Blake Pierce - Sem Pistas

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Mulheres aparecem mortas nos arredores rurais de Virgínia, foram assassinadas de forma grotesca e, quando o FBI é chamado, eles ficam perplexos. Um assassino em série está à solta, seus atos são cada vez mais frequentes, e eles sabem que há apenas uma agente boa o suficiente para resolver esse caso: a agente especial Riley Paige. Riley encontra-se afastada do trabalho, recuperando-se do encontro com seu último assassino em série. Frágil do jeito que está, o FBI se vê relutante em pedir ajuda à sua mente brilhante. No entanto, Riley, precisando lutar contra seus próprios demônios, entra no caso e sua investigação a leva à perturbadora subcultura de colecionadores de bonecas, a casas de famílias desfeitas e aos lugares mais sombrios da mente do assassino. À medida que Riley decifra os mistérios, ela percebe que está prestes a encontrar o assassino mais perverso que poderia ter imaginado. Em uma corrida frenética contra o tempo, Riley encontra-se pressionada ao limite; seu trabalho está em jogo; sua própria família, em perigo e sua frágil psique à beira de um colapso nervoso. Mesmo assim, uma vez que Riley Paige assume um caso, ela não desiste. Ela fica obcecada pela investigação, levando-a para os cantos mais escuros de sua própria mente, onde a divisa entre caça e caçador se confundem. Após uma série de reviravoltas inesperadas, seus instintos a conduzem a um clímax chocante que nem mesmo ela poderia ter imaginado. Um thriller psicológico sombrio e com suspense de tirar o fôlego, SEM PISTAS marca a estreia de uma fascinante nova série – e uma nova personagem amada – que o deixará virando as páginas até tarde da noite. O Livro 2 da série de Riley Paige logo estará disponível.

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Riley sentiu um pavor frio e aterrorizante.

"Provavelmente é só um alguém ligando à toa," disse ela, fingindo estar calma. "Mas eu posso ir até o Escritório para verificar isso de qualquer maneira. Eu posso pedir que enviem um carro de vigilância, se você está com medo. Eles vão rastrear as chamadas."

"Não!" Marie disse rispidamente. "Não!"

Riley a olhou de volta, intrigada.

"Por que não?" Ela perguntou.

"Eu não quero deixá-lo com raiva," Marie respondeu com um gemido patético.

Riley, oprimida, sentindo um ataque de pânico chegando, de repente, percebeu que tinha sido uma péssima ideia aquela visita. Só serviu para sentir-se pior. Ela sabia que não poderia ficar naquela sala de jantar sufocante nem mais um momento.

"Eu tenho que ir," disse Riley, desconversando. "Sinto muito. Minha filha está esperando."

Marie, de repente, agarrou o pulso de Riley com uma força surpreendente, cravando as unhas em sua pele.

Ela olhou para trás, seus olhos azuis gelados transmitiam tamanha intensidade que assustaram Riley. Aquele olhar assombrador atingiu a sua alma.

"Pegue o caso," Marie insistiu.

Riley podia ver nos olhos de Marie que ela estava confundindo o novo caso com o de Peterson, misturando-os em um só.

"Encontre esse filho da puta," ela acrescentou. "E mate-o por mim."

CAPÍTULO 5

O homem manteve uma distância curta, porém discreta da mulher, olhando para ela apenas fugazmente. Ele colocou alguns itens em sua cesta para que ele parecesse apenas mais um cliente. Ele se parabenizou por conseguir fazer-se tão discreto. Ninguém poderia adivinhar seu verdadeiro poder.

Mas, novamente, ele nunca foi o tipo de homem que atraía muita atenção. Quando criança, era praticamente invisível. Agora, muito tempo depois, foi capaz de transformar sua própria inocuidade em sua vantagem.

Apenas alguns momentos atrás, ele tinha ficado ao lado dela, pouco mais de dois pés de distância. Absorto na escolha de seu xampu, ela não tinha sequer notado.

Ele sabia muito sobre ela, no entanto. Sabia que o nome dela era Cindy; que seu marido era dono de uma galeria de arte; que ela trabalhava em uma clínica médica pública. Hoje era um de seus dias de folga. Agora ela estava ao telefone celular falando com alguém – sua irmã, parecia. Ela estava rindo de algo que a pessoa estava lhe contando. Ele se exaltou de raiva, perguntando-se se estavam rindo dele, assim como todas as meninas costumavam fazer. Sua fúria aumentou.

Cindy usava shorts, uma camiseta regata e tênis de corrida que pareciam caros. Ele observou-a correndo enquanto estava em seu carro e esperou até que ela terminasse seus exercícios e entrasse na mercearia. Ele conhecia sua rotina em um dia de folga como aquele. Ela levaria as compras para casa e as guardaria, tomaria um banho e, em seguida, pegaria o carro para encontrar seu marido para o almoço.

Tinha boa aparência devido aos exercícios físicos. Ela não tinha mais de trinta anos de idade, mas a pele de suas coxas não era tão firme assim. Ela provavelmente tinha perdido muito peso em um momento ou outro, talvez recentemente. Sem dúvida, sentia orgulho disso.

De repente, a mulher se dirigiu para a caixa registadora mais próxima. O homem foi pego de surpresa. Ela tinha acabado de fazer as compras mais cedo do que o habitual. Ele correu para entrar na fila atrás dela, quase empurrando outro cliente de lado para conseguir. Ele silenciosamente se repreendeu por isso.

Enquanto o caixa passava os itens da mulher, ele se aproximou e ficou bem perto dela – perto o suficiente para sentir seu corpo, agora suado e pungente depois de sua corrida vigorosa. Era um cheiro que ele esperava que fosse se tornar muito, muito mais familiar em breve. Mas o cheiro seria, então, misturado com outro odor – um que o fascinava por causa de sua estranheza e mistério.

O cheiro da dor e do terror.

Por um momento, o observador sentiu-se eufórico, até que agradavelmente tonto, com tamanha expectativa.

Depois de pagar pelas compras, ela empurrou o carrinho para fora das portas de vidro automáticas e saiu para o estacionamento.

Ele não sentia nenhuma pressa em pagar pelas suas mercadorias. Ele não precisa segui-la até sua casa. Ele já estivera lá – estivera até dentro de sua casa. Tinha até tocado em suas roupas. Ele iria retomar sua vigília novamente quando ela saísse do trabalho.

Não vai demorar muito agora , ele pensou. Nem um pouco.

*

Depois que Cindy MacKinnon entrou no carro, ela ficou ali sentada por um momento, sentindo-se abalada e sem saber o porquê. Lembrou-se da estranha sensação que ela tinha acabado de ter no supermercado. Era uma estranha e irracional sensação de estar sendo observada. Mas era mais do que isso. Levou alguns momentos para ela entender.

Por fim, ela percebeu que era a sensação de que alguém tinha a intenção de machucá-la.

Ela estremeceu profundamente. Durante os últimos dias, esse sentimento ia e voltava. Ela se repreendeu, certa de que era algo completamente infundado.

Ela balançou a cabeça, livrando-se de quaisquer vestígios dessa sensação. Depois de dar a partida no carro, ela se forçou a pensar em outra coisa e sorriu com a conversa por celular que ela teve com sua irmã, Becky. Mais tarde, Cindy iria ajudá-la a fazer uma grande festa de aniversário de três anos para sua filha, seria completa, com bolo e balões.

Seria um belo dia, ela pensou.

CAPÍTULO 6

Riley estava sentada no SUV, ao lado de Bill, enquanto ele mudava de marcha, empurrando o veículo de quatro rodas mais adentro nas colinas, ela enxugou as palmas das mãos em suas calças. Não sabia o que fazer com o suor, não sabia o que devia fazer ali. Depois de seis semanas fora do trabalho, ela não estava familiarizada com o que seu corpo estava lhe dizendo. Estar de volta parecia surreal.

Riley estava perturbada pela estranha tensão. Ela e Bill mal tinham falado durante aquele trajeto de mais de uma hora de carro. A antiga camaradagem, a jovialidade, a estranha afinidade entre eles – nada disso estava presente. Riley tinha certeza que ela sabia por que Bill estava tão distante. Ele não estava sendo rude – estava preocupado. Ele também parecia ter dúvidas sobre se ela devia estar de volta ao trabalho.

Eles dirigiram em direção ao Parque Estadual Mosby, o lugar onde Bill lhe contara que a vítima mais recente de assassinato fora vista. No caminho, Riley absorveu a geografia ao seu redor e, lentamente, seu antigo senso de profissionalismo entrou em ação. Ela sabia que tinha que se libertar.

Encontre esse filho da puta e mate-o por mim.

As palavras de Marie a assombraram, a impulsionaram, fizeram sua escolha ser simples.

Mas nada parecia tão simples agora. Por um lado, ela não podia deixar de se preocupar com April. Mandá-la para a casa do pai dela não era o ideal para nenhuma das pessoas envolvidas. Mas, hoje era sábado e Riley não queria esperar até segunda-feira para ver a cena do crime.

O silêncio profundo começou a pesar em sua ansiedade e ela sentiu desesperadamente a necessidade de falar. Forçou seu cérebro para achar alguma coisa para falar e, por fim, disse:

"Então, você vai me contar o que está acontecendo entre você e Maggie?"

Bill se virou para ela, com um olhar de surpresa no rosto, ela não sabia se era por ela ter quebrado o silêncio ou pela pergunta ter sido tão direta. Qualquer que fosse o motivo, ela imediatamente se arrependeu. Sua franqueza, muitas pessoas lhe diziam, podia ser desmotivadora. Ela não queria ser grossa, ela só não tinha tempo a perder.

Bill exalou.

"Ela acha que eu estou tendo um caso."

Riley sentiu um choque de surpresa.

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