Foraine Amukoyo Gift - O Cidadão Anulado E Outras Histórias

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O Cidadão Anulado E Outras Histórias: краткое содержание, описание и аннотация

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O Jornalista Cidadão – Frequentemente, nos esquecemos da força que os burocratas exercem sobre a mídia. O primeiro passo na direção do controle populacional é o controle da mídia. Isso concede às pessoas poder sobre a opinião pública. A corrupção nessas áreas está pior do que nunca. Essa história é extremamente relevante no que diz respeito à corrupção e à política atualmente nos Estados Unidos da América. Concordo com Kola: deveria haver apenas uma maneira de se divulgar notícia - relatando a verdade. O Cidadão Anulado – Outra história comovente e politicamente estimulante. Devido à nossa ganância, crescimento e necessidade de inovação, repetidamente negligenciamos as consequências para o meio ambiente. É muito fácil esquecer o alcance disso quando se vive em uma área urbana que tem se desenvolvido ao longo dos séculos.
A mulher estava em trabalho de parto. Algumas pessoas na rua podiam ouvir os seus gritos. Aqueles que se comoviam com as fortes dores que ela devia estar sentindo dedicavam alguns momentos para fazer pequenas orações pela paciente, enquanto outros lançavam olhares para o hospital. Após horas em um difícil trabalho de parto, médicos e enfermeiras entregaram à mãe um menino. O bebê era enorme. A mulher estava com a vagina rompida. Sangrava sem parar. Desmaiou várias vezes e o médico a reanimou com choques elétricos. Ela perdia muito sangue. Acreditava que transfusão de sangue não era da vontade de Deus. Seu marido rezou por intervenção divina. “Senhor Jason, precisa autorizar a transfusão para salvar a sua alma-gêmea. Não quer que as crianças fiquem sem mãe, não é?, advertiu o doutor Greg. O senhor Jason ponderou por alguns minutos. “Não, não quero perder a minha esposa. Não poderia suportar isso. Por favor, faça a transfusão”, replicou. A senhora Jason estava inflexível: “Jason, por que você tem tão pouca fé? Não quero fazer transfusão de sangue”.

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- Sim, Mira, é esse o meu desejo. Quero manter o seu cheiro; para sempre.

As enfermeiras não gostaram de limpar Mira nem pela última vez.

- Escute, enfermeiras, eu sei que nenhuma das senhoras quer fazer isso. Mas mudem essas caras carrancudas, façam isso sorrindo. Ela está saindo do hospital para sempre. Vou levá-la para uma ilha. Seremos apenas nós dois no paraíso.

- Mal posso esperar para ver esse paraíso - disse Mira.

- É apenas uma casinha bonita, numa ilha em Epe. Ah, Mira, você vai adorar.

* * * * * *

Estávamos na varanda. O sol da manhã nos banhava. Era como um bálsamo de cura. Havia feito muito frio na noite anterior. O calor moderado confortava a minha pele. Mira se sentia em casa. Ela estava em uma maca. Apoiei suas costas e braços em alguns travesseiros.

- Tejiri, você é o melhor cuidador do mundo. Prometo que não o incomodo.

Ela estava frágil. A maior parte de seus cabelos havia caído e os seus olhos tinham as cores de um rio sombrio e triste. Eu não conseguia enxergar a alegria que seu rosto costumava irradiar. Abri uma barra de chocolate e mordi um pedaço.

- Tejiri, por favor, me dê um pedacinho.

- Mira, e a diabetes? Isso tem açúcar.

Ela zombou: - Tejiri, Tejiri, pode um corpo morto morrer mais?

- De jeito nenhum, desculpe. Tome, pode comer esse e o resto que está na geladeira.

Abri um pouco mais a embalagem e dei para Mira. Ela comeu o chocolate macio com satisfação. Sorriu, saboreando e deu outra mordida.

- Mira, está na hora de tomar banho.

- Tejiri, me deixe ficar um pouco aqui. Estou adorando - Mira se aninhou ainda mais na cama macia.

- Sabia que você adoraria esse lugar. Eu sempre falei em construir uma ilha particular pra lhe dar de presente, lembra? Perdão por ter sido tão tarde.

Mira suspirou profundamente. - Tejiri, você fez bastante. Tenho tanto orgulho... Você agora é um bem-sucedido engenheiro de Petróleo. Um brinde à prosperidade! - e me deu um pequeno pedaço de chocolate.

Peguei e comi. Olhei para as águas calmas da ilha. Uma rajada de vento fresco soprou em meu rosto e pensei: “essa prosperidade nada significa sem você para desfrutá-la”.

- Vá, pegue aqueles chocolates. Quero comer todas as barras que houver na geladeira.

- Está bem, Mira, vou pegar os chocolates.

- Eu amo você, Tejiri.

- Mira, sabe o quanto eu a amo. - Dei um beijinho na sua testa.

Fui ao banheiro e, enquanto urinava, uma brisa fria roçou as minhas pernas. Tive um calafrio repentino e pensei de onde poderia vir, porque a temperatura do banheiro estava cálida. Olhei a porta e a janela fechadas; fiquei meio sem entender. Sacudi minha cabeça, dei descarga e lavei as minhas mãos.

Levei um tempo para abrir todos os chocolates, colocá-los numa bandeja e cobri-los com um pano. A caminho de Mira, tropecei e gritei. Machuquei o dedão, mas ignorei a dor e corri para a varanda.

Mira estava confortavelmente relaxada. Tinha colocado um travesseiro sob os pés. Seus lábios estavam lambuzados de chocolate. Sorri, coloquei a bandeja sobre a mesa e me ajoelhei em frente a ela.

- Mira, olhe só quantos chocolates. Você vai fazer uma festa!

Mira estava em silêncio e imóvel. Peguei sua mão: o corpo estava quase frio. Seus olhos permaneciam abertos. Fechei suas pálpebras e chorei. Mira não esperou para se despedir de mim...

Lágrimas rolaram pela minha face por muitos dias.

Dois

Histórias da Aldeia

Jessa nasceu em Jagua. Quando o homem mais velho da aldeia morreu, ele esperou fervorosamente ascender a essa posição, por isso ficou chocado com as notícias recebidas do Conselho de Coroação sobre Jagua não ser o seu lugar de origem. Assim, eles não poderiam coroá-lo como Okpako – o ancião da aldeia. Seus ancestrais tinham sido andarilhos. Como Jagua era hospitaleira, haviam resolvido se estabelecer naquela comunidade.

O primogênito de Jessa, Jaja, ficou enraivecido. Jurou processar a comunidade perante o Tribunal. Queria provar que eles estavam enganados, pois quatro gerações do seu clã já não eram de forasteiros.

Jaja argumentava que, quando um indivíduo permanecia em determinado território por algumas décadas, naturalmente se tornava cidadão do Estado. Os migrantes eram aceitos e respeitados como os locais. Tinham as mesmas vantagens, apesar de não existir nenhuma documentação oficial de cidadania no passado. Jessa tentava convencer o filho a não entrar com a ação na Justiça.

Entretanto, Jaja estava inflexível e deu entrada ao processo. Dizia ao pai que a denúncia pública sobre o seu clã era deplorável.

- Amanhã, procurarei obter informações na aldeia - declarou Jaja. - Traçarei nossas origens.

No dia seguinte, Jessa saiu para um passeio noturno. Ao retornar, seu filho estava esperando na sala. Jaja se levantou e colocou o pai sentado, encostando a bengala dele na parede.

- Onde esteve? - Jaja perguntou. - Parece exausto. Vou pegar um copo d´água pro senhor.

Jessa bebeu a água vagarosamente até o final. Jaja pegou o copo e o colocou sobre a mesa.

- Obrigado, filho. O que descobriu? Você ficou muito tempo fora.

Pegou sua caixa de rapé e colocou um pouco do pó nas narinas. Espirrou e beliscou o nariz.

- Pai, tracei nossa genealogia até Ebito. Fica a quatro aldeias de Jagua. Foi de lá que seu bisavô migrou. As pessoas me receberam com carinho. Pai, eles reconheceram a marca de nascença na minha bochecha. Disseram que o seu bisavô tinha a mesma marca.

Jessa acenou com a cabeça, nervosamente.

- Irei para lá e construirei uma casa; uma nova casa para nós - afirmou Jaja.

Jessa não estava contente com essa notícia. Ele não queria deixar Jagua. Essa terra era patrimônio dele. “Por que construir uma nova casa tão cedo”? Pensou, preocupado. Pegou o copo e o colocou entre as pernas.

Jaja percebeu que seu pai não estava feliz.

- Pai, por que está tão triste? O senhor deveria estar alegre porque descobrimos nossa real identidade. Eu sei que nós perderemos muitas coisas ao sair de Jagua – alguns bens e lembranças preciosas. Adoraria ficar aqui, mas a comunidade ridicularizou e desonrou a nossa família. Não se preocupe, pai. Nunca é tarde para começar de novo. O pior dano teria sido não sermos capazes de descobrir a nossa cidade natal. O bom é que um parente até mesmo reservou um pedaço de terra para nós em Ebito. Irei para lá esta noite. Temos muito trabalho pela frente. Liguei para os meus irmãos quando voltava de lá e eles enviaram dinheiro para a compra do material de construção.

Jaja ajoelhou-se em frente ao pai e tocou em seus pés, em sinal de respeito. Jessa deu um tapinha amoroso no ombro do filho, que levou o copo para a cozinha e se dirigiu ao seu quarto. O semblante de Jessa estava pesado.

* * * * * *

Pela manhã, o ancião deu uma caminhada pela aldeia num silêncio inquietante. Foi até a margem do rio, onde havia passado a maior parte de sua vida, nadando, quando menino e pescando, já adulto. O rio era bom para ele. Foi em suas lindas areias brancas que certo dia encontrou um enorme diamante.

Jessa não o cobiçou apenas para si próprio. Toda a aldeia se beneficiou com a venda do diamante. Ele enviou os seus filhos e outras crianças da comunidade para estudar na cidade. Seus filhos eram bem-sucedidos em suas carreiras. Quatro deles moravam na Europa. Apenas Jaja estava em Jang, uma localidade perto de Jagua.

Jakpo, um amigo íntimo de Jessa, aproximou-se:

- Vi Jaja esta manhã. Ele me contou tudo. Jessa, por que quer ir embora? O povo de Jagua não pediu para você ir embora. Essa tristeza é porque não pode ser o Okpako? Jagua não pode lhe conceder esse título. Você não é um cidadão legítimo, motivo pelo qual não pode ser o membro mais idoso da comunidade. Esse título é como se fosse uma realeza. A aldeia não pode dar esse título a um forasteiro.

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