Carl Sagan - Contato

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Contato: краткое содержание, описание и аннотация

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…Contato deve ser a obra de Carl Sagan mais conhecida. O cientista e divulgador de ciências experimentou pela primeira vez o gênero romance para apresentar suas idéias a respeito do universo, da humanidade e da própria ciência.
O livro conta a história de uma pesquisadora que utiliza radiotelescópios à procura de vestígios de vida inteligente fora da Terra. A trama avança quando um sinal é detectado. Com certeza a parte do livro que mais me intrigou foi as especulações sobre as conseqüências de sabermos que não estamos sozinhos. As regras da economia, religião e política internacional seriam seriamente modificadas na análise de Carl.
O livro nos faz pensar, e vale a pena a leitura.

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As proibições quanto a comunicação com o mundo exterior não se estendiam a colaboração puramente científica e, através de telerrede assíncrona de canal aberto, ela e Vaygay organizaram um programa de investigação a longo prazo. Entre os objetos a examinar encontravam-se as imediações de Sagitário A no centro da Galáxia e a grande fonte de rádio extragaláctica Cygnus A. Os telescópios Argus eram utilizados como parte de um sistema faseado, ligado aos telescópios soviéticos de Samarcanda. Em conjunto, o sistema americano-soviético atuava como se fizesse parte de um único radiotelescópio do tamanho da Terra. Operando num comprimento de onda de poucos centímetros, podiam analisar fontes de emissão de rádio tão pequenas como o sistema solar interior se estivessem tão distantes como o centro da Galáxia.

Preocupava-a o fato de isso não ser suficientemente bom, de os dois buracos negros em órbitas serem consideravelmente mais pequenos do que isso. No entanto, um programa de monitorização contínua poderia desvendar alguma coisa. Do que realmente precisavam, na sua opinião, era de um radiotelescópio lançado por veículo espacial para o outro lado do Sol e que trabalhasse conjugado com radiotelescópios na Terra. Os seres humanos poderiam criar assim um telescópio tendo efetivamente as dimensões da órbita da Terra. Com ele, calculava, conseguiriam analisar qualquer coisa do tamanho da Terra no centro da Galáxia. Ou talvez do tamanho da estação.

Passava a maior parte do seu tempo a escrever, a modificar programas existentes para o Cray 21 e a redigir um relato, tão minucioso quanto possível, dos acontecimentos proeminentes que tinham sido comprimidos nos vinte minutos de tempo terrestre após terem ativado a Máquina. A meio do trabalho apercebeu-se de que estava a escrever samizdat: tecnologia da máquina de escrever e do papel químico. Fechou o original e duas cópias no seu cofre — ao lado de uma cópia já amarelecida da Decisão Hadden —, escondeu a terceira cópia atrás de um painel solto do compartimento eletrônico do telescópio 49 e queimou o papel químico, o que produziu um fumo preto e acre. Ao fim de seis semanas tinham acabado a reprogramação e, precisamente quando os seus pensamentos voltavam a fixar-se em Palmer Joss, ele apresentou-se pessoalmente no portão principal de Argus.

O seu caminho tinha sido aberto mediante alguns telefonemas de um assistente especial da presidente, o qual, claro, Joss conhecia havia vários anos. Mesmo ali no Sudoeste, onde reinavam códigos de vestuário prático, ele apareceu, como sempre, de casaco, camisa branca e gravata. Ela deu-lhe a fronde de palmeira, agradeceu-lhe o medalhão e, apesar das recomendações de Kitz para manter secreta a sua experiência ilusória, contou-lhe imediatamente tudo.

Adotaram a prática dos colegas soviéticos de Ellie, que, sempre que era necessário dizer qualquer coisa politicamente heterodoxa, descobriam a necessidade urgente de um passeio higiênico. De vez em quando ele parava e, como veria um observador distante, inclinava-se para ela. De todas as vezes, Ellie dava-lhe o braço e continuavam a andar.

Ele escutava compreensivamente, inteligentemente, na verdade generosamente — sobretudo tratando-se de alguém cujas doutrinas deviam, pensava ela, estar a ser abaladas nos próprios alicerces pelo relato de Ellie… se lhes dava algum crédito. Depois de toda a relutância de Joss, na altura em que a Mensagem começara a ser recebida, ela estava finalmente a mostrar-lhe Argus. Ele era uma companhia agradável e Ellie sentia-se feliz por vê-lo. Teve pena de não ter estado menos preocupada quando o vira a última vez, em Washington.

Aparentemente ao acaso, subiram a estreita escada exterior de metal que atravessava a base do telescópio 49. O espetáculo proporcionado por cento e trinta radiotelescópios — muitos deles material rolante no seu próprio sistema de vias férreas — não tinha nada que se lhe assemelhasse na Terra. No compartimento eletrônico, ela afastou o painel e retirou um sobrescrito volumoso com o nome de Joss. Ele meteu-o na algibeira interior do casaco, onde fez uma saliência discernível.

Ellie falou-lhe dos protocolos de observação de Sag A e Cyg A e do seu programa para o computador.

— É muito demorado, mesmo com o Cray, calcular pi até qualquer coisa como dez à décima… e nós não sabemos se o que procuramos está em pi. Eles disseram mais ou menos que não estava. Pode estar em e. Pode tratar-se de um dos membros da família de números transcendentes de que falaram a Vaygay. Pode ser um outro número qualquer completamente diferente. Por isso, uma abordagem de força bruta ignorante — como calcular eternamente números transcendentais exeqüíveis — é uma perda de tempo. Mas aqui em Argus temos algoritmos de decriptogravação muito sofisticados, concebidos para descobrir padrões num sinal, concebidos para extrair e mostrar qualquer coisa que pareça não casual. Por isso, reescrevi os programas…

Pela expressão do rosto dele, receou não estar a ser clara. Fez um pequeno desvio no monólogo:

— … mas não para calcular os dígitos de um número como pi, imprimi-los e apresentá-los para inspeção. Não há tempo suficiente para tal. Em lugar disso, o programa corre através dos dígitos em pi e só pára para pensar quando surge alguma seqüência anômala de zeros e uns. Compreende o que estou a dizer? Qualquer coisa não ao acaso. Por probabilidade, haverá alguns zeros e uns, claro. Dez por cento dos dígitos serão zeros e outros dez por cento serão uns. Em média. Quanto mais dígitos percorrermos de enfiada, tanto maiores serão as seqüências de zeros e uns puros que obteremos por acaso. O programa sabe o que estatisticamente se espera, e só presta atenção a seqüências inesperadamente longas de zeros e uns. E não procura apenas na base dez.

— Não compreendo. Se observarem ao acaso números suficientes, não obterão qualquer padrão que queiram simplesmente por acaso?

— Com certeza. Mas pode-se calcular em que medida isso é provável. Se obtemos uma mensagem muito completa logo ao princípio, sabemos que não pode ser por acaso. Por isso, todos os dias, nas primeiras horas da manhã, o computador trabalha neste problema. Não entram nenhuns dados do mundo exterior. E por enquanto não saem nenhuns dados do mundo interior. Limita-se a percorrer as séries ótimas de expansão para pi e observa os dígitos a voar. Mete-se só na sua vida, digamos. A não ser que descubra alguma coisa, não fala se lhe não falarem. É assim como se estivesse a contemplar o umbigo.

— Deus sabe que não sou nada matemático. Mas pode dar-me um exemplo?

— Com certeza.

Procurou um bocado de papel nas algibeiras do fato-macaco e não encontrou nenhum. Pensou meter a mão na algibeira interior do casaco dele, retirar o sobrescrito que acabara de lhe dar e escrever nele, mas achou que era muito arriscado, ali, em campo aberto. Passados momentos, ele compreendeu e estendeu-lhe um livrinho de apontamentos.

— Obrigada. Pi começa por 3,1415926… Como pode ver, os dígitos variam muito ao acaso. Certo, um aparece duas vezes nos primeiros quatro dígitos, mas, depois de prosseguirmos durante um bocado, estabelece-se a média. Cada dígito — 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 — aparece quase exatamente dez por cento das vezes depois de termos acumulado dígitos suficientes. Ocasionalmente, obtemos alguns dígitos consecutivos que são os mesmos — 4444, por exemplo —, mas não mais do que seria estatisticamente de esperar. Agora imagine que estava a percorrer alegremente estes dígitos e, de súbito, só encontrava quatros. Centenas de quatros todos de enfiada. Isso não podia transmitir nenhuma informação, mas também não podia ser um bambúrrio estatístico. Podiam-se calcular os dígitos de pi durante toda a idade do universo e, se os dígitos fossem ocasionais, nunca se chegaria suficientemente fundo para obter uma centena de quatros consecutivos.

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