Jack Mars - O Preço da Liberdade

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O PREÇO DA LIBERDADE é o 2º livro da série de sucesso de Luke Stone que começou com ALERTA VERMELHO: CONFRONTO LETAL (Livro #1) com download gratuito disponível. Um agente biológico é roubado de um laboratório de alta segurança. Preparado para ser usado como arma de destruição maciça, poderá matar milhões, sendo encetada uma desesperada caça por toda a América para capturar os terroristas antes que seja tarde demais. Luke Stone, responsável de um departamento de elite do FBI que vira a sua própria família numa situação de risco, prometera afastar-se, mas quando a nova Presidente lhe pede ajuda, não consegue recusar. Segue-se um cenário de devastação total que atinge a Presidente e a sua família. Com a sua força testada até ao limite, a nova Presidente dos Estados Unidos surpreende até os seus conselheiros mais próximos com a sua determinação na preservação dos valores da liberdade. O confronto torna-se pessoal quando membros do gabinete da Presidente querem Luke e a sua equipa fora de ação, obrigando-o a defender a nação à sua maneira. Mas nada dissuade Luke Stone de lutar por aquilo em que acredita. Luke compreende rapidamente que o alvo final dos terroristas é mais assustador do que ele próprio poderia imaginar. Com apenas alguns dias para evitar uma catástrofe global, o mais provável é nem Luke conseguir parar o diabólico plano gizado pelos terroristas. Um thriller político com ação desconcertante, cenários internacionais dramáticos, reviravoltas inesperadas e suspense infindável, ALERTA VERMELHO: O PREÇO DA LIBERDADE é o 2º livro da saga de Luke Stone, uma nova série explosiva que o vai manter acordado até altas horas da madrugada. O Livro #3 da série Luke Stone estará em breve disponível.

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Luke tinha estado com a nova Presidente a noite passada e nessa manhã. Susan não estava com predisposição para ser misericordiosa. A lei assim o ditava: a traição era punível com a morte. Enforcamento. Pelotão de fuzilamento. O país poderia ter que regredir um pouco durante algum tempo e, nesse caso, homens como os que se encontravam dentro daquela casa, sofreriam as consequências.

De qualquer das formas, não entrariam em pânico. Não eram vulgares criminosos. Eram homens altamente qualificados e treinados que haviam estado em combate e que tinham vencido contra todas as probabilidades. A palavra rendição não fazia parte do seu dicionário. Eram extremamente inteligentes e seria difícil retirá-los do local. Um ataque de uma equipa SWAT em número superior não seria suficiente.

Se a mulher e o filho de Luke estivessem ali, e se os homens dentro da casa conseguissem repelir o primeiro ataque… Luke nem queria pensar.

Não era uma opção.

“O que é que vais fazer?” Perguntou Ed.

Luke olhou pela janela para o céu azul. “O que é que tu farias se estivesses no meu lugar?”

Ed compreendera de imediato a resolução de Luke. “Entrava com toda a força e matava cada homem que me aparecesse à frente.”

Luke assentiu. “Eu também.”

*

O homem era um fantasma.

Estava num quarto do primeiro andar, nas traseiras da velha casa de praia a observar os seus prisioneiros. Uma mulher e um rapazinho, escondidos num quarto sem janelas. Estavam sentados um ao lado do outro em cadeiras desdobráveis com as mãos algemadas atrás das costas e os tornozelos também algemados. Tinham capuzes pretos na cabeça para que não pudessem ver. O homem tinha-lhes retirado as mordaças da boca para que a mulher pudesse tranquilizar o filho.

“Rebecca,” Disse o homem, “somos capazes de ter algum movimento por aqui daqui a nada. Se isso acontecer, quero que você e o Gunner fiquem calados. Não podem gritar ou chamar por alguém. Se o fizerem, terei que os matar aos dois. Entendido?”

“Sim,” Respondeu Rebecca.

“Gunner?”

Debaixo do capuz, o rapaz emitiu uma espécie de lamúria.

“Ele está demasiado assustado para falar,” Disse a mulher.

“Isso é bom,” Replicou o homem. “Ele deve ter medo. É um rapaz esperto. E um rapaz esperto não faria nada estúpido, pois não?”

A mulher não respondeu e o homem pareceu satisfeito com esse mudo assentimento.

Outrora o homem tivera um nome. Depois, com o passar do tempo, tivera dez nomes. Agora já não se importava com nomes. Apresentou-se como “Brown”, se é que tais delicadezas faziam sentido. Sr. Brown. Soava-lhe bem. Lembrava-lhe coisas mortas. Folhas mortas no Outono. Florestas nuas e queimadas, meses depois de um fogo ter destruído tudo.

Brown tinha quarenta de cinco anos. Era grande e ainda era forte. Era um soldado de elite e assim sempre se mantivera. Há muitos anos, aprendera a suportar a dor e a exaustão na Escola Naval dos SEAL. Aprendera a matar e a não ser morto em várias zonas de conflito por todo o mundo. Aprendera a torturar na Escola das Américas. Tinha colocado em prática o que aprendera na Guatemala e em El Salvador, e mais tarde, na Base da Força Aérea de Bagram e na Baía de Guantánamo.

Brown já não trabalhava para a CIA. Não sabia para quem trabalhava e estava-se nas tintas para isso. Era um freelancer e era pago ao trabalho.

O dinheiro, e era muito dinheiro, era-lhe entregue em notas. Sacos de lona cheios de notas de cem dólares novinhas em folha, deixadas na bagageira de um Sedan alugado no Aeroporto Nacional Reagan. Uma mala de cabedal com meio milhão de dólares em notas de dez, vinte e cinquenta das séries de 1974 e 1977, colocada num cacifo de um ginásio nos subúrbios de Baltimore. Eram notas velhas, mas nunca tinham sido utilizadas e eram tão boas como as novas emitidas em 2013.

Há dois dias, Brown recebera uma mensagem para vir a esta casa. A casa era sua até aviso em contrário e a sua função era geri-la. Se aparecesse alguém, ele era o responsável. Tudo bem. Brown era bom em muitas coisas e um dos seus maiores talentos era chefiar.

No dia anterior de manhã, alguém rebentara com a Casa Branca. O Presidente e a Vice-Presidente fugiram para o bunker de Mount Weather, juntamente com cerca de metade do governo civil. À noite, alguém destruira Mount Weather com toda aquela gente lá dentro. Algumas horas depois, uma nova Presidente entrou em palco, a antiga Vice-Presidente. Muito bom.

Uma reviravolta total, liberais e conservadores a tomarem conta do poder, e tudo num só dia. É claro que o público precisava de culpar alguém e os novos responsáveis apontaram o dedo ao Irão.

Brown ansiava pelos próximos desenvolvimentos.

Já a noite ia avançada, quando quatro tipos atracaram um barco a motor no cais. Os tipos traziam esta mulher e esta criança. Os prisioneiros eram a família de alguém chamado Luke Stone. Pelos vistos, as pessoas partiram do princípio que Stone seria um problema. Naquela manhã, tornara-se clara a magnitude do problema que Stone constituía.

Em pouco tempo, o golpe tinha sido desmascarado e lá estava Luke Stone, de pé em cima dos destroços.

Mas Brown ainda tinha a mulher e o filho de Stone, e não fazia a mínima ideia do que fazer com eles. Não havia comunicações. Possivelmente deveria tê-los morto e abandonado a casa, mas em vez disso, esperou por ordens que nunca surgiram. Agora via uma carrinha Verizon FIOS à frente da casa e um desinteressante barco de pesca na água.

Pensariam que ele era parvo? Por favor. Topava-os à légua.

Dirigiu-se à entrada onde se encontravam dois homens trintões, com cabelo desgrenhado e barbas compridas – uma vida como agentes das operações especiais. Brown reconhecia-lhes o aspeto. Também lhes reconhecia o olhar e não era medo o que transmitiam.

Era excitação.

“Qual é o problema?” Questionou Brown.

“Caso ainda não tenhas reparado, estamos prestes a ser atacados.”

Brown assentiu. “Eu sei.”

“Não posso ir parar à prisão,” Disse o barba #1.

O barba #2 concordou. “Eu também não.”

Brown estava no mesmo barco que eles. Mesmo antes disto, se o FBI descobrisse a sua identidade real, esperavam-no várias condenações a prisão perpétua. Agora? Não valia a pena pensar nisso. Poderia demorar meses até o identificarem e entretanto, permaneceria numa cadeia municipal algures, rodeado de criminosos de terceira. Agora, pelo andar da carruagem, não podia contar com um milagre para o salvar.

Ainda assim, sentia-se calmo. “Este sítio é mais complicado do que parece.”

“Pois, mas não há saída,” Disse o barba #1.

E era bem verdade.

“Então afastamo-los e vemos se conseguimos negociar. Temos reféns.” Mal as palavras lhe saíram da boca, Brown compreendeu a impossibilidade do que dissera. Negociar o quê, passagem segura? Passagem segura para onde?

“Eles não vão negociar connosco,” Atirou o barba #1. “Vão mentir-nos até um atirador dar um tiro certeiro.”

“Ok,” Disse Brown. “Então o que é que querem fazer?”

“Lutar,” Respondeu o barba #2. “E se formos rechaçados, quero ter tempo de vir cá acima para enfiar uma bala nas cabeças dos nossos convidados antes de me enfiarem uma a mim.”

Brown aquiesceu. Já tinha estado em vários locais complicados e sempre tinha encontrado uma saída. Podia ser que ainda houvesse uma forma de se safar desta. Assim pensou, mas não lhes disse isso. Só alguns ratos conseguiam escapar de um navio a afundar-se.

“Parece-me bem,” Concordou. “É o que faremos. Agora, vão para as vossas posições.”

*

Luke vestiu o seu pesado colete à prova de bala. O peso ajustou-se ao seu corpo. Prendeu a cintura do colete, retirando algum peso de cima dos ombros. As suas calças cargo estavam protegidas com uma armadura Pele de Dragão super leve. Aos seus pés, no chão, encontrava-se um capacete de combate.

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