Jack Mars - O Preço da Liberdade

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O PREÇO DA LIBERDADE é o 2º livro da série de sucesso de Luke Stone que começou com ALERTA VERMELHO: CONFRONTO LETAL (Livro #1) com download gratuito disponível. Um agente biológico é roubado de um laboratório de alta segurança. Preparado para ser usado como arma de destruição maciça, poderá matar milhões, sendo encetada uma desesperada caça por toda a América para capturar os terroristas antes que seja tarde demais. Luke Stone, responsável de um departamento de elite do FBI que vira a sua própria família numa situação de risco, prometera afastar-se, mas quando a nova Presidente lhe pede ajuda, não consegue recusar. Segue-se um cenário de devastação total que atinge a Presidente e a sua família. Com a sua força testada até ao limite, a nova Presidente dos Estados Unidos surpreende até os seus conselheiros mais próximos com a sua determinação na preservação dos valores da liberdade. O confronto torna-se pessoal quando membros do gabinete da Presidente querem Luke e a sua equipa fora de ação, obrigando-o a defender a nação à sua maneira. Mas nada dissuade Luke Stone de lutar por aquilo em que acredita. Luke compreende rapidamente que o alvo final dos terroristas é mais assustador do que ele próprio poderia imaginar. Com apenas alguns dias para evitar uma catástrofe global, o mais provável é nem Luke conseguir parar o diabólico plano gizado pelos terroristas. Um thriller político com ação desconcertante, cenários internacionais dramáticos, reviravoltas inesperadas e suspense infindável, ALERTA VERMELHO: O PREÇO DA LIBERDADE é o 2º livro da saga de Luke Stone, uma nova série explosiva que o vai manter acordado até altas horas da madrugada. O Livro #3 da série Luke Stone estará em breve disponível.

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Um pequeno barco a motor esperava por ela ali no cais. Um homem ofereceu-lhe a mão, ajudando-a a deslocar-se do cais ao trincaniz e depois até ao cockpit. Sentou-se na parte de trás do barco ao mesmo tempo que o homem deslaçou as amarras, empurrou o barco da margem e o piloto iniciou marcha.

Aproximarem-se do iate naquele barco era como pilotar uma minúscula cápsula espacial que atracaria na nave-mãe mais gigantesca do universo. Nem sequer atracaram. O pequeno barco parou atrás do iate e um outro homem ajudou-a a trepar uma escada de cinco degraus até ao convés. O homem era Ismail, o conhecido assistente.

“Tem o agente?” Perguntou ele quando ela subiu a bordo.

Ela sorriu com arrogância. “Olá Aabha, como está?” Disse ela. “Que bom vê-la. Estou feliz por ter escapado incólume.”

Ele fez um movimento com a mão como se uma roda estivesse a girar. Vamos, vamos. “Olá Aabha. E mais o que quer que tenha dito. Tem o agente?”

Foi à bolsa e retirou de lá o tubo com o vírus Ébola. Por um milésimo de segundo, sobreveio-lhe uma vontade divertida de atirá-lo para o oceano. Em vez disso, segurou-o para ele o inspecionar. Ismail fixou o tubo.

“Que recipiente tão pequeno,” Disse. “Incrível.”

“Estão cinco anos da minha vida neste recipiente,” Atalhou Aabha.

Ismail sorriu. “Sim, mas daqui a cem anos as pessoas ainda cantarão canções sobre uma heroína chamada Aabha.”

Ele estendeu a mão como se Aabha fosse depositar o tubo na sua palma.

“Dou-lho a ele,” Disse ela.

Ismail encolheu os ombros. “Como queira.”

Aabha trepou umas escadas iluminadas com luzes verdes e entrou na cabina principal através de uma porta de vidro. A cabina gigante tinha um bar encostado a uma das paredes, várias mesas ao longo das paredes e uma pista de dança no meio. O chefe usava aquele espaço para se divertir. Aabha tinha estado naquele compartimento quando se aparentava a um clube em Berlim – sem lugares sentados, música a tocar tão alto que as paredes pareciam pulsar ao som da mesma, luzes estroboscópicas, corpos compactados uns contra os outros na pista de dança. Agora a divisão estava silenciosa e vazia.

Caminhou ao longo de uma entrada atapetada de vermelho com meia dúzia de vigias em cada lado e depois trepou outro lanço de escadas. No topo das escadas, outro corredor. Agora estava bem no centro do barco e a penetrar cada vez mais no seu interior. A maior parte dos convidados nunca ia tão longe. Chegou ao fim do corredor e bateu nas amplas portas duplas que ali encontrou.

“Entre,” Proferiu uma voz de homem.

Ela abriu a porta esquerda e entrou. Aquele compartimento nunca deixava de a surpreender. Era o quarto principal situado logo abaixo da cabina do piloto. Do outro lado do quarto, admirou uma janela de 180° curvada do chão ao teto que permitia vislumbrar aquilo de que o barco se aproximava, assim como o que estava à sua direita e à sua esquerda. A maior parte das vezes, a vista panorâmica era a de um vasto oceano aberto.

No lado esquerdo do quarto encontrava-se uma área de estar com um grande sofá transversal transformado num fosso de festa. Havia também duas cadeiras, uma mesa de jantar com quatro lugares e uma enorme televisão plana na parede com um sistema de som montado logo abaixo. Uma garrafeira alta e envidraçada estava a um canto, próximo da parede.

À direita de Aabha estava a cama em tamanho double-king com um espelho logo acima dela. O dono deste iate gostava de se divertir e aquela cama podia facilmente acomodar quatro pessoas, às vezes cinco.

De pé, em frente da cama, estava o dono de tudo aquilo. Usava um par de calças de cordão de seda branca, calçava sandálias e nada mais. Era alto e escuro. Teria talvez quarenta anos, o cabelo já estava salpicado de cinzento e a sua barba curta começava a ficar branca. Era muito bem-parecido e tinha uns olhos castanhos profundos.

O seu corpo era enxuto, musculado e perfeitamente proporcionado em forma de triângulo invertido – ombros largos e peito esculpido em abdominais bem definidos, terminando numa cintura estreita e pernas musculados logo abaixo. O lado esquerdo do peito era preenchido por uma tatuagem de um gigantesco cavalo negro, um puro-sangue árabe. O homem era dono de vários puros-sangue e assumia-os como o seu símbolo pessoal. Eram fortes, viris, majestosos, tal como ele.

Parecia em forma, saudável e repousado, tal como se esperaria de um homem muito rico com fácil acesso a dotados treinadores pessoais, à melhor alimentação e a médicos dispostos a administrar os tratamentos hormonais indicados para atrasar o processo de envelhecimento. Numa palavra, ele era belo.

“Aabha, minha adorável, adorável jovem. Quem vais ser depois desta noite?”

“Omar,” Disse. “Trouxe-te um presente.”

Ele sorriu. “Nunca duvidei que conseguisses. Nem por um momento.”

Ele acenou na sua direção e ela aproximou-se. Ela entregou-lhe o tubo mas ele colocou-o na mesa ao lado da cama quase sem olhar para ele.

“Mais tarde,” Disse ele. “Podemos pensar nisso mais tarde.”

Puxou-a para junto de si e ela sentiu o seu abraço forte. Aabha pressionou o rosto contra o seu pescoço sentindo o seu aroma, o odor subtil do seu perfume e um outro mais profundo e terreno, caraterístico dele. Este homem queria ser cheirado e isso era excitante para ela. Para ela, tudo nele era excitante.

Ele virou-se e deitou-a de barriga para baixo na cama. Ela deixou-se levar, ávida. Dali a um momento, já ela se contorcia enquanto ele lhe tirava a roupa e percorria o seu corpo. A voz profunda de Omar sussurrava-lhe palavras que em circunstâncias normais a chocariam. Mas ali, naquele quarto, fizeram-na gemer de prazer animal.

*

Quando Omar acordou já estava sozinho.

Isso era bom. Aabha conhecia as suas preferências. Enquanto dormia não gostava de ser perturbado pelos movimentos agitados e ruídos de outros. Dormir era descansar, não uma luta de wrestling.

O barco movimentava-se. Haviam abandonado Galveston, exatamente à hora marcada e agora atravessavam o Golfo do México em direção à Flórida. No dia seguinte atracariam próximos de Tampa e o pequeno tubo que Aabha lhe tinha trazido faria uma viagem a terra firme.

Pegou no tubo que colocara em cima da mesa-de-cabeceira. Apenas um pequeno tubo, feito de plástico espesso e resistente, com uma tampa vermelha no topo. O conteúdo era impercetível. Aparentava ser pouco mais do um monte de pó.

Ainda assim…

Tirava-lhe o fôlego! Segurar na mão aquele poder, o poder da vida e da morte. E não apenas o poder da vida e da morte sobre uma pessoa - o poder de matar muitas, muitas pessoas. O poder de aniquilar completamente uma população. O poder de manter nações reféns. O poder da guerra total. O poder da vingança.

Fechou os olhos e respirou fundo em busca de calma. Tinha sido um risco deslocar-se pessoalmente até Galveston, um risco desnecessário. Mas ele queria estar presente no momento em que tal arma lhe fosse entregue. Ele queria segurar a arma e sentir o poder que detinha na sua mão.

Colocou novamente o tubo na mesa, vestiu as calças e saiu da cama. Vestiu uma camisola do Manchester United e dirigiu-se ao convés onde estava Aabha recostada numa cadeira reclinável a olhar para a noite, para as estrelas e para a vastidão da água negra que os rodeava.

Um guarda-costas permanecia imóvel junto à porta.

Omar fez um gesto ao homem e este dirigiu-se à balaustrada.

“Aabha,” Chamou Omar. Ela virou-se e ele viu como ela estava sonolenta.

Ela sorriu e ele também. “Fizeste uma coisa maravilhosa,” Disse. “Tenho muito orgulho em ti. Talvez tenha chegado o momento de dormires.”

Ela assentiu. “Estou tão cansada.”

Omar inclinou-se e os seus lábios encontraram-se. Beijou-a profundamente, saboreou-a e guardou a memória das curvas do seu corpo, dos seus movimentos, dos seus sons.

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