Irwin Shaw - Plantão Da Noite

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Nova York, um hotel decadente, uma noite de inverno. No corredor do 6º andar, um cadáver nu com um canudo de papelão nas mãos… Assim começam as aventuras de Douglas Grimes, o vigia noturno do Hotel St. Ausgustine, um piloto fracassado e sem ilusões, que repentinamente se apodera de uma fortuna de 100 mil dólares. Na fuga para a Europa, o dinheiro desaparece e Douglas inicia a caçada ao “ladrão”. St. Moritz, Davos, Florença, Paris… no final do caminho Miles Fabian, um sofisticado playboy, refinado, culto e inescrupuloso, que se encarregará de introduzir Douglas Grimes no ofuscante mundo dos milionários.

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– Sim.

Hale fez uma careta.

– Que foi? – perguntei.

– A Pennsylvariia é fogo – disse ele. – Todas as certidões de nascimento são arquivadas em Harrisburg, capital do Estado. Você teria que escrever para lá e demoraria pelo menos duas semanas… com sorte.

– Bolas! – exclamei. Não queria esperar duas semanas em lugar nenhum.

– Você não precisou da certidão de nascimento quando tirou a sua primeira carteira de motorista?

– Precisei.

– E onde é que ela está? Você tem idéia? Talvez esteja com alguém de sua família. No fundo de alguma gaveta.

– Meu irmão Henry ainda vive em Scranton – falei, lembrando-me de que, depois da morte de minha mãe, ele pegara todos os papéis da família, velhos boletins, meu diploma do ginásio, o da faculdade, álbuns antigos de fotografias, e os guardara no seu sótão. – Talvez esteja com ele.

– Por que você não liga para ele e lhe pede para dar uma olhada? Se seu irmão a encontrar, diga-lhe para mandá-la registrada.

– Melhor ainda – disse eu. – Vou buscá-la pessoalmente. Há anos que não vejo Henry e será uma boa oportunidade para vê-lo. – Não quis explicar a Hale que preferia que Henry não soubesse que eu estava em Washington.

– Vamos ver – disse Hale. – Hoje é quinta-feira. O fim de semana está aí. Mesmo que você encontrasse logo a certidão, não voltaria a tempo de fazer nada antes de segunda-feira.

– Não faz mal – retruquei. – Acho que a Europa pode esperar mais um pouco por mim.

– Você vai precisar também de fotografias.

– Estão aqui comigo – disse eu, tirando o envelope de um dos bolsos.

Ele tirou uma foto do envelope e examinou-a.

– Você ainda parece que acaba de se formar. – Sacudiu a cabeça. – O que faz para se manter tão jovem?

– Levo a vida na flauta – falei.

– Ainda bem que há gente que pode – disse Hale. – Quando olho para fotos minhas, acho que podia ser meu pai. A mágica da arte fotográfica! – Guardou de novo a foto no envelope. – Vou preparar os papéis para você assinar na segunda-feira de manhã.

– Ótimo. Já estarei de volta.

– Por que você não passa o fim de semana aqui? – sugeriu Hale. – Washington fica bem melhor nos fins de semana. Sábado à noite temos um joguinho de pôquer. Você ainda joga pôquer?

– Um pouco.

– Ótimo. Um dos habitués está fora e você pode ficar no lugar dele. Há dois otários sempre prontos a perder dinheiro.

Sorriu. Também tinha sido bom jogador, na universidade. Vamos matar as saudades dos velhos tempos. O telefone tocou e Hale atendeu.

– Vou já para aí – disse e desligou. – Sinto muito, Doug, mas tenho que ir. A crise das onze horas da manhã.

Levantei-me.

– Obrigado por tudo – disse eu, dirigindo-me para a porta.

– De nada – retrucou Hale. – Para que servem os amigos? Escute, hoje à noite há um coquetel lá em casa. Você está muito ocupado?

– Não – respondi.

– Espero por você às sete – disse ele, já na ante-sala. – Estou com muita pressa, mas a Srta. Schwartz lhe dará o meu endereço. – E saiu pela porta afora, conservando, apesar da pressa, o decoro oficial.

A Srta. Schwartz escreveu um cartão e entregou-me, sorrindo como se me estivesse condecorando. Sua letra era tão bonita quanto ela própria.

Aos poucos fui despertando, enquanto uma mão macia me subia pela coxa. Já tínhamos feito amor duas vezes, mas a ereção foi imediata. Minha companheira de cama estava se aproveitando dos meus anos de abstinência.

– Melhorou – murmurou ela. – Melhorou muito. Não faça nada. Fique quieto. Não se mexa.

Fiquei quieto. As mãos sábias, os lábios macios e a língua lasciva tornavam uma tortura ficar imóvel. A dama levava muito a sério os seus prazeres – eram quase um ritual para ela -, e não admitia pressa. Mal entráramos no seu quarto, à meia-noite, ela me fizera deitar e começara lentamente a me despir. A última mulher que me despira fora minha mãe, quando eu tinha cinco anos e estava com sarampo.

Eu jamais esperara que a noite terminasse assim. O coquetel na bela casa estilo colonial, em Georgetown, decorrera dentro da maior sobriedade e correção. Tinha chegado cedo e fora levado ao andar de cima, para admirar os filhos de Hale. Antes da chegada dos outros convidados, conversara com a mulher de Hale, Vivian, que via pela primeira vez. Era uma mulher bonita, alourada, com um ar cansado. Pelo visto, Hale lhe falara um bocado a meu respeito.

– Depois de Washington – disse ela – Jerry falou que você era como que uma lufada de ar fresco. Contou-me que adorava esquiar com você e a sua garota… Pat, se não me engano?

– Isso mesmo.

– Dizia… espero que você não leve a mal… que vocês dois eram tão transparentemente decentes.

– Por que haveria de levar a mal? – perguntei.

– Ficou preocupado quando soube que já não estavam juntos. E que você tinha sumido. – Vivian Hale olhou para mim, à espera de uma reação, de uma resposta à pergunta que não fizera.

– Eu sabia onde estava – respondi.

– Se eu não tivesse conhecido Jerry – disse ela, subitamente parecendo bem mais jovem -, não teria nada. Nada! Nada! – A campainha tocou. – Meu Deus! – exclamou ela. – Aí vem o rebanho. Espero que nos vejamos durante a festa…

Mas o resto da festa transcorrera, pelo menos para mim, num clima vago, embora como sempre eu pouco bebesse. Tinham-me apresentado a tanta gente importante, o Senador Fulano, o Deputado Sicrano, Sua Excelência o embaixador de X, o Sr. Blank, colunista político do Washington Post, a Sra. Beltrana, alta funcionária do Departamento de Justiça, e a conversa fora sobre gente poderosa, famosa, desprezível, conivente, eloqüente, de partida para a Rússia, redigindo um decreto capaz de pôr os cabelos em pé.

Embora eu praticamente nada soubesse da estrutura social da capital, sabia que havia um bocado de poder ali reunido. Pelos padrões de Washington, todo mundo ali era mais importante do que o anfitrião, o qual, embora estivesse subindo, ainda tinha bastante que andar dentro do Departamento de Estado e não poderia dar muitos coquetéis como aquele contando apenas com o seu ordenado. Mas Vivian Hale era filha de um homem que fora por duas vezes senador e que, além do mais, era dono de boa parte da Carolina do Norte. Meu amigo fizera um bom casamento. Fiquei pensando no que teria sido de mim se eu tivesse casado com uma mulher rica. Não que eu tivesse tido essa oportunidade.

Tinha-me contentado em ficar de lado, recuando um pouco quando os drinques começaram a fazer efeito nas conversas, um copo sempre na mão, sorrindo como um garoto no seu primeiro baile. Não sabia como Hale podia aturar aquilo.

A Sra. Beltrana, cuja mão e cujos lábios agora me acariciavam, era a dama apresentada como alta funcionária do Departamento de Justiça. Parecia ter seus trinta e cinco anos, mas uns belos trinta e cinco, de corpo curvilíneo, pele brilhante, grandes olhos escuros e suaves cabelos de um louro escuro, quase da mesma cor dos meus, que lhe caíam até os ombros. Tínhamo-nos encontrado num canto do salão e ela dissera:

– Há algum tempo que o estou olhando. Coitado, você parece encurralado. Se não me engano, é um hóspede.

– Um hóspede – repeti, espantado. – De quem?

– De Washington.

– Dá para ver isso? – perguntei, com um sorriso.

– Dá, meu caro, dá. Mas não se preocupe. Adoro falar com alguém que não trabalhe para o governo. – Olhou para o relógio. – Quarenta e cinco minutos. Já cumpri com o meu dever. Ninguém pode me acusar de não saber comportar-me em sociedade. Hora de comer. Grimes, você tem alguém esperando-o para jantar?

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