Amy Blankenship - O Coração Do Tempo

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Cuidado com o que você quer. Para salvar todos, um desejo foi feito, somente atrasando a guerra em vez de termina-la. A batalha entre o bem e o mal tinha chegado ao fim... mas tinha mesmo? Mil anos separavam a jovem sacerdotisa de seus cinco guardiões, irmãos que tinham jurado protege-la. Apenas um deles tinha conservado a memória intata, esperando o momento em que Hyakuhei, o próprio coração do demônio, surgiria para tentar roubar a razão mesma de sua existência. A sacerdotisa repentinamente se viu no meio de uma guerra antiga, não só entre o bem e o mal, mas também entre os irmãos.

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“Talvez a gente deva informar a adorável Kyoko sobre todos os meus talentos”, disse Shinbe sugestivamente.

Suki virou-se e encarou Shinbe, “Não, não vou lhe dizer que você é bom NISSO!” Ela deu-lhe um coque com o nó dos dedos na cabeça por via das dúvidas.

"Ainda assim, ele age como se fosse apenas humano", disse uma voz sarcástica, vinda não se sabe de onde; Shinbe endireitou o corpo, mexendo-se para dar lugar à voz.

Kyoko olhou para cima e seu olhar ficou preso nos profundos olhos dourados. O dono da voz tinha a aparência mais atraente que ela jamais tinha visto. Cabelos negros com destaques de prata caiam em longas ondas da cabeça dele. Sua pele morena de sol tinha luzia saudável no corpo atraente. Entretanto seus olhos a mantinham cativa, mesmo quando ele não olhava diretamente para ela.

Suki bufou e cruzou os braços na frente do peito, dando ao recém-chegado um olhar irritado. "Boa, você era só o que faltava para afugentá-la".

Shinbe sorriu com esforço para Suki e deu uma olhada para Kyoko para fazer as apresentações, "Este é Toya. Toya, esta é Kyoko. Hoje é seu primeiro dia aqui."

Toya virou-se para Kyoko dando-lhe um olhar avaliativo e isso deixou-a aborrecida. Kyoko deu-lhe uma olhada estarrecida.

“Então, você é uma sacerdotisa?” Toya resmungou e virou a cabeça num gesto de descrédito enquanto se sentava.

Os olhos de Kyoko voltaram-se para ele enquanto suspirava. Ninguém sabia que ela era uma sacerdotisa. De fato, somente sua família mais próxima sabia.

“Como é que você sabe disso”, gritou Kyoko furiosa.

Toya sentiu seu sangue ferver. “Droga, não grite como uma maluca. Posso ouvir perfeitamente”.

Tanto Suki como Shinbe tiraram o corpo fora enquanto Kyoko e Toya se engalfinhavam verbalmente.

Os sentidos de Toya começaram a se manifestar numa onda ponderosa com a raiva de Kyoko e ele foi ficando tenso, pensando que talvez ela afinal tivesse um pouco de poder naquele corpinho encantador, embora nunca ele lhe diria como sabia que ela era sacerdotisa.

Silenciosamente, ele avaliou a aparência dela. Seu cabelo ruivo brilhou em torno de um belo rosto em forma de coração. Seu olhar esverdeado que agora o miravam em fúria deixou-o ligeiramente excitado. Ele gostava de mulheres com coragem e ela, obviamente, tinha muita, mas por alguma razão isso o colocou deixou tenso. O que ele não gostava era de ser encarado por ela daquela forma; ele devia dar um jeito nisso depressa.

Ele olhou firme para ela tentando intimidá-la. “Você conseguiu uma bolsa, certo? E ELE afirmou que você é uma SACERDOTISA!” Toya rosnou perto de seu rosto, aproximando-se mais a cada palavra, até quase encostar seu nariz no dela. Ele cruzou os braços dentro das mangas soltas da roupa bufando indignado. "Aposto que você nem sabe o que é um demônio", murmurou, de repente percebendo que ela estava ficando mais atraente a cada segundo, o que o perturbava.

Kyoko vacilou, seu mau humor aumentando. Ela sabia o que os demônios eram. Tinha os estudado a vida toda e sua família estava certa, havia até conhecido alguns, embora não pudesse recordar. Ainda assim, não estava gostando da atitude altaneira e poderosa de Toya, então, apenas arqueou uma sobrancelha, como se lhe perguntasse silenciosamente se ele queria apostar nisso.

Suki parecia querer defender Kyoko, "Toya, será que você não pode ser um pouquinho mais bem educado? Ela só está aqui há poucas horas e antes que você a afugente, eu gostaria de convencê-la a ficar". Parecia meio triste com a ideia de perder Kyoko tão depressa.

Toya levantou um sobrolho aborrecido, encarando Suki ─ "bem, ela nem ao menos respondeu minha pergunta. Você acha que ela é capaz de enfrentar a questão?" ele tornou a encarar Kyoko.

"Posso enfrentar qualquer coisa que você me mande babaca", disse Kyoko em tom cortante.

Suki e Shinbe se entreolharam. Nunca tinham ouvido ninguém, a não ser eles próprios e o dono da universidade, enfrentar Toya assim, exceto Kotaro, talvez. Ambos sorriram sem jeito, certos que, definitivamente, iam acabar gostando dessa garota chamada Kyoko.

Um garçom apareceu com pratos prontos para servir a mesa e Kyoko voltou-se desviando a atenção de Toya para ele. O sujeito encarou Kyoko um pouco mais que o necessário, despertando seus sentidos que a alertavam para algo acontecendo. Ela olhou para os olhos negros que pareciam não pertencer ao rosto infantil do jovem.

Alguma coisa sobre ele atraiu Kyoko, embora ela não estivesse certa de estar gostando do que sentia. Claro, ele tinha uma aparência atraente, mas alguma coisa sobre ele a deixava ligeiramente pouco a vontade. Ela piscou tentando se livrar do feitiço que o jovem parecia irradiar sem nem mesmo tentar. O clima acabou sendo quebrado quando ela ouviu um grunhido baixo vindo do lado dela.

Toya sentiu uma frieza rastejando sob a pele e rosnou para o sujeito, parecendo sacudi-lo de seu torpor. Quando o rapaz focou os olhos de Toya de novo, eles pareciam mudar de um brilho negro como azeviche para um azul prateado enquanto ele se virava e fugia da mesa.

Kyoko deu um olhar confuso para Suki, mas Suki apenas encolheu os ombros, dando outra garfada no prato. Ao lado dela, Shinbe tossiu abafando com mão e tentou disfarçar o humor enquanto estranho da situação observava o sujeito correr atravessando a sala. Kyoko estava captando vibrações esquisitas desse Toya e estava disposta a não sossegar até que descobrisse qual era o problema dele. Ela se recostou na cadeira e examinou-o por um momento.

Seu cabelo comprido era da cor mais estranha da meia-noite, com grossos reflexos prateados correndo revoltos por ele e seus olhos eram lindos. ELE era belo. “Uma nota para si mesma, belisque-se por pensar nisso”. Seus olhos eram de um dourado flamejante, sem dúvida alguma. Ele seria mais atraente ainda se não fosse a forma como a olhava.

Suki suspirou. Ela precisava ter uma conversa com Kyoko sobre como tirar Toya do sério. Não era bom que ele ultrapassasse seus limites. E não era justo que Kyoko não desconfiasse que estava enfurecendo um guardião.

Shinbe quebrou o silêncio da mesa ─ “Descobri que se você brincar com fogo, você acaba se queimando”. Foi recompensado com um olhar gelado geral antes que todos o ignorassem.

Toya deu mais uma olhada em Kyoko. Então, era essa quem se esperava que ele protegesse? Kyou devia estar brincando. Kyou tinha lhe falado sobre ela de manhã e lhe avisado que ele deveria protegê-la e ter certeza de sua segurança a todo momento.

Ele semicerrou os olhos pensando sobre o rapaz que tinha acabado de estar em pé perto da mesa. O modo como ele tinha ficado encarando Kyoko o enfurecera. Será que a sacerdotisa estava mesmo correndo perigo? Porque Kyou estava tão interessado na segurança de um mero ser humano? Kyou nunca tratou ninguém respeitosamente, então, por qual motivo essa moça pequenina era diferente?

Algumas vezes Toya detestava o fato de Kyou fosse seu guardião designado, mas tinha de admitir que devia muito a ele desde que o aceitara. Ele também sabia que Kyou sempre tinha um bom motivo quando fazia alguma coisa; só isso já era motivo para deixá-lo pensativo sobre essa garota chamada Kyoko.

Shinbe, que tinha reparado que dava para cortar com uma faca a tensão reinante na mesa, olhou para Suki com olhos de uma animal de estimação. Sabendo que era capaz de fazer Kyoko rir de novo com suas palhaçadas, ele começou a fazê-las com convicção.

“Então Suki, você ainda vai ao clube comigo hoje à noite? É noite de sábado, não gostaria deixar de dançar com você para dançar com uma dúzia de estranhos”. Shinbe fez um olhar aturdido como para demonstrar o que seria dançar com uma multidão de mulheres.

Suki deu-lhe uma olhada considerando se valia a pena dar-lhe um tapa para que ele parasse com aquele olhar estúpido. Virou-se então para Kyoko. “Kyoko, preciso de uma acompanhante”, disse sorrindo. “Você me fará companhia, não é? É muito perigoso sair sozinha, apenas na companhia dele...”, deu olhou Kyoko, suplicante.

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