Isaac Asimov - O Cair da Noite

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O Cair da Noite: краткое содержание, описание и аннотация

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Com somente Beta no horizonte, o jornalista Theremon 762 provoca Aton 77 a fim de conseguir uma declaração sobre o desaparecimento dos seis sóis do planeta Lagash, a acontecer naquele dia, a despeito de ter desmoralizado a campanha movida pelos cientistas Beenay 25, Faro 24, Yimot 70, Sheerin 501 e o próprio Aton para organizar o mundo co

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O fim de toda a glória. O colapso de toda a grandeza. Tudo em ruínas, tudo… , como se o oceano tivesse se levantado, pensou Siferra, e varrido todas as nossas realizações. Siferra estava acostumada com ruínas. Passara toda a vida profissional escavando ruínas. Entretanto, as ruínas que costumava escavar eram antigas, misteriosas e românticas. O que via ali era real demais, próximo demais, e não tinha nada de romântico. Tinha sido fácil para ela conviver com a queda das civilizações do passado, já que não estava envolvida emocionalmente. Agora, porém, sua própria época tinha sido varrida para a lata de lixo da história, e isso era difícil de aceitar.

Por que isso tinha que acontecer?, perguntou-se a arqueóloga. Por quê? Por quê? Por quê?

Será que fomos tão maus assim? Será que nos desviamos tanto do caminho dos deuses que tivemos que ser punidos desta forma?

Não. Não! Não existem deuses; não existiu punição.

Não, sobre isso Siferra estava certa. Ela não tinha dúvida que o que acontecera fora simplesmente um fenômeno natural, causado pelos movimentos impessoais de astros inanimados e abandonados, que a cada dois mil anos assumiam uma configuração particularmente funesta.

Isso era tudo. Um acidente.

Um acidente que Kalgash fora forçado a suportar várias vezes durante sua história. De tempos em tempos, as Estrelas apareciam com toda a sua assustadora majestade e em uma agonia desesperada, alimentada pelo terror, o homem se voltava contra suas próprias obras. Enlouquecido pela Escuridão, enlouquecido pela luz fria das Estrelas. Era um ciclo interminável. As cinzas de Thombo haviam contado toda a história.

Agora, estava começando tudo de novo. Como Theremon dissera: Este lugar está a caminho de se tornar um sítio arqueológico. Exatamente.

O mundo que haviam conhecido não existia mais. Mas ainda estamos aqui, pensou Siferra.

Que vamos fazer? Que vamos fazer?

O único consolo que conseguia encontrar no meio da desolação era a lembrança daquela primeira noite com Theremon, no Abrigo: tão súbita, tão inesperada, tão maravilhosa.

De vez em quando, revivia a cena em sua memória. O sorriso tímido de Theremon quando lhe pedira para passar a noite com ele… não era um matreiro truque de sedução. O seu olhar.

O toque dos seus dedos em sua pele. Seu abraço. A respiração dele se misturando à sua…

Há quanto tempo não estava com um homem! Quase se havia esquecido de como era… quase. E sempre, nas outras vezes, tinha havido aquela sensação de que estava cometendo um engano, de que havia escolhido o caminho errado, de que não devia ter iniciado aquela viagem. Com Theremon, havia sido diferente: simplesmente uma queda das barreiras, dos temores e das aparências, uma rendição, uma admissão, afinal, de que não estava mais sozinha naquele mundo hostil, de que estava disposta a formar uma aliança, de que Theremon, um homem direto, decidido, até mesmo um pouco grosseiro, forte, determinado e confiável, era o aliado que ela queria.

E Siferra se entregara afinal, sem hesitação e sem arrependimento. Que ironia, pensou. Foi necessário o fim do mundo para eu me apaixonar! Mas pelo menos tinha aquele amor. Podia ter perdido muita coisa, mas pelo menos tinha aquele amor.

— Olhe ali — disse ela, apontando. — Uma placa. Era uma placa de metal verde, pendurada meio torta em um poste de luz, com a superfície enegrecida em vários pontos.

Estava furada em três ou quadro lugares; pareciam buracos de bala. Entretanto, as letras amarelas ainda estavam bem legíveis: GRANDE ESTRADA DO SUL. Logo abaixo, uma seta mandava seguir em frente.

— Não pode ficar a mais de dois ou três quilômetros daqui — disse Theremon. — Devemos chegar lá em… Houve um zumbido súbito no ar e depois um ruído seco e penetrante. Siferra cobriu os ouvidos com as mãos. Theremon segurou-a pelo braço e fez com que se abaixasse.

— Fique abaixada! — sussurrou. — Alguém está atirando em nós!

— Quem? Onde?

O repórter já estava com a pistola na mão. Siferra também sacou a sua arma. Olhando para cima, viu que o projétil atingira a placa: havia um novo furo entre as primeiras duas palavras, obliterando algumas letras.

Theremon estava correndo, agachado, na direção do edifício mais próximo. Siferra o seguiu, sentindo-se vergonhosamente exposta. Aquilo era pior do que ficar nua na frente de Altinol e seus asseclas. Mil vezes pior. O tiro seguinte podia ser disparado a qualquer momento, de qualquer direção, e ela não tinha como se proteger. Mesmo quando dobrou a esquina e se encolheu ao lado de Theremon na sombra do beco, ofegante, o coração aos pulos, não se sentiu segura.

O jornalista fez um gesto com a cabeça em direção a um grupo de casas incendiadas do outro lado da rua. Duas ou três delas estavam intactas, perto da esquina oposta.

Agora, a moça podia ver rostos mal-encarados olhando por uma janela do segundo andar da casa mais afastada.

— Tem gente ali. Invasores, aposto. Malucos.

— Estou vendo.

— Não têm medo dos nossos lenços verdes. Talvez não conheçam o Corpo de Bombeiros, deste lado da cidade. Ou talvez estejam atirando em nós por causa dos lenços.

— Será possível?

— Tudo é possível. — Theremon chegou um pouco para a frente. — Minha dúvida é a seguinte: será que estavam tentando nos acertar e têm uma péssima pontaria, ou apenas queriam nos assustar? Se tentaram atirar em nós e acertaram na placa, então podemos tentar sair correndo. Mas se foi apenas uma advertência…

— Acredito mais na segunda possibilidade. Seria muita coincidência um tiro perdido acertar a placa.

— Tem razão — disse Theremon. Ele fez uma careta. Acho que vou mostrar a eles que estamos armados. Só para desencorajá-los de mandar alguém contornar as casas e nos atacar pela retaguarda.

Ajustou a pistola para o feixe mais largo e a máxima distância, levantou-a e disparou um único tiro. Uma bola de luz vermelha atravessou o ar e atingiu o chão bem à frente do edifício onde estavam os atacantes. Uma feia mancha negra apareceu no gramado, acompanhada por uma pequena nuvem de fumaça.

— Acha que eles viram? — perguntou Siferra.

— Acho que sim, a menos que estejam tão loucos que são incapazes de prestar atenção nas coisas. Mas tenho impressão de que viram, sim, e não gostaram nem um pouco.

Os rostos estavam de volta à janela.

— Continue abaixada — advertiu Theremon. — Eles têm uma espécie de rifle de caça. Estou vendo o cano.

Houve um novo zumbido, seguido por um estrondo ensurdecedor. A placa caiu no chão, despedaçada.

— Podem ser malucos — observou Siferra -, mas têm uma pontaria e tanto!

— É verdade. Estavam apenas brincando conosco quando deram o primeiro tiro. Rindo de nós. Estão nos avisando que se pusermos o nariz de fora, ficaremos sem ele. Estamos encurralados, e isso os diverte.

— Não podemos sair daqui pela outra extremidade do beco?

— Ali atrás está tudo bloqueado por destroços. E pode haver outros invasores do outro lado.

— Então que vamos fazer?

— Incendiar aquela casa — disse Theremon. – Obrigá-los a sair. E matá-los, se não quiserem se render.

Siferra arregalou os olhos.

— Matá-los?

— Se não nos deixarem outra opção. Quer chegar a Aragando ou passar o resto da vida escondida neste beco?

— Mas não se pode matar as pessoas, mesmo que você… mesmo que elas…

Interrompeu o que estava dizendo. Não sabia exatamente o que estava tentando dizer.

— Mesmo que elas estejam tentando matar você, Siferra? Mesmo que achem divertido atirar em você?

A moça não respondeu. Chegara a pensar que estava começando a compreender como as coisas funcionavam no monstruoso novo mundo que começara a existir depois do eclipse. Agora, porém, percebia que não compreendia nada, absolutamente nada.

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