AAVV - Santa María de Montesa

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    Santa María de Montesa
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La Orden de Santa María de Montesa y San Jorge de Alfama fue la última orden militar fundada en época medieval en la Península Ibérica, fruto del proceso de disolución de la Orden del Temple entre 1307 y 1312. La obra reúne las aportaciones de la gran mayoría de los investigadores montesianos en activo que, sin duda, representan fielmente las diversas líneas de investigación de los últimos años pero también son reflejo del relevo generacional, con la incorporación de nuevas miradas sobre la institución, su organización y algunos de sus principales miembros a lo largo de quinientos años. Esta obra coral, estructurada en torno a cinco ejes ('Orígenes y contexto', 'Montesa en tiempos de sus maestres', 'Montesa administrada por la Corona', 'Los montesianos' y 'Más allá de Montesa moderna'), ofrece al lector interesado una panorámica actualizada de los conocimientos sobre la orden militar valenciana por excelencia.

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19. Referido por A. D. C. Costa (ed.): Monumenta Portugaliae Vaticana , vol. II, p. XXXVI.

20. Monumenta Henricina , Coimbra, Comissão Executiva do V Centenário da Morte do Infante D. Henrique, vol. I, doc. 62, p. 112.

21. TT, Gaveta 7, maço 4, n.º 8; TT, Leitura Nova, Livro dos Mestrados , ff. 84r-85r.

22. Publ. Saúl Gomes: «A Extinção da Ordem do Templo em Portugal», Revista de História da Sociedade e da Cultura, 11 , Universidade de Coimbra, 2011, pp. 100-116.

23. Publ. Saúl Gomes: «D. Gualdim Pais (c.1118/20-1195)», Revista População e Sociedade, 23 , Porto, CEPESE, 2015, pp. 18-20.

24. Paula Pinto Costa e Joana Lencart: «A herança templária em Portugal: memória documental e patrimonial», em Ordens Militares – Entre Deus e o Rei. O mundo das Ordens Militares , Palmela, GESOS e Municipio de Palmela, 2018, pp. 647-699.

25. Procuração inserta em Monumenta Henricina , vol. I, doc. 61, pp. 97-110 e doc. 62, pp. 110-119 (versão em português de 11 de maio de 1320). Ref. A. D. S. Costa (ed.): Monumenta Portugaliae Vaticana , vol. II, p. XLIII.

26. Um dos documentos consta em TT, Gaveta 7, maço 16, n.º 2; TT, Leitura Nova, Livro dos Mestrados , ff. 23r-28v. O outro documento a que nos reportamos está em TT, Leitura Nova, Livro dos Mestrados , ff. 51v-77v.

27. Inserta em Monumenta Henricina , vol. I, doc. 61, pp. 97-110 e doc. 62, pp. 110-119 (versão em português de 11 de maio de 1320).

28. Monumenta Henricina , vol. I, doc. 61, pp. 97-110 e doc. 62, pp. 110-119 (versão em português de 11 de maio de 1320).

29. Monumenta Henricina , vol. I, doc. 63, pp. 119-120 e doc. 64, pp. 121-122 (versão em português). Sobre as origens da Ordem de Cristo, vejam-se os seguintes trabalhos de referência. Isabel Morgado Silva: «A Ordem de Cristo sob o Mestrado de D. Lopo Dias de Sousa», em Luís Adão da Fonseca (coord.), As Ordens Militares no Reinado de D. João I, Militarium Ordinum Analecta (1), Porto, Fundação Engº António de Almeida, 1997. Luís Adão da Fonseca: «La Orden de Cristo entre la cruzada y la monarquía: un marco ideológico con finalidad política», em Raquel Torres Jiménez e Francisco Ruiz Gómez (coords.), Órdenes militares y construcción de la sociedad occidental. Cultura, religiosidad y desarrollo social de los espacios de frontera (siglos XII-XV ), Madrid, Sílex, 2016, pp. 681-699. Uma resenha mais completa de referências bibliográficas pode ser identificada a partir de Luís Filipe Oliveira, Luís Adão Fonseca, Maria Cristina Pimenta e Paula Pinto Costa: «Military Orders in the fifteenth century», em José Mattoso, Maria de Lurdes Rosa, Bernardo Vasconcelos e Sousa e Maria João Branco (eds.): The Historiography of Medieval Portugal, c. 1950-c.2010: a collective book and a collaborative project , Lisboa, Instituto de Estudos Medievais da Universidade Nova de Lisboa, 2011, pp. 425-457.

30. David Nicholas: «Economy», em Daniel Power (ed.): The Central Middle Ages. Europe 950-1320 , The Short Oxford History of Europe, 1.ª edição, Oxford University Press, 2006, p. 78, onde se afirma que uma caravana demoraria entre 20 a 24 dias a percorrer a distância entre o Mediterrâneo e Paris, podendo este tempo ser reduzido praticamente a metade se a viagem fosse feita por uma pessoa sozinha a cavalo. Segundo o estudo de Maria Helena da Cruz Coelho e Maria José Azevedo Santos: De Coimbra a Roma. Uma viagem em meados de Quinhentos , Coimbra Editora, 1990, p. 39, uma comitiva saída do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, a 16 de setembro de 1558, chegou a Roma a 16 de dezembro desse mesmo ano, sendo que demorou 19 dias a percorrer o caminho entre Saragoça e Lyon.

31. Monumenta Henricina , vol. I, doc. 62, p. 116.

32. Por todos, veja a problematização feita por L. A. Fonseca: «La Orden de Cristo entre la cruzada y la monarquia...», pp. 681-699.

33. Monumenta Henricina , vol. I, doc. 62, p. 112.

34. TT, Ordem de Cristo/Convento de Tomar , maço 1, n.º 16 (inserto em documento de 1781.06.16).

35. Joana Lencart: «As ordenações inéditas da Ordem de Cristo de 1319 e 1323 – estudo comparativo com as ordenações de 1321 e 1326», População e Sociedade . CEPESE, Porto, vol. 26 (dez. 2016), p. 101, nota 9. Disponível em: < http://www.cepesepublicacoes.pt/portal/pt/obras/populacao-e-socie-dade-n-o-26/as-ordenacoes-ineditas-da-ordem-de-cristo-de-1319-e-1323-2013-estudo-comparativo--com-as-ordenacoes-de-1321-e-1326> [consultado em 24.11.2017].

36. Publ. Frei António Brandão: Monarchia Lusytana que contem as historias dos ultimos 23 annos d’el rey D. Dinis , Sexta Parte, Lisboa, Officina de Joam da Costa,1672, pp. 291-292.

37. Monumenta Henricina , vol. I, doc. 68, pp. 129-131.

38. TT, Chancelaria de D. Dinis , liv. 3, ff. 154v-155r.

39. J. Lencart: «As ordenações inéditas da Ordem de Cristo de 1319 e 1323…», pp. 99-132.

40. Monumenta Henricina , vol. I, doc. 62, pp. 113-115.

41. TT, Ordem de Cristo/Convento de Tomar , documentos particulares, maço 2, n.º 2, publ. J. Lencart: «As ordenações inéditas da Ordem de Cristo de 1319 e 1323…», pp. 121-126.

42. Monumenta Henricina , vol. I, doc. 73, pp. 142-150. I. M. Silva: «A Ordem de Cristo sob o Mestrado de D. Lopo Dias de Sousa...», pp. 26-27.

43. TT, Ordem de Cristo/Convento de Tomar, Documentos Particulares , maço 2, n.º 5. Publ. J. Lencart: «As ordenações inéditas da Ordem de Cristo de 1319 e 1323…», pp. 127-132.

44. Monumenta Henricina , vol. I, doc. 74, pp. 150-160. I. M. Silva: «A Ordem de Cristo sob o Mestrado de D. Lopo Dias de Sousa...», p. 28.

45. A. Demurger: A grande aventura dos Templários... , pp. 492-497.

46. P. P. Costa e J. Lencart: «A herança templária em Portugal: memória documental e patrimonial», em Ordens Militares – Entre Deus e o Rei. O mundo das Ordens Militares (no prelo).

47. José Augusto de Sottomayor Pizarro: D. Dinis (1261-1325) , Lisboa, Círculo de Leitores, 2005, pp. 164-166.

48. Publ. Chancelaria de D. Afonso III , liv. I, vol. 2, n.º 526, pp. 115-116.

49. Publ. em Chancelaria de D. Afonso III , liv. I, vol. 2, n.º 640, pp. 218-220.

50. Publ. em Chancelaria de D. Afonso III , liv. I, vol. 2, n.º 687, pp. 254-255.

51. TT, Gaveta 3, maço 8, n.º 9, TT, Leitura Nova, Estremadura , liv. 11, f. 288.

52. TT, Chancelaria de D. Dinis , liv. 1, f. 171v e Gav. VI , maço único, n.º 61; publ. Jean Delaville Le Roulx (ed.): Cartulaire Générale de l’Ordre des Hospitaliers de Saint-Jean de Jérusalem (1100 - 1310) , Paris, vol. III, 1899, n.º 3937, p. 492, e Livro dos forais, escripturas, doações, privilégios e inquirições , com um estudo de José Mendes da Cunha Saraiva: Subsídios para a História da Ordem de Malta , II-IV, 3 vols., separata de Ocidente , vols. 25-28, Lisboa, Arquivo Histórico do Ministério das Finanças, 1946-48, vol. 3, doc. 314, p. 140. Ref. José Anastácio de Figueiredo: Nova história da Militar Ordem de Malta e dos senhores grão-priores della em Portugal , Lisboa, vol. II, 1800, p. 268 e ss.

53. TT, Gav. XII , maço 1, n.º 4 e Gav. VI , maço único, n.º 115 e n.º 261 e Leitura Nova, Direitos reais , liv. 2, f. 156. Publ. Cartulaire générale... , IV, n.º 4697, pp. 115-116, e As Gavetas da Torre do Tombo , introdução de A. da Silva Rego, 12 vols., Lisboa, Centro de Estudos Históricos Ultramarinos, tomo II, 1960-1977, p. 745. Ref. J. A. de Figueiredo: Nova história da Militar Ordem de Malta... , II, p. 356.

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