Blake Pierce - Sem Pistas

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Mulheres aparecem mortas nos arredores rurais de Virgínia, foram assassinadas de forma grotesca e, quando o FBI é chamado, eles ficam perplexos. Um assassino em série está à solta, seus atos são cada vez mais frequentes, e eles sabem que há apenas uma agente boa o suficiente para resolver esse caso: a agente especial Riley Paige. Riley encontra-se afastada do trabalho, recuperando-se do encontro com seu último assassino em série. Frágil do jeito que está, o FBI se vê relutante em pedir ajuda à sua mente brilhante. No entanto, Riley, precisando lutar contra seus próprios demônios, entra no caso e sua investigação a leva à perturbadora subcultura de colecionadores de bonecas, a casas de famílias desfeitas e aos lugares mais sombrios da mente do assassino. À medida que Riley decifra os mistérios, ela percebe que está prestes a encontrar o assassino mais perverso que poderia ter imaginado. Em uma corrida frenética contra o tempo, Riley encontra-se pressionada ao limite; seu trabalho está em jogo; sua própria família, em perigo e sua frágil psique à beira de um colapso nervoso. Mesmo assim, uma vez que Riley Paige assume um caso, ela não desiste. Ela fica obcecada pela investigação, levando-a para os cantos mais escuros de sua própria mente, onde a divisa entre caça e caçador se confundem. Após uma série de reviravoltas inesperadas, seus instintos a conduzem a um clímax chocante que nem mesmo ela poderia ter imaginado. Um thriller psicológico sombrio e com suspense de tirar o fôlego, SEM PISTAS marca a estreia de uma fascinante nova série – e uma nova personagem amada – que o deixará virando as páginas até tarde da noite. O Livro 2 da série de Riley Paige logo estará disponível.

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O chefe da vigilância do Parque Estadual Mosby tinha pensado de forma diferente. Ele não estava acostumado a coisas piores do que vandalismo, lixo, pesca ilegal e caça, e ele sabia que os moradores de Yarnell não seriam capazes de lidar com aquilo.

Bill deslocou a distância de mais de 100 milhas de helicóptero para que ele pudesse chegar antes do corpo ser movido. O piloto tinha seguido as coordenadas para o terreno de um prado em uma colina próxima, onde o chefe da vigilância e Spelbren o encontraram. O chefe os conduziu de carro por algumas milhas em uma estrada de terra e, quando eles estacionaram, Bill pôde vislumbrar a cena do crime desde a estrada. Era apenas uma curta descida até o riacho.

Os policiais, que esperavam impacientemente nas proximidades, já tinham visto a cena. Bill sabia exatamente o que eles estavam pensando. Eles queriam resolver aquele caso sozinhos; uma dupla de agentes do FBI era a última coisa que gostariam de ver.

Desculpe-me, caipiras , Bill pensou, mas vocês estão fora do seu terreno aqui.

"O xerife acha que é tráfico humano," disse Spelbren. "Ele está errado."

"Por que você acha isso?" Bill perguntou. Ele mesmo sabia a resposta, mas queria ter uma ideia de como a mente de Spelbren trabalhava.

"Ela está na casa dos trinta, não é tão jovem," respondeu Spelbren. "Tem estrias então teve pelo menos um filho. Não é o tipo que geralmente pegam."

"Você está certo," disse Bill. "Mas e a peruca?" Bill balançou a cabeça.

"Sua cabeça foi raspada," respondeu ele, "então seja lá qual fosse a utilidade da peruca, não era para mudar a cor do cabelo."

"E a rosa?" Perguntou Spelbren. "Uma mensagem?" Bill examinou.

"Flor de tecido barata," ele respondeu. "O tipo que você encontraria em qualquer loja de preços baixos. Vamos investigá-la, mas não descobriremos coisa alguma."

Spelbren olhou para ele, claramente impressionado.

Bill duvidava que qualquer coisa que encontrassem serviria muito além. O assassino estava muito decidido, muito metódico. Toda aquela cena tinha sido preparada com um certo estilo doentio que o deixava apreensivo.

Ele viu os policiais locais ansiosos para chegar mais perto e acabar logo com aquela situação. Fotos foram tiradas e o corpo seria removido a qualquer momento.

Bill levantou-se e suspirou, sentindo a rigidez nas pernas. Seus quarenta anos estavam começando a pesar, pelo menos um pouco.

"Ela foi torturada," observou ele, exalando com tristeza. "Olhe para todos estes cortes. Alguns estão começando a cicatrizar. " Ele balançou a cabeça tristemente. "Alguém ficou com ela por dias antes de colocar essa fita nela."

Spelbren suspirou.

"O criminoso estava chateado com alguma coisa," disse Spelbren.

"Ei, quando é que vamos encerrar isto aqui?" um dos policiais gritou.

Bill olhou em sua direção e os viu arrastando os pés. Dois deles estavam resmungando baixinho. Bill sabia que o trabalho ali já tinha terminado, mas ele não falou nada. Ele preferiu manter aqueles palhaços esperando e sem saber.

Ele virou-se lentamente e analisou a cena. Era uma área densamente arborizada, com pinheiros e cedros e muita vegetação rasteira, o riacho borbulhava em toda sua serena e bucólica extensão em direção ao rio mais próximo. Mesmo agora, em pleno verão, não ficaria muito quente ali, naquele dia, então o corpo não apodreceria tão imediatamente. Mesmo assim, seria melhor tirá-lo dali e enviá-lo logo para Quantico. Os examinadores iriam querer cortá-lo enquanto ainda estivesse razoavelmente fresco. O veículo do legista estava estacionado na estrada de terra, atrás do carro da polícia, esperando.

A estrada não era nada mais do que marcas de pneus paralelos que atravessavam a floresta. O assassino quase certamente havia dirigido por ali. Ele tinha carregado o corpo por uma curta distância, através de um caminho estreito, até aquele local, o arrumou ali e foi embora. Ele não teria ficado muito tempo. Mesmo que a área parecesse fora de rota, os vigias patrulhavam regularmente por ali e carros particulares não deveriam passar por aquela estrada. Ele queria que o corpo fosse encontrado. Estava orgulhoso de seu trabalho.

E fora encontrado por umas duas pessoas que andavam a cavalo no início da manhã. Turistas em cavalos alugados, o vigia havia dito para Bill. Eles eram turistas de Arlington, estavam hospedados em um rancho que imitava o velho oeste, na divisa com Yarnell. O vigia tinha dito que eles estavam um pouco histéricos. Eles haviam sido orientados a não sair da cidade e Bill planejava falar com eles mais tarde.

Não parecia haver absolutamente nada fora do lugar na área em torno do corpo. O cara tinha sido muito cuidadoso. Ele havia arrastado algo por trás enquanto voltava do riacho – uma pá, talvez – para obscurecer suas próprias pegadas. Nada deixado intencionalmente ou acidentalmente. Quaisquer marcas de pneus na estrada haviam provavelmente sido obliteradas pelo carro da polícia e do legista.

Bill suspirou para si mesmo.

Droga , ele pensou. Onde está Riley quando eu preciso dela?

Sua parceira de longa data e melhor amiga estava de licença involuntária, se recuperando do trauma de seu último caso. Sim, foi um bem desagradável. Ela precisava de um tempo de folga e, verdade seja dita, ela poderia nunca mais voltar.

Mas ele realmente precisava dela agora. Ela era muito mais esperta do que Bill, e ele não se importava em admitir isso. Ele adorava ver a mente dela trabalhando. Imaginou-a esmiuçando aquela cena, detalhe por detalhe minúsculo. Naquele momento ela estaria provocando-o com todas as pistas dolorosamente evidentes que estavam bem diante dele.

O que Riley veria ali que Bill não conseguia?

Ele se sentiu perplexo e não gostou da sensação. Mas não havia mais nada que ele pudesse fazer sobre aquilo agora.

"Ok, pessoal," Bill chamou a polícia. "Levem o corpo embora." Os policiais riram e se cumprimentaram batendo as mãos.

"Você acha que ele vai fazer isso de novo?" Perguntou Spelbren. "Eu tenho certeza que sim," disse Bill.

"Como você sabe?"

Bill deu um suspiro longo e profundo. "Porque eu já vi um de seu trabalho antes."

CAPÍTULO 2

"E ficou pior para ela a cada dia," disse Sam Flores, trazendo à tona uma outra imagem horrível no enorme display de multimídia, por cima da mesa de conferência. "Até que ele acabou com ela."

Bill tinha adivinhado isso mesmo, mas ele odiava estar certo.

O Escritório tinha transportado o corpo para a UAC (Unidade de Análise de Conduta) em Quantico, os técnicos forenses tiraram fotos e o laboratório iniciara os testes. Flores, um técnico de laboratório com óculos de aro preto, corria o slide show macabro e as telas gigantescas viraram uma ameaçadora presença na sala de conferências do UAC.

"Há quanto tempo ela estava morta antes de o corpo ser encontrado?" Bill perguntou. "Pouco tempo," ele respondeu. "Talvez no início da noite anterior."

Ao lado de Bill, sentou Spelbren, que tinha voado para Quantico com ele depois de deixarem Yarnell. Na cabeceira da mesa, sentou o agente especial Brent Meredith, chefe da equipe. Meredith tinha uma presença assustadora, com sua ampla estrutura, feições angulosas e escuras e seu rosto intolerante. Não que Bill fosse intimidado por ele, longe disso. Ele gostava de pensar que os dois tinham muito em comum. Ambos eram veteranos e haviam visto de tudo.

Flores exibiu uma série de imagens que mostravam as feridas da vítima de perto.

"Os ferimentos do lado esquerdo foram infligidos mais cedo," disse ele. "Aqueles à direita são mais recentes, alguns foram infligidos horas ou até mesmo minutos antes que ele a estrangulasse com a fita. Ele parece ter ficado progressivamente mais violentos durante a semana ou mais em que ele a manteve em cativeiro. Quebrar o braço dela pode ter sido a última coisa que ele fez enquanto ela ainda estava viva."

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