Robert Jordan - A ascensão da Sombra
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— Tome cuidado, Gawyn. — O que ela falava tinha um duplo sentido: o rapaz devia tomar cuidado com o que dizia, mas também precisava tomar cuidado com algo que Min não conseguia explicar nem a si mesma. — Você precisa tomar muito cuidado.
Os olhos do rapaz a perscrutaram, como se ele tivesse captado um pouco do significado mais profundo.
— Eu… vou tentar — disse, por fim. Então escancarou um sorriso, quase igual ao que ela se lembrava de ver em seu rosto, mas o esforço para mantê-lo era evidente. — Acho melhor eu voltar para o pátio de treinamento, se quiser me manter à altura de Galad. Consegui ganhar duas vezes de Hammar nas cinco disputas de hoje de manhã, mas Galad ganhou três da última vez que se deu ao trabalho de aparecer por lá. — De súbito, ele pareceu vê-la pela primeira vez, e o largo sorriso tornou-se genuíno. — Você deveria usar vestidos mais vezes. Fica muito bem assim. Não esqueça: vou ficar lá até o sol se pôr.
Enquanto ele se afastava, quase com a graça mortal de um Guardião, Min percebeu que alisava o vestido por cima dos quadris. Parou na mesma hora. Que a Luz queime todos os homens!
Sahra soltou um suspiro, como se tivesse passado o tempo todo prendendo a respiração.
— Ele é muito bonito, não é? — perguntou, imersa em devaneios. — Não tão bonito quanto Lorde Galad, é claro. E vocês se conhecem bem. — A frase saíra quase como pergunta, mas era metade afirmação.
Min reproduziu o suspiro da jovem. A garota falaria com as amigas no alojamento das noviças. O filho de uma rainha era assunto comum no mundo das fofocas, ainda mais se fosse bonito e se portasse como um herói dos contos dos menestréis. Uma mulher estranha só abria espaço para especulações interessantes. Mas ela não podia fazer nada. De qualquer modo, a essa altura, especulações não causariam mal algum.
— O Trono de Amyrlin deve estar se perguntando por que ainda não chegamos — comentou.
Sahra voltou a si com um olhar assustado e engoliu em seco. Agarrou a manga de Min e deu um pulo para abrir uma das portas, puxando a visitante atrás de si. No instante em que as duas entraram, a noviça se curvou em uma rápida mesura e gritou, em pânico:
— Trouxe a moça, Leane Sedai. A senhora Elmindreda? O Trono de Amyrlin queria vê-la?
A mulher alta de pele morena que ocupava a antessala usava a estola da Curadora das Crônicas, cujo tecido de um palmo de largura era azul, para mostrar de que Ajah ela fora elevada. Com as mãos na cintura, a mulher esperou a noviça terminar de falar e a dispensou em um tom áspero:
— Já demorou demais, criança. Retorne às suas tarefas.
Sahra fez outra mesura e saiu com a mesma ligeireza com que entrara.
Min continuava encarando o chão, o capuz ainda puxado sobre o rosto. O descuido diante de Sahra já fora terrível — pelo menos a noviça não sabia seu nome — mas Leane a conhecia melhor do que qualquer um na Torre, exceto pela Amyrlin. Min tinha certeza de que já não fazia diferença, mas, depois do que acontecera no corredor, pretendia seguir as instruções de Moiraine até ficar sozinha com a Amyrlin.
Dessa vez, suas precauções não adiantaram. Leane deu dois passos, puxou o capuz para trás e soltou um grunhido, como se tivesse acabado de levar um soco na boca do estômago. A jovem ergueu a cabeça e a encarou de volta com uma expressão desafiadora, tentando fingir que não tentara passar despercebida. A Curadora tinha cabelos lisos e escuros, apenas um pouco mais compridos que os da própria Min, e a expressão da Aes Sedai era um misto de surpresa e desgosto pela própria surpresa.
— Então você é Elmindreda, não é? — inquiriu Leane, com a voz ácida. Ela sempre falava assim. — Devo dizer que fica melhor nesse vestido do que nos… trajes… habituais.
— É só Min, Leane Sedai, por gentileza.
A garota tentou manter o rosto firme, mas era difícil não olhar feio. A voz da Curadora traía seu divertimento. Por que sua mãe tivera de dar à Min justo o nome de uma personagem histórica que passava a maior parte do tempo suspirando pelos homens, ou então os inspirando a compor músicas sobre seus olhos ou sorriso?
— Muito bem. Min. Não vou perguntar onde você esteve, nem por que voltou usando um vestido e, pelo que parece, querendo falar com a Amyrlin. Não agora, pelo menos. — Mas sua expressão indicava que ela pretendia perguntar tudo isso mais tarde e obter respostas. — Suponho que a Mãe saiba quem é Elmindreda? É claro. Eu devia ter percebido isso quando ela mandou que você entrasse logo e sozinha. Só a Luz sabe por que é que ela aguenta você. — Ela se obrigou a parar, fazendo uma careta de preocupação. — Qual é o problema, garota? Está doente?
Cautelosa, Min deixou o rosto inexpressivo.
— Não. Não, estou bem. — Por um momento, a Curadora a encarara através de uma máscara transparente de seu próprio rosto, uma máscara que parecia gritar. — Posso entrar agora, Leane Sedai?
Leane analisou a moça por mais um instante, depois inclinou a cabeça de um jeito brusco, indicando a câmara interna.
— Entre logo.
O pulo que Min deu para obedecê-la teria satisfeito até a capataz mais rígida.
O gabinete do Trono de Amyrlin fora ocupado por muitas mulheres importantes e poderosas ao longo dos séculos, e lembretes disso preenchiam o cômodo, desde a comprida lareira de Kandor, no momento apagada, toda de mármore dourado, até as paredes com painéis de madeira clara raiadas, duras como ferro, entalhadas com imagens de bestas magníficas e pássaros plumados. Os painéis haviam sido trazidos das misteriosas terras para além do Deserto Aiel havia mais de mil anos, e a lareira tinha o dobro da idade. A pedra vermelha polida no piso viera das Montanhas da Névoa. Compridas janelas em arco levavam a uma varanda. A pedra iridescente que as emoldurava brilhava como pérola, recuperada dos resquícios de uma cidade naufragada no Mar das Tempestades com a Ruptura do Mundo, e ninguém jamais vira qualquer coisa parecida.
No entanto, Siuan Sanche, a ocupante atual, era filha de pescadores de Tear, e a mobília que escolhera era simples, ainda que bem-acabada e muito lustrosa. A mulher estava sentada em uma cadeira robusta atrás de uma mesa tão simples que não se destacaria em uma casa de fazenda. A única outra cadeira do recinto, tão humilde quanto a primeira, ficava sempre em um dos cantos, mas no momento diante da mesa, por cima de um tapete taireno pequeno e simples, todo em tons de azul, marrom e dourado. Meia dúzia de livros jaziam abertos nos altos suportes de leitura pela sala. Isso era tudo. Um desenho fora pendurado acima da lareira: pequeninos barcos de pesca navegando por entre juncos nas Garras do Dragão, como o barco de seu pai.
À primeira vista, apesar das feições plácidas de Aes Sedai, a própria Siuan Sanche parecia tão simples quanto a mobília. Também era robusta, tinha uma beleza mais masculina e o único ornamento que usava era a larga estola do Trono de Amyrlin, com uma faixa colorida para cada uma das sete Ajahs. Sua idade era indefinida, assim como a de qualquer Aes Sedai: não havia sequer a sombra de um fio grisalho em seus cabelos negros. Mas os penetrantes olhos azuis pareciam não tolerar tolices, e o maxilar firme revelava a determinação da mulher mais jovem a ser escolhida Trono de Amyrlin. Por mais de dez anos, Siuan Sanche fora capaz de convocar governantes e outras pessoas de poder, e todos sempre vinham, por mais que odiassem a Torre Branca e temessem as Aes Sedai.
Enquanto a Amyrlin dava a volta na mesa, Min depositou a trouxa e começou a fazer uma estranha mesura, resmungando entre dentes, irritada por ter de fazê-lo. Não que desejasse faltar com o respeito — isso sequer passava pela cabeça de alguém diante de uma mulher como Siuan Sanche — mas sua reverência costumeira pareceria tola em um vestido, e ela tinha apenas uma leve ideia de como fazer uma mesura.
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