Blake Pierce - A mentira mora ao lado

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Uma obra-prima de suspense e mistério. Blake Pierce fez um trabalho magnífico criando personagens com lados psicológicos tão bem descritos que nos fazem sentir dentro de suas mentes, acompanhando seus medos e celebrando seu sucesso. Cheio de reviravoltas, este livro vai lhe manter acordado até que você chegue à última página. Books and Movie Reviews, Roberto Mattos (sobre Once Gone) A MENTIRA MORA AO LADO (Um Mistério de Chloe Fine) é o segundo livro da nova série de suspenses psicológicos do autor de best-sellers Blake Pierce, cujo sucesso número 1, Once Gone (baixe grátis), já recebeu mais de 1. 000 avaliações de cinco estrelas. A agente da Equipe de Evidências do FBI, Chloe Fine, de 27 anos, ainda se recuperando dos segredos de seu passado, encontra-se envolvida em seu primeiro caso: o assassinato de uma babá em um bairro suburbano aparentemente perfeito. Imersa em um mundo de segredos, de casais infiéis, fingimentos e esperteza, Chloe logo percebe que qualquer um – toda e qualquer pessoa – pode ser culpado. Ao mesmo tempo, com seu pai ainda preso, ela precisa lutar contra seus próprios demônios e desvendar seus próprios segredos, que ameaçam derrubá-la antes mesmo do início de sua carreira. Um suspense psicológico repleto de emoção com personagens robustos, em um ambiente de cidade pequena e que acelera o coração. A MENTIRA MORA AO LADO é o segundo livro de uma nova série fascinante, que o fará ler páginas e páginas noite adentro. O terceiro livro da série CHLOE FINE estará disponível em breve.

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Chloe foi até a cozinha e viu os buracos de balas que Rhodes havia mencionado. Ela viu as carcaças em cada buraco, com vários centímetros de profundidade. Tinha certeza que seria possível descobrir que tipo de arma havia sido usada baseando-se somente naquilo. Até onde Chloe sabia, os buracos de balas eram uma excelente pista, que lhes daria informações suficientes para seguir com o caso.

Mas talvez haja algo a mais, ela pensou.

Ela caminhou novamente até a entrada e parou na junção com a sala. Se o assassino de fato tivesse entrado pela janela do quarto principal, ali provavelmente seria onde os tiros haviam começado. A falta de sangue ou sinais de caos no quarto indicavam que nada violento havia acontecido lá.

Chloe olhou o sofá e viu um pouco de sangue no chão em frente a ele. Provavelmente o primeiro tiro, pensou. Ela observou o lugar e pode ver tudo em sua mente. O primeiro tiro havia matado alguém no sofá. Isso havia feito outra pessoa no sofá pular rapidamente, talvez derrubando a mesa de café. Talvez ela tentou reagir. Independentemente, o sangue e o refrigerante do outro lado da mesa de café virada indicavam que a pessoa não havia conseguido fugir.

Ainda assim, aquilo a fez pensar. Ela caminhou devagar até a sala, seguindo o caminho que imaginava que as balas tinha feito. A quantidade de sangue seco atrás do sofá a deu evidências suficientes de que a pessoa sentada ali havia morrido imediatamente. Ela não conseguiu encontrar buracos no sofá, o que significava que a bala deveria ter ficado alojada na cabeça da vítima.

Chloe viu facilmente dois buracos de balas na parede da cozinha, a cerca de 10 centímetros uma da outra. Ela pode vê-los do sofá. Mas se havia duas marcas de tiros ali, talvez houvesse mais em outro lugar. E se houvesse, ela poderia criar uma cadeia de eventos mais precisa.

Ela foi até a mesa de café e se abaixou. Se alguém houvesse batido ali antes de ser acertado por um tiro, o assassino teria que ter mirado para baixo. Ela procurou algum outro sinal de tiro e não viu nada. O assassino havia, aparentemente, acertado seu alvo.

No entanto, Chloe viu algo que não estava esperando. Havia uma pequena mesa encostada na parede à sua direita. Havia um vaso decorativo e uma foto emoldurada nela. Entre as pernas da mesa, havia uma cesta de vime velha, com correios e livros velhos. Entre a cesta e as pernas de trás havia um celular.

Ela pegou o celular e viu que era um iPhone. Apertou o botão para ligar e a tela se acendeu. A tela bloqueada mostrava uma foto do Pantera Negra. Ela apertou o botão principal, esperando que a tela da senha aparecesse. No entanto, para surpresa de Chloe, o celular abriu sem mais problemas.

Deve ser o celular do filho, ela pensou. E talvez os pais deixaram sem senha para ter acesso a ele sempre.

Ela levou alguns momentos para entender o que estava vendo. Viu o rosto de um jovem garoto, com algumas características de zumbi desenhadas nele. Olhou as bordas da tela e viu a indicação do aplicativo Snapchat. O que ela estava vendo era um vídeo (ou um “snap”) que não fora enviado.

- Puta merda – murmurou.

Então, percebeu como o telefone estava quente. Procurou o indicador de bateria no canto direito superior e viu que estava no vermelho.

Correu para a entrada, segurando o telefone.

- Rhodes, você encontrou algum carregador de telefone por aí? – Ela gritou.

Houve uma pausa antes da resposta de Rhodes.

- Sim, no criado mudo.

Mesmo antes de responder, Chloe já estava entrando no quarto novamente. Ela viu o carregador do qual Rhodes havia falado e foi até ele no mesmo momento.

- O que é isso? – Rhodes perguntou.

Chloe não pode deixar de pensar: Você não vai querer saber, vai, vadia? Mas ela manteve-se quieta ao conectar o celular no carregador.

- Acho que o filho estava no Snapchat quando o assassino entrou. E acho que ele estava mandando um snap para um amigo. Mas ele não conseguiu enviar a tempo.

Ela apertou o play no vídeo que estava na tela quando encontrara o telefone. Era um jovem, talvez de doze ou treze anos. Ele estava mostrando a língua, e seu rosto tinha uma animação de zumbi. Em dois segundos, ouviu-se o primeiro tiro. O telefone foi jogado e pode-se ouvir mais um tiro. O garoto pareceu cair no chão, assim como o telefone, e então a tela ficou preta—aparentemente parando embaixo da pequena mesa.

Aí o vídeo terminava. Tudo durava cerca de cinco segundos.

- Dê o play de novo – Rhodes disse.

Chloe colocou o vídeo novamente, dessa vez prestando mais atenção. Em cerca de um quarto de segundo, havia a forma de uma figura parada na entrada, vindo para a sala. Era rápido, mas havia. E por conta de o telefone ser de um modelo novo, mesmo em movimentos frenéticos, a imagem era muito clara. Chloe não conseguiu imaginar um rosto a olho nu, mas tinha certeza de que o FBI não teria problemas em fazer uma análise frame a frame daquela filmagem.

- Isso aqui é importante demais – Rhodes disse. – Onde você encontrou o telefone?

- Debaixo da mesa encostada na parede da sala.

Chloe podia ver que Rhodes estava animada com a descoberta, mas não queria dar muito crédito a ela. Ela apenas assentiu em aprovação e voltou a trabalhar, procurando digitais na janela.

As duas sentiram que, graças ao vídeo no Snapchat, seu trabalho estava prestes a terminar ali. Elas tinham a evidência perfeita e tudo o que fizessem depois seria mera metodologia ou rotina.

Chloe imaginou que poderia colaborar e não causar nenhuma outra tensão entre as duas. Ela pegou o telefone e voltou à sala. Caminhou pela cozinha e viu as marcas das balas na parede. Mas ela sabia que a chave para o caso estava no telefone que estava carregando, esperando para fazer o assassino daquela família pagar pelo que fez. E, em sua mente, ela não pode deixar de pensar que aquilo fora fácil demais. Ela tinha certeza que Rhodes pensava a mesma coisa e aquilo, de alguma forma, diminuiu sua animação.

CAPÍTULO QUATRO

Elas voltaram à sede do FBI duas horas depois, e Chloe sentia que já havia evidências mais do que suficientes para que houvesse um suspeito sob custódia até o fim do dia. O vídeo do Snapchat era o que de mais poderoso elas haviam encontrado, mas elas também acabaram encontrando duas digitais, a pegada no tapete do quarto e dois fios de cabelo grudados na janela do quarto.

Elas apresentaram suas descobertas ao Diretor Assistente Garcia, em uma pequena mesa de reuniões nos fundos do escritório dele. Quando Chloe mostrou a ele o que havia encontrado no telefone, viu que ele tentou esconder um pequeno sorriso de satisfação. Ele também parecia feliz em ver quão profissionalmente e dentro das normas Rhodes havia empacotado e catalogado cada uma das evidências encontradas.

Talvez ela também devesse mudar de departamento, Chloe pensou com um pouco de maldade.

- Trabalho incrível - Garcia disse, levantando-se da mesa e as cumprimentando como se fossem estudantes sendo premiadas. – Vocês trabalharam rápido, minuciosamente, e não vejo como não ser possível conseguirmos uma prisão concreta com isso tudo.

As duas agentes agradeceram. Chloe sentiu-se um pouco melhor ao ver que Rhodes não sabia como lidar com elogios, tanto quanto ela.

- Agora, Agente Fine, recebi uma ligação do Diretor Johnson antes de vocês entrarem. Ele quer encontrar com você em cerca de quinze minutos. Agente Rhodes, por que você não vai ao laboratório e vê o que acontece com todas as evidências que vocês trouxeram?

Rhodes assentiu, ainda como se fosse uma boa aluna. Enquanto isso, Chloe sentiu-se em pânico novamente. Quando ela visitara Johnson, no dia anterior, ele havia lhe dado uma notícia que mudara tudo. O que ele teria planejado agora?

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