás de uma pequena piscina onde chapinhavam crianças, a percorrer a água em pequenas bicicletas coloridas, erguia-se um arranha-céus branco, atravessado por faixas verde-palma e com uma estrutura muito peculiar, em forma de barrete e a brilhar como vidro, no cimo. Lamentei não se encontrar por ali ninguém que pudesse interrogar acerca daquela curiosidade. Depois lembrei-me subitamente — ou melhor, o meu estômago lembrou-me — de que não tomara o pequeno-almoço, pois esquecera-me por completo de que tinham ficado de mo levar ao quarto, no hotel, e eu partira sem esperar por ele. Talvez o robot da recepção se tivesse enganado.

Voltei, pois, ao infor. Já não fazia nada sem primeiro me informar exactamente do porquê e do como; além do mais, o infor podia reservar-me um gleeder, embora eu ainda não estivesse preparado para o pedir, pois não sabia como se entrava na maquineta, quanto mais o que deveria fazer depois. Mas tinha tempo.

No restaurante, bastou-me um olhar à lista para perceber que era grego para mim. Pedi firmemente um pequeno-almoço, um normal pequeno-almoço.

— Ozote, kress ou herma?

Se o criado fosse humano, ter-lhe-ia pedido que me servisse o que ele próprio preferia, mas era um robot. A um robot tanto fazia.

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