Tao Wong - A Vida No Norte

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O que acontece quando o apocalipse chega? Não através de armas nucleares nem cometas, mas com Níveis e monstros? E se estivesses a acampar no Yukon quando o mundo acabasse? Tudo o que John queria era afastar-se da sua vida no Parque Nacional de Kluane durante um fim de semana. Caminhada, acampamento, relaxar. Em vez disso, o mundo acaba numa série de caixas azuis. Os animais começam a evoluir, monstros começam a aparecer e ele tem uma folha de personagem e capacidades que desafiam a física. Agora, ele tem de sobreviver ao apocalipse, voltar à civilização e não perder a cabeça. O Sistema chegou e, com ele, extraterrestres, monstros e uma realidade inspirada em lendas antigas e jogos. John vai ter de encontrar novos amigos, lidar com a sua ex e matar os monstros que continuam a surgir. A Vida no Norte é o Livro 1 do Sistema do Apocalipse, uma série apocalíptica de RPG Literário, que combina elementos da vida moderna, ficção-científica e fantasia, juntamente com as mecânicas de um jogo.
O que acontece quando o apocalipse chega? Não através de armas nucleares nem cometas, mas com Níveis e monstros? E se estivesses a acampar no Yukon, quando o mundo acabasse? Tudo o que John queria era afastar-se da sua vida no Parque Nacional de Kluane durante um fim de semana. Caminhada, acampamento, relaxar. Em vez disso, o mundo acaba numa série de caixas azuis. Os animais começam a evoluir, monstros começam a aparecer e ele tem uma folha de personagem e capacidades que desafiam as leis da física. Agora, ele tem de sobreviver ao apocalipse, voltar à civilização e não perder a cabeça. O Sistema chegou e, com ele, extraterrestres, monstros e uma realidade inspirada em lendas antigas e jogos. John vai ter de encontrar novos amigos, lidar com a sua ex e matar os monstros que continuam a surgir. A Vida no Norte é o Livro 1 do Sistema do Apocalipse, uma série apocalíptica de RPG Literário, que combina elementos da vida moderna, ficção-científica e fantasia, juntamente com as mecânicas de um jogo. Esta série contém elementos de jogos como a subida de nível, experiência, materiais enfeitiçados, um espírito sarcástico, mecha, um elfo sombrio e cativante, monstros, minotauros, uma ruiva impiedosa e uma perspetiva semi-realista da violência e dos seus efeitos. Não inclui haréns.
Translator: Cláudia Amaral

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— Muito bem, vamos recuar um bocadinho. O que é o Mana? Continuo a vê-lo no meu quadro de estatísticas e tu continuas a falar dele, mas isso não explica nada.

— Tenho milhares de explicações e nenhuma delas é para ti, miúdo. São nano-robôs que entram no teu corpo e o controlam, utilizando cordas quânticas e energia ultra dimensional. Ou podes chamar-lhe uma força ambiente do universo, a força única que compõe todos os elementos. Podia ser matéria escura feita de carne ou de magia. É tudo a mesma coisa, pessoas a tagarelar sem terem a mínima ideia — o Ali encolhe os ombros. — É o que nos rodeia, o que faz o Sistema funcionar.

— Está bem. Então, o que é o Sistema?

— As caixas azuis. Os pontos de experiência. O saque. A Loja que te permite comprar qualquer coisa em qualquer lugar ou os lojistas que arrendam o espaço. É a forma como nos melhoramos a nós mesmos e ao nosso mundo. É o que me obriga a trabalhar contigo e para ti. É tudo. O Sistema é o teu mundo e o teu universo agora — exclama o Ali, com fatalismo.

— Pensava que o Conselho Galáctico o tinha criado. Quer dizer, no anúncio... — fiz sinal para onde as caixas azuis estavam.

— O CG fazer alguma coisa? A única coisa que aqueles burocratas conseguiriam fazer é um monte de porcaria. E só porque alguém lhes teria dito como o fazer. Aqueles idiotas têm o mínimo controlo possível do Sistema e a galáxia é mais feliz assim. Esquece isso, miúdo. O Sistema apenas existe.

— Vá lá, não estás nem um bocadinho curioso por saber o que é o Sistema? Controla as nossas vidas e...

— Chega. Para com isso — o Ali vira-se, flutua até à minha cara e olha para mim.

— Só quero saber, bolas!

Parabéns! Demanda atribuída: O Sistema

Descobre o que é o Sistema.

Recompensas: Saber é poder. Ou algo parecido.

Assim que a demanda aparece, o Ali faz um som desaprovador e afasta-se a flutuar. Li tudo e fiz a mensagem desaparecer, antes de falar novamente:

— Qual é o teu problema?

— Nada. Nada de nada — o Ali está sentado no ar, a flutuar com as pernas cruzadas e recusa-se a olhar para mim.

— Ali.

— Odeio essa demanda. É a maior porcaria da galáxia. Todos a recebem e todos julgam que vão ser os primeiros a resolvê-la, mas acabam por passar os 80 anos seguintes sentados numa maldita biblioteca, a debater com outros malditos investigadores sobre um artigo Kricklik publicado há dois mil anos! E, depois, bem, bolas... — à medida que fala, a voz dele fica cada vez mais alta.

— Já percebi, já percebi. Tens assuntos por resolver. Podemos não deitar a floresta abaixo por causa disso? — faço-lhe sinal com as mãos para baixar o volume, para o tentar calar.

Depois de se acalmar ligeiramente, o Ali resmunga:

— Não tenho assuntos por resolver. Tu é que tens!

Pronto, passando à frente. Demandas. Se o sistema continua a funcionar da mesma maneira, então, o separador da demanda está em...

Demandas
Exclusiva Sair do parque nacional de Kluane vivo
Grupo Nenhum
Sistema Desvendar os segredos do Sistema

— Quando recebi aquela demanda? — murmuro para mim mesmo, ao olhar para a primeira demanda na lista.

— Eu aceitei aquela por ti, enquanto estavas a brincar às enguias.

— Podes aceitar demandas por mim? — olho especado para o Ali. — Quanto controlo é que te dei, na realidade?

— Não o suficiente, sortudo — o Ali sorri, antes de encolher os ombros. — Sou teu Companheiro, não posso fazer nada para te magoar e tu ias sair daqui de qualquer maneira, era indiferente se a aceitava ou não.

— Está bem. Mas avisa-me, pode ser? Não gosto de surpresas dessas — fecho o separador e olho para ele durante mais algum tempo. — O que é exatamente um Companheiro?

— Finalmente! Sou um Companheiro do sistema, um tipo de Espírito para ser preciso. Como Companheiro atribuído pelo Sistema, tenho acesso à tua interface e a certos aspetos do Sistema a que os utilizadores, em geral, não têm. Estamos ligados, por isso, quando ficares mais forte, eu também recebo mais habilidades. A Nível 2, tenho acesso à informação sobre os monstros que estão no Sistema, à nossa volta. Mais tarde, vou ser capaz de te fornecer mais detalhes e, a níveis ainda mais elevados, vou poder partilhar a minha Afinidade Elementar e até posso ganhar um corpo.

Faço um aceno para agradecer e fico em silêncio, a ponderar o que ele disse. Parece que tê-lo como Companheiro ligado é mais poderoso do que julgava. Mesmo assim, ainda há muito para aprender.

— Há um ficheiro de Ajuda?

Ele mexe uma mão e uma caixa azul gigante de textos aparece à minha frente. Eu refilo e entro ainda mais para dentro da gruta para começar a ler. Horas mais tarde, tenho uma melhor compreensão do básico. Os atributos básicos são bastante óbvios. Contudo, curiosamente, a Resistência determina não só a minha Vida básica, como também o quão rapidamente me curo. Basicamente, os pontos saram à mesma velocidade por minuto. A Inteligência determina o tamanho da minha reserva de Mana, ao passo que a Determinação atualiza essa reserva a cada minuto, com base no seu valor estatístico. É claro que não sei se isso é muito útil neste momento, visto que não tenho nada que utilize Mana, mas a informação é boa na mesma.

O mais interessante é que a Vida não é apenas o quão saudável estou fisicamente. Na verdade, é um valor numérico para a quantidade de danos que o Mana embutido no meu corpo iria absorver, atenuando os danos que sofro. Não impediria uma morte súbita, se enfiassem uma picareta no meu cérebro, mas reduziria a força do impacto da picareta, se tivesse uma reserva de Vida suficientemente grande. Claro que isso esgotaria algum do Mana embutido, reduzindo a minha Vida a um ritmo mais drástico. É muito estranho, principalmente porque o Mana embutido é completamente diferente do Mana que posso usar em feitiços. Enquanto luto contra outro bocejo, recorro a mais informações sobre as coisas que vi no quadro de estatísticas.

As habilidades de classe são habilidades especiais, que dependem do Mana para produzir os seus efeitos. No geral, podem infringir muito ou pouco as leis da física, dependendo da própria habilidade. Alguns dos exemplos fazem-me lembrar filmes de ação ou anime . A habilidade de gerar fogo nas minhas mãos ou ter um corpo blindado parecem-me fixes.

Os feitiços, por outro lado, eram apenas isso, feitiços de magia que utilizam Mana para serem lançados. A distinção entre o que é considerado uma habilidade e o que é considerado um feitiço parece-me um pouco arbitrário, mas talvez se torne mais claro quando receber um deles.

E as Regalias... Bem, as Regalias são coisas que se ganham por completar demandas especiais ou apenas por estar no lugar errado à hora errada, ao que parece. Pequenas ou grandes vantagens em relação a uma pessoa normal, sem regalias.

Agora, temos números, pontos para dizer quem somos, o que somos, aquilo em que, supostamente, somos bons ou maus. Tinha dado jeito, quando era mais novo, poder apontar para um ecrã e dizer “eu não sou quem vocês pensam” ou teria sido a mesma coisa? Se a minha vida tivesse sido ditada por este Sistema, será que teria tentado aumentar o meu Carisma ou teria treinado mais para ser mais forte? Teria falhado menos porque me teria concentrado em coisas às quais já era bom? Ou será que não teria feito a diferença?

Suspiro, esfregando os olhos. Ainda há tanto para ler, tanto para aprender sobre este estranho mundo novo. Quero ler mais, mas já não consigo lutar contra a exaustão e os meus olhos começam a fechar-se.

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