Francis Carsac - Guerra de estrelas

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Guerra de estrelas: краткое содержание, описание и аннотация

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Homens estavam sendo convidados. Para que? O objetivo era Ella, o planeta dos seres de tez esverdeada. O objetivo era Réssa, onde se reunia a Liga das Terras Humanas. O objetivo era a Galáxia Maldita, para enfrentar os Milsliks, pois que somente os seres de sangue vermelho podiam enfrentar a irradiação mortal dos seres metálicos que apagavam a luz dos sois e das estrelas…

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Amanhã você comparecerá perante eles Venha comigo.

Saímos. A obscuridade era total. Souilik acendeu uma pequena lâmpada, fixada na testa por uma placa, e partimos. Antes de darmos cem passos a lâmpada iluminou uma construção baixa e branca, sem nenhuma abertura visível. Contornamo-la. Sem que Souilik tivesse feito um gesto, abriu-se diante de nós uma porta e penetrei então num pequeno corredor, de um branco imaculado, Ao fundo, na direita e na esquerda, abriam-se portas sem batentes. Souilik apontou-me a da esquerda.

— Você vai dormir ali.

A divisão estava fracamente iluminada por uma doce luz azul. Havia um leito muito baixo, ligeiramente côncavo, sem cobertores. Ao lado, numa pequena mesa, alguns aparelhos complicados. Souilik apontou-me um:

— O-que-faz-sono — disse. — Se não conseguir dormir, aperte este botão. Dado que assimila os nossos alimentos, também o aparelho deve poder agir sobre você.

Éle me deixou. Fiquei um momento sentado no leito. Tinha a impressão de estar na Terra, em qualquer país muito civilizado, mas não num planeta desconhecido, sei lá a quantos bilhões de quilômetros! Sobre a coberta branca do leito encontrei uma espécie de vestimenta para dormir, um pijama de uma única peça, de um tecido muito leve, que vesti. Me deitei. A cama era elástica, na medida, adaptando-se ao corpo, sem ser demasiado mole. A leve coberta era quente, tão quente que, estando a temperatura tão doce, não tardei a afastá-Ia. Me agitei durante algum tempo, sem conseguir dormir, e me lembrei, então, do que me dissera Souilik: apertei o botão indicado. Só tive tempo de ouvir um ligeiro zumbido.

Acordei muito lentamente, emergindo de um sonho estranho, onde falara com homens que tinham o rosto verde. Onde estava eu? Pensei, por um momento, estar na Escandinávia, onde realmente já fora em viagem. Todavia, recordava-me muito bem de ter regressado. Em todo o caso, não estava em minha casa e na minha cama, que é horrivelmente dura. Céus! Estava em Ella!

Me ergui de um salto e apertei o interruptor da luz.

A parede na minha frente tornou-se transparente. Uma pradaria amarela estendia— se até ao horizonte, junto a umas montanhas azuladas. Do lado esquerdo a lentilha do ksill era uma mancha escura pousada na erva amarela. O céu era de um curioso azul-claro e, no alto, flutuavam algumas nuvens brancas. Ainda devia ser muito cedo Com um ligeiro ruído, uma mesa baixa, montada sobre rodas, entrou no quarto.

Movia-se lentamente e veio parar junto ao leito. Do interior surgiram, lentamente, uma taça cheia de um líquido amarelo-ouro e um prato com uma geleia rosada.

Segundo as aparências, os Hiss tinham o hábito de tomar o café matinal na cama!…

Comi e bebi com muito apetite todos os alimentos, que tinham um gosto agradável, ainda que indefinível Logo que terminei, o autômato retirou-se.

Me vesti e saí. A porta que dava para o exterior estava aberta, como aliás todas as portas do edifício. Este era pequeno e eu pensei que não haveria outras divisões a não ser as três que comunicavam com o corredor. Soube mais tarde que todas as casas dos Hiss tinham dois ou três andares subterrâneos.

Cá fora o ar era fresco, sem ser frio, e o sol — nunca pude designá-lo por Ialthar — estava ainda baixo. Não se via ninguém. A pouca distância avistei três construções, tão simples como a casa de Souilik. Lá longe, para o nascente, havia muitas outras disseminadas. Do lado das montanhas a planície era nua até ao horizonte, a oeste. A este, norte e sul, pelo contrário. erguiam-se alguns bosques. Me dirigi, despreocupado, para um deles As árvores erguiam para o céu um tronco esguio e longo, estriado a rosa e verde. As folhas tinham o mesmo amarelo-escuro da erva.

Pude distinguir três perfumes diferentes.

Havia em tudo uma calma maravilhosa. Aquilo que torna insuportável a nossa civilização — os ruídos, os odores nauseabundos, a caótica confusão das cidades — parecia banido deste mundo. Reinava uma imensa e dulcificante paz. Me lembrei da Utopia que Wells descreve em Men like Gods.

Regressei lentamente pra casa. Parecia deserta. No quarto fronteiro ao meu encontrei uma poltrona baixa, muito leve, que levei para defronte da porta, onde me sentei, esperando. Dez minutos depois vi caminhar próximo de um bosque uma elegante silhueta, Era uma rapariga, ou uma jovem mulher, deste novo mundo.

Passou junto a mim, com o caminhar dançante dos Hiss, me olhando com curiosidade, mas sem surpresa Parecia ter a pele de um verde mais pálido do que o dos meus companheiros de viagem. Sorri para ela, que me respondeu com um pequeno gesto e seguiu o seu caminho.

Finalmente, Souilik chegou. Apareceu por trás de mim, arvorou um sorriso hiss e disse:

— Dentro de pouco tempo você comparecerá perante os Sábios. Enquanto isto, vamos visitar a casa.

Além do quarto onde eu dormira e do outro onde encontrara a poltrona, o rés-do-chão comportava uma terceira divisão, onde havia os ascensores que conduziam até a parte subterrânea. Souilik desculpou-se da pequenez das suas instalações, próprias de um oficial celibatário. Só havia dois andares. No primeiro estavam instalados dois quartos e um gabinete, sendo este uma divisão circular com as paredes repletas de estantes de livros, tendo no centro uma mesa coberta de delicados aparelhos O segundo andar compreendia uma dispensa, uma «cozinha» e um magnífico quarto de banho. É a única divisão dos Hiss onde se pode encontrar um espelho Quando me vi nele refletido recuei: tinha uma barba de oito dias, medonha. Perguntei a Souilik se havia qualquer coisa em Ella parecido com uma máquina de barbear.

— Não. Nenhum Hiss tem pelos no rosto. Em Réssan, onde residem os representantes das humanidades estrangeiras, alguns dos quais são barbados, é possível que haja. Mas me explique o que é uma «máquina de barbear» que eu mandarei fazer uma. De qualquer forma, os Sábios querem lhe ver tal como você está agora.

Protestei:

— Não, não quero parecer um selvagem! Represento o meu planeta!

Souilik sorriu:

— Você é o representante do 8629 planeta humano que nós conhecemos. Os Sábios já viram outros mais medonhos do que você!

Apesar desta afirmação, aproveitei a sala de banho para cuidar da toalete. As instalações, ultra-aperfeiçoadas, não diferiam muito, no entanto, das similares terrestres.

Quando subi ao rés-do-chão Soirilik estava pronto para partir. Ao sairmos de casa me dirigi para o ksill. Porém, Souilik, que era naturalmente alegre, deu uma gargalhada, isto é, emitiu um assobio entre cortado que é o riso dos Hiss.

— Não, não vamos no ksill! Não somos personagens bastante importantes para consumirmos kse-ilto numa pequena viagem de umas centenas de brunns. Me acompanhe!

Nos fundos da casa inclinou-se e puxou por uma alavanca fixada no solo. A terra abriu-se e pelo alçapão apareceu uma miniatura de avião, sem hélice nem orifícios de reatores visíveis. As asas, muito finas, tinham cerca de 4 metros de envergadura.

A fuselagem, curta e arredondada, não ultrapassava os 2,5 metros de comprimento.

Não havia rodas, mas sim dois longos deslizadores, curvos na frente.

— Isto é um réob — disse Souilik. — Espero que dentro em breve você tenha um.

No interior havia dois assentos baixos, um atrás do outro. Evidentemente que me instalei no da retaguarda, deixando o de pilotagem a Souilik. Levantamos vôo rapidamente, deslizando apenas vinte metros pela relva. O réob era silencioso e parecia muito manejável e seguro. Subimos velozmente para uma altitude considerável e rumamos para o oeste, em direção das montanhas. Segundo o que calculei, pela experiência que já tinha de aviões, devíamos voar a cerca de 600 quilômetros a hora. Mais tarde eu próprio pilotei um réob muitas vezes, pelo que posso afirmar que se atingem facilmente velocidades supersônicas.

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