Sophie Love - Para Sempre Natal

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"A capacidade de Sophie Love encantar seus leitores é delicadamente trabalhada em poderosas e inspiradoras frases e descrições... Este é o romance perfeito para ler na praia, com uma diferença: seu entusiasmo e belas descrições nos chamam a atenção, inesperadamente, para a complexidade não apenas do desenvolvimento do amor, mas do desenvolvimento da psique dos personagens. É uma recomendação deliciosa para quem ama romances e está em busca de um toque a mais de complexidade em seus livros". --Midwest Book Review (Diane Donovan, sobre Agora e Para Sempre)PARA SEMPRE NATAL é o livro 8 na série de best-sellers A POUSADA EM SUNSET HARBOR, que começa com Agora e Para Sempre (Livro 1).Aos 35 anos, Emily Mitchell deixou seu emprego, apartamento e ex-namorado em Nova York para morar na casa histórica e abandonada de seu pai na costa do Maine, buscando uma mudança na vida e determinada a transformar a propriedade numa pousada. Mas nunca teria imaginado que seu relacionamento com o zelador da casa, Daniel, viraria sua vida de ponta-cabeça.O Natal e o Ano Novo se aproximam rapidamente em Sunset Harbor, e Emily Mitchell está quase no final da gestação. Enquanto eles continuam as obras em sua ilha particular, surge uma nova oportunidade de negócio – um que Emily nunca poderia antecipar, e que poderia mudar tudo.O tempo de vida que resta para Roy está passando rápido, e à medida em que o Natal se aproxima e todos estão ocupados com os preparativos, Emily sabe que este será o mais importante de sua vida. Será um final de ano inspirador, que mudará suas vidas para sempre.PARA SEMPRE NATAL, é o livro 8 de uma nova e eletrizante série de livros que fará você rir, chorar e continuar virando as páginas até tarde da noite: você vai se apaixonar pelo romance mais uma vez.A nova comédia romântica de Sophie, AMOR COMO ESTE, também já está disponível!"Um livro muito bem escrito, que narra a luta de uma mulher (Emily) para encontrar sua verdadeira identidade. A autora fez um trabalho incrível ao criar os personagens e descrever o cenário. O romance está presente, mas sem excessos. Parabéns à autora por este incrível começo de uma série de promete ser muito interessante".--Books and Movies Reviews, Roberto Mattos (sobre Agora e para Sempre)

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Emily assentiu, concordando. Certamente seria maravilhoso para Daniel que sua filha nascesse em um dia tão significativo.

Naquele momento, eles ouviram Chantelle chamando através das árvores.

“Mamãe! Papai! Conseguimos!”

Eles sorriram um para o outro e depois se dirigiram em direção à voz dela. Chantelle estava de pé ao lado da linda árvore, com as folhas mais escuras que Emily já vira. Era maravilhosamente simétrica também, o tipo de árvore perfeita que seria usada em revistas. E, é claro, era enorme.

“Vovó Patty escolheu,” disse Chantelle, olhando orgulhosa para Patricia.

“É mesmo?” Emily perguntou, satisfeita em ver como as duas estavam se dando bem.

Até Patricia parecia calmamente satisfeita.

“Nesse caso,” disse Daniel, “Vovó Patty deveria dar o primeiro passo.”

“Ai, meu Deus, não,” disse Patricia, sacudindo as mãos ante a serra que Daniel lhe oferecia.

“Sim!” exclamou Chantelle, pulando e batendo palmas. “Por favor, Vovó Patty! É divertido. Eu prometo que você vai gostar”.

Patricia hesitou e finalmente cedeu. “Ah, tudo bem então. Se você insiste.”

Ela pegou a serra de Daniel e olhou para a árvore como se fosse um inimigo. Daniel abaixou-se e afastou os galhos maiores do caminho, expondo o tronco onde ela deveria cortá-lo. Patricia se agachou, claramente numa tentativa de não deixar o joelho tocar o chão lamacento. Emily não pôde evitar rir por dentro. Sua mãe parecia um sapo!

Patricia serrou o tronco da árvore. Ela grunhiu, exultante e olhou para a família que a observava.

“É verdade,” disse ela. “Isso é divertido!”

Emily riu em voz alta. Apenas alguns dias no Maine com sua família e Patricia havia comido smores e cortado uma árvore!

Terry chegou com seu trator e colocou o pinheiro na traseira.

“Todos a bordo,” disse ele.

Todos entraram na parte de trás com a árvore, mas Patricia não se mexeu. Ela parecia atordoada.

“Você quer que eu ande nisso?”

Chantelle saltava no banco de madeira. “É divertido! Você tem que confiar em mim!”

“Eu tenho escolha?” perguntou Patricia.

Chantelle balançou a cabeça, ainda sorrindo, travessa.

Patricia suspirou e subiu no reboque do trator.

Quando todos estavam acomodados, Terry os levou de volta até o carro e ajudou Daniel a fixar a grande árvore no teto da caminhonete. Então eles pagaram e saíram da fazenda, sentindo-se alegres.

“Eu mal posso esperar para decorá-la,” disse Chantelle. “Você vai ajudar, vovó?”

Patricia assentiu. “Sim, mas depois tenho de ir embora. Está bem?”

Chantelle fez beicinho, parecendo um pouco triste. “Se você precisa. Mas eu amei que você tenha vindo. Você vai voltar para o Natal?”

Emily observou a mãe pelo retrovisor. Ela não conseguia nem lembrar da última vez que passaram o Natal juntas. Mesmo quando ela morava em Nova York com Ben, eles tendiam a passar o Natal com a família dele, em vez de com Patricia. A mulher nunca entrava no espírito natalino e parecia uma ideia estúpida, pelo menos para Emily, fazê-los passar por um suplício. Ela se perguntou se o lado mais suave de Patricia, que havia visto nos últimos dias, poderia chegar tão longe.

“Talvez,” disse ela, evasiva. “Mas acho que sua mãe e seu pai estarão muito ocupados. A bebê nascerá até lá, não é?”

“Melhor ainda!” pressionou Chantelle. “Ela precisa conhecer sua vovó.”

Percebendo que ela enfrentaria o lado teimoso de Patricia, Chantelle ofereceu outra sugestão. “Ou, se não no Natal, talvez no Ano Novo? Nós fazemos uma festa na pousada. Você pode vir, não é?”

Patricia continuava evasiva em suas respostas. “Veremos,” foi tudo o que ela prometeu.

Chantelle olhou para Emily em seguida. “Acha que o vovô pode querer vir para o Natal?” perguntou ela.

Emily ficou tensa. Era ainda menos provável que seu pai viesse com a saúde se deteriorando.

“Podemos perguntar,” disse Emily, e a conversa morreu em silêncio.

Eles chegaram à pousada e Daniel estacionou. Stu, Clyde e Evan estavam em casa, então eles saíram para ajudar a carregar a árvore para dentro. Juntos, os quatro homens ergueram-na em sua posição no saguão.

“Esta árvore é grande,” disse Clyde, assobiando. Ele enxugou o suor da testa e olhou para Chantelle. “Como você vai colocar o anjo no topo? Mesmo sobre meus ombros eu não acho que você consiga.”

Para iterar o que disse, ele pegou uma Chantelle risonha em seus braços fortes e colocou-a sobre seus ombros. Então começou a desfilar com ela. Emily notou que Patricia estremeceu, provavelmente preocupada com o chão duro de madeira abaixo deles, um instinto de mãe que até Patricia possuía!

“Eu vou pegar a escada,” disse Stu, indo em direção à garagem.

Evan e Clyde também ajudaram, trazendo todas as caixas de enfeites da garagem. Então os três homens foram até a cidade para assistir ao jogo e tomar uma bebida após o longo dia de trabalho na ilha, deixando apenas a família para decorar.

“Precisamos colocar música de Natal,” disse Emily, dirigindo-se à recepção, onde estava o sistema de som. Ela encontrou um velho CD de canções natalinas e o colocou no aparelho. A voz de Frank Sinatra encheu o corredor.

E Daniel acrescentou. “Precisamos de chocolates quentes!”

Chantelle assentiu entusiasmada e todos correram para a cozinha. Daniel fervia o leite no fogão, enquanto Chantelle procurava na despensa por sobras de marshmallows. Ela voltou não só com marshmallows, mas também com granulado e chantilly.

“Excelente,” disse Daniel, enquanto servia uma caneca de chocolate quente para cada um, depois cobriu-os com creme, marshmallows e granulados.

Emily jamais vira Patricia consumir algo assim em sua vida! Os smores haviam sido uma visão suficiente para contemplar, mas isso era uma coisa totalmente diferente. Era como se Patrícia tivesse sido transformada pelo espírito natalino, finalmente, depois de sessenta e tantos anos de resistência!

Eles voltaram para o saguão, onde a gigantesca árvore de Natal estava esperando para ser decorada, e começaram a trabalhar. Chantelle assumiu a liderança, é claro.

“Precisamos de luzes aqui, papai,” disse ela a Daniel, apontando para um pedaço vazio. “E, vovó, estas renas precisam estar neste ramo.”

Emily inclinou-se para a mãe e disse: “Chantelle tem uma visão bem específica.”

Patricia riu. “Posso dizer que sim. Ela tem um olho para detalhes. Um dia ela será uma maravilhosa designer de interiores.”

Emily certamente poderia imaginar. Ou isso, ou algum tipo de organizadora de eventos. Ela tocou sua barriga, imaginando que tipo de personalidade a bebê Charlotte teria, se seria parecida com sua irmã – uma líder, organizadora, socializadora, performer – ou se ela teria um jeito diferente. Talvez ela se parecesse com a própria Emily, e fosse menos inclinada a ser o centro das atenções, mais satisfeita em ler um livro e levar os cães em tranquilos passeios pelo campo. Ou talvez ela fosse como o pai, prática, trabalhadora, e, às vezes, pensativa. Ou, como Emily tendia a pensar, ela poderia parecer-se com a tia que lhe deu o nome; doce, imaginativa, inquisitiva, calma. Ela mal podia esperar para descobrir.

“Vovó,” disse Chantelle, interrompendo o devaneio de Emily. “Como era a mamãe quando ela tinha a minha idade?”

Patricia estava ocupada esticando um grande pedaço de festão brilhante pelos galhos, enrolando-o através deles para que não caísse.

“Aos oito anos de idade? Bem, deixe-me ver. Seu cabelo era muito mais encaracolado do que é agora. Ela costumava usar esses lindos vestidos xadrez. Você se lembra, querida?”

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