Jack Mars - O Preço da Liberdade

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O PREÇO DA LIBERDADE é o 2º livro da série de sucesso de Luke Stone que começou com ALERTA VERMELHO: CONFRONTO LETAL (Livro #1) com download gratuito disponível. Um agente biológico é roubado de um laboratório de alta segurança. Preparado para ser usado como arma de destruição maciça, poderá matar milhões, sendo encetada uma desesperada caça por toda a América para capturar os terroristas antes que seja tarde demais. Luke Stone, responsável de um departamento de elite do FBI que vira a sua própria família numa situação de risco, prometera afastar-se, mas quando a nova Presidente lhe pede ajuda, não consegue recusar. Segue-se um cenário de devastação total que atinge a Presidente e a sua família. Com a sua força testada até ao limite, a nova Presidente dos Estados Unidos surpreende até os seus conselheiros mais próximos com a sua determinação na preservação dos valores da liberdade. O confronto torna-se pessoal quando membros do gabinete da Presidente querem Luke e a sua equipa fora de ação, obrigando-o a defender a nação à sua maneira. Mas nada dissuade Luke Stone de lutar por aquilo em que acredita. Luke compreende rapidamente que o alvo final dos terroristas é mais assustador do que ele próprio poderia imaginar. Com apenas alguns dias para evitar uma catástrofe global, o mais provável é nem Luke conseguir parar o diabólico plano gizado pelos terroristas. Um thriller político com ação desconcertante, cenários internacionais dramáticos, reviravoltas inesperadas e suspense infindável, ALERTA VERMELHO: O PREÇO DA LIBERDADE é o 2º livro da saga de Luke Stone, uma nova série explosiva que o vai manter acordado até altas horas da madrugada. O Livro #3 da série Luke Stone estará em breve disponível.

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“Mereces todo o descanso, minha querida.”

Omar olhou para o guarda-costas. Era um homem alto e forte. O guarda retirou um saco de plástico do bolso do seu casaco, aproximou-se atrás dela e num movimento silencioso enfiou o saco sobre a sua cabeça, apertando-o com força.

Imediatamente o seu corpo se tornou elétrico. Tentou arranhar e ferir o seu agressor. Os seus pés levantavam-na da cadeira. Ela lutou, mas era impossível. O homem era demasiado forte. Os seus pulsos e antebraços eram tensos, preenchidos por veias e músculos a fazer o seu trabalho.

Através do saco translúcido, podia ver-se o rosto de Aabha transformado numa máscara de terror e desespero. A sua boca era um O enorme, uma lua cheia, tentando encontrar ar e não o encontrando. Sugava plástico em vez de oxigénio.

O seu corpo ficou tenso e tornou-se rígido. Era como se fosse a escultura em madeira de uma mulher, o corpo inclinado, ligeiramente dobrado para trás a meio. Gradualmente, deixou de reagir. Enfraqueceu, apaziguou-se e depois, simplesmente deixou de resistir. O guarda-costas deixou-a afundar-se lentamente recostada na cadeira. Afundou-se com ela, guiando o seu corpo sem vida. Agora que estava morta, tratava-a com carinho.

O homem respirou fundo e olhou para Omar.

“O que faço com ela?”

Omar contemplou o negrume da noite.

Era uma pena matar uma jovem como Aabha, mas ela estava contaminada. Em breve, os Americanos ficariam a saber que o vírus desaparecera. Pouco depois, descobririam que Aabha fora a última pessoa a estar presente no laboratório onde a energia falhara.

Perceberiam que a falha de energia era o resultado do corte deliberado de um cabo subterrâneo e que a falha nos geradores de reserva era o resultado de uma cuidadosa sabotagem levada a cabo várias semanas antes. Fariam uma busca desesperada por Aabha, uma busca dura e feroz e não a poderiam encontrar nunca.

“Pede ajuda ao Abdul. Ele esvaziou baldes e cimento de secagem rápida no armário de equipamento na casa das máquinas. Leva-a para lá. Façam peso com um balde de cimento à volta dos pés e pernas, e larguem-na na parte mais profunda do oceano. A mais de mil pés de profundidade, se faz favor. Percebido, certo?”

O homem anuiu com a cabeça. “Sim, senhor.”

“Perfeito. Depois de tratarem disso, lavem todos os meus lençóis, almofadas e cobertores. Temos que ser cautelosos e destruir todas as provas. Na remota possibilidade dos Americanos revistarem este iate, não quero o ADN da mulher nas minhas coisas.”

O homem assentiu. “Claro.”

“Muito bem,” Terminou Omar.

Deixou o guarda-costas com o cadáver e regressou ao quarto principal. Era tempo de tomar um banho quente.

CAPÍTULO CINCO

10 de Junho

11:15

Condado Queen Anne, Maryland – Eastern Shore da Baía de Chesapeake

“Bem, talvez devamos simplesmente vender a casa,” Disse Luke.

Luke falava da velha casa de campo, a vinte minutos de distância do local onde agora se encontravam. Luke e Becca tinham alugado uma casa diferente, mais espaçosa e moderna para passarem as próximas duas semanas. Luke gostava mais desta nova casa, mas só lá estavam porque Becca se recusava a regressar a casa.

Ele compreendia a sua relutância. Claro que compreendia. Há quatro noites atrás, Becca e Gunner haviam sido raptados daquela casa. Luke não estava lá para os proteger. Podiam ter sido mortos. Tudo podia ter acontecido.

Olhou pela enorme e luminosa janela da cozinha. Gunner estava lá fora vestido com calças de ganga e uma t-shirt, a jogar algum jogo imaginário, como as crianças de nove anos costumam brincar. Dali a minutos, Gunner e Luke iriam partir do esquife e pescar.

A visão do filho encheu Luke de uma sensação de terror.

E se Gunner tivesse sido morto? E se ambos tivessem simplesmente desaparecido e nunca mais encontrados? E se dali a dois anos, Gunner já não brincasse jogos imaginários? Na cabeça de Luke só reinava confusão.

Sim, era horrível. Sim, nunca devia ter acontecido. Mas havia questões mais amplas em jogo. Luke, Ed Newsam e um grupo de pessoas tinham derrubado uma tentativa de golpe de estado e tinham reposto o que restava do democraticamente eleito governo dos Estados Unidos. Era possível que até tivessem salvo a própria democracia Americana.

Era tudo muito bonito, mas Becca não estava propriamente interessada em questões mais latas naquele momento.

Estava sentada à mesa da cozinha com um robe azul, a beber a sua segunda caneca de café. “É fácil para ti falar. Aquela casa está na minha família há centenas de anos.”

O cabelo de Rebecca era longo, escorrendo-lhe sobre os ombros. Os olhos eram azuis, emoldurados com pestanas espessas. A Luke, o seu belo rosto parecia finamente desenhado. Sentiu-se mal com isso. Na verdade, sentia-se mal com tudo o que tinha acontecido, mas não lhe ocorria nada para dizer que pudesse tornar tudo melhor.

Uma lágrima rolou na face de Becca. “O meu jardim está ali, Luke.”

“Eu sei.”

“Não posso trabalhar no meu jardim porque tenho medo. Tenho medo da minha própria casa, uma casa que conheço desde que nasci.”

Luke emudecera.

“E o Sr. e a Sra. Thompson… Estão mortos. Sabes isso, não sabes? Aqueles homens mataram-nos.” Olhou bruscamente para Luke. Os olhos acesos e furiosos. Becca manifestava uma tendência para se zangar com ele, às vezes por questões menores. Esquecera-se de lavar a loiça ou levar o lixo à rua. Quando isso acontecia, o seu olhar era muito semelhante ao que mostrava naquele momento. Luke pensava naquele olhar como o Olhar de Culpa. E naquele momento, o Olhar de Culpa para Luke era demasiado difícil de suportar.

Na sua mente desenhou-se uma breve imagem dos seus vizinhos, o Sr. e a Sra. Thompson. Se Hollywood procurasse um simpático casal idoso para interpretar uns quaisquer vizinhos do lado, os Thompson dariam uma ótima primeira escolha. Ele gostava dos Thompson e jamais quereria que as suas vidas tivessem terminado daquela forma. Mas muitas pessoas tinham morrido naquele dia.

“Becca, eu não matei os Thompson, ok? Lamento que tenham morrido e lamento que tu e o Gunner tenham sido raptados – vou lamentar isso o resto da minha vida e vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para vos compensar. Mas eu não o fiz. Eu não matei os Thompson. Eu não enviei pessoas para vos raptarem. Pareces estar a deturpar estas coisas na tua mente e não vou aceitar isso.”

Parou de falar. Era o momento ideal para parar, mas Luke não conseguia. As palavras jorravam-lhe em torrente.

“Tudo o que fiz foi sobreviver a uma saraivada de tiros e bombas. Estavam a tentar matar-me todo o dia e toda a noite. Fui alvejado, detonado, abalroado. E salvei a Presidente dos Estados Unidos, a tua Presidente, de uma morte quase certa. Isto foi o que eu fiz.”

Luke respirou com dificuldade como se tivesse acabado de fazer um sprint.

Lamentava tudo. Essa é que era a verdade. Magoava-o pensar que o seu trabalho lhe tinha causado sofrimento, magoava-o muito mais do que ela podia imaginar. Tinha deixado aquele trabalho no ano anterior por essa razão, mas fora chamado de volta por uma noite – uma noite que se transformara em noite, dia e outra inacreditavelmente longa noite. Uma noite durante a qual pensou ter perdido a sua família para sempre.

Becca já não confiava nele. Sentia isso muito nitidamente. A presença de Luke assustava-a. Ele era a causa do que tinha acontecido. Ele era imprudente, fanático e ia fazer com que ela e o único filho de ambos morressem.

Lágrimas correram silenciosamente do seu rosto. Um longo minuto decorreu.

“E isso interessa?” Disse Becca, quebrando o silêncio.

“O que é que interessa?”

“Interessa quem é o Presidente? Se eu e o Gunner tivéssemos morrido, interessava-te quem era o Presidente?”

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