George Martin: A Tormenta de Espadas

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George Martin A Tormenta de Espadas
  • Название:
    A Tormenta de Espadas
  • Автор:
  • Издательство:
    Leya
  • Жанр:
    Эпическая фантастика / на португальском языке
  • Год:
    2011
  • Язык:
    Португальский
  • ISBN:
    9788580442625
  • Рейтинг книги:
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George R. R. Martin

A Tormenta de Espadas

Para a Phyllis,

que me obrigou a incluir os dragões

Uma nota sobre a cronologia

As crônicas de gelo e fogo são contadas através dos olhos de personagens que, às vezes, estão separadas centenas ou mesmo milhares de quilômetros umas das outras. Alguns capítulos cobrem um dia, outros, apenas uma hora; outros podem englobar uma quinzena, um mês, meio ano. Com tal estrutura, a narrativa não pode ser estritamente sequencial; às vezes há coisas importantes acontecendo simultaneamente, separadas por mil léguas.

No caso deste volume que o leitor tem em mãos, deve-se compreender que os capítulos de abertura de A tormenta de espadas não se seguem aos últimos capítulos de A fúria dos reis; antes, se sobrepõem a eles. Abro com uma espiada em algumas das coisas que estavam se passando em Punho dos Primeiros Homens, Correrrio, Harrenhal e Tridente, enquanto se lutava a Batalha da Água Negra em Porto Real, e durante seu desfecho.

George R. R. Martin

Prólogo

O dia estava cinzento e amargamente frio, e os cães não sentiam cheiro.

A grande cadela preta, que uma vez farejara os rastros do urso, recuou e se escondeu no meio da matilha com o rabo entre as pernas. Os cães aninhavam-se juntos uns dos outros, com um ar infeliz, na margem do rio, enquanto o vento batia neles. Chett também o sentia morder através das camadas de lã negra e couro fervido. O frio era excessivo para homens ou animais, mas ali estavam eles. Sua boca retorceu-se e ele quase conseguiu sentir o rubor e a irritação invadindo as pústulas que lhe cobriam as bochechas e o pescoço. Eu devia estar em segurança na Muralha, tratando dos malditos corvos e acendendo fogos para o velho Meistre Aemon. Tinha sido o bastardo Jon Snow que lhe roubara isso, ele e Sam Tarly, seu amigo gordo. Era por culpa deles que estava ali, congelando as malditas bolas com uma matilha de cães de caça, nas profundezas da floresta assombrada.

– Sete infernos. – Deu um forte puxão nas trelas para conseguir a atenção dos cães. – Sigam o rastro, seus idiotas. Aquilo é uma pegada de urso. Querem um pouco de carne ou não? Encontrem! – Mas os cães limitaram-se a se aconchegar mais, ganindo. Chett estalou seu chicote curto por cima da cabeça dos animais, e a cadela preta rosnou para ele. – Carne de cão tem um gosto tão bom quanto a de urso – preveniu-a, com o hálito congelando a cada palavra.

Lark, o homem das Irmãs, estava em pé, com os braços cruzados sobre o peito e as mãos enfiadas sob as axilas. Usava luvas negras de lã, mas andava sempre se queixando de estar com os dedos gelados.

– Tá frio demais pra caçar – disse. – Que se dane esse urso, não vale o suficiente pra congelarmos.

– Não podemos voltar de mãos vazias, Lark – ribombou o Paul Pequeno através da barba escura que cobria a maior parte de seu rosto. – O Senhor Comandante não ia gostar disso – havia gelo por baixo do largo nariz do enorme homem, onde o ranho congelara. Uma mão gigantesca metida numa espessa luva de peles agarrava com força o cabo de uma lança.

– Que se dane também o Velho Urso – disse o homem das Irmãs, um homem magro com feições bem definidas e olhos nervosos. – O Mormont vai tá morto antes de nascer o dia, esqueceu? Quem se importa com aquilo de que ele gosta?

Paul Pequeno piscou seus miúdos olhos pretos. Talvez tivesse esquecido, pensou Chett; era suficientemente burro para esquecer de quase qualquer coisa.

– Por que é que temos de matar o Velho Urso? Por que simplesmente não vamos embora e deixamos o cara em paz?

– E você acha que ele ia nos deixar em paz? – perguntou Lark. – Ele ia sair caçando a gente. Quer ser caçado, cabeção?

– Não – respondeu Paul Pequeno. – Não quero isso. Não quero.

– Então vai matar o homem? – disse Lark.

– Sim. – O enorme homem bateu na margem congelada do rio com o cabo da lança. – Vou. Ele não devia caçar a gente.

O homem das Irmãs tirou as mãos que estavam sob as axilas e virou-se para Chett.

– Acho que devíamos matar todos os oficiais.

Chett estava farto de ouvir aquilo.

– Já falamos sobre isso. O Velho Urso morre e o Blane, da Torre Sombria, também. Grubbs e Aethan também, má sorte a deles por terem ficado com esse turno. Dywen e Bannen por serem bons batedores, e Sor Porquinho por causa dos corvos. É tudo. Matamos os caras em silêncio, enquanto dormem. Um grito, e viramos comida para vermes, todos nós. – Suas pústulas estavam vermelhas de raiva. – Faça a sua parte e trate de que seus primos façam a deles. E, Paul, tente se lembrar, é o terceiro turno, não o segundo.

– Terceiro turno – disse o grande homem, através de pelos e ranho congelado. – Eu e o Pé-Leve. Eu me lembro, Chett.

A lua estaria nova naquela noite, e manipularam os turnos para terem oito dos seus de sentinela, com mais dois guardando os cavalos. As coisas não iam ficar muito melhores do que aquilo. Além disso, os selvagens estariam ali a qualquer momento. Chett pretendia encontrar-se bem longe do Punho antes que isso acontecesse. Pretendia sobreviver.

Trezentos irmãos juramentados da Patrulha da Noite tinham avançado para o norte, duzentos de Castelo Negro e mais cem da Torre Sombria. Era o maior grupamento de que havia registro, quase um terço das forças da Patrulha. Queriam encontrar Ben Stark, Sor Waymar Royce e os outros patrulheiros que tinham desaparecido, e descobrir por que os selvagens andavam abandonando suas aldeias. Bom, não estavam mais perto do Stark e do Royce do que logo após partirem da Muralha, mas descobriram o local para onde todos os selvagens haviam ido – as alturas geladas das miseráveis Presas de Gelo. Podiam ficar agachados ali até o fim dos tempos, que isso não cutucava nem um pouquinho os furúnculos de Chett.

Mas não. Vinham descendo. Pelo Guadeleite.

Chett ergueu os olhos e ali estava ele. As margens pedregosas do rio encontravam-se debruadas de gelo, e suas águas claras e leitosas fluíam sem parar das Presas de Gelo. E agora Mance Rayder e seus selvagens se aproximavam, seguindo pelo mesmo caminho. Thoren Smallwood havia retornado em estado de alerta três dias antes. Enquanto contava ao Velho Urso o que seus batedores tinham visto, um de seus homens, Kedge Whiteye, contava aos outros.

– Ainda estão bem alto nas Presas de Gelo, mas vêm aí – Kedge afirmou, aquecendo as mãos sobre a fogueira. – Harma Cabeça-de-Cão, aquela vadia purulenta, tem a vanguarda. Goady esgueirou-se até o acampamento dela e viu-a bem junto ao fogo. Aquele idiota do Tumberjon queria abatê-la com uma flecha, mas Smallwood teve mais juízo.

Chett escarrou.

– Quantos eram, você conseguiu ver?

– Muitos e muitos mais. Vinte, trinta mil, não ficamos para contar. Harma tinha quinhentos na vanguarda, todos eles a cavalo.

Os homens que rodeavam a fogueira trocaram olhares receosos. Era coisa rara encontrar sequer uma dúzia de selvagens a cavalo, quinhentos então.

– Smallwood mandou que eu e o Bannen rodeássemos a vanguarda para dar uma espiada no grupo principal – prosseguiu Kedge. – Não tinha fim. Movem-se devagar como um rio congelado, cerca de oito quilômetros por dia, mas também não dão sinal de quererem voltar às suas aldeias. Mais da metade são mulheres e crianças, e levam os animais com eles, cabras, ovelhas, até auroques arrastando trenós. Estão carregados com fardos de pele e pilhas de carne, gaiolas de galinhas, vasilhas para manteiga e rocas, todas as porcarias que possuem. As mulas e garranos vinham tão carregados que parecia que iam ter o dorso quebrado. As mulheres também.

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