Isaac Asimov - O fim da eternidade

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O fim da eternidade: краткое содержание, описание и аннотация

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Andrew Harlan é um Eterno: membro da classe dominante do futuro. Seu trabalho é viajar pelos séculos monitorando e alterando realidades, corrigindo assim os erros dos homens. A humanidade estava a salvo. Até que Harlan comete o pior dos pecados: apaixona-se. Tido como um de seus melhores trabalhos, este clássico nos mostra mais uma vez por que Asimov é considerado o grande mestre da ficção científica moderna.

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E era comum examinar-se várias cercas para ver qual seria menos perturbada por fazendeiros, mendigos e mesmo cães vadios, durante a noite.

Mas Harlan, agora, no outro lado da escala, dormia numa cama de superfície de matéria saturada de campo, uma soldagem peculiar de matéria e energia, que entrava somente nos níveis econômicos mais altos daquela sociedade. Em todo o Tempo, era menos comum que matéria pura, porém mais comum que energia pura. Em qualquer caso, ela se moldava ao seu corpo, quando se deitava, ficava firme quando ele ficava quieto, cedendo quando se movia ou se virava.

Ele confessava com relutância a atração de tais coisas, e aceitava o bom senso que levava cada Setor da Eternidade a viver na escala média de seu século, ao invés de seu nível mais confortável. Dessa forma, podia-se manter contato com os problemas e com a “percepção” do século, sem sucumbir-se a uma identificação muito íntima com um exagero sociológico.

É fácil, pensou Harlan naquela primeira noite, viver-se com aristocratas.

E um pouco antes de adormecer, ele pensou em Noys.

Sonhou que estava no Conselho Geral, de mãos entrelaçadas diante de si de maneira austera. Estava fitando um Finge pequeno, muito pequeno, que ouvia aterrorizado a sentença que o estava banindo da Eternidade e mandando-o para Observação perpétua de um dos séculos desconhecidos do distante, distante futuro. As sombrias palavras de exílio estavam saindo da própria boca de Harlan, e imediatamente Noys Lambent sentou-se à sua direita.

Ele não a havia notado, a princípio, mas seus olhos ficaram movendo-se para a direita, e faltaram-lhe as palavras.

Ninguém mais a via? O resto dos membros do Conselho olhava firmemente para diante, exceto Twissell. Ele se voltou para sorrir para Harlan, olhando através da garota como se ela não estivesse ali.

Harlan quis mandá-la embora, mas as palavras não mais saíam de sua boca. Tentou bater na garota, mas seu braço moveu-se lentamente e ela não se mexeu. Seu corpo era frio.

Finge estava rindo… mais alto… mais alto…

…e era Noys Lambent rindo.

Harlan abriu os olhos à brilhante luz do sol e fitou a garota por um momento, horrorizado, antes de se lembrar onde estavam.

— Você estava gemendo e batendo no travesseiro — disse ela. — Estava tendo um pesadelo?

Harlan não respondeu.

— Seu banho está pronto — disse ela. — Suas roupas também. Fiz os preparativos para que se junte hoje à multidão. Pareceu estranho voltar à minha vida normal após ficar tanto tempo na Eternidade.

Harlan sentiu-se agudamente perturbado diante da fácil fluência de palavras da garota. — Você não lhes disse quem sou, espero — disse ele.

— É lógico que não.

É lógico que não! Finge teria tomado conta daquele pequeno detalhe, colocando com facilidade sua mente sob narcose, se o julgasse necessário. Ele poderia não tê-lo achado necessário, contudo. Afinal de contas, ele lhe havia dado “observação cuidadosa”.

O pensamento irritou-o. — Eu preferiria ser deixado só o maior tempo possível — disse ele.

Ela o fitou incerta, durante um momento ou dois, e saiu.

Harlan passou pelo ritual matinal de lavar-se e vestir-se, de mau humor. Não tinha grandes esperanças de uma noite excitante. Teria de dizer o menos possível, fazer o menos possível, ser uma parte da parede o mais possível. Sua função verdadeira era aquela de um par de ouvidos e um par de olhos. Ligando esses sentidos com o relatório final, estava sua mente que, de maneira ideal, não tinha outra função.

Normalmente ele não ficava perturbado com o fato de, como Observador, não saber o que estava procurando. Um Observador, tinha-lhe sido ensinado quando Aprendiz, não deve ter noções preconcebidas com relação a quais dados são desejados ou quais conclusões são esperadas. O conhecimento, foi dito, destorceria automaticamente a sua visão, por mais consciencioso que tentasse ser.

Mas, nas circunstâncias, a ignorância era irritante. Harlan suspeitou firmemente de que não havia nada para procurar, que estava fazendo o jogo de Finge, de certa forma. Entre isso e Noys…

Ele fitou de maneira selvagem a sua própria imagem reproduzida em precisão tri-dimensional, sessenta centímetros adiante dele, pelo Refletor. As roupas apertadas do século 482, sem costuras e de cores vivas, faziam-no, pensou ele, parecer ridículo.

Noys Lambent chegou correndo até ele, exatamente depois que este havia terminado uma refeição solitária, que lhe fora trazida por um Mecano.

— Estamos em junho, Técnico Harlan — disse ela ansiosamente.

— Não use o título aqui — disse ele asperamente. — E daí que estamos em junho?

— Mas era fevereiro, quando entrei — ela fez uma pausa, em dúvida — naquele lugar, e isso foi apenas há um mês atrás.

Harlan franziu as sobrancelhas. — Em que ano estamos agora?

— Oh, estamos no ano certo.

— Tem certeza?

— Absoluta. Houve algum engano?

Ela tinha o hábito importuno de ficar bem perto dele, enquanto conversavam, e sua pronúncia levemente afetada (uma peculiaridade do século, e não particularmente dela) dava-lhe o tom da voz de uma criança jovem e bastante indefesa. Harlan não se deixou enganar por isso. Afastou-se.

— Nenhum engano. Você foi colocada aqui porque é mais conveniente. Na verdade, no Tempo, você sempre esteve aqui.

— Mas como pude? — ela pareceu ainda mais assustada. — Não lembro nada a respeito. Existem duas de mim?

Harlan estava muito mais irritado do que a causa justificava. Como poderia explicar-lhe a existência de micromudanças, induzidas por cada interferência com o Tempo, que podiam alterar vidas individuais sem efeito apreciável no século como um todo? Mesmo os Eternos às vezes esqueciam a diferença entre micromudanças (“a” minúsculo) e Mudanças (“M” maiúsculo), que alteravam a Realidade de maneira significante.

— A Eternidade sabe o que está fazendo — disse ele.

— Não faça perguntas.

Disse-o orgulhosamente, como se ele próprio fosse um Computador Sênior e tivesse decidido pessoalmente que junho era o momento próprio no Tempo e que a micromudança induzida, pulando três meses, não poderia tornar-se uma Mudança.

— Então perdi três meses de vida — disse ela.

Ele suspirou. — Seus movimentos pelo Tempo não têm nada a ver com sua idade fisiológica.

— Bem, perdi ou não perdi?

— Perdeu ou não perdeu o quê?

— Três meses.

— Por Tempo, mulher, estou-lhe falando o mais claramente possível. Você não perdeu nenhum tempo de sua vida. Você não pode perder nenhum.

Ela recuou diante de seu grito e então, subitamente, deu uma risadinha. — Você tem um sotaque engraçadíssimo — disse ela. — Especialmente quando fica zangado.

Ele a olhou com desagrado, enquanto lhe dava as costas, em retirada. Que sotaque? Falava o qüinqüemilenar tão bem quanto qualquer um do Setor. Melhor, provavelmente.

Garota estúpida!

Ele se encontrou novamente diante do Refletor, fitando sua imagem, que o fitava também, com profundas rugas verticais entre os olhos.

Ele as alisou e pensou: não sou bonito. Meus olhos são muito pequenos, minhas orelhas são salientes e meu queixo é muito grande.

Nunca havia pensado particularmente no assunto antes, mas agora lhe ocorrera, de maneira totalmente súbita, que seria agradável ser bonito.

Tarde da noite, Harlan adicionou suas notas às conversas que havia colhido, enquanto estavam todas frescas na mente.

Como sempre, em tais casos, fez uso de um gravador molecular de fabricação do século 55. Na forma, era um inexpressivo cilindro fino de cerca de dez centímetros de comprimento por um e meio de diâmetro. Tinha uma cor castanha profunda mas reservada. Podia ser facilmente transportado na manga, bolso ou forro, dependendo do estilo da roupa, ou ainda preso no cinto, botão ou punho.

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