George Martin - A Fúria dos Reis

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A mão de Meera encontrou a de Bran na escuridão e apertou seus dedos.

– Eu vou, se tiver medo.

Bran ouviu dedos apalpando couro, seguido de som de aço batendo em pederneira. E mais uma vez. Voou uma fagulha, pegou. Osha soprou suavemente. Uma longa chama pálida despertou, esticando-se como uma menina nas pontas dos pés. O rosto de Osha flutuou por cima dela. Tocou a chama com a ponta de um archote. Bran teve de semicerrar os olhos quando o piche começou a arder, enchendo o mundo com um clarão laranja. A luz acordou Rickon, que se sentou, bocejando.

Quando as sombras se moveram, pareceu por um instante que os mortos também estavam se levantando. Lyanna e Brandon, Lorde Rickard Stark, seu pai, Lorde Edwyle, pai deste, Lor-de Willam e o irmão Artos, o Implacável, Lorde Donnor, Lorde Beron e Lorde Rodwell, Lorde Jonnel, com um olho só, Lorde Barth, Lorde Brandon e Lorde Cregan, que tinha lutado contra o Cavaleiro do Dragão. Sentavam-se em cadeirões de pedra com lobos de pedra aos pés. Era para lá que iam quando o calor se escoava de seu corpo; aquele era o escuro salão dos mortos, onde os vivos temiam entrar.

E, junto à abertura da tumba vazia que esperava por Lorde Eddard Stark, sob seu majestoso retrato de granito, os seis fugitivos aninhavam-se em volta de seu pequeno montinho de pão, água e carne-seca.

– Agora pouco resta – resmungou Osha enquanto olhava pestanejando as reservas do grupo. – Seja como for, não tarda que tenha de subir, senão ficamos reduzidos a comer o Hodor.

– Hodor – disse Hodor, sorrindo para ela.

– É dia ou noite lá em cima? – Osha quis saber. – Perdi a conta dessas coisas.

– É dia – disse-lhe Bran –, mas está escuro por causa de toda aquela fumaça.

– O senhor tem certeza?

Sem mover seu corpo aleijado, projetou-se mesmo assim, e por um instante viu duas imagens. Ali estava Osha, segurando o archote, e Meera, Jojen e Hodor, e a dupla fileira de grandes pilares de granito e senhores havia muito mortos atrás deles, que se prolongavam pela escuridão adentro… Mas também lá estava Winterfell, cinza da fumaça que pairava no ar, com os enormes portões de carvalho e ferro calcinados e torcidos, a ponte levadiça caída num novelo de correntes quebradas e pranchas de madeira desaparecidas. Cadáveres boiavam no fosso, ilhas para os corvos.

– Com certeza – ele declarou.

Osha pensou no assunto por um momento.

– Então vou arriscar uma olhadela. Quero todos logo atrás de mim. Meera, traga o cesto de Bran.

– Vamos para casa? – Rickon perguntou em voz excitada. – Quero o meu cavalo. E quero bolos de maçã, manteiga e mel, e o Felpudo. Vamos para onde está o Felpudo?

– Sim – Bran prometeu –, mas tem de ficar quieto.

Meera atou o cesto de vime às costas de Hodor e ajudou a pôr Bran lá dentro, enfiando as pernas inúteis nos buracos. Sentia um estranho frio na barriga. Sabia o que os esperava lá em cima, mas isso não fazia o medo desaparecer. Ao partirem, Bran virou-se para dar um último olhar ao pai, e pareceu-lhe que havia uma tristeza nos olhos de Lorde Eddard, como se não quisesse que eles partissem. Temos de partir , pensou. Já é tempo .

Osha levava sua longa lança de carvalho numa mão e o archote na outra. Uma espada nua pendia de suas costas, uma das últimas a ostentar a marca de Mikken. Forjara-a para a sepultura do Lorde Eddard, para deixar seu fantasma em descanso. Mas com Mikken morto e os homens de ferro de guarda no arsenal, era difícil resistir a bom aço, mesmo se implicasse assaltar uma tumba. Meera tinha ficado com a lâmina de Lorde Rickard, apesar de se queixar de seu peso. Bran ficou com a do seu homônimo, a espada feita para o tio que nunca conhecera. Sabia que não seria muito útil numa luta, mas mesmo assim sentia-se bem com a arma na mão.

Mas era só um jogo, e Bran bem o sabia.

Seus passos ecoaram pelas cavernosas criptas. As sombras atrás deles engoliram o pai, enquanto as que estavam à frente se retiravam para revelar outras estátuas; aqueles já não eram lordes, mas sim os antigos Reis do Norte. Na testa, ostentavam coroas de pedra. Torrhen Stark, o Rei que Ajoelhou; Edwyn, o Rei da Primavera; Theon Stark, o Lobo Faminto; Brandon, o Incendiário; e Brandon, o Construtor Naval. Jorah e Jonos; Brandon, o Mau; Walton, o Rei da Lua; Edderion, o Noivo; Eyron; Benjen, o Doce; e Benjen, o Amargo; Rei Edrick Barba de Neve. Seus rostos eram severos e fortes, e alguns deles tinham feito coisas terríveis, mas todos eram Stark, e Bran conhecia todas as suas histórias. Nunca temera as criptas; eram parte do seu lar e de quem era, e sempre soube que um dia também jazeria ali.

Mas agora não tinha tanta certeza. Se subir, será que algum dia voltarei a descer? Para onde irei quando morrer?

– Esperem – Osha os alertou, quando chegaram à escada espiral feita em pedra, que subia até a superfície e descia para os níveis inferiores, onde reis ainda mais antigos se sentavam em seus tronos escuros. Ela entregou o archote a Meera. – Eu subo tateando – durante algum tempo ouviram o som de seus passos, que foram se tornando cada vez menos audíveis, até desaparecerem por completo.

– Hodor – o gigante disse nervosamente.

Bran tinha dito a si mesmo uma centena de vezes como detestava esconder-se lá embaixo, no escuro, como queria voltar a ver o sol, atravessar a cavalo o vento e a chuva. Mas agora que o momento se aproximava, tinha medo. Sentira-se seguro na escuridão; quando sequer se conseguia encontrar a própria mão na frente do rosto, era fácil acreditar que nenhum inimigo seria alguma vez capaz de encontrá-los. E os senhores de pedra tinham lhe dado coragem. Mesmo quando não podia vê-los, sabia que estavam ali.

Pareceu demorar muito tempo até voltarem a ouvir alguma coisa. Bran começava a temer que algo tivesse acontecido a Osha. O irmão não parava quieto.

– Quero ir para casa ! – Rickon disse em voz alta. Hodor inclinou a cabeça e disse:

– Hodor – e então ouviram de novo o som de passos, aumentando de volume, e alguns minutos depois Osha emergiu para a luz, com uma expressão sombria.

– Alguma coisa está bloqueando a porta. Não consigo movê-la.

– Hodor consegue mover qualquer coisa – Bran lembrou.

Osha deu ao enorme cavalariço um olhar avaliador:

– Talvez consiga. Então venham daí.

Os degraus eram estreitos, e tinham de subir em fila única. Osha ia à frente. Atrás vinha Hodor, com Bran bem agachado às suas costas, para não bater a cabeça no teto. Meera seguia-os com o archote, e Jojen fechava a retaguarda, levando Rickon pela mão. Subiram, dando voltas e mais voltas. Bran achou que agora conseguia cheirar a fumaça, mas talvez fosse apenas o archote.

A porta das criptas era feita de pau-ferro. Era velha e pesada, e fazia certo ângulo com o chão. Só uma pessoa tinha acesso a ela de cada vez. Osha tentou uma vez mais ao chegar lá, mas Bran viu que a porta não se movia.

– Deixe Hodor tentar.

Tiveram primeiro de tirar Bran do cesto, para não ser esmagado. Meera agachou-se ao seu lado nos degraus, com um braço protetor sobre seus ombros, enquanto Osha e Hodor trocavam de lugar.

– Abra a porta, Hodor – Bran pediu.

O enorme cavalariço pôs ambas as mãos na porta, empurrou e soltou um grunhido.

– Hodor? – deu um murro na madeira, ela nem sequer balançou. – Hodor.

– Use as costas – Bran sugeriu. – E as pernas.

Virando-se, Hodor posicionou as costas na madeira e empurrou. De novo. De novo.

– Hodor! – o gigante encostou um pé em um degrau mais elevado para ficar dobrado sob a inclinação da porta e tentou erguer-se. Daquela vez a madeira gemeu e estalou. – Hodor! – o outro pé subiu um degrau, e Hodor abriu as pernas, firmou-se bem, e endireitou-se. Ficou com o rosto vermelho, e Bran viu os tendões de seu pescoço retesando-se enquanto ele fazia força contra o peso que tinha em cima. – Hodor hodor hodor hodor hodor HODOR ! – de cima veio um estrondo surdo. E então, subitamente, a porta saltou e uma réstia de luz do dia caiu sobre o rosto de Bran, cegando-o por um momento. Outro empurrão trouxe o som de pedra movendo-se, e então o caminho ficou aberto. Osha empurrou a lança através da porta e deslizou para fora atrás dela, e Rickon esgueirou-se por entre as pernas de Meera para segui-la. Hodor abriu completamente a porta e saiu para a superfície. Os Reed tiveram de carregar Bran nos últimos degraus.

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