Victor Hugo - Os Miseráveis

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Os Miseráveis é um romance de Victor Hugo publicado em 1862 que deu origem a muitas adaptações, no cinema e muitas outras mídias. Neste romance emblemático da literatura francesa que descreve a vida das pessoas pobres em Paris e na França provincial do século XIX, o autor se concentra mais particularmente no destino do condenado Jean Valjean.
O romance expõe a filosofia política de Hugo, retratando a desigualdade social e a miséria decorrente, e, por outro lado, o empreendedorismo e o trabalho desempenhando uma função benéfica para o indivíduo e para a sociedade. Retrata também o conflito na relação com o Estado, seja pela ação arbitrária do policial ou pela atitude do revolucionário obcecado pela justiça.

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V — O horizonte que se avista do alto de uma barricada

VI — Mário desvairado, Javert, lacónico

VII — Agrava-se a situação

VIII — Os artilheiros fazem-se tomar a sério

IX — Emprego da habilidade de caçador furtivo e daquela pontaria certeira que influi na sentença de 1796

X — Aurora

XI — Pontaria certeira que não mata ninguém

XII — A desordem partidária da ordem

XIII — Clarões efémeros

XIV — Onde se terá ocasião de saber o nome da amante de Enjolras

XV — Gavroche fora da barricada

XVI — De como o irmão se torna pai

XVII — «Mortuus pater filium moritorum expectat»

XVIII — O abutre convertido em presa

XIX — Vingança de Jean Valjean

XX — Os mortos têm razão e os vivos também

XXI — Os heróis

XXII — Palmo a palmo

XXIII — Orestes em jejum e Pílades embriagado

XXIV — Prisioneiro

LIVRO SEGUNDO — O INTESTINO DE LEVIATHAN

I — A terra empobrecida pelo mar

II — História antiga dos canos

III — Bruneseau

IV — Pormenores ignorados

V — Progresso atual

VI — Progresso futuro

LIVRO TERCEIRO — A LAMA, MAS TAMBÉM A ALMA

I — A cloaca e as suas maravilhas

II — Explicação

III — O homem perseguido

IV — Também ele carrega com a sua cruz

V — Existe na areia como na mulher certa finura pérfida

VI — O sorvedouro

VII — Às vezes naufraga-se onde se julga desembarcar

VIII — A aba do casaco rasgada

IX — Onde Mário passa por morto aos olhos de quem não é fácil de enganar

X — Regresso do filho pródigo

XI — Abalo no absoluto

XII — O avô

LIVRO QUARTO — JAVERT DESVAIRADO

I — Reflexões de Javert

LIVRO QUINTO — O AVÔ E O NETO

I — Onde se torna a ver a árvore da chapa de zinco

II — Onde Mário após a guerra civil, se prepara para a guerra doméstica

III — Mário ataca

IV — Onde Mademoiselle Gillenormand achou que os embrulhos de Fauchelevent nada tinham de inconvenientes

V — Como uma floresta pode ser mais segura depositária de dinheiro do que um tabelião

VI — Como os dois velhos, cada um a seu modo, empregam toda a sua diligência em tornar Cosette feliz

VII — Efeitos de sonho no meio da ventura

VIII — Dois homens impossíveis de descobrir

LIVRO SEXTO — A NOITE FOI PASSADA EM CLARO

I — O dia 16 de fevereiro de 1833

II — Jean Valjean continua de braço ao peito

III — A inseparável

IV — Combate sem fim

LIVRO SÉTIMO — A DERRADEIRA GOTA DO CÁLICE

I — O sétimo círculo e o oitavo céu

II — Escuridão que pode encerrar uma revelação

LIVRO OITAVO — O DECRESCIMENTO CREPUSCULAR

I — A sala de baixo

II — Retirada gradual

III — Recordações do jardim da rua Plumet

IV — A atração e a extinção

LIVRO NONO — NOITE ESCURÍSSIMA, BRILHANTE AURORA

I — Compaixão para os desgraçados, mas indulgência para os felizes

II — Derradeiro bruxulear da lâmpada

III — Uma pena pesada para quem levantou o carro de Fauchelevent

IV — Tinta que, em vez de escurecer, aclara

V — Noite, após a qual sucede o dia

VI — A erva esconde e a chuva apaga

NOTAS

Victor Hugo

OS MISERÁVEIS

Enquanto existir nas leis e nos costumes uma organização social que cria infernos artificiais no seio da civilização, juntando ao destino, divino por natureza, um fatalismo que provém dos homens; enquanto não forem resolvidos os três problemas fundamentais a degradação do homem pela pobreza, o aviltamento da mulher pela fome, a atrofia da criança pelas trevas; enquanto, em certas classes, continuar a asfixia social ou, por outras palavras e sob um ponto de vista mais claro, enquanto houver no mundo ignorância e miséria, não serão de todo inúteis os livros desta natureza.

Hauteville House, 1862

PRIMEIRA PARTE — FANTINE
LIVRO PRIMEIRO — UM JUSTO

I — O abade Myriel

Em 1815, era bispo de Digne o reverendo Carlos Francisco Bemvindo Myriel, o qual contava setenta e cinco anos de idade, e que desde 1806 ocupava aquela diocese.

Embora seja estranho ao enredo desta história, não será demais referir, ainda que não seja senão para sermos exatos, os diversos boatos e conversas que tinham circulado a seu respeito, quando da sua chegada à diocese. Verdade ou não, o que se diz a respeito dos homens, ocupa muitas vezes na sua vida e, muito mais, no seu destino, um lugar tão importante como o mesmo que eles têm.

Segundo se dizia, Carlos Myriel era filho de um juiz da Relação de Aix (aristocracia de toga) que, tendo-o destinado para sucessor do cargo que exercia, o casara muito novo ainda, apenas com dezoito ou vinte anos, como é costume em famílias pertencentes à magistratura.

Apesar de casado, Carlos Myriel, pequeno de estatura, mas de agradável presença, elegante e muito espirituoso, dera, ao que constava, bastante que falar de si, por continuar dedicando a sua existência aos prazeres mundanos. Rebentou a revolução e os acontecimentos precipitaram-se rapidamente; as famílias dos magistrados dizimadas, expulsas, perseguidas, fugiram. Logo nos primeiros dias da revolução, Carlos Myriel emigrou para Itália, onde sua mulher sucumbiu, devido a uma afeção pulmonar de que há muito sofria, deixando-o sem descendência. Que se passou depois disto na vida de Carlos Myriel? Dar-se-ia o caso da ruína da antiga sociedade francesa, a decadência da própria família, os trágicos acontecimentos de 93, talvez ainda mais pavorosos para os emigrados que os viam de longe aumentados pelo terror, lhe terem feito germinar no espírito ideias de solidão e de renúncia? Teria sido no meio das afeições e distrações em que ocupava a vida, alcançado subitamente por algum desses terríveis e misteriosos golpes, que às vezes vão direitos ao coração e fazem derribar o homem que as catástrofes públicas, mesmo ferindo-lhe a existência e a fortuna, não seriam capazes de abalar? Era impossível dizê-lo; o que se sabia é que, quando regressou de Itália, vinha padre.

Em 1804, Carlos Myriel, já de idade avançada, era pároco da igreja de Brignolles e vivia na mais completa solidão.

Por ocasião da coroação teve de ir a Paris por causa de uma pequena pretensão, a que andava ligado o interesse da sua paróquia. Entre as pessoas de influência, cuja proteção solicitou em favor dos seus paroquianos, contava-se o cardeal Tesch. Num dia em que o imperador foi visitar seu tio, encontrou-se na passagem com o digno eclesiástico, que aguardava na antecâmara ocasião oportuna para ser admitido à audiência. Napoleão, notando a insistência com que aquele velho o observava, voltou-se de repente e perguntou:

— Quem é este homem que não deixa de olhar para mim?

— Sire — disse Myriel — Vossa Majestade reparou num pobre insignificante, eu olho para um grande homem. Podemos ambos aproveitar.

Nessa mesma noite, o imperador perguntou ao cardeal o nome do abade e, pouco tempo depois, Carlos Myriel, surpreendido, recebeu a notícia de que havia sido nomeado bispo de Digne.

Até que ponto, porém, era verdade o que se dizia relativamente à primeira parte da existência daquele homem? Ninguém o sabia, porque poucas famílias haviam conhecido a dele antes da revolução.

Apesar de bispo e mesmo por o ser, Myriel teve de resignar-se à sorte de todas as pessoas que chegam a uma cidade pequena, onde é maior o número de bocas que falam do que cabeças que pensam. No fim de tudo, porém, as conversas em que o seu nome andava envolvido, não passavam de boatos.

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