Blake Pierce - Acorrentadas

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Uma obra-prima de thriller e mistério! O autor fez um trabalho magnífico no desenvolvimento das personagens com um lado psicológico tão bem trabalhado que temos a sensação de estar dentro das suas mentes, sentindo os seus medos e aplaudindo os seus sucessos. A história é muito inteligente e mantém-nos interessados durante todo o livro. Pleno de reviravoltas, este livro obriga-nos a ficar acordados até à última página. Books and Movie Reviews, Roberto Mattos (re Sem Pistas) Mulheres estão a ser assassinadas no estado de Nova Iorque. Os seus corpos são misteriosamente encontrados envoltos em correntes. Quando o FBI é chamado a intervir devido à natureza bizarra dos crimes – e à ausência de pistas – só pode recorrer a uma agente: a Agente Especial Riley Paige. Riley, a recuperar do seu último caso, mostra-se relutante em aceitar um novo por estar convencida que um assassino em série que conhece demasiado bem ainda está à solta e a persegui-la. Contudo, ela sabe que a sua capacidade de penetrar na mente de um assassino em série e a sua natureza obsessiva é aquilo de que o FBI precisa para resolver o caso e não o consegue recusar – mesmo que a leve ao limite. A investigação de Riley fá-la penetrar profundamente na mente psicótica do assassino conduzindo-a a orfanatos, hospitais psiquiátricos, prisões, tudo para compreender a profundidade da psicose em causa. Tendo a noção de que enfrenta um verdadeiro psicopata, Riley sabe que não demorará muito até que o mesmo volte a atacar. Mas com o seu emprego em jogo, a própria família como alvo e a sua mente frágil a colapsar, pode ser demasiada pressão para ela – e demasiado tarde. Um thriller psicológico negro com suspense inimaginável, ACORRENTADAS é o livro #2 da incrível nova série – com uma inesquecível nova personagem – que o obrigará a não largar o livro até o terminar. O livro #3 da série de Riley Paige já se encontra disponível!

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“Agente Huang, descobri uma coisa,” Anunciou. “Arranhões na fechadura da porta das traseiras. Parece que alguém a abriu.”

“Bom trabalho, Vargas,” Disse Huang. “Agora sabemos como entrou. Pode ficar com a Riley e a filha por um momento?”

O rosto da jovem mulher acendeu-se de satisfação.

“Claro que sim,” Respondeu.

Sentou-se à mesa e Huang saiu da cozinha para se juntar aos outros.

“Agente Paige, sou a Agente María de la Luz Vargas Ramírez.” Depois, disse sorrindo. “Eu sei, é um bocado complicado. É uma característica Mexicana. Tratam-me por Lucy Vargas.”

“Estou contente por estar aqui, Agente Vargas,” Transmitiu-lhe Riley.

“Trate-me só por Lucy.”

A jovem mulher permaneceu silenciosa durante algum tempo, limitando-se a olhar para Riley. Por fim, disse, “Agente Paige, espero não estar a pisar o risco ao dizer isto, mas… É um verdadeiro prazer conhecê-la. Sigo o seu trabalho desde que comecei o curso. Tudo o que fez é simplesmente incrível.”

“Obrigada,” Agradeceu Riley.

Lucy sorriu com admiração. “Quero dizer, a forma como resolveu o caso Peterson – toda a história é surpreendente.”

Riley abanou a cabeça.

“Quem me dera que as coisas fossem assim tão simples,” Declarou. “Ele não está morto. Foi ele quem entrou hoje na minha casa.”

Lucy fitou-a, atordoada.

“Mas toda a gente diz…” Começou Lucy.

Riley interrompeu-a.

“Mais alguém pensava que ele estava vivo. Marie, a mulher que salvei. Ela tinha a certeza que ele ainda andava por aí a provocá-la. Ela…”

De súbito, Riley parou, recordando dolorosamente o corpo de Marie pendurado no seu próprio quarto.

“Ela suicidou-se,” Rematou Riley.

Lucy parecia horrorizada e surpreendida em simultâneo. “Lamento,” Disse.

Naquele momento, Riley ouviu uma voz familiar dirigir-se a ela.

“Riley? Estás bem?”

Virou-se e viu Bill Jeffreys de pé na soleira da porta da cozinha, com um ar ansioso. A UAC devia tê-lo alertado sobre o sucedido e fora até lá por sua conta e risco.

“Estou bem, Bill,” Respondeu. “E a April também. Senta-te.”

Bill sentou-a à mesa com Riley, April e Lucy. Lucy fitava-o, aparentemente deslumbrada por conhecer o antigo parceiro de Riley, outra lenda do FBI.

Huang voltou à cozinha.

“Não está ninguém na casa ou fora dela,” Informou Riley. “O meu pessoal reuniu todas as provas que encontraram. Dizem que não é muito para se chegar a alguma conclusão. Terão que ser os técnicos do laboratório a determinar se é material sustentável ou não.”

“Já temia isso,” Sentenciou Riley.

“Parece-me que já terminámos por esta noite,” Disse Huang. E saiu da cozinha para dar as últimas ordens aos agentes.

Riley virou-se para a filha.

“April, esta noite vais ficar na casa do teu pai.”

Os olhos de April abriram-se muito.

“Não te vou deixar aqui,” Disse April. “E não quero ficar com o pai.”

“Tens que ficar,” Forçou Riley. “Aqui podes não estar segura.”

“Mas Mãe…”

Riley interrompeu-a. “April, há coisas que ainda não te contei sobre este homem. Coisas terríveis. Estás segura com o teu pai. Vou-te buscar amanhã depois das aulas.”

Antes de April protestar mais uma vez, Lucy falou.

“A tua mãe tem razão, April. Confia no que te digo. Aliás, encara-o como uma ordem minha. Vou escolher dois agentes para te levarem a casa do teu pai. Agente Paige, com sua autorização, posso ligar ao seu ex-marido e contar-lhe o que se passa.”

Riley ficou surpreendida com a oferta de Lucy. Mas também ficou satisfeita. De forma quase estranha, Lucy parecia compreender que aquela seria uma chamada estranha para ela realizar. O Ryan levaria aquelas notícias indubitavelmente mais a sério se transmitidas por qualquer outra pessoa que não Riley. Lucy também tinha lidado com April da melhor forma.

Lucy não só tinha detetado a fechadura forçada, como também tinha demonstrado empatia, uma excelente qualidade num agente da UAC muitas vezes ocultada pelo stress do trabalho.

Esta mulher é boa, Pensou Riley.

“Vamos lá,” Disse Lucy a April. “Vamos ligar ao teu pai.”

April olhou fixa e friamente para Riley. Ainda assim, levantou-se e seguiu Lucy até à sala de estar onde fizeram a chamada,

Riley e Bill ficaram sozinhos na mesa da cozinha. Apesar de parecer que nada mais havia a fazer, parecia correcto a Riley, Bill estar ali. Tinham trabalhado juntos durante vários anos e ela sempre os encarara como um par compatível – ambos estavam na casa dos quarenta com brancas a despontar do cabelo preto. Ambos eram dedicados aos seus trabalhos e ambos haviam tido casamentos problemáticos. O Bill era de constituição e temperamento sólidos.

“Era o Peterson,” Atirou Riley. “Ele esteve aqui.”

Bill não disse nada. Parecia não estar muito convencido.

“Não acreditas em mim?” Perguntou Riley. “Tinha pedras na minha cama. Ele deve tê-los colocado lá. Não podiam lá ter ido parar de outra forma.”

Bill abanou a cabeça.

“Riley, tenho a certeza que alguém entrou em tua casa,” Disse. “Não imaginaste isso. Mas o Peterson? Duvido muito.”

Riley começou a sentir invadir-se por uma onda de fúria crescente.

“Bill, ouve-me. Uma noite, ouvi ruídos à porta, olhei lá para fora e vi pedras. A Marie ouviu alguém a atirar pedras à janela do quarto. Quem mais podia ser?”

Bill suspirou e abanou a cabeça.

“Riley, estás cansada,” Afirmou. “ E quando estás cansada e tens uma ideia fixa na cabeça, é fácil acreditares em quase tudo. Pode acontecer a qualquer um.”

Riley tentou conter as lágrimas. Outrora, Bill teria confiado nos seus instintos sem sequer duvidar. Mas esse tempo já lá ia. E ela sabia porquê. Há algumas noites, ela tinha-lhe telefonado bêbeda e sugerira que tomassem medidas em relação à sua mútua atração, iniciando um caso. Tinha sido horrível e ela sabia-o, Não voltara a beber desde então. Mesmo assim, as coisas não se tinham endireitado entre ela e Bill desde então.

“Eu sei o que é que se passa, Bill,” Disse ela. “É por causa daquele estúpido telefonema. Já não confias em mim."

Agora a voz de Bill estalou de fúria.

“Raios, Riley, só estou a tentar ser realista.”

Riley não aguentou mais. “Vai-te embora, Bill.”

“Mas Riley…”

“Acredita em mim ou não acredites em mim. Escolhe. Mas neste momento, só quero que te vás embora.”

Resignado, Bill levantou-se e foi-se embora.

Pela soleira da porta da cozinha, Riley conseguia ver que quase todos tinham abandonado a casa, incluindo April. Lucy regressou à cozinha.

“O agente Huang vai deixar alguns agentes aqui,” Disse. “Vão vigiar a casa a partir de um carro durante a noite. Não me parece ser boa ideia que fique sozinha aqui dentro. Não me importo de ficar.”

Riley sentou-se e pensou por um momento. O que ela queria – o que ela precisava naquele exato instante – era que alguém acreditasse que o Peterson não estava morto. Duvidava até de conseguir convencer Lucy disso. Parecia um caso perdido.

“Eu fico bem, Lucy,” Disse Riley.

Lucy assentiu e saiu da cozinha. Riley ainda ouviu o som dos últimos agentes a sair da casa e a fechar a porta atrás deles. Riley levantou-se e confirmou se as portas de trás e da frente estavam trancadas. Colocou duas cadeiras encostadas à porta de trás. Se alguém tentasse arrombá-la, as cadeiras dariam sinal.

Depois dirigiu-se à sala de estar e olhou em seu redor. A casa parecia estranhamente luminosa com todas as luzes brilhando incandescentes.

Devia desligar algumas, Pensou.

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