Barbara Cartland - A Vingança Do Conde

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Charles Lyndon, herdeiro de um ducado e recentemente amante rejeitado, está desesperado para salvar a sua honra e reputação entre os jovens dândis e senhoras da sociedade da corte londrina. Bonito, rico e condecorado por sua bravura no exército lutando pelo Rei e pela pátria, Charles é reconhecido como um dos solteiros mais cobiçados na sociedade. Porém, apesar do seu sucesso com as mulheres, parece que não consegue encontrar a esposa perfeita. A linda Rania Temple, está morando por gentileza e empobrecida no seu país. Longe das modas e tendências da cidade, ela é dedicada à sua família e aos seus amados cavalos. A única mancha na sua paisagem perfeita, é uma grave falta de dinheiro, sem o qual, representa perder tudo o que ela mais preza. Mas um encontro casual, entre Charles e Rania, faz com que resolvam unir suas forças, para montar uma farsa, que os beneficiará a ambos. Assim , resolvem criar uma charada que vai enganar todos, desde Harry, o amado irmão de Raina, até ao lider do Beau Monde, o próprio Princepe regente. O plano é torná-la, um grande acontecimento nas festas londrinas, a fim de provocar ciúme na ex-amada. Raina, apresenta-se muito bem vestida, com modos finos e educados, de tal forma, que conquista a alta sociedade e é, de fato, aclamada, como a mais bela da temporada. Uma teia de enganos, vai girar em torno do casal, mas Charles não é o único jogador neste jogo, com desejo de vingança… mas na ironia do destino, Charles também cai na sua própria armadilha, pois ela despertou nele, um amor inesperado… e agora não lhe basta que Raina seja só uma noiva de mentira, ele quer uma noiva de verdade e conquistar o seu coração!

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Apesar de ter consciência de que a Sylvie Bancroft estava acostumada a receber os maiores elogios dos admiradores e de que seus pretendentes eram inúmeros, Charles soube instintiva- mente que ela não só aceitaria seu pedido de casamento como ficaria encantada em tomar-se sua esposa.

Seria vitorioso, claro, Charles dizia a si próprio com confiança. Sempre fora assim e na questão de matrimônio a sorte não o abandonaria.

Na noite anterior Charles havia dançado com Sylvie e lhe dissera:

—Eu gostaria de estar com você em um lugar tranquilo onde possamos conversar sem que nos perturbem. Quero fazer-lhe uma pergunta importante.

O riso de Sylvie soara límpido e musical. Ela sabia quais era as intenções dele e o convidara:

—Nesse caso, faça-nos uma visita no sábado à tarde, no campo. Meus pais e eu iremos amanhã para a Banproft House. Ficarei muito feliz em revê-lo.

O convite deixara Charles radiante, mas ele não o demonstrara. Respondera apenas:

—Estarei com você às duas, no sábado.

Para surpresa de Sylvie, ele não dançara com ela novamente. Deixara o salão pouco depois sem lhe dizer boa noite.

Terminado o baile Sylvie voltou muito feliz para sua casa, na Belgrave Square, dizendo a si mesma que havia derrotado as amigas.

Todas elas, sem exceção, haviam tentado conquistar Charles Lyndòn desde que ele surgira no cenário social.

Charles Lyndon conduzia com prazer e perícia invejável os quatro magníficos cavalos. Aliás, ele era perfeito em tudo o que se dispunha a fazer.

Enquanto os animais venciam as milhas com facilidade, Charles fazia mentalmente planos para seu casamento.

Após a cerimônia, que seria realizada no campo, os recém-casados teriam uma breve lua-de-mel e se estabeleceriam na Lyndon Hall.

Havia muito a fazer na mansão. Durante o tempo em que Charles estivera na guerra e com a doença do pai, Lyndon Hall fora um tanto negligenciada.

Ôs criados que cuidavam da mansão desde que ele era um garotinho, já estavam idosos e mereciam se aposentar. Caso preferissem continuar trabalhando, precisariam de ajudantes.

A sala de estar e o salão de recepções seriam redecorados e as pinturas do teto, obras de artista famosos, deviam ser restauradas.

«Cuidarei dos consertos do prédio e deixarei Sylvie encarregada da decoração, bem como de receber nossos convidados e hóspedes», Charles decidiu.

Sabia que assim que fixasse residência com a esposa na Lyndon Hall ambos teriam hóspedes com frequência e receberiam muitas visitas de amigos e vizinhos.

Duas outras coisas faziam parte dos planos de Charles Lyndon, construir uma pista de corridas e ter uma bela matilha de cães de caça à raposa.

Durante a longa guerra contra Napoleão Bonaparte tudo ficara estagnado e agora, tendo a Inglaterra sido vitoriosa, o país voltava aos poucos ao normal.

No mundo social ninguém queria perder um minuto. Londres tomava-se uma cidade trepidante de vida. Charles Lyndon lembrou que antes de deixar a Lyndon House, sua casa na Berkeley Square, examinara a pilha de correspondência e constatara que quase todos os envelopes continham, convites para festas, recepções e bailes.

Por sorte ele contratara um secretário muitíssimo eficiente que cuidaria de responder aos convites e às cartas.

O antigo secretário, que trabalhava para o pai de Charles, aposentara-se e seu cargo era ocupado atualmente pelo Major Monsell.

O Major servira na guerra napoleônica sob o comando de Charles e, tendo ficado viúvo logo depois de seu regresso à Inglaterra, sentira-se muito só. Portanto, aceitara prazerosamente o convite de trabalhar e morar na Lyndon House como secretário e contador.

Para Charles era uma tranqüilidade ter um homem tão competente e organizado a seu serviço, o que o livrava de um trabalho tedioso.

No mês anterior o Major Monsell se casara novamente com uma viúva sem filhos e ambos continuaram morando no Lyndon House.

Avistando ao longe os imponentes portões da casa de lorde Bancroft, Charles Lyndon diminuiu a velocidade dos cavalos. Consultou o relógio e constatou satisfeito que quebrara um novo recorde.

Ninguém jamais poderia dirigir de Londres a Buckinghamshire em tão pouco tempo. Seus quatro admiráveis cavalos, comprados na semana anterior no Tattersalps por alto preço, valiam cada libra despendida com eles.

O faetonte transpôs os portões de ferro ricamente trabalhados da Bancroft House e quando faltavam três minutos para as duas

Charles Lyndon refreava os cavalos diante da casa, enorme, porém sem grandes atrativos.

Pontualidade era uma das virtudes que Charles mais prezava. No Exército todo o seu regimento era elogiado por jamais se atrasar ou demorar no cumprimento de uma ordem.

Um tapete vermelho foi desenrolado sobre os degraus da entrada assim que o faetonte parou por completo. Dois lacaios trajando librés vistosas e cheias de enfeites se apressaram e postaram-se do lado da carruagem, enquanto o cavalariço de Charles saltava agilmente do banquinho traseiro para segurar as rédeas dos cavalos.

Charles Lyndon desceu do faetonte com desenvoltura e elegância, o que era difícil, considerando-se a altura da carruagem.

Um mordomo idoso, de cabelos brancos recebeu-o.

—Bom tarde, sir . Espero que tenha feito boa viagem.

—Sim, foi ótima e posso afirmar que estabeleci novo recorde— tomou Charles, satisfeito.

O mordomo sorriu.

—Não é de admirar, sir.

Sem dizer mais nada o velho conduziu o visitante por um corredor, com excesso de mobília e abriu a porta de um salão decorado com inúmeros vasos de flores.

De pé, junto da janela, estava Sylvie. Naquele vestido cor-de-rosa ela própria era a figura de uma linda rosa em botão.

—Senhor Charles Lyndon, Srta. Sylvie— o mordomo anunciou.

Sylvie desviou a atenção dos pombos brancos que se achavam no jardim repleto de flores, virou-se, estendeu as mãos para Charles que caminhava na sua direção e falou recatadamente:

—Pensei que você talvez se tivesse esquecido da promessa de vir nos visitar.

—Sabe que eu jamais deixaria de cumprir uma promessa— Charles replicou.

— Está encantadora, Sylvie.

Ela sorriu para Charles como se nunca tivesse recebido elogio semelhante.

—Você deve imaginar qual é o motivo desta minha visita— ele acrescentou.

—Bem, você disse que desejava me ver a sós, mas nada revelou sobre a razão de sua visita.

—Que outra razão poderia ser? Quero que você seja minha esposa e vim pedir sua mão a seu pai!— Charles disse em tom solene.

Sylvie simulou grande surpresa e indagou, vacilante:

—Sua esposa?! Como eu poderia... imaginar que você... queria propor-me… casamento?

Os olhos de Charles brilharam com mais intensidade.

—Desde que a conheci, três semanas atrás, decidi que você era a mulher perfeita para ser minha esposa. Eu amo você, Sylvie— Charles declarou.

—Imaginei que você… talvez me amasse… e quando me beijou… duas noites atrás… também senti que o amava...

—Sim, claro— Charles interrompeu-a—, percebi que você vibrou com meu beijo. Sei que você me ama, Sylvie, e trouxe-lhe isto!

Charles tirou do bolso um pequeno estojo de veludo e abriu-o. Sylvie não escondeu sua admiração ao ver o belíssimo anel com um diamante enorme, branco-azulado, cercado de diamantes menores. Deixou escapar da garganta um pequeno grito revelador da sua surpresa e seu encanto.

A jóia refulgiu ao sol da tarde. Era inegavelmente um anel de grande beleza e valor incalculável.

Feliz com a reação da namorada, Charles colocou o estojo na mão dela e a enlaçou nos braços para beijá-la.

—Espere!

A voz de Sylvie, um tanto alta e aguda, surpreendeu Charles. Quando ela se desvencilhou dos seus braços, ele ficou pasmado.

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