Javier Salazar Calle - Sumalee

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Uma viagem a Cingapura para dar início a uma nova vida. Lá, o protagonista conhecerá a esperança, a traição, a dor e viverá uma tórrida história de amor com uma mulher avassaladora. Como ele foi parar no inferno de Bang Kwang, uma prisão tailandesa de segurança máxima? O que fez com que ele se transformasse em um homem totalmente diferente, capaz das mais obscuras atrocidades?
Uma história apaixonante de máfia, mistério e violência que levará o leitor por uma torrente de sentimentos e aventuras que o prenderá desde a primeira página. Novela carregada de emoções que, junto a um surpreendente final, não deixará ninguém indiferente.
Às vezes a vida não dá muitas opções e as que ela oferece não tem porque serem as que mais te agradam. Você nem sequer tem que gostar delas.

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O que me importava era o fato de ser o quarto maior centro financeiro do mundo (atrás de Nova York, Londres e Tóquio) e o quinto porto de mercadorias mais importante, dada sua posição estratégica. Na teoria, quase um paraíso na Terra e uma oportunidade profissional sem igual. Logo descobriríamos, uma vez ali. Pelo menos, de cara, parecia promissor. O livro estava cheio de todo tipo de dados, o que aproveitei muito. Me encantavam as cifras e as curiosidades sobre qualquer coisa. Eu mergulhei na leitura tentando absorver, como bom turista, todas as informações relevantes.

Por fim, anunciaram que estávamos chegando ao aeroporto de Cingapura. Um aeroporto construído sobre o mar. Grudei na janela para poder vê-lo bem. Debaixo de mim, via-se a aglomeração da cidade, apesar de eu ter ficado surpreso de forma grata com a quantidade de árvores que havia ali. Odiava os lugares em que a única cor visível era a do cemitério. O aeroporto estava em um canto da ilha e, em seguida, via-se um grande porto naval. O mar ao redor estava coalhado de barcos de todos os tamanhos, mas principalmente daqueles gigantescos que carregavam contêineres. Nunca tinha visto tantos juntos de forma tão organizada, formando longas filas de barcos paralelos. A cidade estava infestada de arranha-céus e altos edifícios. Nas bordas da ilha havia largas praias com densa vegetação por trás. Logo pude ver uma área de casas mais baixas, como urbanizações dos arredores, que acabavam ao lado de um largo rio cruzado por pontes.

O avião voava muito baixo sobre uma região de gramado bem cuidado e pude ver aparecer a pista bem debaixo da asa esquerda, onde me encontrava. Logo senti o solavanco do trem de pouso ao tocar o solo e o avião começou a frear. Ao fundo, a uns cem metros, estava escrito com arbustos o nome do aeroporto: Changi.

O avião saiu da pista e se dirigiu ao terminal. Não dava para ver do meu lado, mas podia deduzir que estava ali através da vista das janelas do outro lado. A comissária de bordo anunciava pelos autofalantes, entre outras coisas, que a temperatura era de vinte e seis graus. Por se tratar de uma zona equatorial, as temperaturas costumavam ser mais ou menos essa, com alta umidade e muitas chuvas rápidas, mas intensas.

Em pouco tempo, nos deixaram levantar e ir atrás das bagagens. Com a mala e a mochila nos ombros, dei uma volta pelo aeroporto. Havia coisas curiosas que eu estava acostumado a ver, como áreas de internet grátis para notebooks e até computadores para quem não tivesse um. Também havia uma área para relaxar, com espreguiçadeiras, parecidas com as de piscinas, de frente para os aviões e onde as pessoas estavam escutando música, dormindo ou lendo.

Continuei avançando em busca da plataforma dos trens. Nas telas eram anunciadas chegadas e partidas de todas as partes do mundo. Finalmente cheguei. Era preciso pegar algo parecido com um bonde chamado Skytrain que levava ao Terminal 2, onde eu pegaria um táxi. Quando o trem parou na plataforma, me chamou muito a atenção que ele não tinha condutor. Em seguida, ele me deixou no Terminal 2. No meio dele havia um jardim tropical com um pequeno tanque e flores lindas. Sofás de automassagem gratuitos, lágrimas de cristal pendentes que subiam e desciam, aquários com peixes laranjas, lugares para receber massagem asiática… Até anunciavam uma piscina no Terminal 1 de onde, segundo as fotos, podia-se ver a pista de aterrisagem! Incrível. Nos banheiros haviam painéis táteis com a foto do faxineiro do turno em vigor, onde se podia votar pressionando umas carinhas de acordo como você considerava que estava a limpeza do lugar. É claro que estava limpíssimo. Por algum motivo, aquele era considerado um dos melhores aeroportos do mundo. A primeira impressão de uma pessoa nova na cidade era seu aeroporto, e aqui eles tinham sido perfeitos.

Finalmente cheguei à saída e peguei um dos táxis que estavam esperando. Entreguei ao motorista um papel com o endereço da minha futura casa e ele saiu dali. Eu tinha chegado em um sábado e a empresa tinha me comunicado que meus colegas de apartamento me esperariam em casa para ajudar com minha instalação e me contar um pouco do que eu precisava saber para começar a me adaptar o quanto antes. Não havia possibilidade de me enganar com o lugar, porque se chamava Spanish Village. Vila Espanhola, no idioma de Cervantes. Curioso lugar para se hospedar um grupo de espanhóis. Não se era coincidência ou de propósito, mas o nome era perfeito para tentar me sentir como se estivesse em casa. Eu tinha procurado na internet e ficava no bairro de Tanglin, ainda que isso, naquele momento, não significasse nada para mim.

Começava minhas andanças por Cingapura.

Cingapura 2

Em menos de meia hora, o táxi parou na frente da entrada de um complexo de edifícios e o motorista me indicou que esse era o destino que dizia o papel. Dei uma olhada e vi que à direita da entrada estava Spanish Village 56-88 Farrer Road e, o que deduzi, que era a mesma coisa em caracteres chineses. Após trocar algumas palavras com o guarda da guarita de segurança, este entrou no complexo e parou em seu interior. Paguei ao motorista com os dólares de Cingapura que tinha trazido da Espanha e o vi se afastando.

Olhei de novo para o papel onde tinha anotado o endereço. Eu estava no lugar certo. Comecei a andar com toda a minha bagagem nas costas buscando pela entrada. O conjunto era formado por um grupo de edifícios de cor bege e terra vermelha em cada terraço. Com quatro andares de altura, mais um andar térreo, formavam todos uma elipse. No meio dos edifícios, encontrei uma piscina bastante grande, um parque infantil, áreas para estacionar ao ar livre, duas quadras de tênis, uma área de churrasqueiras… Via-se que aqui a urbanização era muito completa, não como o triste apartamento em que eu morava enquanto procurava uma casa melhor para viver com minha ex. Minha ex, Cristina. Agora ela estava a milhares de quilômetros de mim e, ainda que houvesse momentos em que a sentisse dolorosamente perto, até com terrível intensidade, eu tinha que me esquecer dela. Já estava farto de tanta penúria, motivada autocompaixão e inusitada tristeza, tinha que voltar a aproveitar a vida. Eu gostaria de voltar a ser esse David louco de antes de conhecê-la; sem rodeios, sem compromissos, sem necessidade de dar explicações a ninguém. Pelo menos na parte de conhecer muitas mulheres e curtir com elas sem amarras.

Uma vez dentro, enquanto procurava a porta do edifício, um homem de traços asiáticos me interceptou e me perguntou em um inglês sofrível onde eu estava indo. Adivinhei que era alguém da manutenção ou algo assim. Eu disse a ele que era um novo inquilino e informei o apartamento. Isso pareceu tranquilizá-lo. Ele apertou minha mão com efusividade e, com um largo sorriso na cara, me acompanhou até a porta do meu edifício, ajudando-me com minha mala. Ele mesmo chamou no meu apartamento e, quando alguém respondeu, uma voz que me soou familiar, ele avisou que o novo inquilino tinha chegado. Parei um momento para pensar como tinha sido esperto o zelador, não aceitando minha palavra de cara, mas acompanhando-me até a porta para confirmar o que eu disse com meus companheiros. Quando a voz confirmou que estava me esperando, deu-se por satisfeito, despediu-se de mim e eu entrei no que seria meu novo lar, pelo menos pelos próximos seis meses. Ou pelo menos era o que eu achava.

Soou a campainha e eu empurrei a porta. Fiquei surpreso. Eu achava que tinha reconhecido a voz de Josele, que era um colega da minha empresa, um amigo com quem eu trabalhei três anos lado a lado e que, no fim, acabou em um projeto nos Estados Unidos junto com algum outro colega do banco. Desde o início nos demos muito bem. Senti muito quando o projeto terminou e tivemos que nos separar, mas tínhamos continuado a manter contato regular e nos vendo sempre que ele voltava para a Espanha.

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