Arthur Clarke - Encontro com Rama
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- Название:Encontro com Rama
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Ainda bem que o pára-sol do seu capacete não permitia que Mercer lhe observasse a expressão…
Estava surpreendido, mas também sentia raiva de si mesmo; talvez já houvesse cometido o primeiro erro. Estariam soando agora sinais de alarma no interior de Rama, ou o seu ato irrefletido fizera disparar algum mecanismo implacável?
Mas a Endeavour não comunicou nenhuma alteração; os seus sensores ainda nada detectavam além de leves crepitações térmicas e dos movimentos do próprio comandante.
— Bem, Capitão… Vai girar a roda?
Norton pensou mais uma vez nas instruções recebidas. «Siga o seu alvitre, mas proceda com cautela.» Se consultasse o Controle da Missão sobre cada um de seus movimentos, nunca chegaria a parte alguma.
— Qual é o seu diagnóstico, Karl? — perguntou a Mercer.
— Trata-se, evidentemente, do controle manual de uma eclusa de ar… com certeza um sistema auxiliar de emergência para os casos de falha de força. Não posso imaginar nenhuma tecnologia, por mais avançada que seja, que não tome tais precauções.
«E seria à prova de falhas», disse Norton lá no seu íntimo. «Só poderia ser operado se não houvesse possibilidade de perigo para o sistema…»
Segurou duas hastes opostas do molinete, firmou os pés no chão e testou a roda. Esta não se moveu.
— Me ajude aqui — pediu a Mercer.
Cada um dos dois segurou um raio; fizeram quanta força tinham, mas não conseguiram produzir o menor movimento.
Não havia, é claro, motivo para supor que os relógios e os saca-rolhas girassem, em Rama, no mesmo sentido que na Terra…
— Vamos experimentar o sentido contrário — sugeriu Mercer. Desta vez não houve resistência. A roda girou quase sem esforço, descrevendo um círculo completo. Aí, então, com muita suavidade, o mecanismo engatou.
A meio metro deles, a parede curva da casamata começou a mover-se como a concha de um mexilhão que se abre vagarosamente. Algumas partículas de pó, impelidas pelo ar que escapava, saíram flutuando, a cintilar como diamantes na intensa luz solar.
O caminho que levava a Rama estava aberto.
6 COMITÊ
FORA UM ERRO SÉRIO, pensava muitas vezes o Dr. Bose, localizar na Lua a direção central dos Planetas Unidos. Inevitavelmente, a Terra tendia a dominar as atividades, como dominava a paisagem além da cúpula da sede. Se era mesmo preciso construir ali, talvez devessem ter escolhido o Outro Lado, onde aquele disco hipnótico nunca esparzia os seus raios…
Mas, naturalmente, era muito tarde para mudar, e em todo caso não havia realmente uma alternativa. Fosse ou não fosse do agrado das colônias, a Terra seria durante séculos a metrópole cultural e econômica do sistema solar.
O Dr. Bose tinha nascido na Terra e não emigrara para Marte senão depois dos trinta anos. Sentia-se, por isso, capaz de encarar a situação política com bastante imparcialidade. Sabia, agora, que nunca mais regressaria ao seu planeta nativo, embora este ficasse a menos de cinco horas de viagem pela «ponte espacial». Aos 115 anos, desfrutava uma saúde perfeita, mas não podia suportar o recondicionamento necessário para acostumar-se a uma gravidade três vezes superior àquela que havia gozado durante a maior parte de sua vida. Estava para sempre exilado do mundo de seu nascimento; como não era um sentimental, isso nunca o deprimira além da conta.
O que o deprimia por vezes era a necessidade de enfrentar, dia após dia, os mesmos rostos, seus velhos conhecidos. As maravilhas da ciência eram formidáveis, não há dúvida, e Bose não tinha nenhum desejo de atrasar os ponteiros do relógio — mas em redor dessa mesa de conferências havia homens com quem vinha trabalhando há mais de meio século. Sabia exatamente o que diriam e como votariam em qualquer questão dada. Quem lhe dera que um dia algum deles fizesse alguma coisa totalmente inesperada — ainda que fosse a maior das loucuras!
E, provavelmente, eles sentiam o mesmo a respeito de Bose…
O Comitê de Rama era ainda razoavelmente pequeno, embora, por certo, isso não tardasse a ser modificado. Seus seis colegas — os representantes de Mercúrio, Terra, Luna, Ganímedes, Titã e Tritão nos Planetas Unidos, estavam todos presentes em carne e osso. Não tinham outro remédio, pois a diplomacia eletrônica não era possível a distâncias planetárias. Alguns estadistas idosos, acostumados às comunicações instantâneas que a Terra por muito tempo aceitara como coisa natural, nunca se conformaram com o fato de as ondas de rádio levarem minutos ou mesmo horas percorrendo as tremendas distâncias que separavam os planetas. «Os senhores cientistas nada podem fazer para remediar isso?», Tinham-se queixado alguns amargamente quando lhes diziam que a conversação face a face era impossível entre a Terra e qualquer de seus filhos mais remotos. Somente a Lua apresentava esse atraso, ainda a rigor aceitável, de um segundo e meio, com todas as conseqüências políticas e psicológicas que implicava. Devido a essa realidade da vida astronômica, a Lua, e somente a Lua, seria sempre um subúrbio da Terra.
Também estavam presentes em pessoa três dos especialistas que haviam sido cooptados pelo Comitê. O astrônomo, Prof. Davidson, era um velho conhecido; nesse dia, não tinha um ar tão irascível como de costume. O Dr. Bose ignorava por completo as lutas intestinas que haviam precedido o lançamento da primeira sonda destinada a Rama, porém os colegas do professor não o deixaram esquecer esse fato.
A Dra. Thelma Price era uma figura familiar graças aos seus numerosos aparecimentos na televisão, embora o começo de sua celebridade datasse de cinqüenta anos atrás, durante a explosão arqueológica que se seguira à drenagem desse vasto museu marinho, o Mediterrâneo.
O Dr. Bose lembrava-se ainda da excitação daquela época, quando os tesouros perdidos dos gregos, romanos e uma dúzia de outras civilizações foram devolvidos à luz do dia. Foi essa uma das raras ocasiões em que ele lamentou viver em Marte.
O exobiologista, Carlisle Perera, era outra escolha que se impunha; e o mesmo se pode dizer de Dennis Solomons, o historiador da Ciência. O Dr. Bose sentia-se um pouquinho menos feliz com a presença de Conrad Taylor, o renomado antropólogo que granjeara fama graças a uma combinação sem precedentes de erudição e erotismo em seu estudo dos ritos da puberdade na Beverly Hills dos fins do século XX.
Ninguém, contudo, poderia ter contestado o direito de Sir Lewis Sands a fazer parte do Comitê. Homem cujos conhecimentos só eram igualados por sua urbanidade, Sir Lewis tinha fama de só perder a compostura quando o chamavam o Arnold Toynbee da sua época.
O grande historiador não estava presente em pessoa; negava-se obstinadamente a deixar a Terra, mesmo para ir a uma conferência momentosa como esta. Sua estéreo-imagem, indistinguível da realidade, parecia ocupar a cadeira à direita do Dr. Bose; como para completar a ilusão, alguém colocara um copo com água diante dele. O Dr. Bose considerava essa espécie de tour de force tecnológico um truque desnecessário, mas era surpreendente ver quantos homens verdadeiramente grandes sentiam um deleite infantil em estar ao mesmo tempo em dois lugares. Às vezes, esse milagre eletrônico causava desastres cômicos: Sir Lewis estivera numa recepção diplomática em que um dos presentes quisera atravessar um estereograma… e descobrira, tarde demais, que se tratava da pessoa real. O mais engraçado, porém, era ver projeções tentando estreitar-se as mãos… Sua Excelência o Embaixador de Marte junto aos Planetas Unidos pôs em ordem os seus pensamentos, que tendiam a divagar, e disse:
— Cavalheiros, a sessão está aberta. Creio não me enganar quando digo que esta é uma assembléia de talentos ímpares, reunidos para tratar de uma situação sem precedentes. A recomendação que nos fez o Secretário Geral foi avaliar a situação e aconselhar o Comandante Norton quando tal fosse necessário.
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