Isaac Asimov - O Cair da Noite

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O Cair da Noite: краткое содержание, описание и аннотация

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Com somente Beta no horizonte, o jornalista Theremon 762 provoca Aton 77 a fim de conseguir uma declaração sobre o desaparecimento dos seis sóis do planeta Lagash, a acontecer naquele dia, a despeito de ter desmoralizado a campanha movida pelos cientistas Beenay 25, Faro 24, Yimot 70, Sheerin 501 e o próprio Aton para organizar o mundo co

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Começaram a descer a rampa de saída. Theremon ia um pouco à frente. Havia um terreno cheio de mato entre eles e o acampamento dos Apóstolos.

— Talvez possamos nos esconder no meio do mato — sussurrou para Siferra — e esperar até que um ou dois Apóstolos se aproximem o suficiente para que possamos pegá-los de surpresa. Entrou no matagal, seguido por Siferra.

Dez metros. Vinte. Agora espere… espere…

Uma voz disse de repente, bem atrás dele:

— Que é que nós temos aqui? Duas cobras bem esquisitas, não acha?

Theremon virou o corpo, olhou, praguejou.

Deuses! Apóstolos, sete ou oito deles! De onde tinham surgido? Seria um piquenique no mato? Que ele e Siferra haviam interrompido sem querer?

— Corra! — gritou para Siferra. — Vá por ali… eu vou por aqui…

Correu para a esquerda, na direção das pilastras que sustentavam a rodovia. Talvez conseguisse despistá-los… desaparecer na floresta que havia do outro lado da estrada…

Não. Não. Podia ser rápido e forte, mas eles eram mais rápidos e mais fortes ainda. Notou que perdia terreno.

— Siferra! — gritou. — Continue correndo! Continue… correndo!

Talvez Siferra tivesse conseguido escapar. Já não podia mais vê-la. Os Apóstolos o cercaram. Tentou sacar a pistola, mas um deles segurou-lhe o braço e outro lhe deu uma gravata. A arma foi arrancada de sua mão. Uma perna foi enfiada entre as suas, fazendo-o tropeçar. Caiu pesadamente, rolou no chão, olhou para cima. Cinco rostos encapuzados, muito sérios, olharam de volta. Um dos Apóstolos apontou sua própria pistola para o seu peito.

— Levante-se — disse o Apóstolo. — Devagar. Com as mãos para cima.

Theremon levantou-se com dificuldade.

— Quem é você? Que está fazendo aqui? — perguntou o Apóstolo.

— Moro aqui perto. Eu e minha mulher estávamos voltando para casa e resolvemos cortar caminho pelo mato…

— A fazenda mais próxima fica a dez quilômetros de distância. Que atalho comprido! — O Apóstolo fez um gesto com a cabeça em direção ao acampamento. — Venha conosco. Folimun vai querer falar com você.

Folimun! Quer dizer que, afinal, ele sobrevivera à noite do eclipse! E era o chefe da expedição contra Aragando!

Theremon olhou em volta. Nenhum sinal de Siferra. Esperava que ela estivesse de novo na estrada, rumando para Aragando o mais depressa que podia. Uma tênue esperança, mas a única que restava.

Os Apóstolos marcharam com ele até o acampamento. Era uma sensação estranha, estar no meio de tantos vultos encapuzados. Não despertou quase nenhuma atenção no percurso até a maior das tendas.

Folimun estava sentado em um banco perto dos fundos da tenda, examinando um maço de papéis. Levantou os olhos azuis para Theremon, e seu rosto duro e anguloso foi suavizado por um sorriso de surpresa.

— Theremon? Você, aqui? Que está fazendo… uma reportagem para a Crônica?

— Estou viajando para o sul, Folimun. Resolvi tirar umas férias, pois as coisas lá na cidade não estão nada boas. Quer pedir aos seus capangas para me largarem?

— Soltem-no — ordenou Folimun. — Para onde está indo, exatamente?

— Isso não interessa a você.

— Cabe a mim julgar. Está indo para Aragando, não está, Theremon?

Theremon dirigiu um olhar gélido ao Apóstolo.

— Não vejo nenhuma razão para lhe revelar coisa alguma.

— Depois de tudo que lhe contei, quando me entrevistou?

— Muito engraçado.

— Quero saber para onde está indo, Theremon.

Ganhe tempo, pensou Theremon. Ganhe todo o tempo que puder.

— Recuso-me a responder a essa pergunta ou a qualquer outra. Só discutirei minhas intenções com Mondior em pessoa — declarou, em tom decidido.

Folimun ficou em silêncio por alguns instantes. Depois, sorriu de novo. Sem mais nem menos, o sorriso se transformou em gargalhada. Theremon nunca vira Folimun rir.

— Mondior? — repetiu Folimun, com os olhos brilhando. — Não existe nenhum Mondior, meu amigo. Nunca existiu.

42

Era difícil para Siferra acreditar que de fato conseguira escapar, mas era realmente o que parecia ter acontecido.

A maioria dos Apóstolos que os surpreenderam no mato tinham saído correndo atrás de Theremon. Olhando para trás, Siferra viu que os Apóstolos haviam cercado o repórter como cães de caça cercando uma presa. Ele com certeza seria capturado.

Apenas dois dos Apóstolos tinham se separado do grupo para persegui-la. Siferra golpeara um deles no rosto, com a palma da mão, e, na velocidade com que estava correndo, o impacto fez o homem cair no chão. O outro era gordo e lento, em poucos minutos, Siferra o deixara para trás.

A moça refez o caminho que ela e Theremon percorreram, na direção da rodovia elevada, mas resolveu não subir a rampa. A estrada era fácil de bloquear e havia poucas saídas. Se subisse a rampa, correria o risco de cair em uma armadilha. Mesmo que não houvesse barreiras na estrada, os Apóstolos poderiam persegui-la de caminhão e alcançá-la com toda a facilidade.

Não, era melhor internar-se na floresta que havia do outro lado da estrada. Os caminhões dos Apóstolos não poderiam segui-la na floresta. Ficaria escondida no meio das árvores até decidir o que fazer em seguida.

Que vou fazer? perguntou para si mesma.

Tinha que admitir que a ideia de Theremon, por mais louca que parecesse, era a única esperança que restava: roubar um caminhão, dirigir até Aragando e fazer soar o alarme antes que o exército dos Apóstolos chegasse lá.

Entretanto, Siferra sabia que não podia simplesmente entrar em um caminhão, ligar o motor e ir embora. Os Apóstolos não eram tão estúpidos assim. Teria que obrigar um deles a ligar o caminhão e lhe passar os controles. E isso implicava executar toda a manobra de capturar um Apóstolo isolado, roubar-lhe a roupa, entrar no acampamento, encontrar alguém que pudesse abrir um dos caminhões para ela…

O desânimo voltou a tomar conta da moça. Era tudo muito difícil. Talvez fosse melhor tentar libertar Theremon. Invadir o acampamento com a pistola na mão, fazer alguns reféns, exigir que ele fosse solto imediatamente… oh, esse plano mais parecia um sonho melodramático, uma tola fantasia tirada de um livro para crianças…

Que vou fazer? Que vou fazer?

Escondeu-se em uma moita de arbustos de folhas compridas e esperou o tempo passar. Os Apóstolos não davam nenhum sinal de levantar acampamento. Ainda podia ver a fumaça da fogueira no céu da tarde, e os caminhões ainda estavam enfileirados no acostamento.

A noite chegava. Onos já havia se posto. Dovim, pairava no horizonte. Os únicos sóis a pino eram os que Siferra menos apreciava, os indiferentes Tano e Sitha, lançando raios gelados de sua posição distante, nos limites do universo. Ou de onde as pessoas pensavam que eram os limites do universo, antes de as Estrelas aparecerem e revelarem quão imenso o universo realmente era.

As horas se arrastavam interminavelmente. Nenhuma solução lhe agradava. Aragando parecia perdido, a menos que outra pessoa conseguisse alertá-los. Era simplesmente impossível chegar lá antes dos Apóstolos. Salvar Theremon era uma ideia absurda. A ideia de roubar um caminhão e viajar sozinha para Aragando era apenas ligeiramente menos ridícula.

Que fazer, então? Ficar ali sentada, enquanto os Apóstolos assumiam o controle de tudo?

Não parecia haver alternativa.

Houve um momento, no meio da noite em que chegou à conclusão de que o melhor era entrar no acampamento dos Apóstolos, render-se e pedir para ser aprisionada junto com Theremon. Pelo menos, estariam juntos. Ficou surpresa com a falta que ele lhe fazia. Há semanas que não se separava dele, ela que nunca vivera antes com um homem.

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