Alexandre Dumas - Alexandre Dumas - Os três mosqueteiros

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"Os Três Mosqueteiros" conta a história de um jovem de 20 anos, proveniente da Gasconha, D'Artagnan, que vai a Paris buscando se tornar membro do corpo de elite dos guardas do rei, os mosqueteiros do Rei. Chegando lá, após acontecimentos similares, ele conhece três mosqueteiros chamados «os inseparáveis»: Athos, Porthos e Aramis. Juntos, os quatro enfrentaram grandes aventuras a serviço do rei da França, Luís XIII, e principalmente, da rainha, Ana de Áustria. Encontraram seus inimigos, o Cardeal Richelieu e os seus guardas, além de Milady, uma bela mulher à serviço de Richelieu, que já foi casada com Athos. Essa lista também inclui os huguenotes e os ingleses, inimigos da Coroa francesa.

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O sono, ainda provinciano, durou até às 9 horas da manhã, hora a que se levantou para se dirigir ao palácio do famoso Sr. de Tréville, a terceira personagem do reino na opinião paterna.

CAPÍTULO II — A ANTECÂMARA DO SR. DE TRÉVILLE

O Sr. de Troisvilles, como se chamava ainda a sua família na Gasconha, ou Sr. de Tréville, como acabara por se chamar em Paris, tinha realmente começado como D’Artagnan, isto é, sem um soldo na algibeira, mas com esse capital de audácia, de engenho e de inteligência que permite que o mais pobre fidalgote gascão receba muitas vezes mais em esperanças da herança paterna do que o mais rico gentil-homem recebe na realidade. A sua bravura insolente e a sua sorte ainda mais insolente numa época em que os lances choviam como granizo, tinham-no alçado ao alto dessa escada difícil que se chama o favor da corte e cujos degraus escalara quatro a quatro.

Era amigo do rei, o qual honrava muito, como todos sabem, a memória de seu pai Henrique IV. O pai do Sr. de Tréville servira-o tão fielmente nas guerras contra a Liga que à falta de metal sonante — coisa que toda a vida faltou ao bearnês, o qual pagou constantemente as suas dívidas com a única coisa que nunca necessitou pedir emprestada, ou seja, com espírito —, que à falta de metal sonante, dizíamos, o autorizara, depois da rendição de Paris, a tomar como armas um leão de ouro segurando na boca esta divisa: Fidelis et fortis. Era muito como honra, mas pouco adiantava ao bem-estar. Por isso, quando o ilustre companheiro do grande Henrique morreu deixou como única herança ao senhor seu filho a sua espada e a sua divisa. Graças a esta dupla doação e ao nome sem mácula que a acompanhava o Sr. de Tréville foi admitido na casa do jovem príncipe, onde serviu tão bem com a espada e foi tão fiel à sua divisa que Luís XIII, uma das boas lâminas do reino, costumava dizer que se tivesse um amigo que se batesse o aconselharia a tomar como segundo primeiro ele e depois Tréville, e até talvez este antes dele.

Por isso, Luís XIII dedicava sincera afeição a Tréville, embora afeição real seja afeição egoísta, é certo, mas nem por tal motivo menos afeição. É que naqueles tempos calamitosos não faltava quem procurasse rodear-se de homens da têmpera de Tréville. Muitos poderiam tomar por divisa o epíteto de forte, que constituía a segunda parte do seu exergo, mas poucos gentis-homens poderiam reclamar o epíteto de fiel, que constituía a primeira. Tréville era um destes últimos, uma dessas raras pessoas dotadas de inteligência obediente como a do cão, de coragem cega, de golpe de vista rápido e de mão pronta, a quem os olhos tinham sido dados apenas para ver se o rei estava descontente com alguém e a mão para castigar esse alguém, fosse um Besme, um Maure-vers, um Poltrot de Méré, um Vitry. Enfim, a Tréville só faltara até ali a oportunidade, mas espreitava-a e prometia a si mesmo agarrá-la pelos cabelos se alguma vez passasse ao alcance da sua mão. Por isso, Luís XIII fez de Tréville o capitão dos seus mosqueteiros, os quais eram para Luís XIII, pela sua dedicação ou antes pelo seu fanatismo, o que eram para Henrique III os seus ordinários e a guarda escocesa para Luís XI.

Pela sua parte, e a tal respeito, o cardeal não estava menos bem servido do que o rei. Quando vira o formidável escol de que Luís XIII se rodeava, esse segundo, ou antes esse primeiro rei de França também quisera ter a sua guarda. Teve portanto os seus mosqueteiros, tal como Luís XIII tinha os seus, e viam-se essas duas potências rivais selecionar para o seu serviço, em todas as províncias de França e até em todos os Estados estrangeiros, os homens célebres pelas grandes estocadas. Por isso, Richelieu e Luís XIII discutiam muitas vezes, enquanto à noite jogavam a sua partida de xadrez, acerca do mérito dos seus servidores. Ambos gabavam o porte e a coragem dos seus, e embora se pronunciassem em voz alta contra os duelos e as rixas incitavam-nos em voz baixa a baterem-se e experimentavam autêntico desgosto ou alegria imoderada com a derrota ou a vitória dos seus. Assim, pelo menos, o dizem as Memórias de um homem que esteve em algumas dessas derrotas e em muitas dessas vitórias.

Tréville descobrira o ponto fraco do seu senhor e era a essa sagacidade que devia o longo e constante favor de um rei que não deixou fama de ter sido muito fiel aos amigos. Fazia desfilar os seus mosqueteiros diante do cardeal Armand Duplessis, com um ar velhaco que eriçava de cólera o bigode grisalho de Sua Eminência. Tréville entendia admiravelmente bem a guerra da época, em que, quando se não vivia à custa do inimigo, se vivia à custa dos compatriotas. Os seus soldados formavam uma legião de diabos, indisciplinada para qualquer outro menos para ele.

Desleixados, bêbados e barulhentos, os mosqueteiros do rei, ou antes do Sr. de Tréville, frequentavam os botequins, os passeios e os divertimentos públicos, gritando a plenos pulmões e retorcendo os bigodes, fazendo tinir as espadas e deleitando-se ao provocar os guardas do Sr. Cardeal quando os encontravam. Depois, desembainhavam as espadas em plena rua, sempre gracejando, às vezes morriam, mas nesse caso tinham certeza de ser chorados e vingados; quase sempre matavam, e quando isso acontecia também estavam certos de não apodrecer na prisão, pois lá estava o Sr. de Tréville para os reclamar. Por isso, o Sr. de Tréville era louvado em todos os tons, cantado em todas as gamas por aqueles homens que o adoravam e que, apesar de capazes de tudo, tremiam diante dele como escolares diante do professor, lhe obedeciam à mais pequena palavra e estavam prontos a deixar-se matar para se reabilitarem da mais pequena censura.

O Sr. de Tréville utilizara tão poderosa alavanca primeiro em proveito do rei e dos seus amigos e depois em seu próprio proveito e dos seus amigos. Mesmo assim, em nenhuma das Memórias desse tempo, que deixou tantas Memórias, se vê que o digno gentil-homem tenha sido acusado, mesmo pelos seus inimigos — e tinha-os tanto entre os escritores como os nobres —, em parte alguma se vê, dizíamos, que o digno gentil-homem tenha sido acusado de tirar proveito dos préstimos dos seus comandados. Apesar de dotado de raro pendor para a intriga, o que o colocava em pé de igualdade com os mais fortes intriguistas, conservara-se um homem honesto. Mais ainda, a despeito das grandes estocadas que derrancam e dos exercícios penosos que fatigam, tornara-se um dos mais galantes frequentadores de vielas, um dos mais finos vadios e um dos mais alambicados declamadores de Febo da sua época. Falava-se das aventuras galantes de Tréville como se falara vinte anos antes das de Bassompierre, e não era pouco.

O capitão dos mosqueteiros era pois admirado, temido e amado, o que constitui o apogeu das aventuras humanas.

Luís XIV absorveu todos os pequenos astros da sua corte na sua vasta irradiação, mas seu pai, sol pluribus impar, deixou o seu esplendor pessoal a cada um dos seus cortesãos. Além do palácio do rei e do cardeal, havia então em Paris mais de duzentos pequenos palácios um pouco pretensiosos. Entre esses duzentos pequenos palácios o de Tréville era um dos mais concorridos.

O pátio do seu palácio, situado na Rua de Vieux-Colombier, parecia um acampamento a partir das 6 horas da manhã no Verão e das 8 horas no Inverno. Cinquenta a sessenta mosqueteiros, que pareciam revezar-se para apresentarem um número sempre impressionante, andavam constantemente de um lado para o outro, armados como se fossem para a guerra e prontos para tudo. Ao longo de uma das suas grandes escadarias, que ocupava um espaço em que a nossa civilização ergueria um edifício completo, subiam e desciam os solicitantes de Paris candidatos a qualquer coisa, os fidalgos da província ansiosos por se alistarem e os lacaios agaloados de todas as cores que vinham trazer ao Sr. de Tréville os recados dos amos. Na antecâmara, sentados em grandes bancos circulares, descansavam os eleitos, isto é, os que eram convocados. Ouvia-se ali, de manhã à noite, um zumbido de vozes, enquanto o Sr. de Tréville, no gabinete contíguo à antecâmara, recebia os visitantes, ouvia queixas, dava ordens, e como o rei à varanda do Louvre bastava-lhe chegar-se à janela para passar em revista homens e armas.

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