Isaac Asimov - O Cair da Noite

Здесь есть возможность читать онлайн «Isaac Asimov - O Cair da Noite» весь текст электронной книги совершенно бесплатно (целиком полную версию без сокращений). В некоторых случаях можно слушать аудио, скачать через торрент в формате fb2 и присутствует краткое содержание. Город: Rio de Janeiro, Год выпуска: 1992, ISBN: 1992, Издательство: Record, Жанр: Фантастика и фэнтези, на португальском языке. Описание произведения, (предисловие) а так же отзывы посетителей доступны на портале библиотеки ЛибКат.

O Cair da Noite: краткое содержание, описание и аннотация

Предлагаем к чтению аннотацию, описание, краткое содержание или предисловие (зависит от того, что написал сам автор книги «O Cair da Noite»). Если вы не нашли необходимую информацию о книге — напишите в комментариях, мы постараемся отыскать её.

Com somente Beta no horizonte, o jornalista Theremon 762 provoca Aton 77 a fim de conseguir uma declaração sobre o desaparecimento dos seis sóis do planeta Lagash, a acontecer naquele dia, a despeito de ter desmoralizado a campanha movida pelos cientistas Beenay 25, Faro 24, Yimot 70, Sheerin 501 e o próprio Aton para organizar o mundo co

O Cair da Noite — читать онлайн бесплатно полную книгу (весь текст) целиком

Ниже представлен текст книги, разбитый по страницам. Система сохранения места последней прочитанной страницы, позволяет с удобством читать онлайн бесплатно книгу «O Cair da Noite», без необходимости каждый раз заново искать на чём Вы остановились. Поставьте закладку, и сможете в любой момент перейти на страницу, на которой закончили чтение.

Тёмная тема
Сбросить

Интервал:

Закладка:

Сделать

Entretanto, embora estivesse com fome, Theremon descobriu que não tinha apetite e teve que se forçar a engolir a comida. Os rostos rígidos dos mortos o encaravam dos carros próximos. Enquanto estava em movimento, conseguira ignorá-los, agora, porém, sentado ali, no que havia sido a melhor rodovia da província de Saro, não podia tirá-los da cabeça. Havia momentos em que tinha a impressão de que os havia assassinado pessoalmente.

Fizeram uma cama com assentos de automóveis acidentados e dormiram juntos, um sono leve, entrecortado, que não teria sido muito pior se tentassem dormir no piso duro de concreto da estrada.

Durante a noite, ouviram gritos, risos, o som distante de vozes cantando. Theremon acordou uma vez e olhou por cima da cerca da rodovia elevada. Havia várias fogueiras espalhadas no campo, a uns vinte minutos de marcha na direção leste. Será que ninguém mais dormia dentro de casa? O impacto das Estrelas tinha sido tão universal, pensou, que a população só se sentia segura ao ar livre, à luz familiar dos sóis eternos?

De madrugada, finalmente conseguiu cochilar. Mal conciliara o sono, porém, quando Onos nasceu, a luz dourada do sol arrancando-o dos seus pesadelos. Siferra já estava acordada. Seu rosto estava pálido, os olhos vermelhos e inchados.

Theremon forçou-se a sorrir.

— Você está linda — disse para a moça.

— Oh, isto não é nada. Precisava me ver quando passei duas semanas sem tomar banho.

— O que eu queria dizer era…

— Sei o que você queria dizer. Obrigada.

Naquele dia, conseguiram progredir seis quilômetros e meio, com muito esforço.

— Precisamos de água — disse Siferra, quando o vento da tarde começou a soprar. — Vamos pegar a próxima rampa de saída e procurar uma fonte.

— Acho que não temos escolha — disse o repórter. Theremon não gostava da ideia de deixar a estrada. Desde o começo da viagem, a rodovia tinha sido quase que exclusivamente deles, àquela altura, começava a se sentir quase em casa, no meio dos veículos despedaçados. Lá em baixo, nos campos, onde os bandos de refugiados estavam vagando (É estranho, pensou, eu chamá-los de refugiados, como se eu mesmo estivesse em viagem de férias), poderiam se envolver em todo o tipo de problemas.

Mas Siferra estava certa. Precisavam de água. O suprimento que levavam estava quase se esgotando. E, talvez, passar algum tempo longe dos carros e dos cadáveres, antes de retomar a marcha para Aragando, fizesse bem a eles.

Apontou para uma placa bem à frente:

— Há uma saída a um quilômetro e meio daqui.

— Chegaremos lá em mais ou menos uma hora.

— Menos — disse Theremon. — A estrada está menos congestionada neste trecho. Vamos sair da estrada, fazer o que temos de fazer o mais depressa que pudermos e voltar para dormir aqui em cima. É mais seguro descansar no meio dos carros do que em campo aberto.

Siferra concordou. Naquele pedaço relativamente vazio da rodovia, a marcha foi bem mais rápida do que haviam previsto. Em um piscar de olhos, estavam diante de outra placa, segundo a qual faltavam apenas quinhentos metros para a saída.

De repente, porém, tudo mudou. Descobriram que naquele ponto a estrada estava bloqueada por um engavetamento de proporções tão grandes, que Theremon receou por um momento que não pudessem passar.

Devia ter havido uma série monstruosa de choques neste ponto da estrada, uma coisa assustadora mesmo diante de tudo que ele e Siferra já haviam visto. Dois grandes caminhões pareciam estar no centro de tudo, com as cabines esmagadas uma contra a outra, como duas feras em combate; e parecia que dezenas de carros de passeio tinham se chocado com eles, virando de lado, capotando, formando uma gigantesca barreira que ocupava toda a largura da estrada e mais os acostamentos. Portas e para-choques retorcidos, afiados como navalhas, se projetavam dos destroços, e o vidro quebrado retinia sinistramente quando era agitado pelo vento.

— Ali — disse Theremon. — Acho que estou vendo uma passagem. Por dentro desta abertura, depois por cima do caminhão da esquerda… não, não, não vai dar certo, teremos que passar por baixo do…

Siferra aproximou-se. O repórter mostrou-lhe a causa do problema, um aglomerado de carros batidos que estava à espera deles do outro lado, e ela fez que sim com a cabeça. Tiveram que passar por baixo dos veículos acidentados, rastejando por entre os cacos de vidro e as poças de gasolina. Pararam uma vez para descansar, a meio caminho. Afinal, chegaram ao final do engavetamento. Theremon foi o primeiro a emergir.

— Deuses! — murmurou, olhando, surpreso, para a cena diante dos seus olhos. — Que é isso?

Do outro lado da pilha de destroços, a estrada estava desimpedida por uns vinte metros. Depois desse espaço vazio, havia um segundo obstáculo, que atravessava a estrada de lado a lado. Ao contrário do primeiro, porém, este bloqueio era proposital: uma barricada de portas e rodas de automóveis, empilhadas até uma altura de três ou quatro metros.

à frente da barricada, Theremon viu umas trinta pessoas, que haviam acampado na rodovia. Tinha estado tão preocupado em atravessar o primeiro bloqueio que não ouvira os ruídos do outro lado. Siferra apareceu atrás dele. O repórter ouviu sua exclamação de surpresa e medo.

— Fique com a mão na pistola — disse Theremon, em voz baixa. — Mas mantenha-a no coldre e nem pense em usá-la. Eles são muitos.

Alguns dos estranhos estavam passeando na estrada, perto de onde eles estavam. Eram seis ou sete homens musculosos. Theremon esperou, imóvel, que se aproximassem.

Sabia que não havia como evitar o confronto, nenhuma esperança de escapar através do perigoso labirinto que acabavam de transpor. Ele e Siferra estavam presos naquela clareira entre os dois bloqueios. Tudo que podiam fazer era esperar para ver o que acontecia e torcer para que aquelas pessoas não tivessem perdido o juízo.

Um homem alto, de ombros caídos e olhos gelados, se aproximou sem pressa de Theremon. Quando os dois estavam a quase um palmo de distância, disse:

— Muito bem, amigo, Este é um posto de Busca. — Ele disse a palavra Busca de um jeito todo especial.

— Posto de busca? — repetiu Theremon. — Que é que vocês estão procurando?

— Não se meta a engraçadinho ou será pior. Sabe muito bem o que estamos procurando. Não crie problemas para você. Chamou os outros com um gesto. Eles se aproximaram e começaram a apalpar as roupas de Theremon e Siferra. Theremon empurrou, irritado, as mãos que o revistavam.

— Deixe-nos passar! — disse tenso.

— Ninguém passa por aqui sem ser revistado.

— Por ordem de quem?

— Por minha ordem. Vai ficar quieto por bem, ou vamos ter que obrigá-lo?

— Theremon… — sussurrou Siferra, preocupada.

Ele não lhe deu ouvidos. Sentiu o sangue subir à cabeça. A razão lhe dizia que era tolice tentar resistir, que eles eram muitos, que o homem falava sério quando dizia que seria pior se ele não se submetesse à busca. Essas pessoas não pareciam exatamente bandidos. Havia alguma coisa de oficial nas palavras do homem alto, como se ali fosse uma espécie de fronteira, um posto de alfândega, talvez. O que procuravam? Comida? Armas? Será que aqueles homens tomariam as pistolas que estavam carregando? Melhor entregar a eles tudo que levavam, disse Theremon para si mesmo, do que serem mortos em uma tentativa heroica e inútil de defender o seu direito de passagem.

Mesmo assim… ser humilhado daquela forma… ser forçado a se submeter a uma revista, em uma rodovia pública… E não podiam abrir mão das pistolas nem dos mantimentos. Ainda estavam a centenas de quílômetros de Aragando.

— Estou lhe avisando — começou o homem alto.

Читать дальше
Тёмная тема
Сбросить

Интервал:

Закладка:

Сделать

Похожие книги на «O Cair da Noite»

Представляем Вашему вниманию похожие книги на «O Cair da Noite» списком для выбора. Мы отобрали схожую по названию и смыслу литературу в надежде предоставить читателям больше вариантов отыскать новые, интересные, ещё непрочитанные произведения.


Отзывы о книге «O Cair da Noite»

Обсуждение, отзывы о книге «O Cair da Noite» и просто собственные мнения читателей. Оставьте ваши комментарии, напишите, что Вы думаете о произведении, его смысле или главных героях. Укажите что конкретно понравилось, а что нет, и почему Вы так считаете.

x