Robert Jordan - A ascensão da Sombra
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Havia poucos homens entre os visitantes que buscavam a ajuda das Aes Sedai, o que não era surpresa para Min. A maioria ficava aflita perto delas. Todos sabiam que os Aes Sedai homens, quando ainda existiam, haviam sido os responsáveis pela Ruptura do Mundo. Três mil anos não haviam esmaecido aquela lembrança, ainda que o tempo tivesse alterado muitos detalhes. As crianças ainda ouviam as histórias de terror sobre homens capazes de canalizar o Poder Único, todos condenados à loucura pela mácula do Tenebroso em saidin , a metade masculina da Fonte Verdadeira. Pior ainda era a história de Lews Therin Thelamon, o Dragão, Lews Therin Fratricida, que dera início à Ruptura. Inclusive, as histórias também assustavam os adultos. A Profecia afirmava que o Dragão renasceria — no momento de maior necessidade da humanidade — para enfrentar o Tenebroso em Tarmon Gai’don, a Última Batalha. Mas isso fazia pouca diferença na forma com que a maioria das pessoas encarava qualquer ligação entre homens e o Poder. Qualquer Aes Sedai caçaria um homem capaz de canalizar. Das sete Ajahs, a Vermelha fazia um pouco mais do que isso.
Naturalmente, nada daquilo tinha a ver com ir pedir ajuda às Aes Sedai, mas poucos homens sentiam-se à vontade em ter qualquer relação com elas e com o Poder. Poucos, exceto os Guardiões. Cada um deles tinha um elo com uma única Aes Sedai, e não eram considerados homens comuns. Havia um ditado: “Os homens preferem cortar a própria mão para se livrar de uma farpa a pedir ajuda a uma Aes Sedai.” As mulheres diziam aquilo como uma crítica à tola teimosia masculina, mas Min ouvira alguns homens afirmarem que perder a mão talvez fosse uma decisão mais sábia.
Ela se perguntou o que aquelas pessoas fariam se soubessem o que ela sabia. Fugiriam aos gritos, talvez. E, se soubessem por que motivo estava ali, havia grandes chances de ela não sobreviver antes de ser levada pelos guardas da Torre e jogada em uma cela. Ela tinha amigas dentro da Torre, mas ninguém com poder ou influência. Se seu objetivo fosse revelado, era muito mais provável que, em vez de ser ajudada pelas amigas, Min acabasse arrastando todas consigo para a forca, ou para o carrasco.
Obrigou-se a parar de pensar daquela forma. Vou conseguir entrar, depois vou conseguir sair. Que a Luz queime Rand al’Thor por me meter nessa!
Três ou quatro Aceitas, mulheres da idade de Min, talvez um pouco mais velhas, andavam pelo salão circular e falavam baixinho com os visitantes. Os vestidos brancos que usavam eram lisos, a não ser por sete faixas coloridas na bainha, uma para cada Ajah. Vez ou outra, uma das noviças — ainda mais jovem e toda de branco — vinha para levar alguém mais para o interior da Torre, e a pessoa sempre acompanhava as noviças com uma estranha mistura de entusiasmo e relutância.
Min apertou ainda mais a trouxa quando uma das Aceitas parou à sua frente.
— Que a Luz a ilumine — disse a mulher de cabelos cacheados, sem muito entusiasmo. — Meu nome é Faolain. Como a Torre pode ajudá-la?
O rosto redondo e escuro de Faolain mostrava a paciência de alguém incumbido de uma tarefa tediosa enquanto preferia estar fazendo qualquer outra coisa. Estudando, provavelmente, pelo que Min sabia das Aceitas. Estudando para ser Aes Sedai. No entanto, o mais importante era a falta do brilho de reconhecimento nos olhos da Aceita. As duas se conheceram quando Min estivera na Torre, mas não muito intimamente.
Mesmo assim, Min baixou a cabeça em timidez fingida. Não era incomum, muitos camponeses não compreendiam muito bem a enorme diferença entre as Aceitas e as Aes Sedai plenas. Escondendo as feições por trás do manto, ela desviou os olhos de Faolain.
— Preciso fazer uma pergunta ao Trono de Amyrlin — começou, mas parou de falar de repente quando três Aes Sedai pararam para observar o saguão, duas abaixo de um dos arcos, uma abaixo de outro.
Aceitas e noviças faziam mesuras quando seus caminhos a levavam perto de uma das Aes Sedai, mas do contrário seguiam com seus afazeres, no máximo com um tantinho mais de vivacidade. Só isso. O mesmo não acontecia com os visitantes, que pareciam passar o tempo todo prendendo a respiração. Longe da Torre Branca e de Tar Valon, teriam apenas o palpite de que as mulheres cuja idade não era possível estimar eram Aes Sedai, mulheres no frescor da plenitude, porém mais maduras do que os rostos suaves sugeriam. Mas na Torre não havia dúvidas. Uma mulher que operasse o Poder Único por um longo período não era tocada pelo tempo da mesma forma que as outras. Dentro da Torre, ninguém precisava ver o anel dourado da Grande Serpente para reconhecer uma Aes Sedai.
Uma onda de mesuras se espalhou pelo grupo amontoado, os poucos homens presentes se dobraram em reverências. Duas ou três pessoas chegaram a cair de joelhos. A mercadora rica parecia assustada, e o casal de fazendeiros ao seu lado parecia encarar uma lenda que virava realidade. A maioria apenas ouvira boatos sobre como se portar diante de uma Aes Sedai. Era improvável que qualquer um ali, exceto os que de fato viviam em Tar Valon, tivesse visto uma delas antes, e era provável que nem mesmo os habitantes da cidade já houvessem se aproximado tanto de uma.
Mas não foi a presença das Aes Sedai que fizeram Min perder a fala. Às vezes, não com muita frequência, ela via coisas ao olhar para as pessoas: imagens e auras que se expandiam e esvaneciam em instantes. Às vezes, sabia o que significavam. Era raro ter essa compreensão — muito mais raro do que as visões, na verdade — mas, quando isso ocorria, nunca falhava.
Ao contrário da maioria, as Aes Sedai e seus Guardiões sempre exibiam imagens e auras, às vezes tão agitadas e dançantes que deixavam Min tonta. No entanto, a quantidade não influenciava a interpretação. Ela compreendia o significado das visões nas Aes Sedai com a mesma rara frequência do que nas outras pessoas. Mas dessa vez soube mais do que gostaria, e estremeceu.
Uma mulher esguia de cabelos negros até a cintura, a única das três que ela reconheceu — chamava-se Ananda e era da Ajah Amarela — exibia uma auréola marrom pálida, murcha e cheia de sulcos apodrecidos cujas bordas desabavam e aumentavam enquanto o material se decompunha. Pelo xale de franjas, dava para ver que a pequena Aes Sedai de cabelos claros ao lado de Ananda pertencia à Ajah Verde. A Chama Branca de Tar Valon estampada no tecido ficou à mostra por um instante, quando ela virou as costas. Em seu ombro, como se aninhado entre as videiras e os ramos floridos de macieira bordados no tecido, jazia um crânio humano. Um pequeno crânio feminino, oco e muito branco. A terceira, uma mulher bonita e roliça que já chegava à metade da volta no salão, não usava xale. A maioria das Aes Sedai não usava, exceto em cerimônias. O queixo erguido e os ombros empertigados indicavam sua força e orgulho. Ela parecia olhar os presentes por trás de uma cortina de sangue, os filetes carmesins descendo pelo rosto.
Sangue, crânio e halo esvaneceram na dança de imagens ao redor das três, depois surgiram e desapareceram outra vez. Os visitantes as encaravam, estarrecidos, vendo apenas três mulheres capazes de tocar a Fonte Verdadeira e canalizar o Poder Único. Ninguém além de Min enxergava as outras coisas. Ninguém além de Min sabia que aquelas três mulheres iriam morrer. Todas no mesmo dia.
— A Amyrlin não pode receber a todos — explicou Faolain, mal escondendo a impaciência. — A próxima audiência pública é daqui a dez dias. Diga o que quer, e vou tentar arrumar uma reunião com a irmã que tiver mais condições de ajudar.
Min baixou os olhos para a trouxa em seus braços e os manteve ali, em parte para não precisar ver aquelas imagens outra vez. Todas elas! Luz! Qual era a probabilidade de três Aes Sedai morrerem no mesmo dia? Mas ela sabia. Sabia.
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