Rebekah Lewis - Um Sátiro De Natal

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Uma jornalista tem um confronto com uma estrela do rock que ela é enviada para entrevistar, mas a tensão sexual é inegável. Quando a carreira de Cipriano está em perigo, pode Chastitu ajudá-lo ou ela ficará horrorizada quando seu segredo for revelado?
Chastity Michaels não quer criticar a nova e sexy banda de rock, Um Dilema Mítico. Quando o sexy e enigmático Cirpriano Agrios cruza seu caminho pela primeira vez, eles se enfrentam horrivelmente. Eles não tem nada em comum, mas ele se torna um desafio muito excitante para ignorar, especialmente quando ela não tem nada mais para fazer durante o feriado de Natal. 
Depois que Cipriano ajudou a salvar o mundo, seus cologas de banda humanos não tinha  muita certeza sobre o que fazer com aquele conhecimento. O cantor principal saiu da band, deixando Cipriano tomar o lugar de vocalista. Uma ação que os manda de popularidade do outro lado do oceano ao estrelato nos EUA. O problema? Suas ”próteses” de palco não são nem um pouco falsas. Ele é realmente um sátiro, e quanto mais eles ficam famosos, mais provável fica que seu segredo seja descoberto. Quando uma acusação explosiva ameaça arruinar sua carreira alguns dias antes da grande performance de Natal da banda, Chastity se encontra compelida a ajudá-lo através do pesadelo de RP. Mas a ajuda dela apenas fará isso pior quando os deuses do Olimpo intervirem?

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Já que haviam se retirado para seus camarins, provavelmente demorariam um pouco para voltar. Além da segurança e alguns ajudantes de palco, a seção do hall em que eles estavam estava vaga no momento, com pessoas trabalhando para limpar a área do palco e garantindo que a multidão fosse conduzida para fora após comprar mercadorias e usar os banheiros. "Duvido disso, e tenho a certeza que você também."

Por que ele a estava cutucando tanto? Talvez ele tivesse tendências autodestrutivas, ou talvez simplesmente não estivesse acostumado com as mulheres que não flertavam com ele desde o início. Cipriano considerou que talvez fosse esse o apelo desta mulher, mas... Havia mais do que isso. Ele era atraído por ela, e ele não conseguia entender o motivo para isso. A atração era uma besta estranha, e de qualquer forma... Ele também era.

Cipriano cutucou-lhe o distintivo mais uma vez, e ela esbofeteou-lhe a mão, mas não antes de ele ver o nome lá. Chastity Michaels. Chastity . O nome combinava muito bem com ela. Ela estava abotoada até a garganta.

Dois ajudantes de palco passaram carregando a Cruz de Santo André que ele tinha sido amarrado na abertura do show. Ele prestou pouca atenção a eles enquanto observava a maneira como os olhos de Chastity seguiam o equipamento enquanto ele desaparecia na esquina. Ela tinha desejado por ele quando ele estava amarrado e indefeso? "A cruz é da minha coleção pessoal, boneca. Se é disso que você gosta."

O seu olhar voltou para ele e as suas bochechas tornaram-se um deslumbrante tom de rosa claro. Sim, ela tinha pensado nele naquela cruz. Ou talvez, ela se viu lá. À sua mercê. As suas pálpebras baixaram enquanto ele se concentrava nos seus lábios entreabertos. O aumento na respiração dela o deixando saber que ela não era tão imune a ele como ela o fazia pensar.

"Você está me pressionando," ela disse suavemente.

Ele não se mexeu. Ela fez uma cara que dizia: "Cara, se mova." Ele sorriu e encolheu um ombro.

"Ugh!" Ela colocou ambas as mãos contra o peito dele e empurrou-o. Ele não cedeu, mas a sensação da pele dela nas sua enviou ondas quentes de sol através do seu corpo. Não tinha outra forma de descrever isto. O toque de uma mulher sempre acalmou a criatura amaldiçoada dentro dele tanto quanto o irritou, mas o seu toque... Intrigou-o. Ela tentou movê-lo novamente sem sucesso.

"Por favor, se afaste? Você está todo suado."

"Isso é verdade." Ele recuou e deu a ela algum espaço, perdendo a sensação de suas mãos nele imediatamente.

Ele teria esta mulher em sua cama. Talvez não esta noite, mas aconteceria . Esta mulher não ia ceder ao seu charme e beleza, no entanto. Ainda bem que ele gostava de um desafio.

Chastity alisou a frente de sua saia com as mãos para remover amassados imaginários e limpou a gargante antes de empurrar os óculos mais acima no nariz. As pequenas molduras de ouro eram delicadas, e o canto de seus lábios se torceu.

"O que é tão engraçado?"

"Tudo. Nada." Ele deu de ombros novamente. "Me dizem que meu senso de humor é sarcástico as vezes, inapropriado em outras. Sem controle sobre isso, eu acho."

Ela revirou os olhos, fazendo com que ele soltasse uma risada. Isso só a irritou ainda mais e ela cruzou os braços. "Você pode, por favor, cooperar? Tenho de escrever um artigo sobre a sua banda, apesar de não ter sido escolha minha. Se você não quer que eu te eviscere completamente nele, eu preciso de algum material."

Ele mordeu o labio para evitar tornar aquilo em uma piada suja. Ele pode ter séculos de idade, mas andar com muitos humanos imaturos não lhe fez nenhum favor. Maneirismos afetavam as pessoas, e nem sempre em um bom sentido. "Como você terminou com essa atribuição? Você claramente não gosta do nosso tipo de música."

Ela piscou na direção dele. "Por quê você diria isso?"

"Você está vestida como se estivesse em sua pausa para o almoço e prestes a voltar para um escritório corporativo onde você tem quinze assistentes fazendo café com sua preferência exata enquanto você projetar layouts da revista de moda para mudar o mundo."

Os cantos dos lábios dela inclinaram-se para cima pelo mais breve dos momentos. "Quantas comédias românticas você acabou de fundir para pintar esse quadro?"

"Pelo menos três. Só os assisti porque não encontrei o controle remoto para mudar o canal, mas quem está contando?"

Ela sorriu antes de controlar rapidamente a expressão. Cipriano não mascarou o seu próprio sorriso. A boca dela abriu-se e ela virou-se para remexer na bolsa que trouxe com ela.

Pegando seu telefone, ela moveu a tela para um aplicativo de gravação de voz. "Há algum lugar onde possamos sentar e conversar por um momento? Prometo não tomar muito do seu tempo."

"Boneca, você pode levar o tempo que quiser. Não tenho nenhum lugar importante para ir esta noite." Ele levou-a ao fundo do corredor até aos camarins. Havia uma sala grande com comida, bebidas e muitos lugares para sentar, então ele a levou lá. Seu estômago roncou quando ele a levou para a sala decorada com guirlandas de Natal e luzes ao redor das vigas. Farsa Bah. Seu olhar decaiu sobre a bandeja com mini-sanduiches. "Você se importa se eu comer? Estou faminto."

Ela sacudiu a cabeça.

"Fique à vontade para se servir," ele ofereceu pegando um sanduiche. Ele esguichou mostarda nele e então tirou uma lata de cerveja de um cooler no chão.

"Estou bem." Talvez ela fosse o tipo que não gostasse de comer na frente das pessoas. Muitas mulheres eram assim ultimamente, não querendo ser julgadas pelo que comiam ou quanto comiam. Ele achava isso ridículo. Porque não aproveitar a comida, já que todos tinham de comer para sobreviver?

"Como quiser, então." Ele mordeu o sanduiche e suspirou de prazer. Nada como comida depois de uma performance. Bem, havia uma coisa melhor depois de um espectáculo, e parecia que ele ficaria sem isso esta noite. Ele encontrou o olhar de Chastity. "Ei, desculpe se eu fui muito agressivo no corredor naquela hora. Disseram-me que as vezes sou como um homem das cavernas." Ele caiu de lado no sofá e cruzou os cascos fendidos. Chastity encarou abertamente os pés dele, por isso ele os sacudiu um pouco. Não foi tão eficaz como teria sido com dedos. "Você pode tocá-los se quiser."

"O quê?" O olhar dela disparou para o rosto dele. "Quero dizer... Desculpe, eles parecem tão realistas. Não sei como você consegue ficar na ponta dos pés por tanto tempo sem ter um salto ou pelo menos uma plataforma para ajudar a equilibrar.

Ele bufou. "Você deveria ver minhas panturrilhas."

"Passo... Mas tenho certeza que elas são incríveis." Ela reinvindicou uma cadeira dobrável perto da saída e cruzou a perna esquerda sobre a direita antes de colocar o telefone no joelho, viva-voz em direção a ele. "Quem os faz?"

"Esse é o meu segredo." Os entrevistadores perguntavam muito isso. A verdade era que, não havia maneira de explicar que uma maldição os tinha feito, e eles eram tão reais quanto pareciam. Ele só conseguia criar um glamour durante o dia para escondê-los, por isso ficava assim todas as noites. Ele escolheu tirar o máximo proveito de uma forma que pudesse se esconder à vista de todos.

"Você mesmo os faz?"

Ele colocou sua cerveja fechada no chão perto de si e sacudiu-lhe o dedo. "Nunca revelarei a minha fonte."

"Então porquê um sátiro? De todas as criaturas mitológicas."

Ele fechou os olhos e acabou de mastigar outra mordida de seu sanduíche, a mordida mais difícil de engolir, apesar de ter chegado ficado em paz com seu passado séculos atrás. Chastity estava passando por uma entrevista genérica. Nada de novo ou excitante, e a culpa não era dela. Ele já tinha respondido a estas perguntas centenas de vezes, contado mentiras e evitado o melhor que podia. O que diria ela se ele lhe dissesse a verdade? Ele abriu os olhos e encontrou o olhar dela. "Porque fui amaldiçoado há três mil anos por testemunhar um ataque e a morte de uma ninfa. Um espectador infeliz numa rixa entre Pan e Dionísio." Ele fez uma pausa, então acrescentou: "Porque eu, como os outros homens que foram amaldiçoados, não fiz nada além de ficar ali, em vez de tentar salva-la de um Deus."

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