Blake Pierce - A Carícia da Morte

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Uma obra-prima de thriller e mistério! O autor fez um trabalho magnífico no desenvolvimento das personagens com um lado psicológico tão bem trabalhado que temos a sensação de estar dentro das suas mentes, sentindo os seus medos e aplaudindo os seus sucessos. A história é muito inteligente e mantém-nos interessados durante todo o livro. Pleno de reviravoltas, este livro obriga-nos a ficar acordados até à última página. Books and Movie Reviews, Roberto Mattos (re Sem Pistas) A CARÍCIA DA MORTE é o livro #6 da série de mistério de Riley Paige que começou com o bestseller SEM PISTAS (Livro #1) . Homens e mulheres estão a aparecer mortos nos subúrbios de Seattle, envenenados por um químico misterioso. Quando é descoberto um padrão e se torna claro que um assassino em série brutal está envolvido nos crimes, o FBI recorre à sua melhor agente: A Agente Especial Riley Paige. Riley vê-se obrigada a regressar à linha da frente, embora ainda a recuperar dos ataques contra a sua família se mostre renitente em regressar. Mas à medida que os corpos vão aparecendo e os homicídios se tornam cada vez mais inexplicáveis, Riley sabe que não tem escolha. O caso leva Riley às profundezas do inquietante mundo dos lares, hospitais, de cuidadores estranhos e pacientes psicopatas. À medida que Riley penetra mais fundo a mente do assassino, percebe que está a perseguir o mais terrível assassino de todos: um cuja loucura não tem fim – e que pode parecer chocantemente normal. Um thriller psicológico negro com suspense de cortar a respiração, A CARÍCIA DA MORTE é o livro #6 de uma nova série alucinante – com uma inesquecível nova personagem – que o obrigará a não largar o livro até o terminar. O Livro #7 da série de Riley Paige estará em breve disponível.

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Depois ela serviu-se de chá e colocou ambas as canecas no micro-ondas.

Não me posso enganar, Lembrou-se a si própria. A caneca amarela é para o Cody, a azul para mim.

Enquanto o micro-ondas trabalhava, voltou a sentar-se junto de Cody e olhou para ele sem dizer uma palavra.

Ele tinha um rosto agradável, Pensou ela. Mas tinha-lhe contado factos da sua própria vida e ela sabia que ele estava triste. Já estava triste há muito tempo. Fora um atleta premiado no secundário. Mas magoara os joelhos a jogar futebol, terminando as esperanças de prosseguir uma carreira no desporto. Aqueles mesmos ferimentos acabaram por resultar na necessidade de substituir as rótulas.

Desde essa altura que a sua vida ficara marcada pela tragédia. A sua primeira mulher morrera num acidente de viação e a segunda mulher deixara-o por outro homem. Tinha dois filhos adultos, mas não falavam com ele. Também tivera um ataque cardíaco há alguns anos atrás.

Ela ficava admirada com o facto dele não se ter tornado numa pessoa amarga. Na verdade, parecia cheio de esperança e otimista em relação ao futuro.

Julgava-o querido, mas ingénuo.

Ela sabia que a sua vida não ia mudar para melhor.

Era demasiado tarde para isso.

O micro-ondas deu sinal e Hallie despertou da sua divagação. Cody olhava para ela com olhos bondosos e expectantes.

Ela deu-lhe uma palmadinha na mão, levantou-se e caminhou na direção do micro-ondas. Retirou as canecas, quentes ao toque.

Lembrou-se mais uma vez.

Amarela para o Cody, azul para mim.

Era importante não as trocar.

Ambos bebericaram o chá sem dizer nada. Hallie encarava aqueles momentos como momentos de companheirismo tranquilo. Entristecia-a um pouco saber que não haveria mais momentos daqueles. Dali a alguns dias, este paciente já não precisaria dela.

Dali a nada Cody cabeceava de sono. Ela misturara o pó com um medicamento para dormir para garantir que tal sucedia.

Hallie levantou-se e juntou os seus pertences para se ir embora.

E então começou a cantar suavemente uma canção que conhecia desde sempre:

Longe de casa,

Tão longe de casa-

Este bebé pequenino está longe de casa.

Definha

De dia para dia

Demasiado triste para rir, demasiado triste para brincar.

Não chores,

Sonha até mais não poderes.

Deixa-te vencer pelo sono.

Não há mais suspiros,

Fecha os olhos

E estarás em casa pelo sono.

Os seus olhos fecharam-se, ela afagou o seu cabelo carinhosamente.

Então, depois de lhe pousar um beijo afável na testa, ergueu-se e foi-se embora.

CAPÍTULO UM

A Agente do FBI Riley Paige estava preocupada enquanto caminhava na escada de desembarque do Phoenix Sky Harbor International Airport. Estivera ansiosa durante todo o voo desde o Reagan Washington International. Viera à pressa porque ouvira que uma adolescente estava desaparecida – Jilly – uma rapariga em relação à qual Riley se sentia especialmente próxima. Riley estava determinada a ajudar a rapariga e até colocava a hipótese de a adotar.

Quando Riley se encaminhava para o portão de saída, caminhando apressadamente, olhou para cima e ficou chocada ao ver a própria Jilly ali com o agente do FBI do gabinete de Phoenix Garrett Holbrook mesmo a seu lado.

Jilly Scarlatti de treze anos estava ao lado de Garrett, a piscar os olhos, obviamente à sua espera.

Riley ficou confusa. Tinha sido Garrett a telefonar-lhe para lhe dizer que Jilly tinha fugido e estava em parte incerta.

Contudo, antes de Riley fazer qualquer pergunta, Jilly correu na sua direção e atirou-se para os seus braços a soluçar.

“Oh, Riley, desculpa. Desculpa-me. Nunca mais volto a fazer o mesmo.”

Riley abraçou Jilly carinhosamente, olhando para Garrett em busca de uma explicação. A irmã de Garrett, Bonnie Flaxman, tinha tentado adotar Jilly, mas Jilly rebelara-se e fugira.

Garrett sorriu ligeiramente – uma expressão fora do normal para um homem geralmente taciturno.

“Ela ligou à Bonnie depois de saires de Fredericksburg,” Disse Garrett. “Disse que só queria dizer adeus de uma vez por todas. Mas então a Bonnie disse-lhe que estavas a caminho para a levares contigo para casa. Claro que ficou logo entusiasmada e disse-nos onde a devíamos ir buscar.”

Ele olhou para Riley.

“Vires até cá salvou-a,” Concluiu Garrett.

Riley limitou-se a ficar parada durante uns instantes com Jilly a soluçar nos seus braços, sentindo-se estranhamente desajeitada e indefesa.

Jilly murmurou algo que Riley não conseguiu ouvir.

“O quê?” Perguntou Riley.

Jilly recompôs-se e olhou Riley nos olhos, olhos castanhos a transbordar de lágrimas.

“Mãe?” Disse Jilly com uma voz tímida e sufocada. “Posso chamar-te de Mãe?”

Riley abraçou-a novamente, esmagada pelo confuso massacre de emoções a que estava a ser sujeita.

“Claro,” Disse Riley.

Depois virou-se para Garrett. “Obrigada por tudo o que fizeste.”

“Ainda bem que pude ajudar, pelo menos um pouco,” Respondeu. “Precisas de um lugar para ficar enquanto cá estás?”

“Não. Agora que a Jilly foi encontrada, não vale a pena. Apanhamos o próximo voo de regresso.”

Garrett apertou-lhe a mão. “Espero que resulte para ambas.”

Depois foi-se embora.

Riley olhou para a adolescente que ainda estava agarrada a ela. Riley sentia uma mistura de sentimentos. Se por um lado estava eufórica por tê-la encontrado, por outro estava apreensiva quanto ao que o futuro lhes reservaria.

“Vamos comer um hambúrguer,” Disse Riley a Jilly.

*

Nevava levemente durante a viagem de carro do Reagan Washington Airport até casa. Jilly olhava silenciosamente pela janela. O seu silêncio era uma grande mudança depois do voo de mais de quatro horas de Phoenix. Nessa altura, Jilly não conseguia parar de falar. Nunca andara de avião e estava curiosa em relação a tudo.

Porque é que agora está tão sossegada? Interrogou-se Riley.

Ocorreu-lhe que a neve devia ser uma visão pouco usual para uma rapariga que tinha vivido toda a sua vida no Arizona.

“Já tinhas visto neve?” Perguntou Riley.

“Só na televisão.”

“Gostas?” Questionou-a Riley.

Jilly não respondeu, o que fez com que Riley se sentisse desconfortável. Ela lembrava-se da primeira vez que vira Jilly. A rapariga tinha fugido de um pai agressivo. Num ato de puro desespero, decidira tornar-se prostituta. Fora para uma paragem de camionistas que era um lugar conhecido no mundo do engate de prostitutas – chamavam-lhes “lot lizards” porque eram particularmente maltrapilhos.

Riley estava lá a investigar uma série de homicídios de prostitutas. Acontecera encontrar Jilly escondida na cabina de um camião à espera de se vender ao condutor quando ele regressasse.

Riley entregara Jilly aos Serviços de Proteção de Menores e mantivera o contacto com ela. A irmã de Garrett acolhera Jilly para a adotar, mas Jilly tinha acabado por fugir novamente.

E fora nessa altura que Riley decidira levar Jilly para sua casa.

Mas agora começava a pensar se cometera um erro. Já tinha que cuidar de uma filha de quinze anos, April. Só a April podia dar uma trabalheira. Tinham passado juntas por algumas experiências traumáticas desde que o casamento de Riley terminara.

E o que é que ela na verdade sabia sobre a Jilly? Será que fazia a mais pequena ideia do quão traumatiada ela estaria? Estaria preparada para lidar com os desafios que Jilly lhe poderia apresentar? E apesar de April ter aprovado a vinda de Jilly, como é que as duas adolescentes se dariam?

De repente, Jilly falou.

“Onde é que vou dormir?”

Riley ficou aliviada por ouvir a voz de Jilly.

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