Javier Salazar Calle - Sumalee

Здесь есть возможность читать онлайн «Javier Salazar Calle - Sumalee» — ознакомительный отрывок электронной книги совершенно бесплатно, а после прочтения отрывка купить полную версию. В некоторых случаях можно слушать аудио, скачать через торрент в формате fb2 и присутствует краткое содержание. Жанр: unrecognised, на португальском языке. Описание произведения, (предисловие) а так же отзывы посетителей доступны на портале библиотеки ЛибКат.

Sumalee: краткое содержание, описание и аннотация

Предлагаем к чтению аннотацию, описание, краткое содержание или предисловие (зависит от того, что написал сам автор книги «Sumalee»). Если вы не нашли необходимую информацию о книге — напишите в комментариях, мы постараемся отыскать её.

Uma viagem a Cingapura para dar início a uma nova vida. Lá, o protagonista conhecerá a esperança, a traição, a dor e viverá uma tórrida história de amor com uma mulher avassaladora. Como ele foi parar no inferno de Bang Kwang, uma prisão tailandesa de segurança máxima? O que fez com que ele se transformasse em um homem totalmente diferente, capaz das mais obscuras atrocidades?
Uma história apaixonante de máfia, mistério e violência que levará o leitor por uma torrente de sentimentos e aventuras que o prenderá desde a primeira página. Novela carregada de emoções que, junto a um surpreendente final, não deixará ninguém indiferente.
Às vezes a vida não dá muitas opções e as que ela oferece não tem porque serem as que mais te agradam. Você nem sequer tem que gostar delas.

Sumalee — читать онлайн ознакомительный отрывок

Ниже представлен текст книги, разбитый по страницам. Система сохранения места последней прочитанной страницы, позволяет с удобством читать онлайн бесплатно книгу «Sumalee», без необходимости каждый раз заново искать на чём Вы остановились. Поставьте закладку, и сможете в любой момент перейти на страницу, на которой закончили чтение.

Тёмная тема
Сбросить

Интервал:

Закладка:

Сделать

— Olá. Dois beijos, né? Por que vieram a Cingapura?

— Queríamos conhecer outro país e vimos que aqui também havia celíacos, como em todo lugar, mas não tinham muitas lojas dedicadas a eles — explicou Elena, enquanto eu dava dois beijos em Raquel.

— Eu tinha um amigo celíaco em Madri. Alguns dos doces que ele comia eram tão bons quanto os normais. Não saberia diferenciá-los. Um dia quero passar na loja de vocês para prová-los.

— Quando quiser — disse Raquel. — Aqui está um cartão.

— Obrigado. Vejo que está preparada. Gosto disso. E você, como se chama? — disse, dirigindo-me ao quarto do grupo. — Eu continuo sendo David… — respondi, sorrindo.

— Me chamo Pamos, Juam Pamos — disse, imitando o estilo James Bond.

— Cuidado com ele, David — Dámaso me avisou. — É um bon vivant . Diz que é especialista do cinema, mas não sei se já estreou na profissão. Seus pais são ricos empresários que trabalham em assuntos relacionados com a exportação, mas ele só se dedica a ir de festa em festa e sair com todas as garotas que pode, tenham namorado ou não. Só deixa as festas para jogar golfe comigo e com Nacho.

— Golf? Dá para ver como você fez amigos. Bom, eu estou sozinho aqui, sem par, e não sou uma garota, então não tenho que me preocupar. Com sorte, ele ainda pode me apresentar alguma amiga bonita… — Ri com vontade.

Fiquei um bom tempo conversando com todo mundo, colegas do trabalho e novos conhecidos. Então, em uma volta que dei para ir até o banheiro, um homem com sotaque inglês se aproximou de mim e me ofereceu não sei que substância que eu não conhecia, mas que sem dúvida era algum tipo de droga. Recusei de forma taxativa e segui meu caminho. Nunca tinha usado drogas, nem sequer na minha época mais rebelde, e nem tinha vontade de começar agora. Não gostava que nada controlasse minha vida e esse era o típico caminho que podia me transformar em um escravo de minhas doses diárias. Nisso eu era muito radical. Nem fumava, apesar de já ter feito isso por um tempo, mas tive que parar porque era incompatível com o exercício que eu fazia. E apesar de beber, nunca deixava que o álcool me fizesse perder o domínio de mim mesmo. Meus amigos enxiam meu saco às vezes com esse assunto, principalmente Dámaso, que tinha umas bebedeiras hercúleas, mas eu gostava de sempre sentir que tinha o controle da situação. Era um pouco obsessivo com isso.

Quando voltei, me ofereci para buscar algo para Tere e meu colega, Jérôme, o louco, beberem. Enquanto estava no balcão esperando ser atendido por algum garçom, uma garota lindíssima de aspecto tailandês ou parecido apareceu ao meu lado. Tinha cabelos castanhos, longos, cacheados presos em duas partes de forma que caíam por ambos os lados da cabeça sobre o peito. Usava um gorro de tecido verde e uma camisa com alças da mesma cor. Seu rosto era arredondado e tinha um sorriso precioso, ressaltado por lábios pintados de uma cor vermelha muito suave. Seus olhos eram castanhos escuros, um pouco puxados, mas não muito. Bastante alta, devia medir um metro e setenta ou algo assim, e era magra. Não poderia dizer que tinha me apaixonado à primeira vista; isso seria uma bobagem. Mas meus hormônios de macho ibérico deram um salto mortal triplo, ainda mais quando ela virou para mim e falou comigo em um inglês perfeito com uma voz doce e musical que só pude escutar porque coincidiu com uma diminuição no volume da música.

— Desculpa, não vi a fila.

— Não, não! O que é isso? Não se preocupe. Ainda estou esperando ser atendido. Peça você primeiro, não precisa fazer seu acompanhante esperar.

— Meu acompanhante? Não, estou sozinha. Vim com uma amiga, mas ela teve que ir embora. Espera! Era uma estratégia para saber sobre isso, não é?

— Bom, você me pegou — reconheci, sorrindo. — Mas é difícil de acreditar que uma mulher tão bonita não tenha companhia.

Ela pareceu ter achado meu comentário muito engraçado, pois começou a rir com um riso melodioso que me encantou no mesmo instante. Durante alguns momentos, ficamos calados, nos observando.

— Desculpa, não me apresentei — disse, reagindo. — Me chamo David, sou um dos expatriados espanhóis homenageados nesta festa.

— Espanhol? Por seu inglês, achei que fosse americano… — afirmou, fazendo um biquinho.

— É porque minha mãe é americana. De Boerne, um pequeno povoado de dez mil habitantes no Texas, próximo a San Antonio. Um paraíso para as trilhas, cheio de rotas lindíssimas, mas não tanto quanto você, que nunca vi igual. Como se chama? Acho que você esqueceu de me dizer. Ou é um segredo?

— Não, não, não é nenhum segredo. Me chamo Sumalee, Sumalee Sintawichai. Em tailandês, meu nome significa “flor bela”.

— Flor bela? Economizarei o elogio fácil, mas é óbvio que é um nome perfeito para você. Dizem que a Tailândia é o país dos sorrisos. Se todos tiverem um tão bonito como o seu, deve ser o paraíso.

—É difícil não sorrir para um cara como você — respondeu.

Juro que o sorriso que ela me deu valia uma guerra. Era linda. Estava claro que essa mulher tinha capturado minha atenção.

— Você disse Simalee Sintawachi? — gritei, tentando superar o som ao redor. — Estou me esforçando para memorizar.

— Não, Sumalee Sintawichai — repetiu, aproximando-se do meu ouvido para não ter que gritar e fazendo com que eu ficasse todo arrepiado. — Mas Sumalee está bom para agora. Também não quero que funda a cabeça no primeiro dia.

Primeiro dia? Ela queria que nos víssemos mais vezes? Porque eu, sim, com certeza. Todos os que fossem possíveis. Uma garota tão bonita, eu queria para sempre ao meu lado. Não disse nada sobre seu comentário e a convidei para se unir a nós. Ela aceitou, encantada, com a condição de que não a deixasse sozinha em nenhum momento. Não me custou nada aceitar seus termos e, depois de pedir as bebidas de Jérôme e de Tere, e de oferecer uma a ela, nos dirigimos para o grupo. Eu a apresentei a todos os meus colegas e fiquei impressionado com sua desenvoltura diante de tantos estranhos. Quando chegou a vez de Dámaso, que já estava alegre pelo álcool, ele começou a fazer-lhe elogios aos gritos para que ela pudesse escutar, e tive que pará-lo.

— Calma aí, fera! As mãos controladas, se quiser mantê-las. Guarde seus encantos para outra mulher. Sumalee está comigo esta noite. Fizemos um trato, não é?

— Claro que sim. Só para você — disse, enquanto piscava um olho para mim de forma divertida e agarrava meu braço. — Fizemos um acordo de não nos separarmos nenhum momento hoje.

Dámaso, Jérôme, Josele e Diego me olhavam, incrédulos. Não sabiam se pensavam que eu tinha ganhado na loteria ou se havia uma armadilha por trás de tanta sorte. Para mim, tanto fazia; só queria que a noite durasse para sempre. Eu estava eufórico. Tinha acabado de chegar e já tinha criado laços. Estava claro que meus sete anos com Cristina não tinham me feito perder a habilidade lendária com as mulheres.

Passamos a noite toda na festa falando sem parar. Nos sentíamos muito confortáveis juntos, como se nos conhecêssemos a vida toda. Ela me contou que trabalhava em uma agência de viagens preparando principalmente todas organizadas para a Tailândia, seu país, ou de tailandeses por Cingapura. Teve que sair de lá porque sua mãe estava doente e ela precisava ganhar muito dinheiro para pagar o tratamento. Na Tailândia, tinha um bom trabalho, mas o salário era muito baixo, por isso, veio para Cingapura por conselho de uma amiga. Com o que ganhava podia mandar bastante dinheiro para casa para os remédios da mãe. Era original de uma região chamada Chiang Rai, no norte do país, quase fronteira com Mianmar e Laos. Sua família era pobre e teve que lutar muito para poder conseguir uma bolsa e estudar marketing na Universidade Thammasat. Quando terminou o curso, conseguiu um bom trabalho em uma grande empresa, mas o salário ainda era muito baixo para o que precisava, e isso a levou a Cingapura, onde, para a minha sorte, se encontrava agora.

Читать дальше
Тёмная тема
Сбросить

Интервал:

Закладка:

Сделать

Похожие книги на «Sumalee»

Представляем Вашему вниманию похожие книги на «Sumalee» списком для выбора. Мы отобрали схожую по названию и смыслу литературу в надежде предоставить читателям больше вариантов отыскать новые, интересные, ещё непрочитанные произведения.


Javier Salazar Calle - Sumalee. Storie Di Trakaul
Javier Salazar Calle
Javier Salazar Calle - Ndura. Figlio Della Giungla
Javier Salazar Calle
Javier Salazar Calle - Aventurile Lui Alex Și Alvaro
Javier Salazar Calle
Javier Salazar Calle - Sumalee. Povești Din Trakaul
Javier Salazar Calle
Javier Salazar Calle - Ndura. Sohn Des Urwalds
Javier Salazar Calle
Javier Salazar Calle - As Aventuras De Alex E Álvaro
Javier Salazar Calle
Javier Salazar Calle - Ndura. Fils De La Forêt
Javier Salazar Calle
Javier Salazar Calle - Ndura. Filho Da Selva
Javier Salazar Calle
Отзывы о книге «Sumalee»

Обсуждение, отзывы о книге «Sumalee» и просто собственные мнения читателей. Оставьте ваши комментарии, напишите, что Вы думаете о произведении, его смысле или главных героях. Укажите что конкретно понравилось, а что нет, и почему Вы так считаете.

x