Arthur Clarke - Encontro com Rama
Здесь есть возможность читать онлайн «Arthur Clarke - Encontro com Rama» весь текст электронной книги совершенно бесплатно (целиком полную версию без сокращений). В некоторых случаях можно слушать аудио, скачать через торрент в формате fb2 и присутствует краткое содержание. Издательство: EDITORA NOVA FRONTEIRA, Жанр: Фантастика и фэнтези, на португальском языке. Описание произведения, (предисловие) а так же отзывы посетителей доступны на портале библиотеки ЛибКат.
- Название:Encontro com Rama
- Автор:
- Издательство:EDITORA NOVA FRONTEIRA
- Жанр:
- Год:неизвестен
- ISBN:нет данных
- Рейтинг книги:4 / 5. Голосов: 1
-
Избранное:Добавить в избранное
- Отзывы:
-
Ваша оценка:
- 80
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
Encontro com Rama: краткое содержание, описание и аннотация
Предлагаем к чтению аннотацию, описание, краткое содержание или предисловие (зависит от того, что написал сам автор книги «Encontro com Rama»). Если вы не нашли необходимую информацию о книге — напишите в комментариях, мы постараемся отыскать её.
Encontro com Rama — читать онлайн бесплатно полную книгу (весь текст) целиком
Ниже представлен текст книги, разбитый по страницам. Система сохранения места последней прочитанной страницы, позволяет с удобством читать онлайн бесплатно книгу «Encontro com Rama», без необходимости каждый раз заново искать на чём Вы остановились. Поставьте закладку, и сможете в любой момент перейти на страницу, на которой закончили чтение.
Интервал:
Закладка:
— Contato em quinze segundos — disse Joe. Ao curvar-se, tenso, sobre os comandos auxiliares, que esperava não ter de usar, o Comandante Norton sentiu agudamente tudo aquilo que viera focalizar-se nesse instante do tempo. Esse, por certo, era o pouso mais sensacional desde o primeiro desembarque na Lua, um século e meio atrás.
As casamatas cinzentas cresciam lentamente, observadas através da vigia de controle. Ouviu-se o derradeiro silvo de um jato de reação e sentiu-se um leve choque.
Durante as últimas semanas, o Comandante Norton perguntara-se muitas vezes o que diria neste momento. Mas agora que o momento chegava, foi a História que escolheu suas palavras, e ele falou quase automaticamente, com uma vaga consciência do eco do passado.
— Base Rama. A Endeavour acaba de pousar.
Ainda há um mês atrás, ele não teria acreditado que aquilo fosse possível. A nave andava numa missão de rotina, verificando e colocando radiofaróis de aviso sobre asteróides, quando chegou a ordem. A Endeavour era a única espaçonave no sistema solar que podia ir ao encontro do intruso antes que este desse a volta ao Sol e retornasse em sua trajetória, rumo às estrelas. Mesmo assim, fora necessário roubar combustível a três outras naves do Serviço de Observação solar, as quais agora flutuavam à deriva, esperando que as naves — tanques fossem reabastecê-las. Norton receava que os comandantes da Calypso, Beagle e Challenger não tornassem a lhe falar tão cedo.
Mesmo com esse excedente de propulsor, a perseguição fora longa e árdua. Rama já estava no interior da órbita de Vênus quando a Endeavour o alcançou. Nenhuma outra nave poderia ter feito o mesmo; o privilégio era único, e não se podia perder um só momento das próximas semanas. Um milhar de cientistas, na Terra, teriam de bom grado hipotecado suas almas em troca dessa oportunidade; agora, tudo que podiam fazer era observar os acontecimentos na TV, mordendo o beiço e pensando em quão melhor poderiam ter feito aquele serviço. Talvez tivessem razão, mas não havia alternativa. As leis inexoráveis da mecânica celeste haviam decretado que a Endeavour seria a primeira e a última de todas as naves criadas pelo homem que entraria em contato com Rama.
As indicações que recebia da Terra pouco contribuíam para aliviar as responsabilidades de Norton. Se fosse preciso tomar decisões numa fração de segundo, ninguém poderia ajudá-lo; o período de atraso nas comunicações com o Controle da Missão pelo rádio já era de dez minutos e continuava a crescer. Quantas vezes ele invejou os grandes navegadores do passado, que podiam interpretar as suas ordens lacradas sem a supervisão constante de um posto de comando! Quando eles cometiam um erro, ninguém ficava sabendo.
Contudo, sentia-se ao mesmo tempo contente porque algumas decisões podiam ser delegadas à Terra. Agora que a órbita da Endeavour havia coalescido com a de Rama, os dois seguiam em direção ao Sol como um só corpo; dentro de quarenta dias alcançariam o periélio e passariam a vinte milhões de quilômetros do Sol. Tal proximidade não era nada confortável; muito antes disso, a Endeavour teria de gastar todo o combustível que lhe restava a fim de se desviar para uma órbita mais segura. A tripulação disporia, talvez, de três semanas para fazer suas explorações antes de separar-se para sempre de Rama.
Depois disso, o problema seria da Terra. A Endeavour ficaria virtualmente à mercê das forças cósmicas, arrastada numa órbita que podia fazer dela a primeira nave espacial a alcançar as estrelas — dentro de cinqüenta mil anos, aproximadamente. Não havia razão para inquietar-se, prometera o Controle da Missão. De um modo ou de outro, e sem olhar aos custos, a Endeavour seria reabastecida — mesmo que fosse necessário enviar naves-tanques empós dela e abandoná-las no espaço depois que houvessem transferido todo o propulsor que continham. Rama era um prêmio que valia qualquer risco, abaixo de uma missão suicida.
E, naturalmente, a coisa podia chegar até esse ponto. O Comandante Norton não tinha ilusões a respeito. Pela primeira vez em cem anos, um elemento de total incerteza se introduzira nos negócios humanos. A incerteza era uma das coisas que nem os cientistas nem os políticos podiam tolerar. Se esse fosse o preço da sua resolução, a Endeavour e a sua tripulação seriam sacrificáveis.
5 A PRIMEIRA AEV [1] Atividade extraveicular (N. da E.)
RAMA estava silencioso como um túmulo — e talvez o fosse. Nenhum sinal de rádio, em qualquer freqüência; nenhuma vibração que os sismógrafos pudessem captar, além de microssismos indubitavelmente causados pelo crescente calor do Sol; nenhuma corrente elétrica; nenhuma radioatividade. Uma quietude quase agourenta; seria de crer que até num asteróide houvesse mais barulho.
Que é que nós esperávamos? pensou Norton. Um comitê de recepção? Não sabia se havia de sentir-se desapontado ou aliviado. Em todo caso, era a ele que parecia caber a iniciativa.
As ordens que tinha recebido eram para esperar durante vinte e quatro horas, depois sair e explorar. Ninguém dormiu muito nesse primeiro dia; os próprios membros da tripulação que não estavam de serviço passaram o tempo controlando os instrumentos que tenteavam em vão, ou simplesmente contemplando pelas vigias a paisagem friamente geométrica. Este mundo está vivo? perguntavam-se e tornavam a perguntar-se. Está morto? Ou simplesmente adormecido?
Na primeira excursão, Norton levou consigo apenas um companheiro — o Capitão-de-corveta Karl Mercer, seu valente e talentoso oficial de Sustentação da Vida. Não tencionava em absoluto distanciar-se da nave a ponto de ficar fora do alcance da vista é, se houvesse algum contratempo, era pouco provável que um grupo maior oferecesse mais segurança. Tomou, contudo, a precaução de levar mais dois membros da tripulação que, já metidos nos seus trajes espaciais, esperavam na eclusa de ar.
Os poucos gramas de peso que lhes davam os campos gravitacional e centrífugo combinados não ajudavam nem impediam; tinham de confiar exclusivamente nos seus jatos. Logo que fosse possível, disse Norton de si para si, armaria uma cama-de-gato com cabos de amarração entre a nave e as casamatas, de modo que os exploradores pudessem mover-se de um lado para outro sem desperdício de propulsores.
A mais próxima casamata ficava a apenas dez metros da eclusa de ar, e a primeira preocupação de Norton foi verificar se o contato não havia causado nenhum dano à nave. O casco da Endeavour repousava contra a parede curva com uma pressão de várias toneladas, mas essa pressão estava uniformemente distribuída. Mais tranqüilo, ele pôs-se a flutuar em volta da estrutura circular, procurando determinar qual seria o seu objetivo.
Apenas havia Norton percorrido alguns metros quando notou uma interrupção na parede lisa, aparentemente metálica. A princípio julgou que se tratasse de uma espécie de decoração, pois não parecia ter nenhuma função útil. Seis sulcos ou fendas radiais sanavam profundamente o metal e, dentro deles, havia seis barras cruzadas como os raios de uma roda, sem aro, com um pequeno cubo no centro. Mas não havia meio de fazer girar a roda, pois estava embutida na parede.
Notou então, com uma excitação crescente, que havia escavações mais profundas nas extremidades dos raios, perfeitamente torneadas de modo a receber dedos (garras? tentáculos?). Se uma pessoa se colocasse assim, apoiando-se contra a parede, e puxasse o raio assim…
Macia como seda, a roda deslizou para fora da parede. Com inexprimível assombro — pois estava virtualmente convencido de que quaisquer partes móveis teriam sido soldadas pelo vácuo há muitos séculos — Norton viu-se de repente com uma roda de malaguetas nas mãos. Era como se fosse o capitão de algum velho navio a vela, manejando o leme do seu barco.
Читать дальшеИнтервал:
Закладка:
Похожие книги на «Encontro com Rama»
Представляем Вашему вниманию похожие книги на «Encontro com Rama» списком для выбора. Мы отобрали схожую по названию и смыслу литературу в надежде предоставить читателям больше вариантов отыскать новые, интересные, ещё непрочитанные произведения.
Обсуждение, отзывы о книге «Encontro com Rama» и просто собственные мнения читателей. Оставьте ваши комментарии, напишите, что Вы думаете о произведении, его смысле или главных героях. Укажите что конкретно понравилось, а что нет, и почему Вы так считаете.