III — Como é agradável
IV — Como pode ser útil
V — As suas fronteiras
VI — Fragmento de história
VII — O gaiato podia ocupar um lugar nas classificações da Índia
VIII — Onde se narra um dito galante do último rei
IX — A velha alma da Gália
X — Ecce Paris, ecce homo
XI — Escarnecer, reinar
XII — O futuro latente no povo
XIII — Gavroche
LIVRO SEGUNDO — O VELHO BURGUÊS
I — Noventa anos e trinta e dois dentes
II — Tal dono, tal casa
III — Lucas Espírito
IV — Aspirante centenário
V — Biscainho e Nicolette
VI — Onde se entrevê a Magnon e os seus dois pequenos
VII — Regra: Não receber ninguém senão à noite
VIII — Nem sempre dois fazem um par
LIVRO TERCEIRO — O AVÔ E O NETO
I — Um antigo salão
II — Um dos espectros vermelhos daquele tempo
III — Requiescat
IV — Fim do salteador
V — Utilidade de ouvir missa para vir a ser-se revolucionário
VI — Quanto vale ter encontrado um sacristão
VII — História de saias
VIII — Mármore contra granito
LIVRO QUARTO — OS AMIGOS DO ABC
I — Um grupo que esteve quase a tornar-se histórico
II — Oração fúnebre de Blondeau, por Bossuet
III — Surpresas de Mário
IV — A sala interior do café Musain
V — Amplia-se o horizonte
VI — Rés Augusta
LIVRO QUINTO — EXCELÊNCIA DO INFORTÚNIO
I — Mário indigente
II — Mário pobre
III — Mário engrandecido
IV — O senhor Mabeuf
V — Pobreza, boa vizinha da miséria
VI — O substituto
LIVRO SEXTO — CONJUNÇÃO DE DUAS ESTRELAS
I — A alcunha: modos de formar nomes de família
II — Lux facta est
III — Efeitos da primavera
IV — Princípio de uma grave doença
V — Caem vários raios sobre «Mame» Bougon
VI — Mário prisioneiro
VII — Aventuras da letra U entregue a conjeturas
VIII — Até os próprios inválidos podem ser felizes
IX — Eclipsa
LIVRO SÉTIMO — PATRON-MINETTE
I — As minas e os mineiros
II — O «Bas-fond»
III — Babet, Gueulemer, Claquesous e Montparnasse
IV — Composição da quadrilha
LIVRO OITAVO — O MAU POBRE
I — Mário procura uma mulher de chapéu e encontra um homem de boné
II — Achado
III — Quadrifrons
IV — Uma rosa na miséria
V — O Judas da providência
VI — O homem bravio no seu covil
VII — Estratégia e tática
VIII — Um raio de luz nas trevas
IX — Jondrette quase que chora
X — Tarifa dos cabrioles de aluguer: dois francos por hora
XI — A miséria oferece-se para obsequiar a dor
XII — Em que foi empregada a moeda de cinco francos do senhor Leblanc
XIII — Solus cum solo, in loco remoto, non cogitabuntur orare pater noster
XIV — Onde um agente da polícia dá duas pistolas de algibeira a um advogado
XV — Jondrette efetua a compra de que falava
XVI — Onde se tornará a ouvir uma canção inglesa, que era moda em 1832
XVII — Emprego da moeda de cinco francos de Mário
XVIII — As duas cadeiras de Mário em frente uma da outra
XIX — Preocupações por causa de certos mistérios
XX — A cilada
XXI — De como deveria começar-se sempre por prender as vítimas
XXII — O pequeno que gritava na segunda parte
QUARTA PARTE — IDÍLIO NA RUA PLUMET E EPOPEIA NA RUA DE S. DINIZ
LIVRO PRIMEIRO — ALGUMAS PÁGINAS DE HISTÓRIA
I — Bem talhado
II — Mal cozido
III — Luís Filipe
IV — Fendas nos alicerces
V — Factos que dão origem à história e que a história ignora
VI — Enjolras e os seus ajudantes
LIVRO SEGUNDO — EPONINA
I — O campo da Cotovia
II — Formação embrionária dos crimes na incubação das prisões
III — Aparição ao tio Mabeuf
IV — Aparição a Mário
LIVRO TERCEIRO — A CASA DA RUA PLUMET
I — A casa misteriosa
II — Jean Valjean guarda nacional
III — «Foliis ac frondibus»
IV — Mudança de grade
V — A rosa descobre que é uma máquina de guerra
VI — Princípio da batalha
VII — Para tristeza, tristeza e meia
VIII — A cadeia
LIVRO QUARTO — O SOCORRO HUMANO PODE TORNAR-SE SOCORRO DO CÉU
I — Ferido por fora, restabelecido por dentro
II — A tia Plutarco não sente dúvida em explicar um fenómeno
LIVRO QUINTO — O FIM NÃO CONDIZ COM O PRINCÍPIO
I — Atração entre a solidão e o quartel
II — Sustos de Cosette
III — Auxílio dos comentários de Toussaint
IV — Um coração debaixo duma pedra
V — Cosette depois da carta
VI — Os velhos nasceram para sair de casa em ocasiões oportunas
LIVRO SEXTO — O PEQUENO GAVROCHE
I — Travessura do vento
II — Onde o pequeno Gavroche tira proveito de Napoleão, o Grande
III — As peripécias da evasão
LIVRO SÉTIMO — O CALÃO
I — Origem
II — Raízes
III — Calão que chora e calão que ri
IV — Os dois deveres: velar e esperar
LIVRO OITAVO — ENCANTOS E AMARGURAS
I — Luz plena
II — Atordoamento da felicidade completa
III — Princípio de sombra
IV — Um cão de improviso
V — Coisas da noite
VI — Mário torna-se positivo, a ponto de dizer a Cosette onde mora
VII — Um coração jovem em presença de um coração velho
LIVRO NONO — QUE DESTINO É O SEU?
I — Jean Valjean
II — Mário
III — O senhor Mabeuf
LIVRO DÉCIMO — O DIA 5 DE JUNHO DE 1832
I — A superfície da questão
II — O âmago da questão
III — Um enterro: ocasião de renascer
IV — As efervescências de outrora
V — Originalidade de Paris
LIVRO DÉCIMO PRIMEIRO — O ÁTOMO CONFRATERNIZANDO COM O FURACÃO
I — Alguns esclarecimentos sobre a origem da poesia de Gavroche. Influência de um académico sobre essa poesia
II — Gavroche em marcha
III — Justa indignação de um cabeleireiro
IV — A criança admirada do velho
V — O velho
VI — Recrutas
LIVRO DÉCIMO SEGUNDO — CORINTO
I — História de Corinto desde a sua fundação
II — Alegrias preliminares
III — Em que Grantaire principia a escurecer
IV — Tentativa de consolação à viúva Hucheloup
V — Preparativos
VII — O homem recrutado na rua dos Billetes
VIII — Muitos pontos de interrogação a respeito de um certo Le Cabuc, que não se chamava talvez assim
LIVRO DÉCIMO TERCEIRO — MÁRIO ENTRA NA SOMBRA
I — Da rua Plumet ao bairro de S. Diniz
II — Paris de noite
III — Últimas extremidades
LIVRO DÉCIMO QUARTO — A GRANDEZA DO DESESPERO
I — A bandeira vermelha arriada
II — A bandeira vermelha novamente hasteada
III — De como Gavroche teria feito melhor aceitando a carabina de Enjolras
IV — O barril de pólvora
V — Fim dos versos de Jean Prouvaire
VI — A agonia da morte após a agonia da vida
VII — Gavroche profundo calculista de distâncias
LIVRO DÉCIMO QUINTO — A RUA DO HOMEM AMADO
I — Indiscrição de um espelho
II — O gaiato inimigo das luzes
III — Enquanto Cosette e Toussaint dormiam
IV — Excesso de zelo de Gavroche
QUINTA PARTE — JEAN VALJEAN
LIVRO PRIMEIRO — A GUERRA ENTRE QUATRO PAREDES
I — O Charybdes do arrabalde de Santo António e o Scylla do arrabalde do Templo
II — Que se há de fazer no abismo senão conversar?
III — Luz e sombra
IV — Cinco de menos, um de mais
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