Fernando Pompeu - Manual de biometria para avaliaçao do desempenho humano

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Manual de biometria para avaliaçao do desempenho humano: краткое содержание, описание и аннотация

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Este manual foi elaborado para facilitar a administração dos testes de campo e de laboratório. No primeiro capítulo tratou-se dos conceitos que são adotados na área da Cineantropometria. No segundo capítulo foram apresentadas técnicas para medidas antropométricas, com ênfase no estudo da composição corporal, da proporção e do somatotipo. No terceiro capítulo tratou-se da postura, onde foram apresentadas técnicas para avaliação individual ou em grupo. No quarto, foram descritos procedimentos para o estudo do crescimento e da maturação biológica, com o objetivo de adequação dos programas de iniciação desportiva e de triagem de talentos para o desempenho de alto rendimento. No quinto capítulo, foram apresentados protocolos de testes ergométricos, detalhando-se os procedimentos para medida direta das trocas gasosas, inferência da potência aeróbia máxima, determinação do limiar anaeróbio, eficiência mecânica e da capacidade e potência anaeróbia. No último capítulo, sugeriu-se uma bateria de testes para avaliação da aptidão motora. Tal bateria foi elaborada e aprimorada de forma cuidadosa através da aplicação dessa em mais de 5.000 indivíduos. Consta, também, deste manual uma lista de bibliografias para facilitar o estudo da área aqui abordada.
O autor deste texto apresenta experiência na avaliação indivíduos treinados e sedentários. É especialista em Fisiologia do Exercício, ocupa hoje o cargo de Professor Titular (Catedrático) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e, também, o coordenador do Laboratório de Biometria (LADEBIO/UFRJ). O autor iniciou-se na área das Biciências aplicadas às atividades físicas como Monitor de Biometria, quando recebeu a cuidadosa supervisão do prof. José Rizzo. O autor completou o Mestrado na área de Biociências e Atividade Física na UFRJ; ocasião em que teve a oportunidade de aprimorar suas técnicas através de cursos oferecidos pelos professores José Ney Ferraz Guimarães; Attila Josef Flegner e Maurício Leal Rocha. Obteve, em 2001, o título de Doutor, na área de Biodinâmica do Movimento Humano da Universidade de São Paulo, com a orientação do professor Paulo Sérgio Chagas Gomes. Recentemente, em 2018, o autor completou um estágio pós-doutoral no History and Philosophy of Science Department da prestigiosa Universidade Cambridge no Reino Unido. Seguindo o exemplo de seus mestres, o autor intenta despertar o interesse pela avaliação do desempenho humano e colaborar na formação dos jovens profissionais da área das ciências do esporte.

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2.3.2. Perímetros

Cuidados para as medidas:

1)Marcar corretamente o ponto de reparo anatômico para medida empregando um lápis dermatográfico, ou caneta de ponta porosa;

2)Medir sempre como referência um ponto fixo e preciso sobre o esqueleto;

3)Medir sempre sobre a pele nua;

4)Nunca utilizar fita elástica ou com baixa complacência;

5)Nunca esquecer o dedo entre a fita e a pele;

6)Não fazer uma pressão excessiva sobre a fita e não deixa-la excessivamente frouxa.

2.3.2.1. Técnicas de medidas de perímetros

2.3.2.1.1. Perímetros torácicos

Mede-se no nível do meso-esternal para o grupo masculino, ou no nível do ponto xifoidal para o feminino.

•Normal: Mede-se ao final de uma expiração normal;

•Máximo ou Inspiratório: Medido ao final de uma inspiração máxima;

•Mínimo ou Expiratório: Medido ao final de uma expiração máxima.

2.3.2.1.2. Perímetro abdominal

Medida realizada perpendicularmente no nível da cicatriz umbilical.

2.3.1.2.3. Perímetro de quadril

Mede-se com a fita passando sobre os pontos trocantérios D e E.

2.3.1.2.4. Perímetros de braço

•Estendido: Estando o sujeito com o braço ao longo do corpo, mede-se no ponto meso-umeral com o braço em contração ou relaxado;

•Fletido: Mede-se com ombro e cotovelo em ângulo reto, mede-se no ponto de maior volume durante a contração muscular.

2.3.1.2.5. Perímetro de antebraço

Mede-se a circunferência máxima com o cotovelo em extensão.

2.3.1.2.6. Perímetro de punho

Medida realizada no nível dos processos estilóides do rádio e do cúbito.

2.3.1.2.7. Perímetro de coxa

Medida realizada no ponto médio entre os pontos trocantério e tibial, marcando-se no lado medial e colocando-se a borda inferior da fita sobre a marcação.

2.3.1.2.8. Perímetro de perna

Medida realizada no nível do maior volume da perna, estando o indivíduo em pé.

2.3.3. Medidas de massa

Mede-se o peso com a precisão de 100 g em uma balança tarada e calibrada.

Cuidados para a medida:

1)Verificar o nivelamento do solo;

2)Aferir a balança, utilizando a tara para obter o equilíbrio entre os ponteiros;

3)A calibragem deve ser checada de maneira sistemática por meio de pesos conhecidos;

4)A medida deve ser realizada sempre na mesma hora do dia, de preferência pela manhã;

5)Estar o mais próximo possível da nudez total ou sempre usar a mesma roupa;

6)Posicionar-se no centro da plataforma e assumir a mesma postura para as medidas longitudinais;

7)O registro deve ser preciso e cuidadoso;

8)Deslocar o cilindro de marcação do peso sempre com suavidade e com a balança travada.

2.3.3.1. Técnica de medida da massa corporal

1)Travar a balança;

2)Deslocar o cilindro da dezena para uma medida próxima daquela esperada;

3)O avaliador deve subir na balança, o mais despido possível e assumir a posição para medida linear;

4)Destravar a balança;

5)Deslocar com suavidade o cilindro que indica as gramas até obter o nivelamento entre os dois ponteiros;

6)Travar a balança e fazer a leitura;

7)Retornar os dois cilindros para o ponto zero.

2.3.3.2. Relação entre peso e estatura

As agências de seguros nos Estados Unidos America do Norte empregaram, como técnica para determinação do peso ideal, um índice composto pela estatura em centímetros menos 100. Por exemplo, se você tem 180cm então você deve pesar 80kg. Com base nesse critério, aqueles com 15%, ou 12kg no exemplo anterior, além deste valor médio são considerados obesos e, portanto, de alto risco. Contudo, atletas, que são a referência do bom estado de saúde, são geralmente classificados como alto risco, uma vez que este método não considera a composição da massa corporal.

Hoje, para uma avaliação rápida do peso de não atletas, emprega-se o índice de massa corporal ou [(IMC) = peso (kg)/estatura2 (m2)]

Tabela 2.1: Classificação do índice de massa corporal

PESO ÍNDICE
Baixo ≤ 18,5
Normal 18,5 a 24,9
Excessivo 25,0 a 29,9
Obesidade classe I 30,0 a 34,9
Obesidade classe II 35,0 a 39,9
Obesidade extrema ≥ 40,0

2.3.3.4. Índice da relação cintura-quadril (ICQ)

Outra forma rápida de avaliar-se a massa corporal é a relação entre a cintura e o quadril. Essa relação informa sobre a distribuição de gordura no corpo. Esse índice é fortemente associado com a doença arterial coronariana tanto em mulheres (r = 0,80) quanto em homens (r = 0,95). Esse índice, também, pode ter relação com o diabetes mellitus do tipo II, hipertensão, câncer endometrial e colesterol elevado.

Para determinação deste índice, deve-se dividir a menor circunferência do abdômen (cintura) pela maior do quadril. A tabela abaixo ajuda na interpretação deste índice.

Tabela 2.2: Avaliação do índice de relação cintura-quadril. Avaliação do risco

Idade Baixo Moderado Alto Muito Alto
HOMENS
20-29 < 0,83 0,83-0,88 0,89-0,94 > 0,94
30-39 < 0,84 0,84-0,91 0,92-0,96 > 0,96
40-49 < 0,88 0,88-0,95 0,96-1,00 > 1,00
50-59 < 0,90 0,90-0,96 0,97-1,02 > 1,02
60-69 < 0,91 0,91-0,98 0,99-1,03 > 1,03
MULHERES
20-29 < 0,71 0,71-0,77 0,78-0,82 > 0,82
30-39 < 0,72 0,72-0,78 0,79-0,84 > 0,84
40-49 < 0,73 0,73-0,79 0,80-0,87 > 0,87
50-59 < 0,74 0,74-0,81 0,82-0,88 > 0,88
60-69 < 0,76 0,76-0,83 0,84-0,90 > 0,90

2.3.3.5. Divisão da massa corporal em dois compartimentos

Pode-se dividir a massa corporal total em percentual de gordura e em massa corporal magra (LBM). A massa corporal magra não inclui a gordura subcutânea, gordura visceral e a gordura específica de cada sexo. A última é a taxa de gordura essencial para manutenção da saúde dos sistemas reprodutores feminino ou masculino.

•Taxa média de gordura visceral associada a gordura subcutânea:

•12% para homens

•15% para mulheres

A massa corporal magra inclui uma pequena quantidade de gordura essencial e a gordura específica de cada sexo, sendo em média de:

•Masculino = 3%

•Feminino = 13 a 17%

A taxa de gordura essencial é muito próxima da quantidade de gordura presente na massa corporal magra, ou:

•Masculina = 3%

•Feminina = 12%

Já a taxa de gordura média na população norte americana adulta jovem pode ser usada como referência para não atletas, ou os valores de:

•Masculina = 15%

•Feminina = 27%

Considera-se como um indivíduo obeso aquele como taxa de gordura subcutânea significativamente acima da média para sua idade, ou seja:

•Homens jovens obesos > 20%G,

•Homens idosos obesos > 30%G,

•Mulheres jovens obesas > 30%G,

•Mulheres idosas obesas > 37%G.

2.3.3.3.1. Peso recomendável

Pode-se estabelecer como peso recomendável (PR) as seguintes metas:

•Sexo masculino = 15% ou abaixo de 20%,

•Sexo feminino = 25% ou abaixo de 30%.

Para obter-se o peso final quando o percentual de gordura alvo for atingido, pode-se utilizar a fórmula:

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