Stanislaw Lem - Regresso das estrelas

Здесь есть возможность читать онлайн «Stanislaw Lem - Regresso das estrelas» весь текст электронной книги совершенно бесплатно (целиком полную версию без сокращений). В некоторых случаях можно слушать аудио, скачать через торрент в формате fb2 и присутствует краткое содержание. Год выпуска: 1983, Издательство: Francisco Lyon de Castro, Жанр: Фантастика и фэнтези, на португальском языке. Описание произведения, (предисловие) а так же отзывы посетителей доступны на портале библиотеки ЛибКат.

Regresso das estrelas: краткое содержание, описание и аннотация

Предлагаем к чтению аннотацию, описание, краткое содержание или предисловие (зависит от того, что написал сам автор книги «Regresso das estrelas»). Если вы не нашли необходимую информацию о книге — напишите в комментариях, мы постараемся отыскать её.

Hall Bregg é um homem sem mundo, um astronauta que regressa duma missão no espaço e encontra a Terra Irreconhecível. Apesar de só terem passado dez anos biológicos, na Terra já decorreram cento e vinte e sete. As cidades estão construídas com uma tecnologia que ele desconhece, os hábitos sociais estão completamente alterados; é ministrada aos seres huma| nos, na infância, uma droga que neutraliza os seus impulsos agressivos. Como conseguirá um astronautal — que representa o pioneirismo — adaptar-se a uma civilização onde não se corre o menor risco, onde as pessoas se tornam menos cultivadoras do prazer e da juventude, esquecendo-se der que significa sonhar ou ambicionar? Hall Bregg irá lutar por se adaptar e encontrar um lugar para si próprio.

Regresso das estrelas — читать онлайн бесплатно полную книгу (весь текст) целиком

Ниже представлен текст книги, разбитый по страницам. Система сохранения места последней прочитанной страницы, позволяет с удобством читать онлайн бесплатно книгу «Regresso das estrelas», без необходимости каждый раз заново искать на чём Вы остановились. Поставьте закладку, и сможете в любой момент перейти на страницу, на которой закончили чтение.

Тёмная тема
Сбросить

Интервал:

Закладка:

Сделать

— Há café? — perguntei, pouco à vontade.

— Há. Kress, ozote ou herma?

— Cafée… bem, o que der melhor com café…

— Ozote — disse o robot e afastou-se.

Êxito.

Já devia ter tudo preparado, pois voltou imediatamente e com um tabuleiro tão carregado que desconfiei de alguma partida. Mas a visão do tabuleiro recordou-me que, além do bons que comera na véspera e de uma taça do famoso brit, não tinha comido nada desde que regressara.

A única coisa familiar era o café, que parecia alcatrão fervido. As natas eram apresentadas em pequenos montinhos azuis e não provinham, definitivamente, de nenhuma vaca. Lamentei não poder observar ninguém, para saber como tudo aquilo se comia, mas aparentemente a hora do pequeno-almoço terminara, pois encontrava-me sozinho. Pequenos pratos em forma de crescente continhám massas fumegantes das quais emergiam coisas como paus de fósforo e em cujo centro se encontrava uma maçã assada — mas não era uma maçã, claro, assim como não eram paus de fósforo, e o que eu tomei por flocos de aveia começou a subir ao contacto da colher. Comi tudo. Estava tão esfomeado que a saudade do pão (do qual não havia nem vestígios) só me atacou mais tarde, quando o robot apareceu e aguardou a certa distância.

— Quanto pago? — perguntei-lhe.

— Nada, obrigado — respondeu-me.

Era mais uma peça de mobiliário do que um manequim. Tinha um olho redondo, e cristal, e movia-se qualquer coisa lá dentro, mas eu não fui capaz de lhe espreitar para a barriga. Nem sequer havia ninguém a quem gratificar. Duvidei que me compreendesse se lhe pedisse um jornal; provavelmente já os não havia. Por isso, saí para ir fazer compras. Mas primeiro encontrei a agência de viagens. Uma revelação. Entrei.

A grande sala prateada, com consolas cor de esmeralda (começava a estar cansado de tais cores), estava praticamente deserta. Montras de vidro fosco e enormes fotografias coloridas do Grand Canyon. da Cratera de Arquimedes, dos penhascos de Deimos, de Palm Beach e da Florida — de tal modo feitas que, ao olhá-las, se tinha a impressão de profundidade, e até as ondas do oceano se moviam, como se não se tratasse de fotografias e sim de janelas abertas para os verdadeiros cenários. Dirigi-me para o balcão que tinha o letreiro de Terra.

Sentado ao balcão estava, evidentemente, um robot. Desta vez dourado. Ou melhor, salpicado de ouro.

— Em que lhe posso ser útil? — Tinha uma voz profunda e se eu fechasse os olhos poderia jurar que quem me falara fora um homem musculoso e de cabelo escuro.

— Quero uma coisa primitiva — respondi. — Acabo de regressar de uma longa viagem, muito longa, mesmo, e não desejo excesivo conforto. Quero paz e sossego, água, árvores… também pode haver montanhas. Mas teráde ser primitivo e antiquado. Coisa de há uns cem anos. Têm algo do género?

— Se o deseja, temos de ter. As Montanhas Rochosas, Fort Plumm, Maiorca, as Antilhas…

— Queria uma coisa que ficasse mais perto… Digamos, num raio de mil quilómetros. Há?

— Clavestra.

— Onde é isso?

Apercebera-me de que não tinha dificuldade nenhuma em falar com robots, pois absolutamente nada os surpreendia. Eram incapazes de sentir surpresa. Uma qualidade muito apreciável.

— Uma antiga f)ovoacão mineira perto do Pacífico. As minas não são exploradas há quase quatrocentos anos. Interessantes excursões em passadiços subterrâneos. Convenientes ligações por gleeder e ulder. Casas de repwuso com cuidados médicos, vilas para alugar com jardins, piscinas e ar condicionado. O nosso escritório local organiza toda a espécie de actividades: excursões, jogos, reuniões sociais… Também há real, moot e stereon.

— Sim, isso pode interessar-me — comentei. — Uma vila com jardim. Mas tem de ter água. Falou numa piscina, não falou?

— Naturalmente, senhor. Uma piscina com pranchas de mergulhos. Também há lagos artificiais com cavernas subaquáticas, instalações bem equipadas para mergulhadores, espectáculos subaquáticos…

— Deixe lá os espectáculos. Quanto custa?

— Cento e vinte ets por mês. Mas se a compartilhar com outro grupo ficará por quarenta.

— Compartilhar?

— As vilas são muito espaçosas, senhor. Têm de doze a dezoito divisões, serviço automático, comida feita em casa, local ou exótica como preferir…

— Sim, interessa-me… Muito bem. Chamo-me Bregg. Fico com ela. Como se chama o sítio? Clavestra? Pago agora?

— Como desejar.

Estendi-lhe o meu calster.

Sucedia que só eu podia manejar o calster, mas o robot não se admirou absolutamente nada com a minha ignorância. Começava a gostar cada vez mais deles. Indicou-me o que tinha de fazer para que só saísse um disco com o número correcto gravado. Os números das janelinhas de cima foram reduzidos pela mesma importância e passaram a indicar o saldo da conta.

— Quando posso lá ir?

— Quando desejar. Em qualquer momento.

— Mas… com quem partilharei a vila?

— Com os Margers. Ele e ela.

— Sabe dizer-me de que género de gente se trata?

— Sei apenas que são um casal jovem.

— Hmm… E não os incomodarei?

— Não. Metade da vila está para alugar e o senhor terá um andar inteiro só para si.

— Óptimo. Como lá chegarei?

— Por ulder será melhor.

— Como trato disso?

— Terei o ulder à sua disposição no dia e hora que indicar.

— Telefonarei do meu hotel. Pode ser?

— Certamente, senhor. O pagamento começará a contar no momento em que entrar na vila.

Quando saí, já tinha um plano vagamente delineado. Compraria livros e algum equipamento desportivo. O mais importante eram os livros. Assinaria também algumas revistas especializadas. Sociologia, física… Com certeza tinham sido feitas muitas coisas nos últimos 100 anos. Ah, e também precisava de comprar algumas roupas.

Mas fui uma vez mais desviado desse objectivo. Ao contornar uma esquina vi — não acreditei nos meus olhos — um carro. Um carro verdadeiro. Talvez não fosse exactamente como eu os recordava: o corpo era todo em ângulos agudos. Tratava-se, no entanto, de um automóvel genuíno, com pneus, portas e um volante. E atrás dele encontravam-se outros. Atrás de uma grande montra, com um grande letreiro: antiguidades. Entrei. O proprietário, ou o vendedor, era um humano. «Uma pena», pensei.

— Posso comprar um carro?

— Com certeza. Qual desejaria?

— São muito caros?

— De quatrocentos a oitocentos ets.

«Puxadote», pensei. Mas as antiguidades nunca tinham sido baratas.

— E pode-se viajar nele? — indaguei.

— Naturalmente. Não em toda a parte, é verdade… há restrições locais… mas, de modo geral, é possível.

— E quanto a combustível? — perguntei, cauteloso, pois não fazia a mínima ideia do que se encontrava debaixo da capota.

— Não haverá nenhum problema a esse respeito. Uma carga durar-lhe-á para toda a vida do carro. Incluindo, claro, os parastatos.

— Muito bem. Gostava de uma coisa forte e durável. Não precisa de ser grande. Basta que seja veloz.

— Nesse caso, sugeria-lhe este giabile ou aquele modelo ali…

Conduziu-me por um grande salão, ao longo de uma série de carros que brilhavam como se fossem realmente novos.

— Claro que não se podem comparar com os gleeders — observou o vendedor —, mas a verdade é que, hoje, um automóvel já não é um meio de transporte…

Apeteceu-me perguntar-lhe o que era então, mas não disse nada.

— Muito bem, quanto custa este? — apontei para uma limusina azul-pálido, com faróis prateados, embutidos.

— Quatrocentos e oitenta ets.

— Mas quero-o em Clavestra — expliquei. — Aluguei lá uma vila. Poderá obter a morada certa da agência de viagens desta rua.

Читать дальше
Тёмная тема
Сбросить

Интервал:

Закладка:

Сделать

Похожие книги на «Regresso das estrelas»

Представляем Вашему вниманию похожие книги на «Regresso das estrelas» списком для выбора. Мы отобрали схожую по названию и смыслу литературу в надежде предоставить читателям больше вариантов отыскать новые, интересные, ещё непрочитанные произведения.


Станислав Лем - Regresso das estrelas
Станислав Лем
Stanislaw Lem - Peace on Earth
Stanislaw Lem
libcat.ru: книга без обложки
Stanislaw Lem
Stanislaw Lem - Az Úr Hangja
Stanislaw Lem
Stanislaw Lem - Frieden auf Erden
Stanislaw Lem
Stanislaw Lem - Fiasko
Stanislaw Lem
Stanislaw Lem - The Albatross
Stanislaw Lem
Stanislaw Lem - Nenugalimasis
Stanislaw Lem
Stanislaw Lem - Kyberiade
Stanislaw Lem
Stanislaw Lem - Ciberiada
Stanislaw Lem
Отзывы о книге «Regresso das estrelas»

Обсуждение, отзывы о книге «Regresso das estrelas» и просто собственные мнения читателей. Оставьте ваши комментарии, напишите, что Вы думаете о произведении, его смысле или главных героях. Укажите что конкретно понравилось, а что нет, и почему Вы так считаете.

x