Dante Alighieri - Dante Alighieri - A Divina Comédia

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Dante Alighieri: A Divina Comédia: краткое содержание, описание и аннотация

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A Divina Comédia propõe que a Terra está no meio de uma sucessão de círculos concêntricos que formam a Esfera armilar e o meridiano onde é Jerusalém hoje, seria o lugar atingido por Lúcifer ao cair das esferas mais superiores e que fez da Terra Santa o Portal do Inferno. Portanto o Inferno, responderia pela depressão do Mar Morto, onde todas as águas convergem, e o Paraíso e o Purgatório seriam os segmentos dos círculos concêntricos que juntos respondem pela mecânica celeste e os cenários comentados por Dante, num poema envolvendo todos os personagens bíblicos do Antigo ao Novo Testamento, que são costumeiramente encontrados nas entranhas do Inferno sendo que os personagens principais da Divina Comédia são o próprio autor, Dante Alighieri, que realiza uma jornada espiritual pelos três reinos do além-túmulo, e seu guia e mentor nessa empreitada, Virgílio – o próprio autor da Eneida.

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E veja os maus que houveste referido”.

136 Move-se o Vate então, após o sigo.

1. Em meio etc. Aos 35 anos. Dante tinha 35 anos no dia 25 de março de 1300, ano no qual o papa Bonifácio VIII proclamou o primeiro Jubileu. — 2. Tenebrosa etc., simbólica selva dos vícios humanos. — 32. Pantera , símbolo da luxúria e da fraude; politicamente, de Florença. — 44. Um leão , símbolo da soberba e da violência; politicamente, da França. — 40. Loba , símbolo da avareza e da incontinência; politicamente da Cúria Romana. — 62. Alguém etc., o poeta Virgílio Maro, símbolo da razão humana. — 105. Entre Feltro e Feltro , entre Montefeltro e Feltro. — 122. Espirito melhor , Beatriz, a mulher que Dante amou.

[II]

Depois da invocação às Musas, Dante, considerando a sua fraqueza, duvida de aventurar-se na viagem. Dizendo-lhe, porém, Virgílio, que era Beatriz quem o mandava, e que havia quem se interessava pela sua salvação, determina-se segui-lo e entra com o seu guia no difícil caminho.

FORA-se o dia; e o ar, se enevoando,

Aos animais, que vivem sobre a terra,

3 As fadigas tolhia; eu só, velando,

Me aparelhava a sustentar a guerra

Da jornada, assim como da piedade,

6 Que vai pintar memória, que não erra.

Ó Musas! Ó do gênio potestade!

Valei-me! Aqui, ó mente, que guardaste

9 Quanto vi, mostra a egrégia qualidade.

“Poeta”, — assim falei, — “que começaste

A guiar-me, vê bem se em mim persiste

12 Calor que, à empresa que me fias, baste.

“Que o pai do Sílvio fora, referiste,

Corrutível ainda, até o inferno

15 Sem perder o que em corpo humano existe.

“Se do mal assim quis o imigo eterno,

Origem vendo nele do alto efeito,

18 O que e o qual, segundo o que discerno,

“Pela razão bem pode ser aceito;

Que para Roma e o império se fundarem

21 Fora no céu por genitor eleito;

“À qual e ao qual cabia aparelharem,

Dizendo-se a verdade, o lugar santo

24 Aos que do maior Pedro o sólio herdaram.

“Nessa empresa, em que o hás louvado tanto,

Cousas ouviu, de que surgiu motivo

27 Ao seu triunfo e ao pontifício manto.

“Lá foi o Vaso Eleito ainda vivo:

Conforto ia buscar, à fé, que à estrada

30 Da salvação princípio é decisivo.

“Por que irei? Quem permite esta jornada?

Enéias, Paulo sou? Essa ventura

33 Nem eu, nem outrem crê ser-me adatada.

“Receio, pois seja ato de loucura,

Se eu me resigno a cometer a empresa.

36 Supre, és sábio, o que digo em frase escura”.

Como quem ora quer, ora despreza,

Sua alma a ideias novas tem disposta,

39 Mostrando aos seus desígnios estranheza,

Assim fiz eu na tenebrosa encosta,

Porque, pensando, abandonava o intento,

42 Formado à pressa, que ora me desgosta.

“Do teu dizer se atinjo o entendimento”

— Do magnânimo a sombra me tornava, —

45 “Eivado estás de ignóbil sentimento,

“Que do homem muita vez faz alma ignava,

Das honrosas ações o desviando,

48 Qual sombra, que o corcel ao medo trava.

“Desse temor livrar-te desejando,

Por que vim te direi e quanto ouvido

51 Hei logo ao ver-te mísero lutando.

“No Limbo era suspenso: eis requerido

Por Dama fui tão bela, tão donosa,

54 Que as ordens suas presto lhe hei pedido.

“Brilhavam mais que a estrela radiosa

Os seus olhos; suave assim dizia

57 De anjo com voz, falando-me piedosa:

— “De Mântua alma cortês, que inda hoje em dia

No mundo gozas fama tão sonora,

60 Que, enquanto existir mundo, mais se amplia,

“Amigo meu, que a sorte desadora,

Pela deserta falda indo, impedido

63 De medo, atrás os passos volta agora.

“Temo que esteja tanto já perdido,

Que tarde eu tenha vindo a socorrê-lo,

66 Pelo que lá no céu dele hei sabido.

“Parte, pois, e com teu discurso belo

E quanto o salvar possa do perigo

69 Lhe acode; e me console o teu desvelo.

“Sou Beatriz, que envia-te ao que digo,

De lugar venho a que voltar desejo:

72 Amor conduz-me e faz-me instar contigo.

“Voltando ao meu Senhor, em todo o ensejo

Repetirei louvor, que hás merecido”. —

75 “Tornei-lhe, quando já calar-se a vejo:

— “Senhora da virtude, a quem tem sido

Dado só que proceda a espécie humana

78 Quanto é no mundo sublunar contido,

“Tanto praz-me a ordem que de ti dimana,

Que, já cumprida, houvera inda demora:

81 Em me abrir teu querer não mais te afana.

“Diz-me, porém, por que razão, Senhora,

Baixar a este centro hás resolvido

84 Do céu, a que ardes por voltar agora”.

— “Se queres tanto ser esclarecido

Eu te direi” — tornou-me — “frase breve

87 Por que sem medo às trevas hei descido.

“Somente as cousas recear se deve

Que a outrem podem ser causa de dano

90 Não das mais: a temor a causa é leve.

“De Deus favor criou-me soberano

Tal, que a vossa miséria não me empece

93 Nem deste incêndio assalta o fogo insano.

“Nobre Dama há no céu, que compadece

O mal, a que te envio; e tanto implora,

96 Que lá decreto austero se enternece.

— “Volvendo-se a Luzia, assim a exora:

“O teu servo fiel tanto periga,

99 Que ao teu amparo o recomendo agora”. —

“Luzia, sempre do que é mau imiga

Ergue-se e ao lugar foi, em que eu sentada

102 Ao lado estava de Raquel antiga.

“De Deus vero louvor!” — diz-me apressada —

“Por que não socorrer quem te amou tanto,

105 Que só por ti deixou do vulgo a estrada?

“Não lhe ouves, Beatriz, o amargo pranto?

Não vês que junto ao rio é combatido,

108 Que ao mar não corre, por mortal espanto?” —

“Os danos, tão veloz, não tem fugido

Ninguém, nem procurado o que deseja,

111 Como eu, em tendo vozes tais ouvido;

“O trono meu deixei, por que te veja,

Fiada em teus discursos eloquentes,

114 Honra tua e de quem te ouvindo esteja”. —

“Assim falava e os olhos fulgentes

Com lágrimas a mim ela volvia,

117 Para apressar-me a vir assaz potentes.

“A ti vim, pois, como ela requeria;

Da fera te livrei, que da colina

120 Tão perto já, teus passos impedia.

“Que fazes, pois? Por que, por que domina

Tanta fraqueza o peito espavorido?

123 Por que ao valor tua alma não se inclina,

“Quando és pelas três santas protegido,

Que na corte do céu por ti se esmeram,

126 E gozar tanto bem lhe é prometido?” —

Quais flores, que, fechadas, se abateram

Da noite ao frio, e, quando o sol aquece,

129 Erguem-se abertas na hástea, tais como eram,

Tal meu valor renova e fortalece.

Tanto ardimento o coração me aviva,

132 Que exclamei, como quem jamais temesse:

“Ó Dama em socorrer-me compassiva!

E tu, que a voz lhe ouvindo, obedeceste,

135 Cortês ao rogo e com vontade ativa,

“Por teu dizer no peito me acendeste

Desejo tal de vir, que sou tornado

138 Ao propósito, a que antes me trouxeste.

“Vai, pois nosso querer ’stá combinado.

Serás meu guia, meu senhor, meu mestre!”

Disse-lhe assim. Moveu-se ele; ao seu lado

142 Pelo caminho entrei alto e silvestre.

13. O pai de Sílvio , Enéias. — 28. O Vaso — São Paulo que nos Atos dos Apóstolos é chamado o Vaso de eleição. — 76. Senhora da virtude , Beatriz simboliza a teologia. — 94. Nobre Dama , Maria, mãe de Jesus, símbolo da misericórdia divina. 97. — Luzia , mártir e santa, símbolo da graça iluminante. — Raquel , filha de Labão e mulher do patriarca Jacó, simboliza a vida contemplativa.

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