Isaac Asimov - O Cair da Noite

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O Cair da Noite: краткое содержание, описание и аннотация

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Com somente Beta no horizonte, o jornalista Theremon 762 provoca Aton 77 a fim de conseguir uma declaração sobre o desaparecimento dos seis sóis do planeta Lagash, a acontecer naquele dia, a despeito de ter desmoralizado a campanha movida pelos cientistas Beenay 25, Faro 24, Yimot 70, Sheerin 501 e o próprio Aton para organizar o mundo co

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— Desculpe — murmurou Siferra, sem olhar para baixo Ela golpeou a encosta uma segunda vez, alargando a fenda. Sabia muito bem que aquela não era a maneira certa de fazer as coisas. Seu antigo mestre, o grande SheIbik, provavelmente estava se contorcendo no túmulo. E o fundador da ciência, Galdo 221, na certa olhava para ela do seu lugar de honra no panteão dos arqueólogos e balançava com tristeza a cabeça.

Por outro lado, SheIbik e Galdo tinham tido a oportunidade de descobrir o que havia no interior da colina de Thombo e a tinham deixado passar. Se estava nervosa, se sua investigação estava sendo um pouco precipitada, eles simplesmente teriam que desculpá-la. Agora que a aparente tragédia da tempestade de areia se transformara em uma feliz casualidade, agora que o fim prematuro de sua carreira se transformara de forma inesperada em algo que poderia torná-la famosa, Siferra não podia esperar um minuto que fosse para descobrir o que estava enterrado ali. Simplesmente não podia.

— Olhe — comentou Siferra, removendo uma grande massa de entulho e começando a trabalhar com a escova. — Temos uma camada calcinada aqui, bem no nível das fundações da cidade ciclópica. O lugar deve ter sido destruído inteiramente por um incêndio. Mas se você olhar um pouco mais para baixo, verá que a cidade construída no estilo hachurado fica logo abaixo da linha do fogo. O povo ciclópico simplesmente construiu estas monumentais fundações por cima da cidade antiga…

— Siferra… — começou Balik, com timidez.

— Eu sei, eu sei. Mas deixe-me pelo menos ter uma ideia do que está enterrado aqui. Só mais algumas escavações e depois a gente pode voltar a fazer as coisas da maneira certa. Ela se sentia como se estivesse transpirando dos pés à cabeça. Estava olhando com tanta força para as ruínas que seus olhos começaram a doer. — Não entende? Estamos no alto da colina e já encontramos duas cidades. Meu palpite é que se escavarmos um pouco mais abaixo, perto das fundações da cidade hachurada, vamos… Lá está! Lá está! Pela Escuridão, veja, Balik! Veja!

Apontou triunfante com a ponta da picareta.

Havia outra linha enegrecida, perto das fundações da cidade construída no estilo hachurado. Como a cidade ciclópica, ela também tinha sido destruída pelo fogo. E havia indícios de que tinha sido construída sobre as ruínas de uma cidade ainda mais antiga.

Balik deixou-se contagiar pelo entusiasmo da arqueóloga. Os dois, juntos, começaram a escavar na encosta da colina, a meio caminho entre a base e o cume. Eilis gritou perguntando que diabo estavam fazendo, mas não obteve resposta. Trabalhando febrilmente, removeram a areia secular depositada pelo vento, descendo mais dez centímetros, vinte, trinta…

— Está vendo o que eu vejo? — perguntou Siferra, afinal.

— É outra cidade, sim. Mas que estilo de arquitetura é esse?

A arqueóloga deu de ombros.

— É totalmente novo para mim.

— Para mim também. Uma coisa é certa: é um estilo muito arcaico.

— Não há dúvida. Mas acho que vamos encontrar coisas ainda mais arcaicas aqui. — Siferra olhou na direção do distante sopé da colina. — Sabe o que eu acho, Balik? Acho que aqui existem cinco, seis, sete, talvez oito cidades, umas por cima das outras. Eu e você podemos passar o resto de nossas vidas cavando nesta colina!

Olharam um para o outro, impressionados com a extensão da descoberta..

— É melhor eu ir buscar uma câmera — observou Balik, afinal.

— Boa ideia.

De repente, Siferra se sentiu quase calma. Chega desta busca frenética, pensou. Estava na hora de voltar a ser uma profissional. Hora de investigar aquela colina como uma cientista e não como uma jornalista ou uma caçadora de tesouros.

Primeiro, deixar Balik tirar suas fotos, de todos os ângulos. Depois, colher amostras do solo no sopé da colina, colocar as primeiras estacas de balizamento e passar por todas as outras formalidades preliminares.

Em seguida, fazer uma escavação-piloto, um poço atravessando toda a colina, para termos uma ideia do que realmente existe debaixo de todo esse monturo. Depois, disse Siferra para si mesma, vamos descascar esta colina camada por camada. Vamos desmontá-la por inteiro, removendo cada estrato para ver o que existe por baixo, até chegarmos a solo virgem. Quando terminarmos esse trabalho, saberemos mais a respeito da pré-história de Kalgash do que todos os meus predecessores juntos conseguiram descobrir desde que os arqueólogos fizeram as primeiras escavações em Beklimot.

6

— Está tudo pronto para sua visita ao Túnel do Mistério, Dr. Sheerin — disse Kelaritan. — Por que não desce daqui a uma hora? vou mandar um carro buscá-lo no hotel.

— OK — disse Sheerin. — Até daqui a uma hora.

O psicólogo colocou o fone no gancho e se olhou solenemente no espelho do quarto. O rosto que olhou para ele de volta era o de um estranho. Parecia tão magro e abatido que se beliscou nas bochechas para ter certeza de que elas ainda estavam lá. Sim, ainda estavam lá, aquelas bochechas carnudas. Não perdera sequer um grama. A magreza estava toda em sua imaginação.

Sheerin dormira mal. Na verdade, tinha a impressão de haver passado a noite em claro. Na véspera, mal tocara na comida. Mesmo assim, não estava com fome. A ideia de descer para o café da manhã não o entusiasmava nem um pouco. Era uma sensação estranha para ele, a falta de apetite.

Estaria deprimido por causa das entrevistas da véspera com os pobres pacientes de Kelaritan? Ou simplesmente estava apavorado com a perspectiva de entrar no Túnel do Mistério?

Na realidade, a entrevista com os três pacientes não fora nada agradável. Fazia muito tempo que não clinicava, e o tempo que passara na Universidade de Saro evidentemente diminuíra o desprendimento profissional que permite que os praticantes da arte de curar lidem com os enfermos sem se deixarem abater pela dor e pela compaixão. Sheerin estava surpreso com a constatação de que se tornara uma pessoa muito mais sensível e vulnerável do que no passado.

O primeiro paciente, Harrim, o estivador… parecia tão forte! No entanto, quinze minutos de Escuridão durante a viagem pelo Túnel do Mistério tinham sido suficientes para reduzi-lo a um estado tal que a simples recordação do trauma o deixava histérico. Que tristeza!

Os outros dois pacientes, que visitara depois do almoço, estavam ainda em pior estado. Gistin 190, a professora, uma mulher frágil e bela, de olhos escuros, inteligentes, não parara de soluçar um só instante, e embora fosse capaz de se expressar com clareza e propriedade, pelo menos no começo, sua história -degenerara em meras lamúrias incoerentes depois de apenas algumas frases. E Chinimilit 97, o atleta adolescente, um espécime perfeito… Sheerin levaria muito tempo para esquecer a reação do rapaz quando o psicólogo abriu as cortinas do quarto. Onos estava a oeste no céu, com todo o seu brilho, e tudo que aquele jovem alto e musculoso conseguiu dizer foi: “A Escuridão… a Escuridão… antes de tentar se esconder debaixo da cama!

A Escuridão… a Escuridão…

E agora, pensou Sheerin, preocupado, chegou a minha vez de dar um passeio no Túnel do Mistério. Claro que podia simplesmente se recusar a entrar no Túnel. Não havia nada no contrato de consultoria que assinara com o município de Jonglor que o obrigasse a pôr em risco sua sanidade mental. Poderia preparar um relatório perfeitamente aceitável sem necessidade de arriscar o pescoço.

Algo, porém, dentro dele, se rebelava contra esta manifestação de prudência. O orgulho profissional, entre outras coisas, o empurrava na direção do Túnel. Estava ali para estudar o fenômeno de histeria coletiva e ajudar as autoridades a descobrirem formas não só de curar as vítimas, mas de evitar que a tragédia se repetisse.

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