Carl Sagan - Contato

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Contato: краткое содержание, описание и аннотация

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…Contato deve ser a obra de Carl Sagan mais conhecida. O cientista e divulgador de ciências experimentou pela primeira vez o gênero romance para apresentar suas idéias a respeito do universo, da humanidade e da própria ciência.
O livro conta a história de uma pesquisadora que utiliza radiotelescópios à procura de vestígios de vida inteligente fora da Terra. A trama avança quando um sinal é detectado. Com certeza a parte do livro que mais me intrigou foi as especulações sobre as conseqüências de sabermos que não estamos sozinhos. As regras da economia, religião e política internacional seriam seriamente modificadas na análise de Carl.
O livro nos faz pensar, e vale a pena a leitura.

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— Dispomos de tempo para algumas perguntas antes… do que quer que temos de fazer a seguir?

— Com certeza. Uma ou duas, pelo menos.

— Fale-me do vosso sistema de transporte.

— Posso fazer melhor do que isso. Posso mostrar-te. Agüenta firme agora.

Uma ameba de negrume escorreu do zênite, obscurecendo o Sol e o céu azul.

— Grande truque — comentou ela, ofegante.

Debaixo dos seus pés estava a mesma praia arenosa, na qual ela enterrou os dedos. Por cima… estava o cosmo. Encontravam-se, parecia, muito alto, sobre a Galáxia da Via Láctea, a olhar para baixo, pela sua estrutura espiralada, e a cair na sua direção a uma velocidade impossível. Ele explicou-lhe em termos práticos, utilizando a linguagem científica familiar da própria Ellie para descrever essa imensa estrutura em forma de roda de pinos. Mostrou-lhe o Braço Espiral de Órion, no qual o Sol estava, naquela época, embebido. Interiormente em relação a ele, por ordem decrescente de significado mitológico, encontravam-se o Braço de Sagitário, o Braço Norma/Scutum e o Braço de Três Kiloparsec.

Apareceu uma rede de linhas retas, representando o sistema de transporte que eles tinham utilizado. Lembrava os mapas iluminados do Metro de Paris, Eda tivera razão. Cada estação, deduziu Ellie, ficava num sistema estelar com um buraco negro duplo de massa baixa. Ela sabia que os buracos negros não podiam ter resultado de colapso estelar, da evolução normal de sistemas estelares maciços, porque eram demasiado pequenos. Talvez fossem primordiais, restos do Big Bang apresados por alguma nave estelar inimaginável e rebocados para a estação que lhes fora designada. Ou talvez tivessem sido feitos a partir do nada, desde o princípio. Desejou perguntar-lhe isso, mas a excursão avançava a uma velocidade estonteante.

Havia um disco de hidrogênio incandescente a rotacionar à volta do centro da Galáxia e dentro dele um anel de nuvens moleculares a correr para o exterior, na direção da periferia da Via Láctea. Ele mostrou-lhe os movimentos ordenados no conjunto de nuvens moleculares gigante Sagitário B2, que durante décadas fora um terreno de caça de moléculas orgânicas complexas preferencialmente explorado pelos seus colegas radioastrônomos na Terra. Mais perto do centro encontraram outra nuvem molecular gigante e depois a Sagitário A Ocidental, uma intensa fonte de rádio que a própria Ellie observara em Argus.

E imediatamente adjacentes, no próprio centro da Galáxia, apertados num apaixonado abraço gravitacional, um par de imensos buracos negros. A massa de um deles era de cinco milhões de sóis. Rios de gás com as dimensões de sistemas solares escorriam da sua bocarra. Dois colossais — Ellie pensou, agastada, nas limitações da linguagem da Terra —, dois supermaciços buracos negros orbitam-se um ao outro no centro da Galáxia. A existência de um fora conhecida, ou dela houvera, pelo menos, fortes suspeitas. Mas dois? Não deveria isso ter-se revelado como uma deslocação de linhas espectrais Doppler? Imaginou um letreiro da parte de baixo de um deles dizendo ENTRADA e da do outro SAÍDA. Naquele momento, a entrada estava a ser utilizada; a saída encontrava-se apenas ali.

E era aí que se situava aquela estação — a Grand Central Station —, em toda a segurança no exterior dos buracos negros do centro da Galáxia. Milhões de jovens estrelas vizinhas tornavam o firmamento brilhante; mas as estrelas, o gás e a poeira estavam a ser devorados pelo buraco negro de entrada.

— Vai ter a qualquer lado, não é verdade? — perguntou Ellie.

— Claro.

— Pode dizer-me onde?

— Com certeza. Todo este material vai parar a Cygnus A.

Cygnus A era uma coisa acerca da qual ela estava informada. Tirando apenas o resto de uma supernova próxima, em Cassiopéia, era a fonte de rádio mais brilhante do firmamento da Terra. Ela calculara que Cygnus A produzia num segundo mais energia do que o Sol em quarenta mil anos. A fonte de rádio encontrava-se a seiscentos milhões de anos-luz de distância, muito para além da Via Láctea, no seu reino das galáxias. Como acontecia com muitas fontes de rádio extragalácticas, dois enormes jatos de gás, viajando separados quase à velocidade da luz, faziam uma teia complexa de frentes de choque Rankine-Hugoniot com o rarefeito gás intergaláctico — e produziam, no processo, um farol de rádio que brilhava vivamente sobre a maior parte do universo. Toda a matéria daquela enorme estrutura, com quinhentos mil anos-luz de diâmetro, saía de um pequeno e quase insignificante ponto no espaço, exatamente a meio caminho entre os jatos.

— Estão a jazer a Cygnus A?

Lembrou-se vagamente de uma noite estival no Michigan, quando era rapariga. Receara cair no céu.

— Oh, não somos apenas nós! Trata-se de um… projeto de cooperação de muitas galáxias. É isso o que fazemos principalmente: construção. Só um… só uns quantos de nós estamos ligados a civilizações emergentes.

Em cada pausa ela sentira uma espécie de zunido na cabeça, aproximadamente na área do lobo parietal esquerdo.

— Há projetos de cooperação entre galáxias? — perguntou. — Quantidades de galáxias, cada uma com uma espécie de administração central? Com centenas de milhares de milhões de estrelas em cada galáxia? E depois essas administrações cooperam umas com as outras? Para lançar milhões de sóis em Centauro… desculpe, em Cygnus A? Oh… Perdoe, estou completamente atordoada com a escala. Por que fariam tudo isto? Para quê?

— Estás a pensar no universo como sendo um deserto. Há milhares de milhões de anos que não o é. Penso nele mais como… cultivado.

Novo zunido.

— Mas para quê? Que há lá para cultivar?

— O problema básico é facilmente determinado. Não te deixes assustar pela escala. No fim de contas, és uma astrônoma. O problema consiste no fato de o universo estar a expandir-se e não existir nele matéria suficiente para deter a expansão. Ao fim de algum tempo, nada de novas galáxias, nada de novas estrelas, nada de novos planetas, nada de formas de vida recém-surgidas — apenas a mesma velharia de sempre. Está tudo a ficar caduco. tornar-se-á chato. Por isso, estamos a experimentar em Cygnus A a tecnologia para fazer algo novo. Poderá chamar-se-lhe uma experiência de renovação urbana. Mas o nosso programa experimental não se resume a isso. Um pouco mais para diante talvez queiramos isolar uma parte do universo e evitar que o espaço vá ficando cada vez mais vazio à medida que as eternidades passem. Claro que a maneira de o fazer é aumentando a densidade da matéria local. É trabalho bom e honesto.

Como gerir uma loja de ferragens no Wisconsin.

Se a Cygnus A se encontrava a seiscentos milhões de anos-luz de distância, então os astrônomos da Terra — ou, pela mesma ordem de idéias, de qualquer outro ponto da Via Láctea — estavam a vê-la como era havia seiscentos milhões de anos. Mas ela sabia que, na Terra, seiscentos milhões de anos atrás não existia praticamente, nem mesmo nos oceanos, vida suficientemente grande para se lobrigar. Eles eram velhos.

Havia seiscentos milhões de anos, numa praia como aquela… Só que sem caranguejos, sem gaivotas, sem palmeiras. Tentou imaginar uma planta microscópica dada à costa, a tentar firmar-se debilmente logo acima da linha da água, enquanto aqueles seres estavam ocupados com galactogênese experimental e engenharia cósmica introdutória.

— Têm estado a lançar matéria na Cygnus A nos últimos seiscentos milhões de anos?

— Bem, o que vocês detectaram através da radioastronomia foram apenas algumas das nossas experiências de exeqüibilidade iniciais. Agora estamos muito mais adiantados.

E em devido tempo, dali a mais umas centenas de milhões de anos, imaginou Ellie, radioastrônomos da Terra — se os houvesse — detectariam um processo substancial na reconstrução do universo à volta da Cygnus A. Preparou-se para novas revelações e prometeu a si mesma que não permitiria que a intimidassem. Havia uma hierarquia de seres numa escala que não imaginara. Mas a Terra tinha um lugar, uma importância nessa hierarquia; eles não se teriam dado a todo aquele trabalho para nada.

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