Foraine Amukoyo Gift - O Cidadão Anulado E Outras Histórias

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O Cidadão Anulado E Outras Histórias: краткое содержание, описание и аннотация

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O Jornalista Cidadão – Frequentemente, nos esquecemos da força que os burocratas exercem sobre a mídia. O primeiro passo na direção do controle populacional é o controle da mídia. Isso concede às pessoas poder sobre a opinião pública. A corrupção nessas áreas está pior do que nunca. Essa história é extremamente relevante no que diz respeito à corrupção e à política atualmente nos Estados Unidos da América. Concordo com Kola: deveria haver apenas uma maneira de se divulgar notícia - relatando a verdade. O Cidadão Anulado – Outra história comovente e politicamente estimulante. Devido à nossa ganância, crescimento e necessidade de inovação, repetidamente negligenciamos as consequências para o meio ambiente. É muito fácil esquecer o alcance disso quando se vive em uma área urbana que tem se desenvolvido ao longo dos séculos.
A mulher estava em trabalho de parto. Algumas pessoas na rua podiam ouvir os seus gritos. Aqueles que se comoviam com as fortes dores que ela devia estar sentindo dedicavam alguns momentos para fazer pequenas orações pela paciente, enquanto outros lançavam olhares para o hospital. Após horas em um difícil trabalho de parto, médicos e enfermeiras entregaram à mãe um menino. O bebê era enorme. A mulher estava com a vagina rompida. Sangrava sem parar. Desmaiou várias vezes e o médico a reanimou com choques elétricos. Ela perdia muito sangue. Acreditava que transfusão de sangue não era da vontade de Deus. Seu marido rezou por intervenção divina. “Senhor Jason, precisa autorizar a transfusão para salvar a sua alma-gêmea. Não quer que as crianças fiquem sem mãe, não é?, advertiu o doutor Greg. O senhor Jason ponderou por alguns minutos. “Não, não quero perder a minha esposa. Não poderia suportar isso. Por favor, faça a transfusão”, replicou. A senhora Jason estava inflexível: “Jason, por que você tem tão pouca fé? Não quero fazer transfusão de sangue”.

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- Não, Jakpo, está enganado. Esse título é honorário para um homem que já vive há muitos anos nessa Terra e em determinado lugar. O título não é o legado de uma casa real. É um título de transição para um homem comum. Qualquer pessoa digna pode merecê-lo. Você sabe há quantas décadas estou em Jagua? Eu nasci aqui. Tenho 88 anos. É um privilégio, quando os deuses permitem a cabeça negra de um homem se tornar grisalha. Não se pode transformar diamante em ouro, mas eu ganhei essa honra. O Conselho de Coroação pensa que roubou a minha alegria, mas esses homens estão enganados. Não importa se a comunidade me concede o título ou não. Eu ganhei esse direito por natureza.

Fez-se silêncio por alguns minutos.

Jakpo pigarreou e mastigou o seu bastãozinho de escovação. Cuspiu alguns pedaços e o mastigou novamente.

- Sou o próximo da fila. O povo de Jagua irá me coroar Okpako.

- Sim, parabéns, meu bom amigo. Possam as bênçãos dos seus ancestrais se derramar sobre a sua vida. Como se diz aqui, nunca tivemos dificuldades com os peixes no rio. Sempre houve o suficiente para cada pescador. Não vamos brigar por causa de um título. Eu lhe desejo o melhor, meu amigo.

- Jessa, não deveria ir. Você é uma parte importante desse reino. Seus ancestrais moram aqui.

- Meus ancestrais também vivem em Ebito. Oferecerei libações a eles em meus últimos dias na Terra. Não os conheci, então deixe-me ir e venerá-los em Ebito. Jakpo, preciso ir, retornar às minhas origens. Rezo para ser bem recebido. Tenho certeza de que o meu próprio povo não me pesará com a balança do desprezo. Quem sabe, meu amigo? Os deuses me deram oportunidade para me reconciliar com as minhas raízes. Lá, os descendentes dos meus filhos não serão uma geração perdida. Não serão negados pela família. Eu só imagino quem revelou esse “conhecimento” após tantas décadas. Eu nunca soube não ter nascido em Jagua. Alguém sabe da minha história mais e melhor do que eu mesmo?

Jakpo desviou o olhar.

- Jakpo, você tem alguma noção de quem disse que eu não era originalmente de Jagua?

Jakpo riu com nervosismo. - Não, meu amigo. Não faço a menor ideia, - disse, rapidamente. - Espero que mude de opinião a respeito de deixar Jagua; sua decisão é tão torta quanto esse rio. Sei do seu desejo de ficar em Jagua.

- Meu coração sempre estará com esse rio. Essas águas vivem nas minhas veias. Mas agora, deixe-me provar das águas das minhas origens. Se dependesse de mim, eu envelheceria e morreria em Jagua. Meus filhos, sim, desejam a nossa mudança daqui para sempre. Preciso acatar o pedido deles. Um homem não pode ter medo de andar nu em sua própria casa; somente o hóspede tem de ter cuidado na casa. Eu tenho muitos “hóspedes” em Jagua. Deixe-me levá-los de volta pra casa. Meus filhos se sentirão completamente estranhos aqui quando eu morrer. Qual é o sentido de permanecer em Jagua, quando as pessoas nos mostram que nosso lugar não é aqui? A herança da qual tanto me orgulho não serve como identidade para os meus filhos. Deixe-me levá-los para casa, de forma a que possam se orgulhar de sua origem.

Jakpo olhou para além do rio com um sentimento de nostalgia e perguntou:

- Você se lembra uma vez, de como corremos atrás de um coelho até a sua toca?

- Nós fechamos o buraco. Tínhamos ido buscar lenha na floresta para preparar carne de caça e não conseguíamos encontrar o caminho de volta. - Jessa lembrou.

- E quase fomos carne de caça quando aquele lobo investiu contra nós. – Jakpo falou isso rindo.

- Tivemos sorte de o caçador tê-lo matado antes de sermos atacados, - disse Jessa, e bufou a seguir.

Os dois anciãos riram. Relembraram as ocasiões em que corriam pela comunidade quando crianças, mas seus sorrisos desapareceram quando a realidade se fez presente.

- Os dias andam cinzentos e difíceis, - Jakpo conjecturou. - Sentirei a sua falta, meu velho amigo. Quando você se for, ficarei muito só. Esses jovens não têm tempo para velhos rabugentos. Quem me fará companhia?

- Quem me visitará e tomará conta de mim, se eu ficar? Vou perder Jaja e os meus outros filhos, se não for para Ebito. Eles tomaram a decisão. Querem deixar Jagua para sempre.

Jessa cuidadosamente se curvou e pegou um seixo. Apertou-o com força e sentiu a energia da pedra.

Jakpo assentiu com a cabeça: - Você tem um grande filho naquele jovem, o Jaja. Gostaria que um dos meus voltasse para casa. Décadas de lembranças irão desaparecer após a sua partida. Adeus, meu amigo; nos encontraremos do outro lado.

- Sentirei a sua falta. Não posso dizer o quanto e você não pode ver direito, pois meus olhos estão muito secos agora, de tanto eu chorar.

Desejou boa sorte a Jakpo e o deixou à beira do rio.

- Espero que você mude de opinião e fique, meu amigo. Não sabia que a situação se tornaria tão complicada assim. Eu só queria o que era meu por direito, - Jakpo sussurrou após a figura de Jessa desaparecer na paisagem.

Jessa voltou para casa. Algumas crianças vieram brincar e ele compartilhou o dinheiro que tinha no bolso.

* * * * *

Antes de amanhecer, Jessa e Jaja estavam prontos para viajar para Ebito. O ancião olhou na direção do riacho com saudades. Imaginou-se caminhando naquela direção com Jakpo e seus apetrechos de pescaria.

- Não é fácil deixar essas lembranças para trás. - Jessa estava muito triste.

- Venha, pai. O senhor já se despediu o bastante. Devemos partir antes do nascer do sol, pois a estrada não é boa na hora do trânsito pesado.

- Sim, algumas estradas não reconhecem as velhas rodas que sempre passaram por elas. Não lhes dão tratamento diferenciado. Vamos. Não somos mais bem-vindos aqui.

Duas semanas mais tarde, os anciãos da aldeia fizeram um encontro e concluíram que a casa de Jessa seria o novo local de reuniões. Ele a deixara como presente. Porém, no dia da Coroação de Okpako, as retroescavadeiras apareceram.

A voz do motorista do veículo ressoou em um alto-falante. - Todos nessa casa devem sair! Em pouco tempo, ela será demolida. Vou contar até trinta e avançar.

Ele começou a contar: - um, dois, três, quatro....

Ao chegar a dezenove, já estava vazia. A retroescavadeira colocou a casa abaixo, obedecendo as ordens de Jaja.

As pessoas assistiram com tristeza quando alguns homens quebraram com marretas as paredes restantes. Nenhuma estrutura permaneceu de pé. Os pedaços de cimento foram colocados no reboque e levados dali.

- Esse é um acontecimento ruim. Como podemos fazer a cerimônia da coroação nessas ruínas? Temos de procurar outro local ou marcar nova data para a coroação. - Disse um jovem.

- Mas, onde está Jakpo? - perguntou o líder da comunidade, com certa ansiedade.

- Ele ainda não havia chegado. Será que já sabe da novidade? Esse incidente infeliz irá arrasá-lo. Sua cerimônia foi arruinada e não poderá acontecer hoje. - Mencionou um senhor.

- Jakpo deve ter ouvido a notícia. Ele sabe tudo. Não foi ele que descobriu que Jessa não era cidadão de Jagua? Vamos fazer uma visita, - disse o líder.

Não encontraram Jakpo em casa. Sabiam que ele gostava do rio e pensaram que poderia estar lá.

Ao sair da casa a caminho do rio, encontraram o menino que tomava conta dele. Jakpo saíra ao nascer do sol.

- Esse é um comportamento estranho. Vamos ver se ele está no riacho.

Chegaram ao rio e viram Jakpo boiando na margem. Correram e o arrastaram para a terra. Estava morto. Viram seu par de sapatos, óculos de leitura e um livro embaixo de sua árvore favorita. Jessa e Jakpo haviam talhado algumas raízes de árvores próximas à beira d´água para fazer bancos. Seus pertences estavam empilhados sobre a raiz. O menino caiu no choro.

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