Arthur Clarke - Encontro com Rama

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Encontro com Rama: краткое содержание, описание и аннотация

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«Cada uma dessas eclusas é um simples cilindro giratório com uma fenda num dos lados. Entra-se por essa abertura, aciona-se uma alavanca que faz o cilindro girar cento e oitenta graus, e a fenda coincide então com outra porta, pela qual se pode sair — ou caminhando ou flutuando, como foi o nosso caso.

«Os ramaianos souberam tomar suas precauções. Há três desses cilindros-eclusas, um depois do outro, logo por dentro do casco exterior e abaixo da casamata de entrada. Não posso imaginar nenhum deles falhando, a não ser com explosivos, mas ainda assim restaria um segundo como recurso, e por fim um terceiro…

«E isso é apenas o começo. A eclusa final abre para um corredor reto, com cerca de meio quilômetro de comprimento. Parece limpo e bem-cuidado, como todas as outras coisas que temos visto aqui; com intervalos de poucos metros, há pequenas aberturas circulares que provavelmente continham luzes, mas agora está tudo completamente preto e, não me envergonho de dizê-lo, assustador. Há também duas fendas paralelas, com cerca de um centímetro de largura, abertas nas paredes e correndo ao longo de todo o túnel. Desconfiamos que elas ' abriguem algum mecanismo para movimentar equipamento — ou pessoas — num e noutro sentido. Se conseguíssemos fazê-lo funcionar, isso nos pouparia muito trabalho…

«Mencionei que o túnel tinha meio quilômetro de comprimento. Ora, pelas sondagens sísmicas que tínhamos feito, sabíamos que essa é mais ou menos a espessura do casco, de modo que, evidentemente, já o tínhamos quase atravessado. E não nos surpreendemos ao encontrar, na outra extremidade do túnel, mais uma dessas eclusas de ar cilíndricas.

Sim, e outra ainda. E mais outra. Esta gente parece ter feito tudo em grupos de três. Estamos agora dentro da última eclusa, aguardando o O.K. da Terra para passar além. Uns poucos metros apenas nos separam do interior de Rama. Vou me sentir muito mais feliz quando houver terminado o suspense.

«Você conhece Jerry Kirchoff, meu oficial executivo, que tem uma vasta biblioteca de livros reais, a ponto de não poder se dar ao luxo de emigrar da Terra? Pois Jerry me falou de uma situação bem semelhante a esta, ocorrida no começo do século XXI… não, XX. Um arqueólogo descobriu o túmulo de um rei do Egito, o primeiro que não havia sido saqueado pelos ladrões. Os seus trabalhadores levaram meses abrindo um caminho com as picaretas e pás, uma câmara depois da outra, e quando chegaram à parede final fizeram uma perfuração na alvenaria. O arqueólogo meteu a cabeça no buraco estendendo uma lanterna, e que imagina você que ele viu? Uma sala atulhada de tesouros… coisas incríveis, ouro e pedras preciosas…

Talvez este lugar talvez seja um túmulo; é o que parece cada vez mais provável. Mesmo agora, não se ouve o mais leve som ou qualquer sinal de atividade. Bem, amanhã decerto já saberemos.»

O Comandante Norton apertou o botão do registrador que dizia Suspender. Que mais devia dizer sobre o trabalho antes de começar as mensagens separadas para as duas famílias? Normalmente, nunca entravaem tantos pormenores, mas dificilmente se poderia qualificar de normais as atuais circunstâncias. Talvez este fosse o último vídeo que enviaria aos seus entes queridos; tinha o dever de explicar-lhes o que estava fazendo.

Quando vissem essas imagens e ouvissem essas palavras, ele já estaria no interior de Rama — para bem ou para mal.

8 ATRAVÉS DO CUBO

Norton nunca sentira tão fortemente a sua afinidade com aquele egiptólogo há tanto tempo falecido. Desde que Howard Carter espreitara pela vez primeira o interior do túmulo de Tutankhamen, homem nenhum podia ter experimentado um momento como este; e no entanto a comparação era disparatada, quase risível.

Tutankhamen fora sepultado ainda ontem — menos de quatro mil anos atrás; Rama podia ser mais velho do que a humanidade. O pequeno túmulo do Vale dos Reis poderia estar perdido nos corredores pelos quais eles já tinham passado, e contudo o espaço que se estendia para além deste selo final era, pelo menos, um milhão de vezes maior. E quanto aos tesouros que ele talvez continha — esses ultrapassavam os limites da imaginação.

Havia pelo menos cinco minutos que ninguém falava pelos circuitos de rádio; a bem-treinada equipe nem sequer comunicara verbalmente que tudo estava em ordem. Mercer lhe dera simplesmente o sinal de O.K. e lhe indicara o túnel aberto. Era como se todos compreendessem que este momento pertencia à História e não devia ser estragado por trivialidades dispensáveis. Isso convinha ao Comandante Norton, pois no momento ele também nada tinha que dizer. Piscou a sua lanterna, fez entrar em ação os seus jatos e flutuou lentamente ao longo do breve corredor, arrastando após si a sua linha de segurança. Numa questão de segundos, estava lá dentro.

Dentro de quê? A sua frente, era uma escuridão total; não se avistava nem sequer uma vaga claridade como reflexo do raio da sua lanterna. Esperava por isso, mas não acreditava realmente que acontecesse. Todos os cálculos indicavam que a parede distante ficava a dezenas de quilômetros dali; agora, seus olhos lhe diziam que essa era a verdade. Ao penetrar lentamente naquela escuridão, sentiu uma necessidade súbita do conforto que lhe dava a sua linha de segurança, uma necessidade mais forte do que nunca havia experimentado antes, mesmo em sua primeira AEV. E isso era ridículo; tinha encarado os anos-luz e os megaparsecs sem vertigem, e agora se perturbava com uns poucos quilômetros cúbicos de vazio?

Ainda ruminava esse problema, um pouco nauseado, quando o amortecedor de ímpeto, na extremidade da linha, freou-o suavemente e o fez parar com um rechaço quase imperceptível. Desviou o raio de luz da lanterna do nada que se estendia à sua frente e que embalde vinha procurando sondar; queria agora examinar a superfície de onde havia emergido.

Era como se pairasse sobre o centro de uma pequena cratera que, por sua vez, formava ligeira reentrância na base de outra muito mais vasta. Ã direita e à esquerda erguia-se um complexo de terraços e rampas — todos geometricamente precisos e obviamente artificiais — que se estendiam até onde a luz da lanterna podia alcançar. A cerca de cem metros, pôde ver a saída dos dois outros sistemas de eclusas de ar, idênticos àquele em que se achava.

E isso era tudo. Nada havia de particularmente exótico ou estranho na cena: tinha até considerável semelhança com uma mina abandonada. Norton experimentou uma vaga sensação de desapontamento; depois de tanto esforço, devia ter havido alguma revelação dramática, e mesmo transcendental. Lembrou-se, então, de que só podia enxergar até uns duzentos metros de distância. A escuridão além do seu campo visual podia ainda conter mais portentos do que desejava enfrentar.

Comunicou brevemente o que havia observado aos seus companheiros, que aguardavam ansiosos, depois acrescentou:

— Estou enviando o foguete de sinalização… Dois minutos de demora. Aí vai!

Arremessou, com toda força, o pequeno cilindro diretamente para cima — ou para fora — e começou a contar os segundos enquanto ele se ia distanciando e diminuindo de tamanho ao longo do raio de luz. Antes de alcançar um quarto de minuto, havia desaparecido da vista; aos cem segundos, Norton protegeu os olhos com a mão e assestou a câmara. Sempre fora um bom calculador de tempo. Tinha passado apenas dois segundos da conta quando o mundo explodiu em luz. E desta vez não houve motivo para desapontamento.

Nem os milhões de velas do foguete podiam iluminar toda aquela enorme cavidade, mas agora ele viu o suficiente para apanhar o plano geral e apreciar a sua escala titânica. Achava-se na extremidade de um cilindro oco com, pelo menos, dez quilômetros de diâmetro e um comprimento indefinido. De seu ponto de observação no eixo central, via tamanha acumulação de detalhes nas paredes curvas à sua volta, que o seu espírito não podia absorver mais do que uma diminuta fração de toda aquela cena; estava contemplando o panorama de um mundo inteiro à luz de um único relâmpago, e, por um esforço deliberado da vontade, procurou congelar a imagem na sua memória.

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