Irwin Shaw - Plantão Da Noite

Здесь есть возможность читать онлайн «Irwin Shaw - Plantão Da Noite» весь текст электронной книги совершенно бесплатно (целиком полную версию без сокращений). В некоторых случаях можно слушать аудио, скачать через торрент в формате fb2 и присутствует краткое содержание. Жанр: Современная проза, на португальском языке. Описание произведения, (предисловие) а так же отзывы посетителей доступны на портале библиотеки ЛибКат.

Plantão Da Noite: краткое содержание, описание и аннотация

Предлагаем к чтению аннотацию, описание, краткое содержание или предисловие (зависит от того, что написал сам автор книги «Plantão Da Noite»). Если вы не нашли необходимую информацию о книге — напишите в комментариях, мы постараемся отыскать её.

Nova York, um hotel decadente, uma noite de inverno. No corredor do 6º andar, um cadáver nu com um canudo de papelão nas mãos… Assim começam as aventuras de Douglas Grimes, o vigia noturno do Hotel St. Ausgustine, um piloto fracassado e sem ilusões, que repentinamente se apodera de uma fortuna de 100 mil dólares. Na fuga para a Europa, o dinheiro desaparece e Douglas inicia a caçada ao “ladrão”. St. Moritz, Davos, Florença, Paris… no final do caminho Miles Fabian, um sofisticado playboy, refinado, culto e inescrupuloso, que se encarregará de introduzir Douglas Grimes no ofuscante mundo dos milionários.

Plantão Da Noite — читать онлайн бесплатно полную книгу (весь текст) целиком

Ниже представлен текст книги, разбитый по страницам. Система сохранения места последней прочитанной страницы, позволяет с удобством читать онлайн бесплатно книгу «Plantão Da Noite», без необходимости каждый раз заново искать на чём Вы остановились. Поставьте закладку, и сможете в любой момент перейти на страницу, на которой закончили чтение.

Тёмная тема
Сбросить

Интервал:

Закладка:

Сделать

– Não se preocupe – falei. – Ganho o bastante para sustentá-la. – Sem pensar, continuava a falar como se ainda estivesse comprometido com o que lhe dissera. Sabia que era idiota, irreal, mas era o caminho mais fácil. Pelo menos, de momento.

– Não estou preocupada com que ninguém me sustente – retrucou ela. – Tenho dinheiro e, aonde quer que eu vá, sempre posso ganhar a vida. Não conheço nenhum advogado passando fome nos Estados Unidos.

– Por que os Estados Unidos? Que há de errado em viver na Europa?

Ela abanou a cabeça.

– A Europa não é para mim. Gosto de vir passar férias, de vez em quando, mas não gostaria de viver aqui permanentemente. – Olhou para mim indagadoramente. – Há alguma razão pela qual você não queira voltar?

– Não.

– Você está mentindo. – Parou de andar.

– Talvez – confessei. Um homem que saía de uma loja de artigos de couro esbarrou em mim e disse: "Scusi".

– Você acha que essa seria uma boa maneira de começar um casamento?

– Não lhe estou fazendo nenhuma pergunta.

– Pode fazer – disse ela.

– Prefiro não fazer.

– Tenho uma pequena casa perto da baía de Sag Harbor – disse Evelyn. – Herdei de meus pais e gosto dela. Podia advogar e ganhar dinheiro sem quase sair de lá. Seja qual for a sua ocupação, você não poderia viver lá?

– Talvez – respondi.

– Se eu dissesse que o único lugar onde eu aceitaria viver, depois que nos casássemos, seria lá, você ainda se casaria comigo?

– Você está dizendo isso?

– Estou – respondeu ela. Era a primeira vez, desde que ela surgira no terraço do hotel, em Porto Ercole, que falava no tom de Washington. Via-se que não ia ser uma mulherzinha submissa. Tínhamos recomeçado a andar e caminhei uns vinte metros em silêncio. – Você não vai me responder?

– Não imediatamente – disse eu.

– Quando, então?

– Esta noite, daqui a alguns dias, daqui a um mês… – Ela estava fazendo com que eu pensasse nos Estados Unidos e isso me irritava. Os quadros de Ângelo Quinn, no quarto do hotel, estavam fazendo efeito em mim. Desde que os vira pela primeira vez, com a sua óptica dura e melancólica do meu país de origem, vinha lutando contra a certeza de que algum dia eu teria de voltar. Algumas pessoas, descobrira, nasceram para ser estrangeiras, adoram ser estrangeiras. Eu, não. Essa era uma das coisas que os quadros me tinham provado. "Diabo", pensei, "nunca aprenderei outras línguas. Nem mesmo uma outra língua." Talvez tivesse sido por acaso que eu entrara na galeria de Bonelli, naquele dia, talvez tivesse sido uma coincidência os quadros serem tão bons, mas quadros ou não quadros, no fim, sabia agora, fosse com Evelyn ou sem ela, eu acabaria voltando. Tinha certeza de que Fabian não aprovaria. Podia até imaginar os seus argumentos. "Pense bem, meu velho, você vai acabar com uma bala na cabeça!" Mas eu não podia passar a vida procurando a aprovação de Miles Fabian.

– Não estou dizendo que não vou viver nos Estados Unidos – falei. – Na sua casa de Sag Harbor, se você quiser. Mas, se eu lhe dissesse que tenho razões, que prefiro não explicar, para querer viver no estrangeiro, razões que talvez eu nunca lhe diga, você ainda assim se casaria comigo?

– Não gosto de aceitar as pessoas em confiança – disse ela. – Nem mesmo você. Não tenho assim tanta fé nas pessoas.

– Agora sou eu que pergunto: você continuaria querendo casar-se comigo?

– Não vou responder já – disse ela, rindo. Uma risada dura.

– Quando, então? – perguntei.

– Hoje à noite, dentro de alguns dias, daqui a um mês…

Andamos mais um pouco em silêncio. Ao atravessar a rua, quase fomos atropelados por um enorme Mercedes, correndo para aproveitar o sinal. De repente, senti que estava farto de Roma.

– Por falar nisso – disse Evelyn -, quem é Pat?

– Por que você me pergunta a respeito de Pat?

– Sei que você conhece uma moça chamada Pat.

– Como é que você sabe que é uma moça? – Fora apanhado de surpresa e tentava ganhar tempo. Nunca falara em Pat com Evelyn. – É um nome de homem.

– Não da maneira como você o diz – objetou Evelyn.

– Quando foi que o disse?

– Duas vezes. Ontem à noite, dormindo. E, da maneira pela qual você o disse, não podia estar se referindo a um homem.

– Oh! – Eu parara de andar.

– É. Oh!

– É uma moça que eu conheço. Conhecia – corrigi.

– Você falou como se a conhecesse muito bem.

– Falei?

– Falou.

– Pode ser.

– Você a amava?

– Achava que sim. Às vezes.

– Quando foi que você a viu pela última vez?

– Há três anos.

– Mas você ainda a chama em sonhos.

– Se você diz que sim…

– Ainda a ama? – perguntou ela e sorriu. – Às vezes

Esperei um bocado, antes de responder:

– Não sei.

– Não acha que seria melhor revê-la e ficar sabendo?

– Acho – respondi.

CAPÍTULO XXIII

A viagem de volta a Porto Ercole, na manhã seguinte, foi bastante silenciosa. Nenhum dos dois falou muito. Eu estava ocupado com meus pensamentos e acho que Evelyn também estava com os dela. Ia sentada no extremo do assento, mãos no colo, rosto grave. Pat, não mencionada e a milhares de quilômetros de distância, nas neves de Vermont, era uma presença escura na ensolarada manhã italiana. Eu tinha dito a Evelyn que iria a Vermont vê-la. "Quanto mais cedo, melhor", retrucara Evelyn. Eu teria de telefonar para Fabian, dizendo-lhe que chegaria a Nova York. Via Nova Inglaterra.

Quando chegamos ao Pellicano, disseram-me que Quadrocelli tinha estado à minha procura na noite anterior. Pedi à moça da recepção que me ligasse com ele.

– Bem-vindo! – disse Quadrocelli, quando ouviu minha voz. – Que tal, gostou de Roma?

– Mais ou menos.

– Você está ficando blasé – falou ele, rindo. Não parecia um homem cuja gráfica fora sabotada. – Está uma linda manhã. Achei que seria um bom dia para irmos a Genuttri. O mar está calmo. Que tal a idéia?

– Vou perguntar à minha amiga. – Evelyn estava a meu lado. – Ele quer levar-nos a dar um passeio no seu barco. Você quer ir?

– Por que não? – retrucou Evelyn.

– Ótima idéia – disse eu ao telefone.

– Muito bem. Minha mulher vai nos preparar um lanche. Infelizmente, não nos acompanhará. Odeia barcos e transmitiu esse ódio às filhas dela! – Tudo isso ele disse numa voz entrecortada de risos. – Estou sempre à cata de boa companhia. Sabe onde fica o cais do Iate Clube?

– Sei.

– Será que podem estar lá dentro de uma hora?

– Quando você quiser.

– Dentro de uma hora, então. Vou preparar o barco. Tragam agasalhos, pode esfriar…

– Por falar nisso, foram muitos os estragos na gráfica? – perguntei.

– Normais – respondeu ele. – Para a Itália. Por acaso, sabe de alguém que queira comprar uma gráfica muito bem montada, mas à beira da falência?

– Não – respondi.

– Nem eu. – Ainda estava rindo quando desligou.

A idéia de navegar até a ilha que se via no horizonte me atraía. Não tanto pelo passeio em si, como pelo fato de que, durante uma tarde inteira, eu e Evelyn não ficaríamos a sós. Resolvi convidar Quadrocelli e sua esposa para jantarem conosco. Isso daria conta da noite, também.

Evelyn subiu para mudar de roupa e eu pedi uma ligação para Fabian. Enquanto esperava, li o Rome Daily American daquela manhã. Numa coluna social, havia uma notícia sobre David Lorimer. Ia ser transferido para Washington, e estavam organizando uma festa de despedida em sua honra. Joguei fora o jornal. Não queria que Evelyn o lesse.

Читать дальше
Тёмная тема
Сбросить

Интервал:

Закладка:

Сделать

Похожие книги на «Plantão Da Noite»

Представляем Вашему вниманию похожие книги на «Plantão Da Noite» списком для выбора. Мы отобрали схожую по названию и смыслу литературу в надежде предоставить читателям больше вариантов отыскать новые, интересные, ещё непрочитанные произведения.


Отзывы о книге «Plantão Da Noite»

Обсуждение, отзывы о книге «Plantão Da Noite» и просто собственные мнения читателей. Оставьте ваши комментарии, напишите, что Вы думаете о произведении, его смысле или главных героях. Укажите что конкретно понравилось, а что нет, и почему Вы так считаете.

x