Blake Pierce - Despedaçadas

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Uma obra-prima de thriller e mistério! O autor fez um trabalho magnífico no desenvolvimento das personagens com um lado psicológico tão bem trabalhado que temos a sensação de estar dentro das suas mentes, sentindo os seus medos e aplaudindo os seus sucessos. A história é muito inteligente e mantém-nos interessados durante todo o livro. Pleno de reviravoltas, este livro obriga-nos a ficar acordados até à última página. Books and Movie Reviews, Roberto Mattos (re Sem Pistas) DESPEDAÇADAS é o livro #12 da série de mistério de Riley Paige que começou com o bestseller SEM PISTAS (Livro #1) – um livro de pode descarregar gratuitamente com mais de 1000 opiniões de cinco estrelas! Neste thriller de cortar a respiração, mulheres estão a ser encontradas mortas em linhas de caminho-de-ferro pelo país, obrigando o FBI a entrar numa corrida contra o tempo para apanhar o assassino em série. A Agente Especial do FBI Riley Paige pode ter encontrado finalmente alguém ao seu nível: um assassino sádico que ata as vítimas aos carris para serem atropeladas por comboios. Um assassino suficientemente inteligente para evitar ser capturado em vários estados – e suficientemente encantador para passar desapercebido. Riley percebe que necessitará de todas as suas faculdades para entrar na mente doente deste assassino – uma mente que a própria Riley não sabe se quer penetrar. E tudo com um twist final tão chocante que nem a própria Riley o poderia esperar. Um thriller psicológico negro com suspense de cortar a respiração, DESPEDAÇADAS é o livro #12 de uma nova série alucinante – com uma inesquecível nova personagem – que o obrigará a não largar o livro até o terminar.

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De pulsos e pés ainda atados, April estava de pé a segurar na shotgun que Peterson deixara cair.

April bateu com a coronha na cabeça de Peterson…

A luta terminara pouco depois quando Riley esmagou o rosto de Peterson com uma pedra.

Mas nunca se perdoara por permitir que April enfrentasse tal perigo.

E agora, ali estava April, disparando contra o alvo com a mesma expressão feroz no rosto.

É tão parecida comigo, Pensou Riley.

E se April realmente se empenhasse, Riley tinha a certeza de que se tornaria numa agente do FBI melhor do que ela.

Mas seria isso bom ou mau?

Riley não sabia se se devia sentir culpada ou orgulhosa.

Mas durante a sessão de treino de meia hora, April disparou com crescente confiança e precisão contra o alvo. Quando deixaram o armeiro e foram para casa, Riley sentia orgulho na filha.

April estava entusiasmada e conversadora, perguntando todo o o tipo de perguntas sobre o treino que a esperava. Riley deu-lhe as respostas possíveis, tentando não demonstrar a sua ambivalência face ao futuro que April parecia desejar tanto.

Ao aproximarem-se de casa, April disse, “Olha quem cá está.”

Riley ficou desiludida quando viu o caro BMW estacionado à sua porta. Ela sabia que pertencia à última pessoa no mundo que queria ver naquele momento.

CAPÍTULO TRÊS

Quando Riley estacionou o seu modesto carro atrás do BMW, percebeu que as coisas poderiam descambar naquela casa. Quando desligou o carro, April pegou na caixa com a arma no seu interior e começou a sair do carro.

“É melhor deixares isso aqui por agora,” Disse Riley.

Com certeza que não ia querer explicar aquilo ao indesejado visitante.

“Tens razão,” Respondeu April, empurrando a caixa para debaixo do assento do carro.

“E não te esqueças – não contes à Jilly sobre isto,” Disse Riley.

“Não conto,” Disse April. “Mas ela já deve ter percebido que tens alguma coisa para mim e vai ficar a pensar no que será. Enfim, no domingo dás-lhe um presente e ela esquece isto num instante.”

Presente? Interrogou-se Riley.

Depois lembrou-se – no domingo era o aniversário de Jilly.

Riley sentiu-se corar.

Quase se esquecera que a Gabriela tinha planeado uma festa de família para domingo à noite.

E ainda não tinha comprado um presente para Jilly.

Não te esqueças! Disse a si própria.

Riley e April fecharam o carro e caminharam na direção da casa. E é claro que o dono do carro de luxo – o ex-marido de Riley – estava sentado na sala de estar.

Jilly estava numa cadeira à sua frente e a sua expressão dura mostrava que não estava nada satisfeita por tê-lo ali.

“Ryan, o que é que estás a fazer aqui?” Perguntou Riley.

Ryan virou-se para ela com aquele sorriso encantador que tantas vezes tinha enfraquecido a sua determinação em afastá-lo completamente.

Raios, ainda é atraente, Pensou.

Ela sabia que ele se fartava de trabalhar para ter aquele aspeto e que passava muitas horas no ginásio.

Ryan disse, “Ei, isso é forma de se cumprimentar alguém da família? Ainda sou da família, não sou?”

Ninguém falou durante um momento.

A tensão era palpável e a expressão de Ryan transformou-se numa de desilusão.

Riley pensou – que tipo de receção é que estava à espera?

Não as via há três meses. Antes disso, tinham feito uma tentativa de reconciliação. Ele vivera com elas cerca de dois meses, mas nunca se mudara em definitivo. Mantivera a casa confortável que havia partilhado com Riley e April antes da separação e do divórcio.

As miúdas tinham ficado contentes por tê-lo por perto – até ele perder o interesse e partir novamente.

As miúdas ficaram muito desiludidas com isso.

E agora, ali estava ele outra vez, do nada e sem avisar.

O silêncio adensou-se. Então Jilly cruzou os braços e olhou para ele com desconfiança.

Virando-se para Riley e April, ela perguntou, “Para onde é que vocês as duas fora, afinal?”

Riley engoliu e seco.

Odiava mentir a Jilly, mas aquele não era o melhor momento para lhe falar na arma de April.

Felizmente, April disse, “Só tivemos que ir a um sítio.”

Ryan olhou para April.

“Ei, queridinha,” Disse ele. “Não me dás um abraço?”

April não olhou para ele, limitando-se a ficar de pé.

Por fim disse numa voz amuada, “Olá paizinho.”

Parecendo que ia chorar a qualquer momento, April virou-se e subiu as escadas rumo ao seu quarto.

Ryan ficou surpreendido.

“O que é que foi aquilo?” Perguntou ele.

Riley sentou-se no sofá, tentando encontrar a elhor forma de lidar com a situação.

Ela perguntou novamente, “O que é que estás a fazer aqui Ryan?”

Ryan encolheu os ombros.

“Eu e a Jilly estávamos a falar sobre a escola – ou pelo menos eu estava a tentar que ela falasse sobre a escola. As notas dela baixaram? É isso que não me quer dizer?”

“As minhas notas estão ótimas,” Disse Jilly.

“Então fala-me na escola, porque é que não o fazes?” Perguntou Ryan.

“Está tudo bem na escola… senhor Paige,” Disse Jilly.

Riley encolheu-se e Ryan pareceu magoado.

Jilly chamava Ryan de “Pai” antes de ele se ter ido embora.

Antes disso, chamava-o “Ryan”. Riley tinha a certeza de que Jilly nunca o tratara por senhor Paige anteriormente. Jilly expressava a sua posição de forma muito clara.

Levantou-se da cadeira e disse, “Se não se importarem, tenho trabalhos de casa para fazer.”

“Queres ajuda?” Perguntou Ryan.

Jilly ignorou a pergunta e continuou a subir as escadas.

Ryan olhou para Riley com uma expressão afetada.

“O que é que se passa aqui?” Perguntou ele. “Porque é que as miúdas estão tão zangadas comigo?”

Riley suspirou. Por vezes, o seu ex-marido era tão imaturo quanto ambos haviam sido quando se casaram tão novos.

“Ryan, de que raio estavas à espera?” Perguntou Riley, tão pacientemente quanto pode. “Quando te mudaste para cá, as miúdas estavam felizes por te terem cá. Sobretudo a Jilly. Ryan, o pai daquela menina era um bêbedo violento. Ela quase se transformou numa prostituta para se afastar dele – e só tinha treze anos! Foi tão importante para ela ter uma figura parental na sua vida. Não percebes como ela ficou desiludida quando te foste embora?”

Ryan ficou a olhar para ela com uma expressão perplexa, como se não tivesse ideia do que é que ela estava a falar.

Mas Riley lembrava-se demasiado bem do que Ryan lhe dissera ao telefone.

“Preciso de espaço. Esta coisa da família – eu pensava estar pronto, mas não estou.”

E não mostrara grande preocupação por Jilly na altura.

“Riley, a Jilly foi uma decisão tua. Admiro-te por isso. Mas não teve nada a ver comigo. A adolescente perturbada de outra pessoa é demasiado para mim. Não é justo.”

E agora ali estava ele, a mostrar-se magoado porque Jilly já não o tratava por “Pai”.

Era realmente exasperante.

Riley não ficou surpreendida por ver as duas raparigas a afastarem-se dele. Também ela queria fazer o mesmo. Infelizmente, alguém tinha que ser adulto nesta situação. E já que Ryan parecia incapaz de o ser, Riley não tinha saída.

Antes que pudesse pensar no que dizer de seguida, Ryan levantou-se da sua cadeira e sentou-se ao lado de Riley. Avançou na sua direção.

Riley afastou-o.

“Ryan, o que é que estás a fazer?”

“O que é que achas que estou a fazer?”

Agora a voz de Ryan soava carinhosa.

Riley estava a ficar cada vez mais furiosa.

“Nem penses,” Disse ela. “Quantas namoradas te passaram pelas mãos desde que te foste embora?”

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