"Você está pronta?" Porter perguntou para ela.
Ela assentiu com a cabeça e puxou o microfone da unidade de rádio do painel.
"White falando", disse ela ao microfone. "Estamos prontos para agir assim que mandar."
"Vá", foi a resposta simples de Nelson.
Mackenzie e Porter saíram do carro lentamente, não querendo dar ao Traylor qualquer motivo para alarme, se ele olhasse para fora da janela e visse dois estranhos andando até o seu gramado. Porter assumiu a liderança enquanto subiam os degraus frágeis da varanda. A varanda estava coberta por uma tinta branca que se soltava em flocos e as cascas de inúmeros insetos mortos. Mackenzie sentiu-se tensa, preparando-se. O que ela faria quando ela visse o rosto do homem que havia assassinado aquelas mulheres?
Porter abriu a porta de tela frágil e bateu na porta da frente.
Mackenzie estava ao lado dele, esperando, com o coração batendo forte. Ela pôde sentir que as palmas das suas mãos começaram a suar.
Alguns segundos se passaram antes que ela ouvisse passos se aproximando. Veio o clique de um cadeado sendo desengatado, a porta se abriu um pouco mais do que uma fresta, e Clive Traylor olhou para eles. Ele parecia confuso—e em seguida, muito alarmado.
"Posso ajudá-los?", perguntou Traylor.
"Sr. Traylor, "Porter disse:" Sou o detetive Porter e esta é a detetive White. Se você tem um momento, gostaríamos de falar com você. "
"Em relação ao que?", perguntou Traylor, instantaneamente na defensiva.
"Sobre um crime que foi cometido duas noites atrás", disse Porter. "Nós apenas temos algumas perguntas e, se você responder honestamente, nós vamos cair fora em cinco ou dez minutos."
Traylor pareceu considerar isso por um momento. Mackenzie conhecia com certeza a sucessão lógica que maquinava em sua cabeça. Ele tinha passagem como criminoso sexual, e qualquer resistência para ajudar a polícia levantaria suspeitas e talvez ainda mais investigação sobre as atividades atuais do Traylor.
Essa era a última coisa que um homem como Clive Traylor queria.
"Sim, entrem," Traylor finalmente disse, claramente não satisfeito com a situação. Ainda assim, ele abriu a porta e levou-os para uma casa que mais parecia um quarto de dormitório universitário.
Havia livros empilhados em todos os lugares, latas de cerveja vazias espalhadas aqui e ali, e pilhas de roupas esporadicamente colocados em qualquer superfície disponível. O lugar cheirava como se Traylor tivesse queimado recentemente algo no fogão.
Ele levou-os para a sua pequena sala de estar, e Mackenzie reparou em tudo, analisando cada coisa rapidamente para determinar se esta era a casa de um assassino. Havia mais roupas em forma de trouxa no sofá e a mesa de café estava cheia de pratos sujos e um laptop. Vendo tal desordem Mackenzie percebeu que talvez os hábitos de Zack não eram tão ruins quanto ela pensava.
Traylor não lhes mandou sentar—o que era bom, porque de nenhuma maneira Mackenzie sentaria em qualquer lugar daquela casa.
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